Categoria "Meio Ambiente"
16 ago 2017

Comemore o Dia do Pão de Queijo com uma receita vegana

Receita-Pao-de-Queijo-Vida-e-Saude

Amanhã (17/8) é dia de um dos quitutes mais tradicionais de Minas Gerais, o pão de queijo. Acompanhado com café, é difícil resistir tanto sabor, mas a moderação é sempre uma boa pedida. No entanto muita gente fica só na vontade, por conta de alguma restrição alimentar ou simplesmente por defender a causa animal. 🐷🐔🐶🐥🐰

Seus problemas acabaram!!! Segue uma deliciosa receita de pão de queijo – sem queijo e bem mais saudável. 😊

Receita: Portal ANDA – Agência Nacional de Direito Animal

Ingredientes

2 xícaras (de chá) bem cheias de mandioquinha (batata baroa) picada (cerca de 300g)
1 e 1/2 xícara (de chá) de polvilho doce
1/2 xícara (de chá) de polvilho azedo
1 colher (de chá) de fermento químico em pó
1/4 de xícara (de chá) de água
5 colheres (de sopa) de óleo
1 colher (de chá) de sal ou mais se preferir

Modo de preparo

Antes de tudo, cozinhe a mandioquinha. Em uma panela com água fervente, coloque a mandioquinha picada e deixe cozinhar até ficar macia (espete um garfo ou faca e ele deve atravessar com facilidade). Escorra bem e em seguida amasse bem com um garfo, até obter um purê uniforme. Reserve.

Pré-aqueça o forno a 210ºC. Em uma vasilha, coloque o polvilho doce, o polvilho azedo, o fermento químico em pó e misture.

 

HISTÓRIA DO PÃO DE QUEIJO 

Apesar de sua origem ser incerta, especula-se que o pão de queijo tenha nascido nas cozinhas de fazendas mineiras do século XVIII. Alguns pesquisadores dizem que a farinha branca demorava a chegar às fazendas e, quando finalmente chegava, estava com a qualidade comprometida. Assim, em substituição à farinha para o preparo da receita, foi incorporado o polvilho, fato que culminou no pão de queijo que conhecemos hoje.

22 jun 2017

Caminhada pela Água destaca ações sobre uso consciente e reutilização do recurso natural

agua

Diante de um quadro de consumo desenfreado e racionamento de água, a Hidrologia Ideias Sustentáveis, com sede em Betim (MG), fez uma parceria com o Instituto Rondon Minas e com a empresa Sua Árvore Consultoria e realiza em 25 de junho de 2017 a Caminhada pela Água. A ação tem como objetivo conscientizar os participantes sobre a importância do uso da água e da sua reutilização.

O evento também tem o propósito de lembrar o Dia Mundial da Luta Contra a Desertificação e a Seca (17/06). Os participantes percorrerão 3 km de trilhas de mata fechada na região de Nova Lima (MG), acompanhados por guias profissionais. Além de conhecerem um pouco da fauna e da flora da região, os participantes terão ainda uma aula sobre como evitar o desperdício de água e de como reutilizá-la de uma forma simples e econômica.

A Caminhada pela Água é aberta para pessoas de todas as idades e a participação será feita mediante inscrição online no valor de R$12,00. O valor arrecadado com as inscrições será revertido para a compra de galões de água mineral que serão distribuídos para moradores de cidades do Vale do Jequitinhonha (MG), pelo Instituto Rondon Minas.

A realização do evento marcará, também, a inauguração de um centro de discussões sustentáveis para os moradores e ambientalistas de Nova Lima, de Belo Horizonte e Região Metropolitana. O local conta com um amplo auditório onde serão realizados futuros eventos sustentáveis como workshops, palestras e oficinas. Na ocasião, será inaugurado ainda o showroom da Hidrologia.

