28 jul 2015

SUS além das fronteiras

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Foto: Internet

O pequeno Davi Miguel Silva Gama embarca, hoje (28/07), para os Estados Unidos, onde fará transplante de intestino pago pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Jackson Memorial Medical, em Miami (EUA). A determinação para que o transplante, que não é realizado no Brasil, seja custeado pelo SUS só foi possível por meio de uma determinação do Tribunal Regional Federal (TRF3), que acolheu recurso da Procuradoria Regional da República da 3ª Região (PRR3) e do pai da criança.

Davi nasceu com uma doença rara, a inclusão microvilositária, que impede seu organismo de absorver alimentos. A doença do bebê foi confirmada após uma biópsia de intestino, sendo relatado pela médica que o acompanha que o único procedimento que poderia modificar o curso da doença é o transplante intestinal. Além disso, a criança tem se alimentado exclusivamente pela via parental (pelas veias), o que já vem causando agravamento da colestase (fígado) e alterações da função renal.

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Em foto pessoal, Antônio Gleiber Cassiano Júnior é encaminhado para a sala cirúrgica, em Miami

O adolescente Antônio Gleiber Cassiano Júnior, 16, precisava de um transplante de intestino para sobreviver. A família recorreu à Justiça para que a União custeasse o procedimento nos Estados Unidos. O procedimento médico foi feito no último dia (12/07), no Jackson Memorial Hospital, em Miami. A cirurgia foi paga pelo governo brasileiro. Ele passa bem.

O Juninho (como é conhecido) sofre de uma condição chamada síndrome do intestino ultracurto, que fez com que ele perdesse 95% do intestino delgado, o que o impedia de ingerir alimentos. Para sobreviver, ele recebia alimentação parenteral, diretamente na veia.

Davi e Juninho não foram os únicos brasileiros operados no Jackson Memorial. Em abril, a bebê Sofia Gonçalves passou por um transplante multivisceral de cinco órgãos, em operação também paga pelo SUS No ano passado, também foi operado o bebê Pedro Da Lavra. Nesse caso, o custo do procedimento, de R$ 4 milhões, foi pago pela família, que realizou uma campanha para arrecadar o valor. O bebê sofria do mesmo problema de Juninho.

SUS

Em 1988, por ocasião da promulgação da Constituição da República Federativa do Brasil, foi instituído no país o Sistema Único de Saúde (SUS), que passou a oferecer a todo cidadão brasileiro acesso integral, universal e gratuito a serviços de saúde. É considerado um dos maiores sistemas de saúde públicos do mundo.

Quer conhecer a decisão da Justiça? AQUI 

07 jul 2015

Nutricionista ensina dicas e truques para uma alimentação saudável na infância

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alimentação

Saúde&Literatura Há 20 anos, a desnutrição infantil era um problema de saúde pública. Faltava comida na mesa dos pequenos brasileiros. Hoje, o Brasil enfrenta outro desafio: a obesidade infantil. Pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que quase 35% das crianças entre 5 e 9 anos estão acima do peso. Doenças como diabetes, hipertensão arterial e até mesmo câncer são provocadas pelo excesso de peso das nossas crianças. Como mudar esse quadro e garantir às crianças saúde e longevidade? No livro Alimentação saudável na infância – Conceitos, dicas e truques fundamentais, a nutricionista Cláudia Lobo mostra o caminho para implantar – e manter – uma alimentação saudável na rotina dos pequenos. Com dicas e soluções práticas, ela ensina a escolher os alimentos adequados e prepará-los de forma saborosa e nutritiva.

Adriana Santos: Muitas mães ficam apavoradas quando não conseguem convencer os próprios filhos sobre a importância de consumir frutas, verduras e legumes. Como driblar as manhas e birras na hora de comer?

