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18 maio 2017

Robô humanoide visita Santa Casa de Lagoa Santa

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Foto: Ewaldo Ccih

 Os profissionais de saúde da Santa Casa de Lagoa Santa receberam, na manhã de hoje (18/05) uma visita muito especial, em comemoração ao Dia Nacional de Controle das Infecções Hospitalares (15) e  o Dia Mundial de Higiene das Mãos (5).

Trata-se de um robô bem simpático, tipo humanoide, 1,22 metros de altura, chamado Ozires, desenvolvido por pesquisadores da Faculdade UNI-BH, que percorreu todos os setores do hospital, interagindo com os profissionais de saúde e os pacientes. O objetivo é um alerta contra as infecções hospitalares, por meio de uma medida simples e eficaz:  incentivar a adesão dos trabalhadores de saúde à higienização das mãos. O humanoide finalizou a visita com uma palestra de conscientização que lotou o auditório.

“A ideia foi trazer para o nosso hospital algo interativo que pudesse também agregar conhecimento para os nossos profissionais. Ozires é um tecnologia fundamental que ensina um ato simples com tamanho impacto que é a higienização das mãos”, diz Gleyka Martins, coordenadora assistencial/CCIH.

Ozires está equipado com um distribuidor automático de desinfetante de mão, um projetor de bolso, para mostrar aulas de vídeo, e uma espécie de câmera espiã, para gravar a reação das pessoas ao vê-lo. Todas as lições dadas pelo robô são produzidas no telefone celular e passadas por meio de um aplicativo, que produz vozes robóticas.

As infecções hospitalares representam importante problema de saúde pública mundial, causando aumento na morbidade, na mortalidade e no tempo de internação dos pacientes.

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17 maio 2017

Vacinação contra a gripe, higiene e não fumar são medidas preventivas contra a pneumonia

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A pneumonia é uma doença provocada por micro-organismos (vírus, bactéria ou fungo) ou pela inalação de produtos tóxicos. Ela pode ser adquirida pelo ar, saliva, secreções ou, no caso do inverno, devido a mudanças bruscas de temperatura. Essas mudanças comprometem o funcionamento adequado do sistema respiratório, o que acarreta em uma maior exposição aos micro-organismos causadores da doença.

Segundo o diretor do Hospital Bom Jesus de Congonhas, Dalbert Dutra: “a doença é o principal motivo de internação clínica, corresponde a cerca de 10% do total de internações da instituição”.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), ela é a maior responsável pelas mortes de crianças menores de 5 anos: mais de 1 milhão em todo o mundo. Os sintomas mais comuns são tosse com secreção, febre alta, calafrios e falta de ar ou dor no peito durante a respiração. O diagnóstico é feito por meio do exame clínico e de raio-x do tórax. Exames complementares também podem ser necessários para identificar o agente causador da doença.

Desde 2010, o Ministério da Saúde oferece no Programa Nacional de Imunização a vacina Pneumocócica 10-valente. As crianças são vacinadas em 3 doses: aos 2 meses, 4 meses e reforço aos 12 meses. A vacina, além de prevenir contra a pneumonia, também imuniza as crianças contra problemas como otite, meningite e infecções causadas pelo Pneumococo.

Outra vacina disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) é a Pneumocócica 23, também contra a pneumonia, mas direcionada aos idosos e demais pacientes com indicação.

As principais formas de prevenção são recomendações simples: lavar as mãos, não fumar, evitar aglomerações e se vacinar. Segundo o Ministério da Saúde, a vacinação contra a gripe reduz bastante as hospitalizações por pneumonias e a mortalidade global pela doença. Por isso, devem ser vacinados os grupos considerados mais vulneráveis às formas graves da doença: gestantes, mulheres com até 45 dias após o parto, crianças de 6 meses a 2 anos, profissionais de saúde, doentes crônicos, pessoas privadas de liberdade ou com 60 anos de idade ou mais.

16 maio 2017

Cerca de 10% do peso de um travesseiro se deve à quantidade de ácaros

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Imagem Google

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O Início do Inverno acontece normalmente em 21 de junho no hemisfério sul. A estação mais fria do ano se aproxima e já chegou o momento de tirar do armário agasalhos e roupas de cama mais quentinhas. São casacos, jaquetas, blusas de malha e de lã, cachecóis, luvas, gorros, cobertores e edredons que precisam estar limpos e higienizados, evitando complicações respiratórias. Não podemos esquecer também de deixar limpos os bichos de pelúcia, tapetes, almofadas, travesseiros. São artigos que normalmente são utilizados por muito tempo sem lavar, por isso acumulam um número enorme de ácaros.

O clínico geral do Hospital Bom Jesus de Congonhas, Dr. Wagner Pereira de Souza, alerta que  o quarto de dormir precisa de um cuidado especial. “A poeira doméstica é um dos principais responsáveis  pelos problemas respiratórios dos pacientes. O local deve ser bem limpo. Evite tapetes, cortinas e objetos em cima dos armários”, diz o clínico.

Não imaginamos que algo tão pequeno e, até mesmo invisível ao olhar humano, pode fazer tanto estrago. Presente, principalmente, em nossos colchões e travesseiros, o ácaro é um dos principais responsáveis pelas alergias. De acordo com pesquisa realizada pela UNICAMP, após seis ou oito anos de uso, 10% do peso de um travesseiro se deve à quantidade de ácaros e seus detritos. Assustador, não é mesmo?

Diante deste dado e por estarmos no outono/inverno, período em que há maior incidência de casos de alergias e problemas respiratórios, Ana Paula Prates Borlido, diretora industrial da Orthocrin,  alerta a população para a necessidade da troca periódica do colchão e travesseiro. “Essa atitude, além de contribuir para um sono de saúde, evita problemas de saúde, ou até mesmo dores nas costas. É muito importante prestarmos atenção no colchão e travesseiro que usamos. O ideal é trocar a cada dois anos os travesseiros e, a cada cinco anos em média, o colchão”, orienta a diretora.

Confira algumas dicas

Depois de limpos, edredons, cobertores e agasalhos  precisam ser guardados com proteção adequada, Os sacos de TNT são os mais aconselháveis. Evite os sacos plásticos porque provocam umidade e mofo;

Roupas pesadas devem ser lavadas assim que apresentarem qualquer tipo de sujeira, pois tecidos guardados logo depois do uso adquirem manchas de oxidação, mofo e ácaros e atraem traças;

Travesseiros, almofadas, tapetes e cortinas: essas peças acumulam muitos ácaros, causando alergias. Travesseiros devem ser lavados a cada quatro meses, para que não se respire sujeira durante o sono. Quanto às almofadas, tapetes e cortinas, a sugestão é a limpeza a cada seis meses;

Bichos de pelúcia, dependendo do material que são feitos, podem ser colocados na máquina de lavar a cada três meses.

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