15 ago 2017

OPINIÃO: Maus tratos contra animais no Mercado Central é uma realidade pertubadora

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Depois de muito tempo de “boicote”, fui ao Mercado Central de Belo Horizonte para comprar ingredientes para um feijão tropeiro vegetariano. Sim, é possível preparar o prato mais conhecido de Minas Gerais sem sacrificar seres vivos.

Já na entrada, percebi que nada mudou em um dos principais pontos turísticos de Belo Horizonte. Lá, os animais continuam confiados em gaiolas minúsculas, aparentemente sedados e visivelmente deprimidos, em especial os filhotes de cães. Sim, cachorro também tem depressão.

A venda de animais vivos no Mercado Central de Belo Horizonte acontece há 87 anos. A briga para garantir mais dignidade aos animais também é antiga, há pelo menos 20 anos de investigações e denúncias. No entanto,  a Justiça continua cega com relação aos direitos dos animais.

IMG_9183O juiz da 1ª Vara dos Feitos da Fazenda Municipal de Belo Horizonte, Rinaldo Kennedy Silva, tinha concedido parecer favorável a uma ação ajuizada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) que pede a proibição da entrada de novos animais no Mercado Central da cidade. Conforme a decisão, outras medidas tinham que ser tomadas pelo estabelecimento, entre elas a retirada planejada dos animais já existentes, suspensão da autorização de venda de animais e proibição do uso de equipamentos sonoros para reprodução de música mecânica ou apresentações ao vivo entre 18h e 6h, prática que piora as condições de bem estar dos animais mantidos em confinamento no interior do mercado.

Além dos pedidos feitos em caráter de urgência, atendidos na decisão liminar, o MPMG solicitou à Justiça que reconhecesse a comercialização de animais vivos no Mercado Central como prática que os submete a sofrimento e crueldade injustificáveis.

Mas o  Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) entendeu o caso de outra forma e concedeu agravo de instrumento e suspendeu a proibição da venda de animais no Mercado Central até que o caso seja julgado. Segundo decisão do desembargador Carlos Roberto de Faria, nada foi comprovado com relação aos maus tratos contra os animais e às péssimas condições de saúde, como: higiene, organização, espaço, ventilação e iluminação do local; grande número de animais abrigados em um único compartimento ou gaiola; irregularidade na oferta de água e alimentação; deficiente controle sanitário entre outras irregularidades.

Acho que estou ficando velha mesmo! Vejo e sinto coisas que não existem. ´Será? Não, não estou velha, nem caduca. Estou muito bem, obrigada! O que acontece no Mercado Central de Belo Horizonte é de uma clareza perturbadora. O sofrimento dos animais confinados é real e tem cheiro. A Justiça não pode ser tão cega ao ponto de negar as evidências.

Não é papo de ativista. É uma questão de bom senso e avanço no processo civilizatório. Não podemos mais permitir que seres vivos sejam tratados como objetos, coisas, patrimônio. A ciência nos mostra a cada dia que cães, gatos, porcos, macacos, golfinhos, ratos e outros animais têm sensibilidade, emoção, sentimento… Como podemos evoluir como seres humanos, se somos incapazes de perceber que os animais sentem dores físicas e emocionais?  Qual legado vamos deixar para nossos filhos, netos e gerações futuras? A crueldade contra animais, com certeza, deixará cicatrizes profundas em nossa humanidade. Que sejamos capazes de mudar o rumo da história! Que assim seja!

LUZ NO FIM DO TÚNEL

A Comissão de Legislação de Justiça (CLJ) da Câmara Municipal deu  parecer favorável ao Projeto de Lei 253/17, que tramita em primeiro turno e quer regulamentar a comercialização de animais na capital.

De acordo com o texto do PL, apenas canis, gatis e criatórios regularmente estabelecidos e registrados seriam autorizados a exercer essa atividade comercial.

Os estabelecimentos deverão ter relatório discriminado de todos os animais, com os respectivos números de cadastro do microchip no Sistema de Identificação Animal do Município de Belo Horizonte (SIAM-BH), que deverá ser criado, em caso de aprovação da proposta, em prazo de 90 dias.

Em entrevista ao Portal UAI, o vereador Osvaldo Lopes, autor do projeto, diz que o objetivo é criar mecanismos para que “o município obtenha de uma forma mais objetiva o controle da comercialização, visando a um controle sanitário mais eficiente e o bem-estar animal”.

ANIMAL NÃO É COISA

Só depende da sanção do presidente Michel Temer (PMDB) para que os animais deixem de ser tratados como coisas no código civil brasileiro. Dois anos depois de ser apresentado no Senado Federal, o texto teve aprovação final na última terça-feira (8/8) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados. Com isso, eles passam a ser tratados como bens móveis, o que abre caminho para futuros direitos. O projeto do senador Antonio Anastasia registra textualmente que “os animais não serão considerados coisas”.