Cláudia Lobo: As recusas alimentares são normais para todas as crianças, principalmente quando elas começam a entrar em contato com sabores, consistências, cheiros, cores diferentes dos alimentos, como acontece a partir do início do desmame, por isso é importante que os pais tenham consciência disso e saibam administrá-las, primeiramente não se deixando estressar por essas situações, prevendo-as e não se rendendo a elas, ou seja, as recusas são normais, inevitáveis e acontecerão em algum momento, porém devem ser consideradas como parte de um processo de aprendizagem e não como determinantes precoces dos hábitos alimentares das crianças.

Segundo, nunca, jamais, em tempo algum substituir o alimento rejeitado por outro de que a criança goste mais; se a criança rejeitar um alimento, preparação ou refeição, aceite, lembrando-a, delicadamente e com seriedade, porém sem tom de ameaça, de que aquilo que foi rejeitado não será substituído por outro alimento, seja ele qual for, mesmo que seja solicitado (como certamente será) através de todo e qualquer tipo de recurso que as crianças costumam usar para conseguirem o que querem como choro, birra, gritos, pedidos insistentes, carinhas tristes etc. e o mais importante: manter a promessa.

Alguns estudos comprovam que para se formar um hábito alimentar, a exposição repetida de novos alimentos à crianças deve ser feita de forma sistemática. Um mesmo alimento deverá ser apresentado e oferecido à criança, de 8 a 10 vezes. Alguns citam um oferecimento de 12 a 15 vezes até. Em dias espaçados, claro. O hábito de ver um alimento sempre à mesa, fazendo parte da alimentação da família, é um fator que favorece a aceitação do mesmo. A recusa inicial do seu filho a alguns alimentos deve ser encarada como uma resposta normal, pois é um exercício de adaptação, portanto, não se estresse ou se preocupe demais. Ter calma, paciência e perseverança é fundamental. Um processo de educação ou reeducação alimentar de uma criança pode levar de 6 meses a 1 ano, portanto não desista nas primeiras tentativas.

Use travessas bonitas, pratos decorados, e copos com motivos infantis na hora de servir. Você pode utilizar também os próprios brinquedos das crianças para servir algumas preparações (depois de bem lavados, claro); por exemplo, um caminhãozinho com a caçamba cheia de brócolis e cenouras baby ou os pratinhos do joguinho de jantar de sua filha para servir tomates-cereja, morangos, etc. Enfeite as preparações. Faça comidas divertidas com carinhas, monstros, flores. Tolere alguma bagunça à mesa de vez em quando, como deixar seu filho pegar alguns alimentos com a mão e lambuzar-se. Brinque você também com a comida.

Adriana Santos: A rotina estressante nos faz acelerar tudo, inclusive a mastigação. Por que a mastigação é tão importante na hora da alimentação?

Cláudia Lobo: A má mastigação pode acarretar problemas digestivos como azia, refluxo, indisposições gástricas em geral. Lembre-se de que o estômago não possui dentes. Ele não vai mastigar aquele pedaço grande de alimento que você engoliu. Aquele pedaço vai ficar lá no estômago mais tempo do que deveria, vai ser atacado pelos ácidos que não vão dar conta do recado. Dessa forma, o estômago vai produzir mais ácido para tentar digerir aquele pedaço, o esvaziamento gástrico vai ficar mais difícil, enfim, vai exigir muito do pobre do estômago; depois vai exigir muito do intestino também e das outras glândulas que participam da digestão dos alimentos. Nesse sentido, todos esses órgãos vão ter que trabalhar dobrado para fazer o que têm que fazer, a fim de aquele alimento ser processado adequadamente e ter seus nutrientes absorvidos, antes de ser transportado e depois eliminado. Imagine essa aventura acontecendo a cada refeição, todos os dias, por vários anos. Um dia, todo o corpo vai sentir suas consequências.

Alimento mal mastigado também será mal absorvido, o que fará você perder em absorção de nutrientes. Além disso, a mastigação bem feita permite que o cérebro receba estímulo eficaz e envie sua mensagem de saciedade, evitando exageros alimentares. É isso mesmo, mastigar bem emagrece e/ou evita que se engorde. Só após 20 minutos de mastigação é que o cérebro libera a produção do PYY pelo intestino, hormônio responsável pela saciedade. A salivação é que é a responsável por essa liberação. Enquanto esse hormônio estiver circulando na corrente sanguínea nos sentimos saciados.

