22 jun 2017

Caminhada pela Água destaca ações sobre uso consciente e reutilização do recurso natural

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Diante de um quadro de consumo desenfreado e racionamento de água, a Hidrologia Ideias Sustentáveis, com sede em Betim (MG), fez uma parceria com o Instituto Rondon Minas e com a empresa Sua Árvore Consultoria e realiza em 25 de junho de 2017 a Caminhada pela Água. A ação tem como objetivo conscientizar os participantes sobre a importância do uso da água e da sua reutilização.

O evento também tem o propósito de lembrar o Dia Mundial da Luta Contra a Desertificação e a Seca (17/06). Os participantes percorrerão 3 km de trilhas de mata fechada na região de Nova Lima (MG), acompanhados por guias profissionais. Além de conhecerem um pouco da fauna e da flora da região, os participantes terão ainda uma aula sobre como evitar o desperdício de água e de como reutilizá-la de uma forma simples e econômica.

A Caminhada pela Água é aberta para pessoas de todas as idades e a participação será feita mediante inscrição online no valor de R$12,00. O valor arrecadado com as inscrições será revertido para a compra de galões de água mineral que serão distribuídos para moradores de cidades do Vale do Jequitinhonha (MG), pelo Instituto Rondon Minas.

A realização do evento marcará, também, a inauguração de um centro de discussões sustentáveis para os moradores e ambientalistas de Nova Lima, de Belo Horizonte e Região Metropolitana. O local conta com um amplo auditório onde serão realizados futuros eventos sustentáveis como workshops, palestras e oficinas. Na ocasião, será inaugurado ainda o showroom da Hidrologia.

A engenheira ambiental e diretora da Hidrologia, Isabella Cantarelli, afirma que para evitar que a situação do país se torne mais preocupante em um futuro próximo, é necessário que pequenas mudanças comecem a ser feitas a partir de agora. “Participamos sempre de iniciativas com foco na saúde e na qualidade de vida. A Caminhada pela Água é muito mais do que uma atividade socioeducativa, é uma causa sustentável”. Isabella também destaca a importância dos parceiros. “Todos trabalham com questões ambientais e desempenham um papel de extrema relevância para a realização do evento”.

Para a presidente do Instituto Rondon Minas, a professora Mônica Abranches, iniciativas de mobilização como a Caminhada pela Água podem repercutir e promover uma reflexão sobre o tema, além de incentivar multiplicadores de informação a partir dos participantes do evento. “A temática ambiental é parte de nossa vocação no Projeto RONDON e todas as ações socioeducativas para o fortalecimento de políticas e iniciativas nessa área é de nosso interesse e dos nossos jovens universitários, todos voluntários”, enfatiza.

“Plantar sementes do bem para conseguir uma transformação”. Esta é a expectativa do diretor da Sua Árvore Consultoria, o professor Fábio Pessoa, para a Caminhada pela Água. “Espero que a escolha do local e a forma que as trilhas serão percorridas sensibilizem os participantes para a responsabilidade que todos devem ter com o meio ambiente e com a natureza”, finaliza.

Os eventos surgem em um momento propício para a conscientização sobre o consumo da água. De acordo com pesquisa realizada pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), em 2015, 34 milhões de brasileiros ainda não possuem acesso à água tratada e 100 milhões não contam com o serviço de coleta de esgotos. Antes da crise hídrica de 2014, somente a grande São Paulo consumia 80,5 bilhões de litros mensais e 5,4 bilhões de litros de esgoto são descartados sem tratamento.

Conforme estudo de 2012, realizado pela WWF Internacional, 45% dos brasileiros não estão preocupados em tomar atitudes que possam reduzir o consumo de água e 30% afirmou gastar mais de 10 minutos no banho. Porém, este estudo mostrou que 80% acreditam que podem enfrentar problemas com fornecimento de água no futuro e 68% apontam o desperdício como a causa do problema.

