Categoria "saúde"
22 ago 2017

Perdão é a receita para evitar doenças emocionais

Arquivado em Comportamento, saúde

coração

Você sabia que as emoções reprimidas e o estresse podem interferir na sua saúde? As doenças emocionais surgem quando temos dificuldades de entender nossos próprios sentimentos, refletindo negativamente em nosso organismo. Entre elas: psoríase, lupos, doenças classificadas como autoimunes, fobias.

As pessoas em depressão apresentam imunidade baixa, podendo provocar ou agravar todo tipo de doença. O estresse também pode prejudicar seriamente nossa saúde. Pesquisas atuais apontam que emoções muito fortes e constantes, como o estresse, são os principais responsáveis por doenças autoimunes. O estresse crônico tem como característica uma grande presença de cortisol que é um hormônio imunodepressor.

O sistema imunológico também é responsável pelo combate a tecidos que crescem de maneira irregular, podendo prevenir a presença de tumores. Por esses motivos é importante equilibrar nossas emoções e lidar com o estresse de maneira adequada. Confira algumas dicas para enfrentar o problema:

– Procure ajuda profissional, sempre que necessário
– Pratique atividades físicas
– Invista no lazer e nas leituras edificantes
– Evite situações estressantes e brigas desnecessárias
– Prefira alimentos saudáveis e frescos
– Aprenda técnicas de meditação
– Ouça músicas alegres, principalmente quando estiver triste
– Agradeça sempre
– Cultive boas amizades
– Seja grato pela vida
– Perdoe

PERDÃO

Segundo a psicóloga americana Louise L. Hay, todas as doenças que temos são criadas por nós. Ela diz que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo.  Todas as doenças têm origem num estado de não-perdão. Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar. Interessante, né?

DOENÇAS / CAUSAS:

AMIDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.
BRONQUITE: Ambiente familiar inflamado. Gritos, discussões.
CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição à vida.
DIABETES: Tristeza profunda.
DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica , falta de autovalorização.
DOR NOS JOELHOS: medo de recomeçar, medo de seguir em frente.
ENXAQUECA: Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro (a).
FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
HEMORRÓIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
INSÔNIA: Medo, culpa .
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.
NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.
PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor quando criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.
PULMÕES: Medo de absorver a vida.
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
REUMATISMO: Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.
RINS: medo da crítica, do fracasso, desapontamento.
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
TIRÓIDE: Humilhação.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.

MEDITAÇÃO

Segue a meditação do perdão guiada pela Louise Hay. Faço toda noite e me faz muito bem.

16 ago 2017

Comemore o Dia do Pão de Queijo com uma receita vegana

Receita-Pao-de-Queijo-Vida-e-Saude

Amanhã (17/8) é dia de um dos quitutes mais tradicionais de Minas Gerais, o pão de queijo. Acompanhado com café, é difícil resistir tanto sabor, mas a moderação é sempre uma boa pedida. No entanto muita gente fica só na vontade, por conta de alguma restrição alimentar ou simplesmente por defender a causa animal. 🐷🐔🐶🐥🐰

Seus problemas acabaram!!! Segue uma deliciosa receita de pão de queijo – sem queijo e bem mais saudável. 😊

Receita: Portal ANDA – Agência Nacional de Direito Animal

Ingredientes

2 xícaras (de chá) bem cheias de mandioquinha (batata baroa) picada (cerca de 300g)
1 e 1/2 xícara (de chá) de polvilho doce
1/2 xícara (de chá) de polvilho azedo
1 colher (de chá) de fermento químico em pó
1/4 de xícara (de chá) de água
5 colheres (de sopa) de óleo
1 colher (de chá) de sal ou mais se preferir

Modo de preparo

Antes de tudo, cozinhe a mandioquinha. Em uma panela com água fervente, coloque a mandioquinha picada e deixe cozinhar até ficar macia (espete um garfo ou faca e ele deve atravessar com facilidade). Escorra bem e em seguida amasse bem com um garfo, até obter um purê uniforme. Reserve.

Pré-aqueça o forno a 210ºC. Em uma vasilha, coloque o polvilho doce, o polvilho azedo, o fermento químico em pó e misture.

 

HISTÓRIA DO PÃO DE QUEIJO 

Apesar de sua origem ser incerta, especula-se que o pão de queijo tenha nascido nas cozinhas de fazendas mineiras do século XVIII. Alguns pesquisadores dizem que a farinha branca demorava a chegar às fazendas e, quando finalmente chegava, estava com a qualidade comprometida. Assim, em substituição à farinha para o preparo da receita, foi incorporado o polvilho, fato que culminou no pão de queijo que conhecemos hoje.

19 jul 2017

Mapeamento genético pode detectar 32% dos casos de câncer

Arquivado em Comportamento, Genética, saúde

DNA

Os avanços tecnológicos na área da saúde são notórios e grandes aliados para o prolongamento da vida. Na área da oncologia não é diferente. A cada dia, novas técnicas de prevenção e rápido diagnóstico fazem com que o câncer não seja tão temido. Uma das possibilidades, por meio se uma simples amostra de sangue, pode fazer toda a diferença. A tecnologia do sequenciamento genético para diagnóstico, controle e tratamento diferenciado para a pessoa que tem câncer é uma realidade dos tempos virtuais.

