Categoria "Animais"
29 nov 2017

Vídeo revela terror em granja de porcos no Brasil

porquinho

Por: A PIPA

PETIÇÃO: junte-se à Mercy For Animals pedindo ao Grupo Pão de Açúcar que pare de comprar de fornecedores inescrupulosos que confinam animais em celas ou gaiolas e que realizam mutilações dolorosas nos corpos de porquinhos recém-nascidos.

Impactantes imagens gravadas dentro de uma granja de porcos cooperada da Aurora mostram a agonia de porquinhos no momento em que funcionários serram seus dentes, cortam seus rabos e pedaços de suas orelhas, sem qualquer anestesia. O sofrimento de suas mães também é inimaginável. Elas vivem presas em minúsculas celas de gestação, num espaço tão pequeno que elas não podem sequer se virar de lado. Os produtos da Aurora são vendidos nos supermercados do Grupo Pão de Açúcar (Extra, Pão de Açúcar e Assaí Atacadista).

Se você também se preocupa com os animais e não quer que eles sofram, provavelmente você também sabe que porcos e outros animais têm a mesma capacidade de sofrer que os animais com os quais estamos habituados em nossas casas, como cães e gatos. O que a Mercy For Animals descobriu em uma granja de porcos cooperada da Aurora no Brasil vai te deixar chocado.

Porquinhos com poucos dias de nascidos vivenciam a agonia e o desespero enquanto humanos cruéis serram seus dentes, cortam seus rabos e pedaços de suas orelhas, sem usar qualquer tipo de anestesia. A poucos metros estão as suas mães, que são tratadas como meras máquinas produtoras de carne, presas em minúsculas celas de gestação minúsculas, pouco maiores que seus próprios corpos, onde não podem sequer virar de lado. Esses animais incrivelmente inteligentes e sociais ficam tão estressados, submetidos a esta experiência de terror, que passam quase o tempo todo mordendo suas celas – um sinal alarmante de que estão enlouquecendo.

17 ago 2017

Conheça Fushin: o cão da polícia secreta que conquitou as redes sociais

Arquivado em Animais

police

Fonte: Redação SPOT+

Fushin, “estrela da sorte” em português, tem apenas um mês, mas já está sendo treinado pela Polícia Secreta de Taiwan. Este amoroso labrador poderá se transformar em um elemento essencial para as autoridades taiwanesas.

O filhotinho foi apresentado publicamente no dia (8/6) pelo Departamento da Polícia de Nova Taipei, capital de Taiwan. Desde então, todos ficaram rendidos e encantados com a figura do labrador.

Mas Fushin não foi o único a ser adotado pelas autoridades. Também os cinco irmãozinhos dele (Schuman, Federica, Eagle, AJ e Sunny) foram integrados na equipa policial e estão sendo treinados para detectar vestígios de droga, pela unidade K9.

Já este amigo de quatro patas, apelidado de “o mais fofo cão polícia”, está sendo treinado pela mesma unidade, mas com o objetivo de descobrir rastos de sangue através do olfato.

“Ele é muito especial e nós vamos treiná-lo para ser um cão que detecta sangue. Após este treino, ele irá ajudar os agentes da polícia a descobrir, perseguir e apanhar vestígios nos locais de crime, assim como a capturar criminosos”, referiu a Comandante Pan Tian-long ao Daily Mail.

fofura
15 ago 2017

OPINIÃO: Maus tratos contra animais no Mercado Central é uma realidade pertubadora

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Depois de muito tempo de “boicote”, fui ao Mercado Central de Belo Horizonte para comprar ingredientes para um feijão tropeiro vegetariano. Sim, é possível preparar o prato mais conhecido de Minas Gerais sem sacrificar seres vivos.

Já na entrada, percebi que nada mudou em um dos principais pontos turísticos de Belo Horizonte. Lá, os animais continuam confiados em gaiolas minúsculas, aparentemente sedados e visivelmente deprimidos, em especial os filhotes de cães. Sim, cachorro também tem depressão.

