Categoria "Ufologia"
21 nov 2016

UFOLOGIA: Operação Prato conduzida pela Aeronáutica completa 40 anos

Arquivado em Cidade, Comportamento, Ufologia

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O auditório da Universidade Fumec, em Belo Horizonte, ficou lotado de pesquisadores e pessoas interessadas em saber mais detalhes sobre a Operação Prato (OP), uma das mais importantes ocorrências ufológicas do mundo conduzida 1° Comando Aéreo Regional – I COMAR, órgão da Força Aérea Brasileira (Aeronáutica) na região da Amazônia, por meio do coronel Uyrangê Soares de Holanda .

O aeronauta Vitório Peret foi o convidado da V Jornada promovida pelo Fórum Permanente Para Estudos de Fenômenos Transcendentes de Minas Gerais,  FOTRANS. Ele é um dos mais respeitados pesquisadores ufológicos do Brasil e trouxe informações importantes para o entendimento do caso ocorrido na Ilha de Colares, no Pará, no período de 1977 e 1978.

Segundo Peret, a Operação Prato contou com 7 pesquisadores militares que investigaram o aparecimento e movimentação dos chamados Objetos Voadores Não Identificados (OVNI), nos municípios de Vigia, Colares e Santo Antônio do Tauá, além de estranhos fenômenos associados a corpos luminosos, chamados pela população de chupa-chupa. Peret informou que os fenômenos ainda hoje são traumáticos para população local. Sete pescadores foram mortos de forma misteriosa e ainda sem explicação.

Os objetos vistos pela população não faziam ruídos, mas perseguiam a população. “O silêncio assunta mais do que o barulho. Não estamos acostumados com o silêncio”,  pondera Peret

operacao-pratoFoi na Baía do Sol que os militares da Operação Prato conseguiram coletar pelo menos 90% do material de pesquisa, incluindo imagens dos objetos ou corpos luminosos.  No entanto, segundo o pesquisador,  muitas fotos não estão mais no Brasil.

Ano que vem a Operação Prato completa 40 anos ainda cercada de mistérios.

Confira entrevista exclusiva ao Blog Saúde do Meio

Adriana Santos: Qual o papel da Aeronáutica após 40 anos do caso Operação Prato?

Peret: Mesmo passados quase quarenta anos da Operação Prato, as Forças Armadas mantém documentos sigilosos trancados a sete chaves. Isso instigou a Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) a iniciar em 2013 uma luta que recebe o título de ‘UFOs: Liberdade de Informações Já!’ liderada pela Revista UFO, visando uma cooperação entre civis e militares para liberação de docs classificados como Secretos relacionados aos OVNIs. Após meses de espera angustiante a Aeronáutica finalmente em 2014 permitiu desclassificar centenas de relatórios e fotos obtidos durante a (OP) Operação Prato. Hoje em dia a Aeronáutica tem uma visão mais ampla e mais aberta do que foi o fenômeno em Colares e certamente teremos novos documentos liberados.

Adriana Santos: O senhor revelou que há muito mistério em relação ao padre, o  astronauta e o jornalista. Qual o nome deles? Por que são figuras chaves para entender o caso?

Peret: Bom, estou na fase inicial de estudos sobre os três personagens e não posso levar ao conhecimento publico qual linha de investigação estou seguindo.  Padre: Alfredo de La Ó.  Astronauta: Fred E. Coats. Jornalista: Bob Pratt.

Adriana Santos: Por que as fotos não estão mais no Brasil?

Peret: Acreditamos que algumas fotos estão sendo mentidas no COMDABRA (Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro) em Brasília. Existem ‘suspeitas’ que os filmes e fotos mais contundentes foram levados para os EUA após estreita colaboração na troca de tecnologia militar e financiamento de pesquisas científicas.

Adriana Santos: A Aeronáutica continua investigando o caso?

Peret: Os casos envolvendo OVNIs sobre o espaço aéreo brasileiro sim, mais não tenho conhecimento de qualquer missão militar oficial em andamento na região amazônica incluindo o Marajó.

Adriana Santos: E tal mulher misteriosa? Qual o nome dela? Por que ela é uma figura importante no caso?

Peret: Elisabeth Queminet Berger tinha nacionalidade suíça, naturalizada inglesa e domiciliada em Paris. A mulher chegou ao estado do Pará durante o ano de 1975 dizendo que estaria providenciando naturalização brasileira, tinha como profissão Estilista de Modas e após idas e vindas ao litoral demonstrou interesse na compra de propriedades na ilha oceânica denominada Ilha do Meio, pertencente ao distrito de Imboraí, município de Bragança. A enigmática Beth, conforme era chamada pelos moradores da região, tornou-se alvo de inúmeras suspeitas. A sua presença no litoral, quase sempre acompanhada de vários homens de aparências físicas semelhantes, falando idioma desconhecido e roupas fora de época, bem como inexplicáveis desaparecimentos de todos inclusive dela própria gerou investigações da Polícia Civil. Suspeita de envolvimento no contrabando de armas e treinamento de guerrilheiros foi detida em três ocasiões sendo que na terceira desapareceu para sempre. A história é longa demais para ser contada em poucas linhas.

Adriana Santos: O senhor acredita que o coronel foi assassinado por representantes de algum serviço de inteligência?

Peret: Não creio. O coronel não foi assassinado por nenhum serviço de inteligência. A causa da morte foi asfixia mecânica por enforcamento conforme consta em laudo pericial.

