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25 maio 2015

Produtos orgânicos promovem vida saudável

Arquivado em Orgânicos

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O bairro Floresta é, na minha opinião, um dos locais mais charmosos de Belo Horizonte e também um espaço alternativo para quem elegeu os produtos orgânicos como os aliados da saúde. Não posso dizer que minha alimentação é 100% orgânica, mas me esforço muito para encontrar alimentos sem veneno. Fico de olho, principalmente, na couve,  um alimento nutritivo, de fácil digestão e com poucas calorias, mas muito contaminada por agrotóxico. Na minha casa não falta couve refogada e sucos como base de couve, por isso atenção redobrada na higiene a na procedência do alimento.

No sábado, aproveitei uns minutos de folga e comprei couve, abóbora, mexerica e quiabo na calçada ao lado da Igreja São Pedro, esquina da Jacuí com Rua Ponte Nova no bairro Floresta.  São produtos fresquinhos, sem agrotóxico e cultivados com muito amor por simpáticas senhoras da região.

Para ser considerado orgânico, o produto deve ser cultivado em um ambiente que considere sustentabilidade social, ambiental e econômica e valorize a cultura das comunidades rurais. A agricultura orgânica não utiliza agrotóxicos, hormônios, drogas veterinárias, adubos químicos, antibióticos ou transgênicos em qualquer fase da produção.

Para quem não tem tempo de procurar pontos de vendas de produtos orgânicos em Belo Horizonte, anote aí a dica virtual:

Feiras de alimentos orgânicos Virtuais (entrega na sua casa):

Fazenda Vista Alegre: www.vivavistaalegre.com.br

DaHorta Orgânicos: www.dahorta.org

Fradhe Orgânicos: www.fradheorganicos.com

Circulo Sim: www.circulosim.com.br

O2 orgânicos: www.o2organicos.com.br

Fito Alimentos: www.fitoalimentos.com.br

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Semana Nacional dos Alimentos Orgânicos

“Produtor Orgânico, parceiro da natureza na promoção da vida”. Este é o tema da 11ª edição da Semana Nacional dos Alimentos Orgânicos (SAO). Promovido para oferecer informações aos consumidores sobre onde encontrar os produtos orgânicos e como são produzidos, o evento será realizado até o dia 31 deste mês. A proposta é divulgar para os consumidores os benefícios ambientais, sociais e nutricionais desses alimentos.

A iniciativa é organizada pela Coordenação de Agroecologia, do Departamento de Sistemas de Produção e Sustentabilidade da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (Coagre/Depros/SDC), do Mapa. A semana conta ainda com diversos parceiros, como a Secretaria-Geral da Presidência da República, Ministério da Pesca e Aquicultura, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Ministério do Meio Ambiente, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Ministério da Saúde, Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Ministério da Educação, Ministério da Fazenda e a Biodiversidade para a Alimentação e Produção.

As principais práticas do produtor orgânico são o uso responsável do solo, da água e do ar, a manutenção da atividade biológica equilibrada, a preservação da biodiversidade e a consciência social. “Ao comprar um produto orgânico, a pessoa está optando por fazer parte de uma rede que acredita que o consumo responsável tem papel fundamental para a manutenção do meio ambiente e da sustentabilidade”, diz o coordenador de Agroecologia do Mapa, Rogério Dias.

No ano passado, os participantes da Semana dos Orgânicos tiveram a oportunidade de aprender técnicas de cultivo desses produtos por meio de seminários, dias de campo, oficinas e cursos. Além disso, muitos puderam experimentar os produtos orgânicos nas diversas feiras organizadas nos estados.

Para o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo, Caio Rocha, a Semana dos Alimentos Orgânicos é importante para que a população conheça e passe a consumir esse tipo de alimento. “Muitas pessoas ainda desconhecem os alimentos orgânicos. Por isso, durante a semana, nosso objetivo é fazer com que a população experimente, conheça a forma de produção e saiba onde comprar os produtos orgânicos”, afirma

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23 maio 2015

Venda irregular de Poodle Toy na Praça Sete

Arquivado em Direito Animal

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12:40h. Praça Sete. Belo Horizonte. Um olhar triste me fez reduzir os passos largos e apressados em pleno hipercentro da capital mineira. Impossível não reparar em uma criatura tão frágil diante de um homem forte e determinado.

Tentei não me impressionar com a carinha de súplica de um filhote de Poodle Toy vestido com a camisa do Cruzeiro e a venda por trezentos reais no dinheiro vivo, mas o meu senso de justiça falou mais alto. É claro que recuei alguns passos para obter mais informações sobre aquele cachorrinho apático e com sinais visíveis de desidratação. Ao me aproximar, o vendedor abriu a pequena boca do animal na tentativa de me convencer que ele estava sadio, mas só enxerguei tristeza.