A venda de animais vivos no Mercado Central de Belo Horizonte acontece há 87 anos. A briga para garantir mais dignidade aos animais também é antiga, há pelo menos 20 anos de investigações e denúncias. No entanto,  a Justiça continua cega com relação aos direitos dos animais.

IMG_9183O juiz da 1ª Vara dos Feitos da Fazenda Municipal de Belo Horizonte, Rinaldo Kennedy Silva, tinha concedido parecer favorável a uma ação ajuizada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) que pede a proibição da entrada de novos animais no Mercado Central da cidade. Conforme a decisão, outras medidas tinham que ser tomadas pelo estabelecimento, entre elas a retirada planejada dos animais já existentes, suspensão da autorização de venda de animais e proibição do uso de equipamentos sonoros para reprodução de música mecânica ou apresentações ao vivo entre 18h e 6h, prática que piora as condições de bem estar dos animais mantidos em confinamento no interior do mercado.

Além dos pedidos feitos em caráter de urgência, atendidos na decisão liminar, o MPMG solicitou à Justiça que reconhecesse a comercialização de animais vivos no Mercado Central como prática que os submete a sofrimento e crueldade injustificáveis.

Mas o  Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) entendeu o caso de outra forma e concedeu agravo de instrumento e suspendeu a proibição da venda de animais no Mercado Central até que o caso seja julgado. Segundo decisão do desembargador Carlos Roberto de Faria, nada foi comprovado com relação aos maus tratos contra os animais e às péssimas condições de saúde, como: higiene, organização, espaço, ventilação e iluminação do local; grande número de animais abrigados em um único compartimento ou gaiola; irregularidade na oferta de água e alimentação; deficiente controle sanitário entre outras irregularidades.

Acho que estou ficando velha mesmo! Vejo e sinto coisas que não existem. ´Será? Não, não estou velha, nem caduca. Estou muito bem, obrigada! O que acontece no Mercado Central de Belo Horizonte é de uma clareza perturbadora. O sofrimento dos animais confinados é real e tem cheiro. A Justiça não pode ser tão cega ao ponto de negar as evidências.

Não é papo de ativista. É uma questão de bom senso e avanço no processo civilizatório. Não podemos mais permitir que seres vivos sejam tratados como objetos, coisas, patrimônio. A ciência nos mostra a cada dia que cães, gatos, porcos, macacos, golfinhos, ratos e outros animais têm sensibilidade, emoção, sentimento… Como podemos evoluir como seres humanos, se somos incapazes de perceber que os animais sentem dores físicas e emocionais?  Qual legado vamos deixar para nossos filhos, netos e gerações futuras? A crueldade contra animais, com certeza, deixará cicatrizes profundas em nossa humanidade. Que sejamos capazes de mudar o rumo da história! Que assim seja!

LUZ NO FIM DO TÚNEL

A Comissão de Legislação de Justiça (CLJ) da Câmara Municipal deu  parecer favorável ao Projeto de Lei 253/17, que tramita em primeiro turno e quer regulamentar a comercialização de animais na capital.

De acordo com o texto do PL, apenas canis, gatis e criatórios regularmente estabelecidos e registrados seriam autorizados a exercer essa atividade comercial.

Os estabelecimentos deverão ter relatório discriminado de todos os animais, com os respectivos números de cadastro do microchip no Sistema de Identificação Animal do Município de Belo Horizonte (SIAM-BH), que deverá ser criado, em caso de aprovação da proposta, em prazo de 90 dias.

Em entrevista ao Portal UAI, o vereador Osvaldo Lopes, autor do projeto, diz que o objetivo é criar mecanismos para que “o município obtenha de uma forma mais objetiva o controle da comercialização, visando a um controle sanitário mais eficiente e o bem-estar animal”.

ANIMAL NÃO É COISA

Só depende da sanção do presidente Michel Temer (PMDB) para que os animais deixem de ser tratados como coisas no código civil brasileiro. Dois anos depois de ser apresentado no Senado Federal, o texto teve aprovação final na última terça-feira (8/8) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados. Com isso, eles passam a ser tratados como bens móveis, o que abre caminho para futuros direitos. O projeto do senador Antonio Anastasia registra textualmente que “os animais não serão considerados coisas”.

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