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27 abr 2017

Copasa presta esclarecimento à Camara de Vereadores sobre água “barrenta” em Vespasiano

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A Reunião Ordinária da Câmara Municipal de Vespasiano (Região Metropolitana de Belo Horizonte) de quarta-feira (26/04) contou com a presença do diretor Metropolitano da Copasa, Rômulo Tomaz Perilli com o objetivo de prestar esclarecimentos sobre várias denúncias envolvendo os serviços prestados pela concessionária ao município. O gerente de Distrito, José Cláudio Ramos e o engenheiro de Operações, Rogério Gonçalves também estiveram na plenária para ajudar a explicar os motivos da coloração barrenta da água fornecida à população, a falta frequente de água em alguns bairros, o rompimento de uma adutora (que joga o esgoto direto no Córrego) e outros transtornos relatados, principalmente, pelas redes sociais dos vereadores.

O deputado Fabiano Tolentino (PPS) também esteve na Câmara para relatar os mesmos casos enfrentados em outros municípios de Minas Gerais, prejudicando a saúde da população e a preservação do meio ambiente. O parlamentar foi convidado pela vereadora Luciene Fonseca (PPS) com a intenção de ampliar o debate e somar esforços para resolver os problemas que afetam diretamente a qualidade de vida dos mineiros.

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Ao ser questionado pelos vereadores sobre as obras de integração e melhoria no abastecimento de água, Perilli explicou que, no governo passado, a Copasa realizou investimentos, mas não se preocupou com a manutenção da operação e hoje está causando diversos transtornos. Ele disse ainda que o órgão não dialogou devidamente com a população e com os representantes da sociedade.

“Vespasiano tem 35 mil ligações de água e a Copasa tem conhecimento dos problemas e que está trabalhando para resolvê-los. Para a execução dessas obras – com previsão de término até o final deste ano – e troca de tubulações a empresa dispõe de R$ 5 milhões”, afirma o diretor.

Denúncias foram apresentadas pelos vereadores como, por exemplo, o rompimento da adutora na MG10 e o esgoto correndo céu aberto no Córrego Sujo. O diretor informou que um processo licitatório já está em andamento e que em 60 dias esse problema estará resolvido.

Segundo a Copasa, a falta de água e a água “barrenta” na área central, causando danos à saúde e prejuízos à população, é devido as obras de integração do sistema que ainda não foram concluídas.

Para a falta de água que atinge os bairros Nova Pampulha e Nova Yorque, Perilli disse que na região 70% das ligações de água são clandestinas; os moradores gastam muita água pois não pagam por ela e falta para o restante da população. Um projeto para a realização de um trabalho social de conscientização das pessoas será realizado para evitar/reduzir esse tipo de situação.

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Crédito: Foto Câmara Municipal

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