Programação da Caminhada pela Água – Informações AQUI

27 abr 2017

Copasa presta esclarecimento à Camara de Vereadores sobre água “barrenta” em Vespasiano

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A Reunião Ordinária da Câmara Municipal de Vespasiano (Região Metropolitana de Belo Horizonte) de quarta-feira (26/04) contou com a presença do diretor Metropolitano da Copasa, Rômulo Tomaz Perilli com o objetivo de prestar esclarecimentos sobre várias denúncias envolvendo os serviços prestados pela concessionária ao município. O gerente de Distrito, José Cláudio Ramos e o engenheiro de Operações, Rogério Gonçalves também estiveram na plenária para ajudar a explicar os motivos da coloração barrenta da água fornecida à população, a falta frequente de água em alguns bairros, o rompimento de uma adutora (que joga o esgoto direto no Córrego) e outros transtornos relatados, principalmente, pelas redes sociais dos vereadores.

O deputado Fabiano Tolentino (PPS) também esteve na Câmara para relatar os mesmos casos enfrentados em outros municípios de Minas Gerais, prejudicando a saúde da população e a preservação do meio ambiente. O parlamentar foi convidado pela vereadora Luciene Fonseca (PPS) com a intenção de ampliar o debate e somar esforços para resolver os problemas que afetam diretamente a qualidade de vida dos mineiros.

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Ao ser questionado pelos vereadores sobre as obras de integração e melhoria no abastecimento de água, Perilli explicou que, no governo passado, a Copasa realizou investimentos, mas não se preocupou com a manutenção da operação e hoje está causando diversos transtornos. Ele disse ainda que o órgão não dialogou devidamente com a população e com os representantes da sociedade.

“Vespasiano tem 35 mil ligações de água e a Copasa tem conhecimento dos problemas e que está trabalhando para resolvê-los. Para a execução dessas obras – com previsão de término até o final deste ano – e troca de tubulações a empresa dispõe de R$ 5 milhões”, afirma o diretor.

Denúncias foram apresentadas pelos vereadores como, por exemplo, o rompimento da adutora na MG10 e o esgoto correndo céu aberto no Córrego Sujo. O diretor informou que um processo licitatório já está em andamento e que em 60 dias esse problema estará resolvido.

Segundo a Copasa, a falta de água e a água “barrenta” na área central, causando danos à saúde e prejuízos à população, é devido as obras de integração do sistema que ainda não foram concluídas.

Para a falta de água que atinge os bairros Nova Pampulha e Nova Yorque, Perilli disse que na região 70% das ligações de água são clandestinas; os moradores gastam muita água pois não pagam por ela e falta para o restante da população. Um projeto para a realização de um trabalho social de conscientização das pessoas será realizado para evitar/reduzir esse tipo de situação.

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Crédito: Foto Câmara Municipal

16 maio 2016

Hidroterapia e seus benefícios para as futuras mamães

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A descoberta da chegada de um bebê muda completamente a vida de uma mulher. Podem ocorrer, por exemplo, alguns desconfortos como dor lombar e inchaço nos pés.

Para contribuir com as futuras mamães, a hidroterapia surge como uma importante aliada. Segundo o fisioterapeuta Rogério Celso Ferreira, da Fisior Hidroterapia, de Belo Horizonte (MG), com exercícios e técnicas específicas para as gestantes, a hidroterapia favorece a grávida promovendo uma adequada adaptação metabólica e estrutural do corpo para que a postura gestacional não se torne um problema futuramente.

“A lombalgia, ou dor lombar, muitas vezes pode limitar a rotina da gestante, levando a uma incapacidade motora. A fisioterapia na água diminui em grandes níveis essa dor. Já o inchaço, consequência da retenção de líquido e do aumento do tamanho do útero, também pode ser amenizado pela hidroterapia, através da pressão que a água faz na parte de baixo do corpo. Com isso há um aumento do retorno venoso, da circulação linfática e, consequentemente, uma diminuição do inchaço durante a gravidez”, explica o fisioterapeuta.

Além desses benefícios, a hidroterapia ainda possibilita a realização de exercícios com mais facilidade, promove fortalecimento muscular, melhora a respiração, proporciona alongamento e relaxamento muscular, alivia as tensões ocasionadas pela mudança postural da gestante, ativa a função intestinal e reduz a perda de urina involuntária por esforço.

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