Existem ainda muitos outros ótimos motivos para você caprichar na mastigação dos alimentos, mas que não dizem respeito diretamente à nutrição e sim à fonoaudiologia e à odontologia, a má mastigação pode gerar consequências como a falta de harmonia do crescimento facial, deixando a musculatura orofacial flácida, influenciando negativamente nas suas funções. Durante o ato mastigatório, trabalhamos vários músculos que são articuladores, de extrema importância e ativos no processo da produção dos sons da fala, como os músculos responsáveis pelo vedamento labial, abertura e fechamento da boca, trituração dos alimentos e a língua, um dos músculos mais ativos durante a fala e mastigação.

Adriana Santos: Como escapar dos modismo alimentares e oferecer uma alimentação equilibrada para nossos filhos?

Cláudia Lobo: Os motivos que levam uma criança a preferir alguns alimentos a outros são os mais variados, mas estou convencida de que essa preferência é estimulada e aceita muito facilmente primeiramente dentro de suas próprias casas. Uma criança de dois anos, por exemplo, que já teve o contato com o sabor doce do açúcar, dos refrigerantes, chocolates, balas e afins, assim como com o gosto diferente das frituras e o salgadinho dos snacks, certamente o fez por terem sido esses alimentos disponibilizados a elas dentro de seu próprio ambiente familiar ou no convívio com seus familiares, nada de muito errado nisso, mas a frequência de consumo desses produtos, a quantidade oferecida e o fato de os pais cederem regularmente às vontades dessa criança quanto ao consumo desse tipo de alimento é que a fazem obviamente rejeitar outros tipos de alimentos não tão saborosos ao seu confuso paladar. É um ciclo vicioso: disponibilização de alimentos pouco nutritivos –> rejeição de alimentos saudáveis –> disponibilização de alimentos pouco nutritivos.

É importante lembrar também que a insistência sistemática, agressiva, seja através de pedidos, chantagens, comparações, barganha, promessas, ameaças, ou mesmo dar comida na boca da criança enquanto a distrai com histórias ou outro divertimento para que ela nem perceba o que está comendo são artifícios que muitos pais utilizam, mas não são educativos de forma positiva e podem trazer muitos prejuízos à criança, tanto à sua saúde física quanto à emocional.

À medida que a criança vai crescendo ela também começa a ser exposta à mídia agressiva dos alimentos industrializados e fast foods, que descobriram na criança uma importante e leal consumidora, geradora de milhões de reais a essas empresas anualmente e que utilizam todos os recursos para alcançar esse público tão lucrativo. Agora junte tudo isso: as crianças sofrem influência dos hábitos familiares desde bebês; aprendem desde cedo a gostar de alimentos altamente calóricos e pobremente nutritivos e os obtém fácil e abundantemente; assistem mais de quatro horas de TV por dia, segundo pesquisas; são influenciadas pelas propagandas de alimentos e pelos modismos; as crianças influenciam (decidem) as compras de supermercado e ainda comem mais guloseimas quando estão diante da TV, games ou computador, e verá que não é a toa que as crianças estão a cada dia que passa se alimentando pior e sofrendo em seus próprios corpos e na sua saúde as consequências dessa falta de cuidado e orientação.

Se há culpados pelo fato inequívoco das crianças estarem se alimentando mal, não são únicos. Talvez sejamos todos! Mas, mais importante do que procurar culpados é corrigirmos nossos próprios erros, como?, nos instruir mais e nos engajarmos nessa luta para orientar melhor nossos filhos para a vida, incluindo a alimentação.

Adriana Santos: Qual a importância das refeições feitas em família para o desenvolvimento da criança?

