Categoria "Internacional"
17 nov 2016

Uma fofura que ama ler bomba nas redes sociais

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Reprodução Catraca Livre

É muitaaaaaaaa fofura!!! Emmett, um lindo bebê de 10 meses, chora toda vez que a mãe deixa de contar histórias. Ele é apaixonado por livros infantis e abre a boca a chorar toda vez que o livro chega ao fim.

O vídeo me fez recordar a velha infância. Toda noite me mãe contava histórias para dormir. Ficava louca para anoitecer e viajar nos contos de princesas, príncipes e sapos. Hoje sou uma devoradora de livros. Passei a herança para meu filho. Ele também ama ler.

18 fev 2016

Cerca de um milhão de crianças desnutridas por grave seca na África, diz Unicef

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Imagem/Unicef

Cerca de um milhão de crianças na África Oriental e Austral sofrem de desnutrição aguda grave por causa da seca que atinge o continente e é provável que piore com o fenômeno climático El Niño – alerta o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). “O fenômeno El Niño será reduzido, mas o impacto sobre as crianças será sentido por muitos anos”, avaliou Leila Gharagozloo-Pakkala, diretora-regional da Unicef para a África Oriental e Austral. “É uma situação sem precedentes e a sobrevivência das crianças depende das ações tomadas agora”, acrescenta.

A desnutrição aguda severa é caracterizada por uma perda de peso muito significativa e é responsável pela maioria das mortes de crianças menores de cinco anos no mundo, de acordo com Fundo das Nações Unidas. Há dois anos o volume de chuvas está abaixo da média e as colheitas são escassas nessas regiões da África. Como resultado, os preços das matérias-primas aumentar e os habitantes tiveram a alimentação reduzida. As crianças estão em maior risco de morrer de fome e de doenças, segundo a Unicef. Lesoto, Zimbábue e várias províncias sul-africanas já estão em estado de catástrofe natural.

A ONU estima que 14 milhões de pessoas podem ficar sem alimento em 2016 no sul da África por conta das escassas colheitas do ano anterior e da seca extrema. No Malauí, por exemplo, 2,8 milhões de pessoas estão ameaçadas pela fome. Na África Oriental, a Etiópia é particularmente atingida pela tragédia com 18 milhões de pessoas que necessitarão de ajuda alimentar antes do final do ano, segundo a Unicef. Para a organização, o país precisa de 87 milhões de dólares em doações. Segundo o escritório da ONU pata a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), as comunidades afetadas pelo fenômeno do El Niño necessitarão de dois anos para se recuperar desta grave seca.

O fenômeno El Niño, corrente equatorial quente do Pacífico, reaparece a cada cinco ou sete anos e conheceu este ano uma forte intensidade. Causou graves secas em certas áreas e inundações em outras. A estação de chuvas, correspondente ao verão no hemisfério sul, termina tradicionalmente em abril para dar início a cerca de cinco meses de estação seca, o que poderia piorar a situação até o final de 2016.

03 fev 2016

Cientistas chineses criam macacos autistas em pesquisa cruel

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Anti-vivisseccionistas criticaram a “cruel” e “falha” criação dos primeiros macacos autistas do mundo. Cientistas na China modificaram geneticamente oito macacos para carregarem um gene ligado ao autismo em humanos. As informações são do The Huffington Post UK.

De acordo com a revista de ciência Nature, os pesquisadores disseram que os animais começaram a mostrar sinais da doença, incluindo correr “obsessivamente em círculos”, ignorar seus colegas e grunhir ansiosamente quando encarados.

Até agora, as investigações sobre o autismo têm explorado predominantemente camundongos e ratos.

O principal cientista, Dr. Qiu Zilong, do Instituto de Neurociências da Academia Chinesa de Ciências, disse em uma coletiva de imprensa: “O modelo do rato não é próximo o suficiente. Não há escolha. Temos que ir para uma espécie de primatas não-humanos.”

Mas o estudo tem sido criticado pelo grupo de campanha anti-vivissecção, Cruelty Free International, que disse que não só a pesquisa tem probabilidade de falhar, mas também provoca um enorme sofrimento para os macacos.

“O autismo é uma desordem complexa e as causas genéticas estão longes de ser claras”, afirmou Dr Katy Taylor, diretora de ciência da Cruelty Free International

“As tentativas de explorar macacos para modelar doenças humanas são, ao nosso ver, falhas e improváveis de ter sucesso”, disse.

“Enquanto você pode ser capaz de alterar um ou dois genes, você não pode superar as enormes diferenças entre nós e outros primatas não humanos em outras áreas, incluindo a expressão do gene. Também é cruel; vários macacos neste recente trabalho ficaram muito doentes e foram mortos”, explica Taylor.

“Em vez de desenvolver técnicas que possam levar a um aumento na exploração de macacos em pesquisas, os cientistas deviam concentrar seus esforços no desenvolvimento de abordagens mais relevantes para humanos.”

A equipe de pesquisadores deu o gene MECP2 – pensado a ser ligado ao autismo em humanos – para dezenas de óvulos de macacos, que foram fertilizados in vitro.

Os animais nasceram de fêmeas fertilizadas e foram estudados à medida que eles cresciam.

Fonte: ANDA

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