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26 jun 2017

Jardineiro que intrigou o mundo com imagens de um suposto ovni

Arquivado em Cidade, Comportamento, Ufologia

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É sempre uma grande surpresa participar dos encontros promovidos pelo Fórum Permanente para Estudos de Fenômenos Transcendentes de Minas Gerais (FOTRANS) – na Universidade FUMEC. A organização é impecável e o clima de confraternização deixa o ambiente com um gostinho de quero saber mais sobre ufologia.

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No último sábado (24/06) foi ainda mais especial. A data marcou o Dia Internacional do Ufólogo. A palestra ficou por conta de uma pessoa que sempre cultivou a vida na terra fértil, mas sempre com os olhos grudados no céu: Geraldo Bruzinga.

Bruzinga, 54 anos,  jardineiro aposentado estuda, há 30 anos, objetos não identificados em Belo Horizonte.  Já conseguiu reunir 30 vídeos com registros de luzes e formas desconhecidas. “Não  me considero ufólogo, mas gosto de olhar para cima. As pessoas não olham mais para o céu”, diz.

Geraldo ganhou fama internacional, depois que publicou um vídeo de 44 segundos, no dia 12/03 desse ano, com imagens de um objeto não identificado no bairro Nova Cintra, na capital mineira. As imagens foram exibidas na emissora T3M no México. O apresentador compara as imagens feitas pelo senhor Geraldo com outra filmagem realizada em 29 de janeiro de 2017 por um israelense.

Ele conta um pouco no pequeno vídeo abaixo como conseguiu filmar o objeto no telhado de sua casa, apesar das dificuldades de locomoção provocadas por uma degeneração na medula.

Veja as imagens do objeto voador não identificado captadas pelo Geraldo Bruzinga, por meio de um telescópio médio porte (Toya de 200 mm). O equipamento foi adaptado com um artefato de madeira com o objetivo de fotografar os fenômenos.

05 jun 2017

Ufologia: Os alienígenas já vivem entre nós?

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O tão esperado  XX Congresso Brasileiro de Ufologia será realizado, em Belo Horizonte, de 21 a 23 de julho. O evento ocorrerá simultaneamente ao I Encontro de Ufologia Avançada de Minas Gerais no Hotel Othon Palace, no centro da capital mineira. A iniciativa conta com a presença de  14 conferencistas de todo país e ainda um especialista em abduções alienígenas dos Estados Unidos (EUA), o doutor John Carpenter – da Mutual UFO Network (MUFON).

O Congresso é uma oportunidade de entender um pouco sobre objetos voadores não identificados, presença de alienígenas no planeta Terra, abduções, tipos de contatos, tecnologia e outros pontos de vista. Entrevistei com exclusividade um dos ufólogos mais reconhecidos no Brasil e no mundo pelos trabalhos na área da ufologia.

Ademar José Gevaerd é ufólogo e editor da Revista UFO. Participou de várias produções de TV e de documentários sobre ufologia no Discovery Channel, National Geographic Channel e no History Channel. É conhecido internacionalmente pelas investigações de campo dos casos de Ovnis no Brasil.

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Foto: Revista UFO

Adriana Santos: Na sua opinião, o estudo Ufológico cresceu no Brasil e é cada vez mais aceito pela sociedade e pela mídia ou ainda é um assunto tabu?

Gevaerd: Uma pequena parcela da mídia de massa  e uma pequena parcela da sociedade ainda permanecem alheios à questão ufológica. Não acreditam. Não dão importância. Não se interessam. Agora, muita coisa mudou em 20 anos. Vamos dizer que naquela época a rejeição ficaria em torno de dois terços da população. Hoje a rejeição não chega a um terço. A imprensa mais esclarecida tem apoiado a ufologia com publicações sérias. No Brasil, por exemplo, a Veja não publica coisas sérias sobre ufologia. Parece que a revista tem uma doença, uma patologia, porque eles não conseguem escrever três linhas com seriedade e respeito sobre o assunto.  A Folha de São Paulo, o Estadão, a Revista Isto tratam a coisa com bastante seriedade. Há sim um crescente esclarecimento na sociedade.

Adriana Santos: Desde quando os seres de outros planetas ou “alienígenas” visitam a Terra?

Gevaerd: Desde sempre.  O universo tem quase 5 bilhões de anos. Há planetas  que existem há 4 bilhões de anos e civilizações que existiram ao logo de todo esse período. A Terra tem uma civilização que, segundo estudiosos,  tem por volta de 160 mil anos. Isso não é nada comparado com a escala de existência da vida no universo.  Há civilizações que surgiram  e desenvolveram como a nossa surgiu e desenvolve, mas há milhões de anos. Essas civilizações se desenvolveram e passaram a explorar outros mundos, assim como estamos fazendo agora. Começaram a explorar seus sistemas estrelares,  ir até os planetas vizinhos e depois a lugares mais distantes  do sistema solar. Então, desde sempre, a Terra vem sendo visitada por muitas civilizações. Há aquelas civilizações mais antigas que visitam a Terra e aquelas que estão chegando agora. Estima-se que daqui a trinta anos, nós terráqueos teremos tecnologia para  visitar outros planetas.