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O evento contou ainda com a participação ilustre do jornalista e escritor César Vanucci. Ele lançou o livro “Realismo Fantástico”  com prefácio de Elisabeth Diniz que. A obra  aborda a temática transcendental e também cita a Operação Prato e outros fenômenos ufológicos.

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luaPara prestigiar Peret, o ufólogo e escritor Marco Antônio Petit esteve presente e lançou o último livro “Presença Alienígena na lua”

Sinopse: Desde séculos atrás, os astrônomos observam a ocorrência de misteriosos fenômenos na Lua, a partir de seus telescópios.

Pontos brilhantes e objetos escuros que se deslocavam na superfície lunar faziam parte dessa fenomenologia. Até variações nas dimensões de algumas crateras foram observadas, entre outros eventos, como o aparecimento de estruturas e cúpulas gigantescas, que depois desapareciam para nunca mais serem observadas.

Com a chegada da Era Espacial, e das primeiras espaçonaves ao nosso satélite natural, foi constatada uma realidade surpreendente, mas quase totalmente acobertada, e ainda hoje longe de ser admitida oficialmente: a Lua é uma gigantesca base alienígena, repleta de construções, instalações, e mesmo ruínas de antigas edificações.

Esta não é uma história de ficção, mas uma verdade que está prestes a ser conhecida pela humanidade, relacionada diretamente à própria presença dos UFOs e seus tripulantes no planeta Terra.

Nas páginas deste livro, o leitor encontrará todos os detalhes dessa história, baseada em imagens impressionantes que hoje estão sendo disponibilizadas nos sites da própria NASA, para que pouco a pouco a humanidade seja preparada para a grande revelação: os extraterrestres não só existem, como estão estabelecidos em um mundo ao alcance de nossos olhos.

08 ago 2016

Ufólogo diz que a verdade sobre a presença de alienígenas está próxima

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Marco Antônio petit, ufólogo, coeditor da revista UFO  e membro fundador da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), por meio do Fórum Permanente para Estudos de Fenômenos Transcedentes de Minas Gerais (FOTRANS), esteve em Belo Horizonte para uma palestra sobre a nova edição do livro “Varginha: Toda Verdade Revelada”, um dos mais importantes casos ufológicos do mundo ocorrido no sul de Minas Gerais. A obra revela de forma detalhada como o Inquérito Policial Militar (IPM) conduzido por autoridades na época acobertou fatos sobre o caso para que eles não fossem levados a público.

O auditório da Universidade FUMEC ficou lotado de pessoas interessadas em objetos não identificados. Marcaram presença também o presidente da Associação Mineira de Imprensa, Wilson Miranda; o jornalista Cesar Vanucci (irmão do saudoso Augusto César Vanucci, autor, diretor da TV Globo e criador de vários programas de televisão com temática espiritualista); e a delegada geral de polícia Elaine Matozinhos.

Petit analisou 6 mil páginas de inquérito policial já liberados. Ele aponta erros grotescos no processo;  mostra imagens de documentos oficiais da época; cita nomes de militares envolvidos no acobertamento do caso; denuncia manobras dentro do Exército para “provar” que o ET de Varginha seria o Mudinho, um morador de Varginha com deficiência e dificuldades de locomoção; revela contradições de datas que teria ocorrido o fato; conta como a vida das testemunhas foram devastadas após a revelação do caso; revela que o governo dos Estados Unidos alertou sobre a queda de um objeto em território brasileiro. Enfim, são vários aspectos do caso ainda desconhecidos do grande público. Veja a entrevista exclusiva com Maco Antônio Petit.

FORÇA AÉREA BRASILEIRA LIBERA DOCUMENTOS SECRETOS

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Brasília, 18/04/2013 – Membros da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) e representantes das Forças Armadas reuniram-se no Ministério da Defesa (MD), para tratar do acesso a documentos militares que tratam de relatos envolvendo OVNIs.

Um participante, que prefere não ser identificado, registrou imagens impressionantes de supostos OVINs na região próxima à Cidade Administrativa de Minas Gerais. Ele procurou a Aeronáutica e registrou a ocorrência. Segundo o rapaz, a AER notificou prontamente o recebimento do vídeo por meio de um e-mail.

Desde o início de fevereiro de 2015, a Força Aérea Brasileira libera, conforme a lei, mais uma pequena remessa de documentos relacionados às ocorrências de Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) no espaço aéreo brasileiro. Estes documentos incluem resumos estatísticos com abrangência aos anos de 1954 e 2005, e ocorrências relativamente recentes, registradas em 2014.

Os arquivos ainda não estão digitalizados, mas podem ser consultados no Arquivo Nacional ( código de referência BR AN,BSB ARX, sob o título “Objeto Voador Não Identificado/OVNI. A portaria n. 551/GC3, de 9 de agosto de 2010, do comandante da Aeronáutica, publicada no Diário Oficial da União, n. 152, Seção 1, p. 101, em 10 de agosto de 2010, dispôs sobre o registro e o trâmite de assuntos relacionados a objetos voadores não identificados.

Veja o vídeo que o ufólogo Marco Antônio Petit fala sobre relatos de contatos alienígenas na Amazônia, a postura do Ministério da Defesa que tem até 2021 para liberar documentos considerados confidenciais sobre objetos não identificados, vida primitiva em Marte, Operação Prato e revelações que podem mudar alguns paradigmas da humanidade.

Aeronáutica

 

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