“Em muitas situações, a análise do perfil genético tumoral pode ser feita inclusive por meio da coleta de sangue periférico, pois esta tecnologia consegue realizar a leitura do DNA tumoral livre circulante, o que poupa muitas vezes o paciente de biópsias das metástases tumorais” (André Márcio Murad).

Conversei com André Marcio Murad, professor adjunto-doutor Coordenador da Disciplina de Oncologia da Faculdade de Medicina da UFMG e  diretor clínico da Personal – Oncologia de Precisão e Personalizada de Belo Horizonte, sobre a tecnologia em prol do diagnóstico precoce do câncer.

Adriana Santos: O estudo genético de uma pessoa pode prevenir o aparecimento de um câncer?

André Murad: Sim. Não só o tratamento como também a prevenção do câncer passou a contar com uma poderosa ferramenta: a análise genética para a identificação de mutações responsáveis pela predisposição hereditária ao câncer. Identificando-se estas predisposições, que podem ser responsáveis por até 32% dos casos de câncer, uma estratégia de prevenção pode então ser personalizada ou individualizada para cada paciente. Vários genes podem hoje ser rastreados através de exames de sequenciamento genético, realizados com material de saliva ou sangue. Uma vez detectada a predisposição, podemos individualizar medidas preventivas e de rastreamento precoce específicas para o ou os cânceres para o qual ou os quais aquele indivíduo está predisposto. Estas medidas variam desde modificações dietéticas e de hábitos de vida até o emprego de exames periódicos de imagem ou endoscópicos e até mesmo cirurgias conhecidas como “redutoras de risco”, como a remoção preventiva de mamas, ovários, tireoide ou intestino grosso.

Como a tecnologia genética pode ajudar na cura do câncer?

R: Nos casos dos pacientes com cânceres já diagnosticados, o mapeamento genético dos tumores pode estabelecer seu prognóstico, orientar seu tratamento, muitas vezes indicando tratamentos específicos para mutações então identificadas (a chamada terapia alvo-molecular), ou até mesmo contraindicá-los pois, determinadas mutações são preditivas de resistência a certos tipos de medicamentos. Mesmo a moderna imunoterapia também é indicada ou contraindicada de acordo com a presença de mutações específicas, instabilidade genômica dos tumores e hiperexpressão de determinadas proteínas como o ligante da proteína PD-1. O DNA das células tumorais circula pelo sangue periférico e hoje já há tecnologia disponível para extraí-lo e também sequenciá-lo. É a chamada “biópsia líquida”. Esta ferramenta permite não só o diagnóstico molecular tumoral como também o monitoramento do tratamento, detectando com precisão: resposta, remissão molecular e recaída ou resistência tumoral.

Os mais variados tipos de câncer podem ser detectados pela tecnologia genética?

R: Sim, embora nem sempre mutações ou variações gênicas relevantes sejam identificadas nos tumores estudados. Mesmo quando mutações ou variações gênicas são identificadas nos tumores, em apenas 20 a 25% dos casos teremos drogas específicas para tratá-los de forma específica. Já as mutações herdadas, ou seja, aquelas que predispõem a cânceres, podem ser identificadas em até 32% dos casos. Esse diagnóstico guiará medidas preventivas nos portadores, incluindo seus familiares.

Como é feito o mapeamento genético?

R: Através das modernas tecnologias que identificam, estudam e mapeiam os genes presentes no DNA ou RNA, tanto das células tumorais (mutações somáticas ou tumorais) quanto das células sadias, naqueles casos com suspeita de síndromes de predisposição hereditária ao câncer (mutações germinativas). Os genes podem ser estudados tanto individualmente, usualmente através da tecnologia de PCR (reação de polimerase em cadeia) quanto como em grupos, através do chamado sequenciamento genômico. A revolucionária tecnologia de sequenciamento genético de nova geração (NGS) consegue estudar vários genes e sequências de DNA ao mesmo tempo, ou até mesmo todo o exoma tumoral ou germinativo, detectando com precisão mutações e variações gênicas causadoras ou de câncer ou promotoras de crescimento e multiplicação tumoral. O exoma é o conjunto de éxons, ou seja, a parte do genoma com uma função biológica ativa, como as regiões codificantes de todos os nossos 20.000 genes. Nessa porção, portanto, encontra-se a grande maioria das alterações responsáveis pelas doenças genéticas, incluindo o câncer.

Por que ainda não conseguimos tecnologia suficiente para curar o câncer?

R: A maioria dos cânceres pode ser curada quando o diagnóstico é feito em fases precoces da doença. Hoje, estima-se que, desde que todos os recursos terapêuticos sejam utilizados, pelo menos metade dos pacientes seja curada desta doença. Já para os casos em que o tumor seja diagnosticado em sua fase avançada ou metastática, a cura não é possível para a maioria dos casos. Entretanto, graças aos tratamentos mais modernos, como a quimioterapia, o tratamento alvo-molecular e a imunoterapia, a sobrevida dos pacientes tem sido consideravelmente prolongada e a tendência no futuro próximo é que boa parte destes cânceres seja controlado através de um processo de “cronificação”, tal qual acontece com o tratamento para AIDS com os modernos antirretrovirais. Com estes avanços, a sobrevida média de pacientes portadores de câncer de pulmão, melanoma ou câncer de rim, por exemplo, passou de meses (7 a 9 meses) com a terapia convencional para anos (4 a 6 anos) coma utilização de drogas alvo-moleculares ou imunoterápicas. Os Avanços caminham a passos largos.

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