Cláudia Lobo: As ocasiões em que a família está reunida à mesa, podem ser um grande acontecimento para a criança em desenvolvimento; uma reunião assim, alegre, leve, em clima de união e cumplicidade faz a criança se relacionar positivamente com o momento de comer. Esse é um aspecto extremamente importante, pois as crianças adquirem preferências por alimentos quando formam associações entre as características sensoriais dos alimentos, principalmente a aparência, cheiro e o sabor e sensações positivas, como a gerada por um ambiente familiar descontraído, divertido. Se essas ocasiões são muito raras, tente se organizar para aumentar a frequência delas, pelo menos para uma refeição por semana regularmente, com todos os presentes, pais e filhos, ou a maioria deles.

Para ilustrar, veja só a que ambiente se associam os alimentos que os filhos adoram. Os doces, balas e outras guloseimas são alimentos que costumam ser oferecidos a eles em dias de festas, datas especiais, momentos de lazer, etc., não é?! Pois bem, devemos também oferecer o máximo de momentos especiais aos nossos filhos, relacionados com uma alimentação mais nutritiva e saudável. Você não precisa fazer nada extraordinário ou mirabolante para deixar o ambiente do dia-a-dia mais festivo e oferecer, nesse clima, alimentos saudáveis a seu filho, basta estar presente e curtir o momento com alegria e descontração.

Adriana Santos: O que é necessário no prato para garantir a nutrição saudável da criança?

Cláudia Lobo: Ainda não se conhece um alimento perfeito que por si só seja insubstituível ou que sozinho consiga garantir a saúde. O que ocorre é um conjunto de alimentos variados de grupos de alimentos que agem sinergicamente para essa função.

· Água

· Raios solares incidindo sobre a pele –absorção de vitamina D (O sol também influi na nutrição. A exposição solar, preferencialmente até as dez horas da manhã ou após as quatro horas da tarde é capaz de penetrar na pele e converter um precursor de colesterol em vitamina D. Essa vitamina é considerada um nutriente essencial e pode até ser consumida através da alimentação, mas existem muito poucas fontes alimentares naturais dela)

· Verduras

· Legumes

· Frutas

· Carboidratos – cereais, tubérculos, raízes, farinhas e preparações feitas com quaisquer desses alimentos

· Leguminosas – todos os tipos de feijões, ervilha, grão-de-bico, lentilha

· Proteínas de boa qualidade – carnes em geral, peixes, ovos, cogumelos, mistura de cereais e leguminosas (tipo arroz com feijão), quinoa, amaranto, castanhas e nozes, leite e derivados

· Gorduras do bem azeites extravirgens, óleos vegetais, manteiga

· Fibras – parte das plantas que o nosso organismo não consegue digerir, mas são necessárias para o bom funcionamento intestinal – farelos de cereais, cascas de frutas, hortaliças, frutas, leguminosas rtc.

Nós necessitamos de mais de 40 tipos diferentes de nutrientes para o bom funcionamento e desenvolvimento do nosso organismo, nas quantidades certas e todos os dias, principalmente as crianças, pois elas estão vivendo um período de intenso crescimento e desenvolvimento do seu corpo em todos os aspectos, incluindo o intelecto.

18 jun 2015

Alimentação saudável muda o ritmo de vida

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Todo mundo sabe da importância dos hábitos saudáveis, das atividades físicas e de uma alimentação equilibrada: traz benefícios para a saúde, ajuda a nos manter ativos para realizar as tarefas do dia a dia e melhora até o humor. Uma alimentação saudável é aquela que reúne todas as substâncias importantes para o melhor funcionamento do nosso organismo. Requer variedades de cores, ingredientes, vitaminas e minerais. Na escola, um espaço ocupado por crianças e adolescentes, isso se torna ainda mais relevante. Mas como colocar a turminha no ritmo da alimentação que prioriza verduras, frutas, legumes e água limpa? O lúdico poder ser um bom aliado dos professores, das mães, dos pais e dos demais responsáveis pela saúde dos filhos.

