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15 maio 2017

Conheça a história do mineiro que visitou Marte no Congresso de Ufologia

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Foto: Arquivo UFO

Minas são muitas… E o estado com o maior número de registros de UFOs do Brasil, cerca de 80% de todos os casos relevantes. A pedido dos mineiros, será realizado o  XX Congresso Brasileiro de Ufologia, em Belo Horizonte, de 21 a 23 de julho. O evento ocorrerá simultaneamente ao I Encontro de Ufologia Avançada de Minas Gerais no Hotel Othon Palace, no centro da capital mineira. A iniciativa conta com a presença de  14 conferencistas de todo país e ainda um especialista em abduções alienígenas dos Estados Unidos (EUA), o doutor John Carpenter – da Mutual UFO Network (MUFON).

O evento contemplará os mais variados e atuais temas da Ufologia Brasileira e Mundial, como casuística avançada, contatos diretos com aliens, Ufologia e espiritualidade, ação de sumérios no Brasil, abduções e híbridos, paradoxo de Fermi, projeciologia, agroglifos etc.  O jornalista mineiro César Vanucci será homenageado por incentivar e divulgar estudos ufológicos em Minas, quando o assunto ainda era tabu no meio jornalístico.

As inscrições estão abertas, mas as vagas são limitadas. Além das 15 palestras, haverá também um jantar de confraternização com todos os conferencistas e um workshop especial sobre abduções alienígenas, proferido pela médica abduzida Mônica de Medeiros.

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES: www.ufologiabrasileira.com.br/mg

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 A HISTÓRIA DO MINEIRO QUE FOI A MARTE

plinio (1)O caso foi pesquisado com exclusividade pelo jornalista Paulo H. Baraky Werner, um dos palestrantes do XX Congresso Brasileiro de Ufologia. O suposto contato entre um homem de Governador Valadares (MG) e seres de outro planeta teria ocorrido no Pico do Ibituruna, ponto culminante da região.

Na segunda feira, dia 09 de dezembro de 1.996, por volta das 18:30 h, o marceneiro Plínio Bragatto, 74 anos, semianalfabeto pai de 2 filhos, voltava para o sítio em que trabalha como caseiro.

Na subida, segundo Plínio, teria parado para beber uma latinha de cerveja , sentando em uma pedra no meio do caminho. Já estava escuro e Plínio bebia calmamente, quando sentiu a aproximação de um objeto voador não identificado (OVNI).

O objeto tinha uma forma ovalada e várias “pernas” como barbatanas de peixe ( trem de pouso). Uma porta se abriu, seguindo de uma pequena escada com corrimão. Do interior saiu um humanóide com quase 2 metros de altura. Na ufologia classificado como tipo gama, sendo responsável em 8% nos casos registrados até hoje.

O estranho do outro mundo acenou para Plínio e o convidou para entrar no objeto. Depois do tour dentro da nave, ele foi convidado para conhecer o planeta de origem dos visitantes. Plínio diz ter concordado com o convite sem preocupação, alegando que eles “eram gente boa”.

Plínio passou por uma avaliação médica por três seres supostamente alienígenas. Sua barriga foi apalpada com aparelhos com pontas de borracha. Foi colocado um colete, que Plínio não soube explicar sua função. Um dos seres chegou a ficar nú. “O corpo deles é igual ao nosso, até mesmo naquelas partes…” disse achando graça.

“Planeta Marte”

naveDurante a viagem ao suposto “planeta Marte”, Plínio diz ter comido uma fruta parecida com o mamão chamada “pico” e saboreado uma iguaria bem parecida com uma empada. Tomou uma bebida adocicada, segundo ele levemente alcóolica. Em retribuição Plínio diz ter oferecido uma das latas de cerveja, o que os seres aceitaram de imediato.

Não demorou muito e Plínio chegou em “Martiolo”, capital de Marte. “Havia mais gente me esperando que quando o Papa veio ao Brasil”, disse o morador de Governador Valadares. Assim que a nave pousou, todos vieram receber o visitante do planeta “Bacha” (nome do planeta Terra conhecido em Marte).

“O planeta era muito bonito com grandes prédios e imensas pontes feitas de um material parecido com o nylon, muito resistente”. Plínio diz que conseguiu apanhar uma pedra e a escondeu. Um dos seres se aproximou e falou que era hora de voltar, pois já estavam lá mais de 8 horas. Por volta das 4:30 h da manhã, os seres teriam deixado Plínio em um pasto.

