Categoria "Meio Ambiente"
18 maio 2017

Robô humanoide visita Santa Casa de Lagoa Santa

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Foto: Ewaldo Ccih

 Os profissionais de saúde da Santa Casa de Lagoa Santa receberam, na manhã de hoje (18/05) uma visita muito especial, em comemoração ao Dia Nacional de Controle das Infecções Hospitalares (15) e  o Dia Mundial de Higiene das Mãos (5).

Trata-se de um robô bem simpático, tipo humanoide, 1,22 metros de altura, chamado Ozires, desenvolvido por pesquisadores da Faculdade UNI-BH, que percorreu todos os setores do hospital, interagindo com os profissionais de saúde e os pacientes. O objetivo é um alerta contra as infecções hospitalares, por meio de uma medida simples e eficaz:  incentivar a adesão dos trabalhadores de saúde à higienização das mãos. O humanoide finalizou a visita com uma palestra de conscientização que lotou o auditório.

“A ideia foi trazer para o nosso hospital algo interativo que pudesse também agregar conhecimento para os nossos profissionais. Ozires é um tecnologia fundamental que ensina um ato simples com tamanho impacto que é a higienização das mãos”, diz Gleyka Martins, coordenadora assistencial/CCIH.

Ozires está equipado com um distribuidor automático de desinfetante de mão, um projetor de bolso, para mostrar aulas de vídeo, e uma espécie de câmera espiã, para gravar a reação das pessoas ao vê-lo. Todas as lições dadas pelo robô são produzidas no telefone celular e passadas por meio de um aplicativo, que produz vozes robóticas.

As infecções hospitalares representam importante problema de saúde pública mundial, causando aumento na morbidade, na mortalidade e no tempo de internação dos pacientes.

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27 abr 2017

Copasa presta esclarecimento à Camara de Vereadores sobre água “barrenta” em Vespasiano

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A Reunião Ordinária da Câmara Municipal de Vespasiano (Região Metropolitana de Belo Horizonte) de quarta-feira (26/04) contou com a presença do diretor Metropolitano da Copasa, Rômulo Tomaz Perilli com o objetivo de prestar esclarecimentos sobre várias denúncias envolvendo os serviços prestados pela concessionária ao município. O gerente de Distrito, José Cláudio Ramos e o engenheiro de Operações, Rogério Gonçalves também estiveram na plenária para ajudar a explicar os motivos da coloração barrenta da água fornecida à população, a falta frequente de água em alguns bairros, o rompimento de uma adutora (que joga o esgoto direto no Córrego) e outros transtornos relatados, principalmente, pelas redes sociais dos vereadores.

O deputado Fabiano Tolentino (PPS) também esteve na Câmara para relatar os mesmos casos enfrentados em outros municípios de Minas Gerais, prejudicando a saúde da população e a preservação do meio ambiente. O parlamentar foi convidado pela vereadora Luciene Fonseca (PPS) com a intenção de ampliar o debate e somar esforços para resolver os problemas que afetam diretamente a qualidade de vida dos mineiros.

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Ao ser questionado pelos vereadores sobre as obras de integração e melhoria no abastecimento de água, Perilli explicou que, no governo passado, a Copasa realizou investimentos, mas não se preocupou com a manutenção da operação e hoje está causando diversos transtornos. Ele disse ainda que o órgão não dialogou devidamente com a população e com os representantes da sociedade.

“Vespasiano tem 35 mil ligações de água e a Copasa tem conhecimento dos problemas e que está trabalhando para resolvê-los. Para a execução dessas obras – com previsão de término até o final deste ano – e troca de tubulações a empresa dispõe de R$ 5 milhões”, afirma o diretor.

Denúncias foram apresentadas pelos vereadores como, por exemplo, o rompimento da adutora na MG10 e o esgoto correndo céu aberto no Córrego Sujo. O diretor informou que um processo licitatório já está em andamento e que em 60 dias esse problema estará resolvido.

Segundo a Copasa, a falta de água e a água “barrenta” na área central, causando danos à saúde e prejuízos à população, é devido as obras de integração do sistema que ainda não foram concluídas.

Para a falta de água que atinge os bairros Nova Pampulha e Nova Yorque, Perilli disse que na região 70% das ligações de água são clandestinas; os moradores gastam muita água pois não pagam por ela e falta para o restante da população. Um projeto para a realização de um trabalho social de conscientização das pessoas será realizado para evitar/reduzir esse tipo de situação.

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Crédito: Foto Câmara Municipal

28 mar 2017

Comissão de Direitos Humanos da Câmara visita empresa de cimento de Vespasiano

Arquivado em Cidade, Meio Ambiente, saúde

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A Comissão de Direitos Humanos da Câmara de Vespasiano formada pelos vereadores: Luciene Fonseca, Filipe Caldeira e Edimar Antônio esteve reunida com representantes da empresa Cimento Liz. Os parlamentares estão preocupados com várias denúncias feitas pelos grupos criados no Facebook sobre a qualidade do ar na cidade. Os moradores reclamam da poluição, dos caminhões lotados de cimento circulando na região central do município, dos problemas respiratórios, além de um cheiro forte de enxofre. Algumas publicações na rede social exibem fotos de carros sujos de pó  e fumaça preta vinda da empresa – que fica no centro de Vespasiano, Região Metropolitana de Belo Horizonte:.

Os vereadores conversaram com os representantes da empresa sobre qualidade do ar, caminhões circulando no centro da cidade sem a proteção das lonas, queima de pneus e outros materiais de descartes, uso do filtro e medidores dos índices de poluição, além das ações de responsabilidade social assumida pela empresa.

O gerente do Meio Ambiente da Cimento Liz, Rubner Rodrigues, explicou sobre os procedimentos da empresa para causar o menor impacto possível ao meio ambiente. Ele informou que o filtro elétrico utilizado para separar partículas no fluxo de gases industriais é ultrapassado e não é mais utilizado pela empresa. Hoje a Cimento Liz adota o filtro de mangas que é a solução mais segura para se garantir o controle na emissão de poluentes. A troca é feita no período de quatro anos. Quando é preciso de uma manutenção, a produção é interrompida.

Rubner informou ainda que a queima de material co-processado é feito em ambiente controlado, portanto de forma segura sem prejuízo para a população. Com relação à qualidade do ar, ele disse que há quatro estações na cidade para controlar possíveis desajustes nas taxas permitidas por lei. Ele completou ainda que a empresa já conquistou vários prêmios importantes de reconhecimento de responsabilidade ambiental.

A empresa divulgou um canal de comunicação para sugestões, críticas e denúncias e apuração dos relatos feitos no Facebook. A ligação é gratuita e pode ser feita pelo número: 2138 2358

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