Tânia Bicalho é nutricionista, cantora, compositora, arranjadora, multi-instrumentalista e especialista em Nutrição Clínica e Docência da Educação Ambiental para a Cidadania e Sustentabilidade.  Seu quarto CD, intitulado MPN – Música Popular Nutritiva tem o objetivo de prestar atenção primária à saúde através da educação nutricional e da música. Ela participa ativamente de palestras de conscientização em escolas públicas e particulares do Brasil. Conversei com a mineira de Juiz de Fora, Zona da Mata. Não deixe de conferir, também, a paródia do omelete, um sucesso que diverte e educa a criançada. Tânia tem também um canal no Youtube. Vale a pena uma visitinha.

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arquivo pessoal

 

Adriana Santos: Por que crianças e adolescentes têm dificuldades de comer alimentos frescos, como frutas e legumes?

Tânia Bicalho:  Porque, muitas vezes, não vêem os pais e ou familiares comendo alimentos frescos e saudáveis. Com o processo de industrialização dos alimentos e a jornada de trabalho, muitas vezes tornou-se mais fácil ofertar e consumir alimentos processados. Há também o modismo e a influência da mídia. Por estas e outras a  (Re)Educação Nutricional é fundamental para os pais e para os filhos, enfim, para toda a família.

Adriana Santos: Recentemente, a apresentadora Bela Gil – do programa Bela Cozinha do canal pago GNT, sofreu duras críticas porque colocava na merendeira da filha alimentos como, batata doce e banana da terra. Qual a importância de alimentos naturais e regionais nas merendeiras dos filhos?

Tânia Bicalho:  Esta resposta complementa a primeira. É importante justamente para que as crianças tenham contato com uma alimentação saudável e menos processada! A saúde agradece. Isto aumenta a qualidade de vida, pois o desempenho emocional e psiquico também é influenciado pela alimentação. É importante valorizar também a sazonalidade: frutas e verduras de época são mais baratas.

Adriana Santos: Como a música e o lúdico podem ajudar a conscientizar pais, mães e filhos sobre a importância da alimentação saudável?

Tânia Bicalho: A música é um excelente veículo para divulgar a alimentação saudável. Faço isto de forma divertida. As pessoas assistem minhas palestras-show e saem cantando comigo, “inspiradas”  a mudarem seus hábitos alimentares. Isto me deixa extremamente feliz e realizada.

Adriana Santos: Como surgiu a iniciativa de unir música e alimentação?

Tânia Bicalho:  Eu sempre trabalhei com música e, como nutricionista, uni minhas duas paixões: música e saúde. Faço um trabalho diferenciado, fazendo as palestras-show. A partir deste “pontapé inicial”  dou treinamento a empresários,  professores e nutricionistas para darem continuidade a este trabalho de atenção primária à saúde em suas respectivas escolas ou empresas.

Adriana Santos: Você concorda em lancheiras em festas de aniversários com o objetivo de evitar que o filhos comam doces, refrigerantes e outras guloseimas cheias de açúcar e sal?

Tânia Bicalho:  Acho que pode soar um pouco antipático e as crianças precisam e gostam de socializar. Sou a favor de que as pessoas passem a fazer festas com maior variedade de alimentos, com oferta de opções mais saudáveis. Tenho muita experiência nesta área e garanto que todos apreciam tanto os  novos sabores quanto  o ineditismo. As festas com alimentos mais naturais ficam incríveis, recheadas de criatividade e valorização da saúde!

Adriana Santos: Como a escola pode ajudar os pais e as mães na árdua tarefa de escolher melhor os alimentos do dia a dia?
Tânia Bicalho:  Com muita (Re)Educação Nutricional. Esta é minha especialidade e sei o quanto é importante explicações e demonstrações sobre alimentos que fazem bem, assim como os que fazem mal. As pessoas ficam surpresas quando têm acesso às informações de que, muitas vezes, alimentos considerados “deliciosos” são extremamente prejudicias  a saúde. É importante divulgar e esclarecer, e isto se faz, com excelente êxito,  através da (Re)Educação Nutricional.

 Paródia do omelete com crianças de escolas públicas

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