Categoria "Saúde & Literatura"
08 ago 2016

Ufólogo diz que a verdade sobre a presença de alienígenas está próxima

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Marco Antônio petit, ufólogo, coeditor da revista UFO  e membro fundador da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), por meio do Fórum Permanente para Estudos de Fenômenos Transcedentes de Minas Gerais (FOTRANS), esteve em Belo Horizonte para uma palestra sobre a nova edição do livro “Varginha: Toda Verdade Revelada”, um dos mais importantes casos ufológicos do mundo ocorrido no sul de Minas Gerais. A obra revela de forma detalhada como o Inquérito Policial Militar (IPM) conduzido por autoridades na época acobertou fatos sobre o caso para que eles não fossem levados a público.

O auditório da Universidade FUMEC ficou lotado de pessoas interessadas em objetos não identificados. Marcaram presença também o presidente da Associação Mineira de Imprensa, Wilson Miranda; o jornalista Cesar Vanucci (irmão do saudoso Augusto César Vanucci, autor, diretor da TV Globo e criador de vários programas de televisão com temática espiritualista); e a delegada geral de polícia Elaine Matozinhos.

Petit analisou 6 mil páginas de inquérito policial já liberados. Ele aponta erros grotescos no processo;  mostra imagens de documentos oficiais da época; cita nomes de militares envolvidos no acobertamento do caso; denuncia manobras dentro do Exército para “provar” que o ET de Varginha seria o Mudinho, um morador de Varginha com deficiência e dificuldades de locomoção; revela contradições de datas que teria ocorrido o fato; conta como a vida das testemunhas foram devastadas após a revelação do caso; revela que o governo dos Estados Unidos alertou sobre a queda de um objeto em território brasileiro. Enfim, são vários aspectos do caso ainda desconhecidos do grande público. Veja a entrevista exclusiva com Maco Antônio Petit.

FORÇA AÉREA BRASILEIRA LIBERA DOCUMENTOS SECRETOS

defesa civil 2013

Brasília, 18/04/2013 – Membros da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) e representantes das Forças Armadas reuniram-se no Ministério da Defesa (MD), para tratar do acesso a documentos militares que tratam de relatos envolvendo OVNIs.

Um participante, que prefere não ser identificado, registrou imagens impressionantes de supostos OVINs na região próxima à Cidade Administrativa de Minas Gerais. Ele procurou a Aeronáutica e registrou a ocorrência. Segundo o rapaz, a AER notificou prontamente o recebimento do vídeo por meio de um e-mail.

Desde o início de fevereiro de 2015, a Força Aérea Brasileira libera, conforme a lei, mais uma pequena remessa de documentos relacionados às ocorrências de Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) no espaço aéreo brasileiro. Estes documentos incluem resumos estatísticos com abrangência aos anos de 1954 e 2005, e ocorrências relativamente recentes, registradas em 2014.

Os arquivos ainda não estão digitalizados, mas podem ser consultados no Arquivo Nacional ( código de referência BR AN,BSB ARX, sob o título “Objeto Voador Não Identificado/OVNI. A portaria n. 551/GC3, de 9 de agosto de 2010, do comandante da Aeronáutica, publicada no Diário Oficial da União, n. 152, Seção 1, p. 101, em 10 de agosto de 2010, dispôs sobre o registro e o trâmite de assuntos relacionados a objetos voadores não identificados.

Veja o vídeo que o ufólogo Marco Antônio Petit fala sobre relatos de contatos alienígenas na Amazônia, a postura do Ministério da Defesa que tem até 2021 para liberar documentos considerados confidenciais sobre objetos não identificados, vida primitiva em Marte, Operação Prato e revelações que podem mudar alguns paradigmas da humanidade.

Aeronáutica

 

10 maio 2016

Livro orienta que é possível viver com mais qualidade em família

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Neste livro, Elizabeth Monteiro, autora do best-seller A culpa é da mãe, reúne reflexões e comentários publicados em suas cinco obras anteriores. Dirigidas especialmente às mães, as frases falam, entre outros temas, de amor, amizade, ciúme, coerência, liberdade e limites. Orientações simples e essencialmente humanas.

