Facebook Twitter Youtube Google+ Image Map
15 jul 2015

Código Civil Brasileiro ainda considera animais como objetos

Arquivado em Direito Animal

RESGATE4

O abandono de animais é uma realidade cada vez mais cruel. Cães, gatos e outros animais estão por toda parte, prédios abandonados, estações de ônibus, calçadas, lixões… Quando a crise financeira aparece, são os primeiros a serem descartados como objetos. Pelo Código Civil Brasileiro, até hoje, animal não é sequer considerado ser vivo.

Os abusos e crueldades praticados pelos humanos contra os animais, que são seres sencientes e indefesos, mostram o quanto estes são vítimas da ganância humana. Por isso declaro minha confiança com relação ao projeto de lei (PSL 351/2015) do senador mineiro Antonio Anastásia (PSDB-MG).

O projeto está pronto para ser votado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado. Se aprovado, os animais não poderão mais ser considerados como coisas/objetos, modificando assim o Código Civil. O relator, senador Álvaro Dias (PSDB-PR) deu parecer favorável ao projeto, com duas emendas à redação.

OS ANJOS DOS PELUDOS EM AÇÃO 

O grupo de resgate de cães Hope for Paws é chamado para ajudar uma cadela da raça Golden Retriever abandonada, Clarabelle, que estava vivendo em um parque industrial. Carinho, cuidado, delicadeza foram essenciais para o resgate.

15 jul 2015

Raphael Rocha: a face do artista que aposta na liberdade criativa

Arquivado em Saúde & Literatura

luarrafa

Sempre fui uma “faz tudo” nas redações de jornalismo, onde tive a felicidade de trabalhar, e uma curiosa de plantão. Por isso, hoje, me considero uma multimídia, com experiência em rádio, audiovisual e internet. Acho que é uma tendência cada vez mais forte que motiva, em especial, profissionais da comunicação, da arte e da literatura.

Mas o objetivo da minha postagem é apresentar um artista que tem este perfil. Ele cuida de cada detalhe de sua produção, com muito carinho, dedicação e curiosidade. Raphael Rocha é autodidata e nasceu no Rio de Janeiro no final do verão de 1980. Recentemente publicou os livros: “No passar dos ventos – Poemas de outros tempos (2014) e Lua dos infantes (2015).

De 2002 a 2006 colaborou como ilustrador e designer gráfico freelancer em jornais e revistas do Brasil e do exterior. Publicou ilustrações no antigo Jornal dos Sports (Rj), Il Romanista (Itália), revista Forza Roma (Itália), revista Tatame (Brasil), Revista “A+” do diário esportivo o Lance!

O livro “Lua dos infantes” acabou de sair do forno. São poemas amorosos, reflexões metafísicas, transfigurações do real e jogos de linguagem, carregados de lirismo, delicadeza e força, amor e nostalgia. A publicação traça um pouco dos possíveis caminhos que a alma de coração aberto é capaz de percorrer e de relembrar.

“Lua dos infantes é uma edição autoral e toda a produção, do design de capa à concepção gráfica do livro num todo, é também de minha autoria, exceto a diagramação. Por se tratar de uma tiragem pequena será vendido apenas na livraria Folha Seca (Rio de janeiro) ou comigo através das redes sociais (Facebook e blogger). A poesia de um estreante, muitas vezes, está para o mercado editoral como os legumes, frutas e verduras para muitas crianças quando entram em um supermercado. É sempre a última das últimas opções”. diz Raphael Rocha.

14 jul 2015

Cães farejadores são os melhores detectores de explosivos e drogas

Arquivado em Animais, Comportamento
rocca3

Foto: Zenio Souza

Os policias da Rocca, Ronda Ostensivas com Cães Adestrados, iniciaram o Curso de Busca e Captura, um dos treinamentos mais importantes de adestramento de cães em matas com o objetivo de localizar e mobilizar criminosos em fuga. O cão será capaz de encontrar, pelo faro, pessoas escondidas em matas fechadas, penduradas em árvores e até mesmo debaixo de rios, lagos, cachoeiras ou riachos. Com a ajuda de um cão farejador, a policia pode mobilizar sem a necessidade de disparos por armas mortais.

O curso está dividido em disciplinas práticas e teóricas, como técnicas de obediência, Direitos Humanos, Polícia Comunitária e Cinotecnia. A carga horária é de 760 horas com previsão de término para outubro e envolve policiais de 27 canis do estado de Minas Gerais.

IMG_2546[1]

Sargento Karine já tem dez anos de polícia militar. Há um ano e seis meses trabalha na Rocca. Já realizou dois cursos de treinamento. “Sempre sonhei em trabalhar com os cães da Rocca. Ambiente que tem animal é sempre melhor”. Ela é companheira inseparável de Athos, um labrador corajoso, mas também dócil e amigo das crianças da Escola Estadual Francisco Sales. Reveja o caso aqui.

IMG_2526[1]

O treinamento dos cães começa ainda na fase de filhote, por volta dos 10 meses, quando ganham do treinador brinquedos de estimação e são adestrados nas brincadeiras de esconde-esconde. Segundo o tenente Albuquerque, o equilíbrio do cão é fundamental para a relação de confiança entre policial e animal.

A Rocca Belo Horizonte conta, atualmente, com 75 cães, sendo que 19 são idosos (aposentados). Os animais foram responsáveis, de janeiro de 2015 até agora, por: 30 prisões, 9,3 quilos de cocaína, 3,5 pastas de cocaína, 3.064 pinos de cocaína, 64,2 de crack, 3.280 pedras de crack, 12 armas, além de buchas e pés de maconha, munições, celulares, rádios de transmissão, coletes de uso da polícia, balanças, celulares e veículos.

Major Cinério acredita que os cães são verdadeiros heróis anônimos que trabalham de forma invisível, mas eficiente, no combate ao tráfico de drogas, além de detectar explosivos em ambientes púbicos.

Os cães da Rocca têm temperamentos diferentes, por isso recebem missões conforme a capacidade desenvolvida em treinamentos. Alguns são feras em encontrar drogas nos locais mais improváveis. Já outros são “explosivos”. Mesmo com detectores de bombas já disponíveis no mercado, o melhor amigo do policial ainda é mais confiável do que os experimentos.

Trabuco, por exemplo, é um Belga Malinóis de oito anos, responsável pela vistoria de explosivos no Mineirão na época da Copa do Mundo. Trabuco também zelou pela segurança da presidente da República Dilma Rousseff na última visita oficial em Belo Horizonte.

Impossível não amar Trabuco. Quando ele não está trabalhando, o cão policial é doce e aceita com gentileza afagos de uma repórter que ficou apaixonada por ele na primeira troca de olhares.

IMG_2551[1]

Repórter Adriana Santos encantada com Trabuco

O tenente Jadir esclarece que alguns cães não se adaptam à vida militar. Ele lamenta também a morte da cadela Uara, no ano passado, em uma missão policial. Uara caiu em um buraco de um matagal e não resistiu aos ferimentos. O policial cita com orgulho a capacidade de trabalho dos principais cães farejadores  de drogas da Rocca.

cão uberaba

Foto: Jornal Uberaba

Página 129 de 154«1 ...125126127128129130131132133... 154Próximo