09 jul 2018

Operação militar devolve duas onças-pintadas para a selva

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A onça-pintada ou jaguar é o maior felino das Américas. No entanto, o animal  está ameaçado de desaparecer de uma das regiões mais ricas em biodiversidade no Brasil. Por isso, uma operação militar foi planejada pela da Força Aérea Brasileira (FAB) para garantir a reintrodução na natureza de duas onças.

Foram mais de 12 horas e milhares de quilômetros viajados, além de dezenas de profissionais envolvidos, um avião Hércules da FAB, helicóptero e caminhão. Tudo para levar duas onças: Pandora e Vivara de volta para a natureza.

Veja como a FAB organizou e transportou os animais, que estavam em quarentena em um criadouro científico em Corumbá de Goiás (GO), até a região sul do Pará (PA).

Utilizar meios para deslocamento de pessoal e material é uma das ações de força aérea previstas na doutrina da FAB e contribui na missão de integrar o território nacional.

Confira no vídeo  que mostra como ocorreu a soltura dos animais em uma área de preservação ambiental de aproximadamente 14 mil metros quadrados no meio da Floresta Amazônica.

13 mar 2018

Cartilha orienta médicos a agir em situações de emergência durante voos

Arquivado em Cidade, Comportamento

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Por: Sabrina Craide – Repórter da Agência Brasil

Quando uma pessoa passa mal em um voo, a tripulação pergunta aos passageiros se existe algum médico a bordo. É obrigação ética do médico se apresentar para ajudar no atendimento do passageiro. Para dar essas orientações aos médicos, o Conselho Federal de Medicina (CFM) lança hoje (12) a cartilha Medicina aeroespacial: orientações gerais para médicos a bordo.

A publicação será disponibilizada para pacientes, médicos e companhias de aviação e traz informações sobre como agir nessas situações, especialmente pelo fato de estarem em um ambiente estranho, onde as condições de temperatura e pressão são diferentes e o espaço físico é limitado. Mesmo que os tripulantes recebam treinamento para situações de emergência, a ajuda de passageiro médico a bordo pode ser solicitada em casos mais graves.

O coordenador da Câmara Técnica de Medicina Aeroespacial do CFM, Emmanuel Fortes, diz que os temas relacionados à altitude e à adaptação do corpo a essas condições não são tratados com profundidade nas faculdades de medicina. “Hoje as estatísticas mostram que quase 3 bilhões utilizam o transporte aéreo anualmente. Metade da população está voando, então temos que ter cuidado mesmo”, diz Fortes.

Entre os problemas de saúde mais frequentes em voos estão desmaios, sintomas respiratórios e cardíacos, convulsões, náuseas, vômitos e reações alérgicas. Segundo a CFM, as ocorrências médicas a bordo são decorrentes de estresses fisiológicos relacionados à altitude, e podem agravar-se com doenças preexistentes dos passageiros.

A legislação brasileira obriga as empresas aéreas a disponibilizarem, em aviões comercias, o chamado Conjunto Médico de Emergência, que contém medicamentos como analgésicos, antialérgicos, além de adrenalina, seringas, agulhas e equipamentos como desfibrilador e estetoscópio.

Edição: Graça Adjuto

11 jun 2015

Bagagem de mão nos aviões pode ficar ainda menor

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Foto: Alamy

Associação Internacional de Transporte Aéreo prepara-se para aprovar recomendação que obriga a reduzir medidas das malas que vão junto dos passageiros.

Regras mais rígidas no que diz respeito à bagagem de mão nos aviões podem ser adotadas em breve pelas principais companhias aéreas. Segundo a edição online do jornal britânico Telegraph, a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), que representa 260 companhias de todo o mundo – cerca de 80% do total do tráfego aéreo – prepara-se para fazer uma recomendação no sentido de reduzir as medidas das malas que podem viajar junto dos passageiros.

Caso a proposta seja aceita, as malas de mão autorizadas terão 55cm de altura por 35cm de largura e 19cm de profundidade. Uma diminuição significativa, já que atualmente algumas empresas permitem malas com 56cm de altura, 45cm de largura e 25cm de profundidade.

As medidas variam de companhia para companhia e algumas permitem mesmo que os passageiros levem uma segunda mala menor com os pertences pessoais – categoria onde se enquadram, por exemplo, as bolsas femininas. Porém, pelo menos oito transportadoras já manifestaram disponibilidade para seguir as indicações da IATA, nomeadamente a Avianca e a Azul, cujos proprietários são candidatos à privatização da TAP.

Aos passageiros restarão então duas opções: comprar a bagagem de mão adaptada à diretiva da IATA, ou viajar com as malas no porão, o que normalmente significa um custo adicional no bilhete. A recomendação da associação internacional começou a ser desenhada após conversações com a Airbus e a Boeing, as duas maiores empresas da indústria da aviação.

O vice-presidente da IATA para os aeroportos, Thomas Windmuller, disse ao Telegraph que a medida poderá contribuir para um embarque mais rápido, uma vez que as malas menores deverão acabar com os conflitos em relação à falta de espaço nos compartimentos destinados à bagagem na cabina do avião.

Crédito: Diário de Notícias

Saúde nas férias

As férias escolares estão chegando, período em que há um aumento considerável no número de viagens para dentro e fora do país. Tudo é organizando com antecedência: o pacote de turismo, o roteiro, seguro de vida, mas a maioria das pessoas se esquece de um item primordial para que as férias sejam tranquilas: a saúde em dia.

Especialistas alertam para que antes de colocar o pé na estrada é fundamental que o viajante e sua família procurem ajuda médica para avaliar as suas condições de saúde.  Medidas como realizar exames de rotina (check-up), orientação nutricional e atualização do cartão de vacinas são importantes para evitar situações desagradáveis durante a viagem.  “É importante lembrar que quando viajamos estamos, em grande maioria, indo para destinos que fogem da nossa rotina, com cultura, alimentação e clima diferentes. E isso pode influenciar na saúde. Por isso é recomendado que a pessoa procure o seu médico e realize um check-up antes de viajar”, ressalta do Dr. Ariovaldo Mendonça, médico do Check-up do Grupo Hermes Pardini.

Os exames recomendados antes de viajar são procedimentos simples, de rotina, mas que podem prevenir a ocorrência de situações desagradáveis. O Dr. Ariovaldo explica que esses exames são realizados num período de seis horas e que levam cerca de seis dias para ficarem prontos. “O check-up é a garantia de que a pessoa está viajando em boas condições de saúde e com as recomendações médicas adequadas no caso da identificação de algum risco”, diz o médico que alerta para a importância da avaliação dos pacientes crônicos. “Os pacientes crônicos como, por exemplo, diabéticos, obesos, hipertensos, cardíacos, exigem cuidados e orientações específicas antes da viagem. As medicações já utilizadas devem ser mantidas, por isso é importantíssimo que a pessoa leve a prescrição médica.  Em alguns casos (mais específicos) o médico pode até não recomendar a viagem”, alerta.

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