Desde que meu filho peludo do coração, um levado filhote de Pug, entrou na minha vida há cerca de quatro meses, estou com o olhar mais atento com relação ao direito animal. Não tenho dúvidas, o bichinho estava sofrendo com aquela situação de abuso. Cachorro não é bem de consumo. Cachorro é um ser vivo que sente sede, calor, tristeza, alegria, tédio, dor…

A venda irregular em vias públicas na cidade de Belo Horizonte é proibida, de acordo com a Lei Municipal número 8616/03, alterada pela 9845/10.  Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos é crime ambiental (Lei Federal 9.605/98l).  A pena é detenção, de três meses a um ano, e multa. Denuncie! Não permita abusos contra animais na nossa cidade.

Denúncia maus-tratos

Denúncias de maus-tratos contra animais poderão ser feitas pelos telefones 181 e (31) 3212-1339

Poodle Toy

Poodle Toy é a menor das quatro variedades de Poodle que existem (gigante, médio, anão e toy). Medindo entre 24 e 28 centímetros de altura, a raça apresenta musculatura firme e pode pesar até 4,5 quilos. O cãozinho conquista pelo tamanho, inteligência e pelagem.

Extremamente popular no Brasil desde o início da década de 90, esse cãozinho adorável adora receber atenção e estar sempre ao lado do dono. Nos Estados Unidos, é a terceira raça mais numerosa, junto com o Cocker e o Labrador.

22 maio 2015

Carro Vegetariano na UFMG

Arquivado em Cidade

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Pessoal, notícia boa demais para quem ama as delícias do primeiro trailer vegetariano do Brasil!. Na próxima segunda-feira (25/05), o carro vegetariano volta a ficar estacionado, diariamente, na Rua Flor de Fogo (ao lado da Telha norte) bem pertinho da entrada principal da UFMG, quase esquina com Avenida Antonio Carlos. Em dois turnos: das 12 às 15h e das 17:30 às 22:00h.

Já o telefone para entregas começa dia primeiro de junho somente por WhatsApp (31 9219-9269/Paulo). O cardápio é irresistível: tropeiro, coxinha de jaca, nhoque, lasanha de mandioqueijo, feijoada, salgados, sucos naturais, doces veganos.

Tudo sem carne! Tudo gostoso. O tropeiro vegano é sensacional. Provei, gostei e recomendo. O preço é bacana demais e não pesa no bolso.

Há um carro vegetariano também estacionado na Praça Mendes Junior (Praça do COPOM). Ao lado da Rua da Bahia 2200. Atrás da Praça da Liberdade. Em frente a casa FIAT de cultura, Belo Horizonte.

Vegetarianos no Brasil

Veja alguns dados que permitem entender um pouco melhor o mercado vegetariano brasileiro:

> Segundo pesquisa do IBOPE, 8% dos brasileiros – ou seja, mais de 15 milhões de pessoas declaram-se vegetarianos. Em Belo Horizonte, a média ainda é maior, 9%. (fonte: IBOPE, 2012).

> Segundo a Associação de Franquias Sustentáveis, o mercado de alimentos saudáveis cresceu 80% ao ano entre 2004 e 2009. Em 2011 este mercado movimentou R$ 40 bilhões. Em 2015 os números chegam a 55 R$bilhões (fonte: ISTOÉ Dinheiro, 2012).

> Segundo o IPSOS, 28% da população brasileira quer reduzir o consumo de carne (fonte: PEGN, 2007)

> No Brasil, o número de restaurantes vegetarianos nas grandes cidades tem crescido ano após ano. Ao final de 2013, já havia mais de 200 restaurantes vegetarianos no Brasil (fonte: Guia de Restaurantes da Revista dos Vegetarianos, 2014)

> Intolerância à lactose atinge até 70% dos adultos brasileiros

Para entender melhor

Semivegetarianos: são avessos à carne vermelha. Consomem peixes e aves.

Ovolactovegetarianos: não comem carne de nenhum tipo, mas consomem ovos, leite e derivados.

Ovovegetarianos: essa turma aprecia ovos, mas abre mão de leite e derivados.

Lactovegetarianos: tiram os ovos da dieta, mas não o leite e seus derivados.

Vegetarianos estritos: não comem carne, ovos, leite e derivados.

Veganos: evitam todo tipo de carne, além de ovos, leite, mel e seus derivados. Diferentemente dos vegetarianos, cujo princípio é restrito à alimentação, os veganos não usam nenhum produto de origem animal. Couro, lã e seda, por exemplo, são proibidos.

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