Quem é mãe certamente já passou pelo momento em que nada parece dar certo. A paciência, a intuição e a serenidade vão embora e restam apenas dúvidas. Nessa hora, quando a harmonia familiar simplesmente desaparece, um conselho, uma dica, uma orientação fazem uma enorme diferença. O novo livro de Elizabeth Monteiro – Viver melhor em família – Dicas e atitudes para relacionamentos saudáveis e filhos felizes (160 p., R$ 29,90), lançamento da Mescla Editorial – traz quase 200 reflexões divididas em temas para serem lidas ao acaso ou consultadas conforme a necessidade. As frases, escolhidas uma a uma, são fruto de mais de 20 anos de experiência no atendimento a crianças e adolescentes.

Psicóloga, psicopedagoga, palestrante de sucesso, consultora e mãe de quatro filhos e avó de seis netos, Elizabeth é uma fonte de sabedoria, que já transformou a vida de muitas famílias. Sem adotar um tom professoral, característico dos especialistas, ela utiliza uma linguagem simples, humana, que toca o coração de quem a ouve ou lê. Veja abaixo algumas reflexões:

“É na família que aprendemos a enfrentar a vida. É nela que experimentamos e desenvolvemos todos os sentimentos e emoções necessários para encarar a vida adulta. Ela é uma microssociedade onde aprendemos a lidar com a raiva, a tristeza, a alegria, a frustração e o medo. É na família que treinamos os papéis que desenvolveremos na fase adulta.”

“Incomodou o(a) namorado(a) dormir em casa? Não importa onde está a questão. Você não pode se sentir incomodado(a) na relação com o seu filho nem em sua própria casa. Explique isso a ele e dê um basta. Tudo tem seu tempo, tudo tem sua hora, tudo tem uma hierarquia. Atualmente, existe a tendência de acelerar a vida, pular etapas e não ligar para a hierarquia. Precisamos ensinar nossos filhos a esperar.”

“Costumo dizer que todos os pais amam seus filhos, mas são muito poucos os que os aceitam como eles realmente são. Portanto, são poucos os filhos que se sentem verdadeiramente amados, porque não se sentem aceitos.”

“A teimosia, a provocação, o oposicionismo e a manipulação são formas de testar a importância de cada expectativa dos pais. Um comportamento que não provoque reação não vale a pena ser repetido. […] Certos momentos são cruciais na rotina de uma família, como a hora do banho, da comida, de escovar os dentes, de fazer as lições, de parar de brincar, de ir à escola, de ir se deitar, de se levantar, de arrumar o quarto. Tente organizar jogos para esses momentos, a fim de evitar as armadilhas que a criança arma para chamar sua atenção de modo negativo.”

“Não tente impor suas soluções para os problemas dos outros. Deixe que seu filho aprenda com os próprios erros. Permita-se também errar. Se você criticar menos a si mesma, será menos crítica com os outros. Não dê importância às críticas quanto à educação que você dá. Olhe para dentro de você e veja se está sendo um bom modelo. Educar não é ensinar boas maneiras, mas sim transformar seu filho em um cidadão digno.”

A coletânea, que também é indicada para avós, pais e cuidadores, traz ainda orientações sobre bullying, ciúme dos pais, rivalidade fraterna,  exemplo, consumismo, educação financeira, culpa, superproteção, divórcio, drogas, morte, saúde física e mental, sexualidade, tecnologia, violência, raiva e medo, entre outros temas.

Um dos mais poderosos instrumentos de educação é o exemplo. Segundo Elizabeth, pais e mães se esquecem de que, enquanto dão ordens e explicações, transmitem a seus filhos mensagens por meio de atos e emoções. Para ela, rotinas cotidianas, regras simples, bem estabelecidas e seguras, coerência e, acima de tudo, bons modelos geram filhos que escutam e respeitam os outros, cooperando quando preciso. Geram verdadeiros cidadãos de bem.

27 abr 2016

Resenha digital do livro Comunicação Não-Violenta com Adriana Santos

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O “Saúde e Literatura” de hoje apresenta o livro “Comunicação Não-Violenta: técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais”

Manual prático e didático que apresenta metodologia criada pelo autor Marshall B. Rosenberg, voltada para aprimorar os relacionamentos interpessoais e diminuir a violência no mundo. Aplicável em centenas de situações que exigem clareza na comunicação: em fábricas, escolas, comunidades carentes e até em graves conflitos .

Confira na resenha de Adriana Santos

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