A engenheira ambiental e diretora da Hidrologia, Isabella Cantarelli, afirma que para evitar que a situação do país se torne mais preocupante em um futuro próximo, é necessário que pequenas mudanças comecem a ser feitas a partir de agora. “Participamos sempre de iniciativas com foco na saúde e na qualidade de vida. A Caminhada pela Água é muito mais do que uma atividade socioeducativa, é uma causa sustentável”. Isabella também destaca a importância dos parceiros. “Todos trabalham com questões ambientais e desempenham um papel de extrema relevância para a realização do evento”.

Para a presidente do Instituto Rondon Minas, a professora Mônica Abranches, iniciativas de mobilização como a Caminhada pela Água podem repercutir e promover uma reflexão sobre o tema, além de incentivar multiplicadores de informação a partir dos participantes do evento. “A temática ambiental é parte de nossa vocação no Projeto RONDON e todas as ações socioeducativas para o fortalecimento de políticas e iniciativas nessa área é de nosso interesse e dos nossos jovens universitários, todos voluntários”, enfatiza.

“Plantar sementes do bem para conseguir uma transformação”. Esta é a expectativa do diretor da Sua Árvore Consultoria, o professor Fábio Pessoa, para a Caminhada pela Água. “Espero que a escolha do local e a forma que as trilhas serão percorridas sensibilizem os participantes para a responsabilidade que todos devem ter com o meio ambiente e com a natureza”, finaliza.

Os eventos surgem em um momento propício para a conscientização sobre o consumo da água. De acordo com pesquisa realizada pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), em 2015, 34 milhões de brasileiros ainda não possuem acesso à água tratada e 100 milhões não contam com o serviço de coleta de esgotos. Antes da crise hídrica de 2014, somente a grande São Paulo consumia 80,5 bilhões de litros mensais e 5,4 bilhões de litros de esgoto são descartados sem tratamento.

Conforme estudo de 2012, realizado pela WWF Internacional, 45% dos brasileiros não estão preocupados em tomar atitudes que possam reduzir o consumo de água e 30% afirmou gastar mais de 10 minutos no banho. Porém, este estudo mostrou que 80% acreditam que podem enfrentar problemas com fornecimento de água no futuro e 68% apontam o desperdício como a causa do problema.

Programação da Caminhada pela Água – Informações AQUI

18 maio 2017

Robô humanoide visita Santa Casa de Lagoa Santa

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Foto: Ewaldo Ccih

 Os profissionais de saúde da Santa Casa de Lagoa Santa receberam, na manhã de hoje (18/05) uma visita muito especial, em comemoração ao Dia Nacional de Controle das Infecções Hospitalares (15) e  o Dia Mundial de Higiene das Mãos (5).

Trata-se de um robô bem simpático, tipo humanoide, 1,22 metros de altura, chamado Ozires, desenvolvido por pesquisadores da Faculdade UNI-BH, que percorreu todos os setores do hospital, interagindo com os profissionais de saúde e os pacientes. O objetivo é um alerta contra as infecções hospitalares, por meio de uma medida simples e eficaz:  incentivar a adesão dos trabalhadores de saúde à higienização das mãos. O humanoide finalizou a visita com uma palestra de conscientização que lotou o auditório.

“A ideia foi trazer para o nosso hospital algo interativo que pudesse também agregar conhecimento para os nossos profissionais. Ozires é um tecnologia fundamental que ensina um ato simples com tamanho impacto que é a higienização das mãos”, diz Gleyka Martins, coordenadora assistencial/CCIH.

Ozires está equipado com um distribuidor automático de desinfetante de mão, um projetor de bolso, para mostrar aulas de vídeo, e uma espécie de câmera espiã, para gravar a reação das pessoas ao vê-lo. Todas as lições dadas pelo robô são produzidas no telefone celular e passadas por meio de um aplicativo, que produz vozes robóticas.

As infecções hospitalares representam importante problema de saúde pública mundial, causando aumento na morbidade, na mortalidade e no tempo de internação dos pacientes.

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