Como Plínio Bragatto foi sumir de Governador Valadares, no leste de Minas, e reaparecer na madrugada do dia 10.12.96 em Montes Claros – distante mais de 800 quilômetros?

O caso completo será relatado no XX Congresso Brasileiro de Ufologia. Além do homem de Governador Valadares que teria visitado Marte, os interessados vão ter a oportunidade de conhecer vários pontos de vista que envolvem os contatos com os alienígenas, o aparecimento de objetos não identificados, a relação entre espiritualidade e ufologia e outras linhas de pensamento ufológico.

titulo:revista/subtitulo:editorial/finalidade: materia:objetos nao identificados-UFOS/descricao: paulo werner(ufologo)foto:/local serra do cipo/data:10-11-2008

ENTREVISTA EXCLUSIVA COM O JORNALISTA E PESQUISADOR PAULO WERNER

Adriana Santos: O caso do homem que teria visitado Marte ainda repercute no meio ufológico por ser um caso com bastante detalhes ou pelo fato de ter ocorrido uma viagem interplanetária?

Paulo Werner: O caso do Sr. Plínio Bragatto, já falecido (2015), ainda atrai a atenção de pesquisadores de todo o mundo. Tanto pelas características da suposta abdução, como pelos detalhes e testemunhos oficiais. Estive em Governador Valadares em 1996 a pedido do jornal Estado de Minas, e fui o primeiro pesquisador a documentar o fato. Fiz uma entrevista com o Plínio, à época com 74 anos, lúcido e bastante ativo. Como pesquisador, apenas fiz os procedimentos habituais de uma investigação. Coletei todos os dados, fotos e vídeos. E posteriormente publiquei um artigo no UFOnews, nosso informativo oficial. Depois disso, o caso foi citado em livros, revistas, jornais e vários sites sobre o tema.

Adriana Santos: Nos seus estudos ufológicos, como você classifica o caso do homem que teria visitado Marte?

Paulo Werner: Como disse o astrônomo Josef Allen Hynek (1910-1986), “como não temos os discos voadores para uma pesquisa, resta-nos o que há de mais importante, a testemunha.” E portanto, o caso do Sr. Plínio Bragatto é bem complexo. Há falhas, como a pedra que ele alega ter trazido do planeta, e que nunca foi mostrada. Se o fato foi uma jogada para dar mais volume ao caso, nunca saberemos, pois o mesmo faleceu há dois anos. O Cipfani sempre se pautou em não bater o martelo sem antes ter todos os elementos que possam dar sustentação aos casos pesquisados. Como trabalhamos com algo “subjetivo” é muito importante fazer algo muito bem documentado. Em Valadares colhi depoimentos do policiais envolvidos e com amigos e familiares. E em nossa avaliação, mediante os fatos apresentados, houve sim algo anormal, mas não podemos dizer que se trata de uma abdução. Esse é o processo normal de investigação. Tudo o que seja diferente disso é crença, e quando isso ocorre não é pesquisa ufológica.

Adriana Santos: Após o ocorrido, o que aconteceu o homem de Governador Valadares? Ele apresentou problemas físicos ou mentais?

Paulo Werner: Durante a entrevista, isso foi perguntado ao contactado. E segundo ele nada de anormal foi notado. Ele alegou ter passado por exames dentro da nave, onde um aparelho com ponta de borracha era encostado em seu corpo e dava leves choques. Plínio me parece ter levado uma vida normal até seu falecimento em 2015.

Adriana Santos: Qual a sua expectativa para o Congresso em BH?

Paulo Werner: Minas Gerais é o Estado com o maior número de registros de UFOs do Brasil. Aqui ocorreram quase 80% de todos os casos de grande relevância. E sempre é interessante este tipo de evento. Atrai a atenção da mídia. E consequentemente, pessoas que passaram por experiências estranhas e que nos procuram para dar seu testemunho. A engrenagem funciona melhor assim, quando o tema é exposto de forma séria, atraindo a atenção de todos os interessados e até mesmo dos céticos em relação ao fenômeno, pois é a chance de ver de perto várias teorias e ter acesso a muita documentação sobre o fenômeno UFO. A Revista UFO hoje é a maior publicação do mundo nesta área. Com mais de 30 anos de estrada, possui um acervo enorme, à disposição de todos. E será a oportunidade única de conhecer vários pesquisadores, fazer novas conexões e trocas de experiências.

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