Adriana Santos: Por que os contatos não são públicos, já que, segundo alguns estudos, muitos deles têm consciências superiores e tecnologias avançadas?

Gevaerd: A maioria deles tem  consciência superior à nossa. Todos, absolutamente todos,  têm tecnologia mais avançada,  porque eles conseguem chegar até a Terra. Eles têm máquinas que conseguem  ir a outros planetas.  Veja a nossa dificuldade.  Para que possamos enviar uma sonda para marte, precisamos de alguns bilhões de dólares e 26 meses de espera. Agora, parece que tem uma técnica que pode levar  uma sonda lá  em 18 meses, mas estamos muito longe de levar uma tripulação.  E quando chegarmos ao ponto de levar uma tripulação, ela não voltará. Vai morrer lá.  Com certeza as civilizações que nos visitam têm tecnologias mais avançadas. É muito provável  que suas consciências, que suas espiritualidades, que seus conceitos de moral e ética  também sejam bastante avançados. Essas coisas devem andar juntas, mas nós não sabemos. Agora, qual o motivo dos contatos não serem públicos?  Talvez porque eles não queiram. Será que eles têm regras para não interferir. Isso é muito importante. Uma civilização mais avançada  do que a nossa poderia provocar um impacto tão grande, tão profundo que não nos reconheceríamos mais.  Logicamente, historicamente, religiosamente, cientificamente, moralmente, eles estão mais avançados. Seria inconcebível  um relacionamento com eles. A não interferência deve equilibrar as regras do jogo. Eles vão se apresentar quando estivermos em condições de entender e o impacto não for tão duro.

Adriana Santos: Qual a relação entre Ufologia e Espiritualidade? Quando as duas áreas começaram a ter alguma relação?

Gevaerd: Estamos falando de espiritualidade e não de espiritismo. Estamos falando de uma coisa mais ampla. Espiritismo é espiritualidade, mas espiritualidade não é espiritismo. Eu entendo da seguinte maneira:  nós e os seres que nos visitam somos praticamente idênticos. Eles quando descem de suas naves, há milhares de anos, sempre foram vistos com dois braços, duas pernas,um tronco, uma cabeça.   É uma indicação clara que a humanidade  está espalhada por uma vasta área  do universo,  em inúmeros planetas, inclusive em planetas mais atrasados do que o nosso. Se levarmos em consideração  que somos  entidades que  temos um corpo  dotado de um espírito,  é possível que eles sejam também.  Se eles são mais avançados do que nós, eles  vão ter um controle do seu espírito, assim como nós pretendemos ter um dia. Primeiro é por aí, uma explicação bem óbvia.  Segundo  a ufologia, são  muitos campos  de exploração  do conhecimento humano, não só material,  mas também espiritual.  A ufologia  necessita de todas as ferramentas  para que possamos entender o fenômeno ufo. Nós temos a ferramenta da ciência, da psicologias, da sociologia, mas também precisamos das ferramentas espirituais.  Na falta de  uma expressão melhor,  vamos chamar de ferramentas espirituais, canalizações, corporações. Coisas que acontecem  muitas vezes em centros espíritas, são manifestações de seres extraterrestre, que se encontram nessa situação para se aproximar da gente por um outro ângulo.

Adriana Santos: Os “alienígenas” têm valores morais e éticos como os humanos?

Gevaerd: Sim. Eles demonstram uma semelhança, um provável grau de parentesco. São seres que agem com ética. É provável  que devem ter conceito de moral.  Pelo menos é assim  que se acredita. Não há muita lógica um civilização progredir, sem ter condições de um refino gradual da ética e moral.  Nós próprios temos, ao longo do tempo,  refinado nossos princípios de ética, moral e comportamentos sociais. Nos últimos 20 anos, nós temos mais respeito pelo meio ambiente. Não fumamos mais em restaurantes. Aceitamos relacionamentos homoafetivos, quando antes era tabu. Hoje temos um senso moral mais refinado.

Adriana Santos: Há planetas habitados por seres mais primitivos que os humanos?

Gevaerd: Certamente que sim. Se você fizer uma escala,  digamos de 0 a 100,  em termos de degraus  de evolução,  vamos dizer que a Terra esteja aí  em um degrau 30, 40 por ai. É um planeta razoavelmente civilizado, mas não avançado. Imagine  que temos 7,5  bilhões de seres humanos, sendo que 2,5 bilhões passam fome. Então a Terra  é um planeta atrasado. Em compensação temos uma tecnologia e uma perspectiva  de futuro.  Mas claro que há aqueles planetas que estão  nos degraus inferiores. Há civilizações que estão germinando hoje, ainda em estado embrionário. Assim  como há civilizações que estão na idade da pedra. Os caras devem estar comendo picanha crua porque não descobriram o fogo. Há civilizações tão lá na frente que não temos ideia como seriam de tão avançadas.

Adriana Santos: Há “alienígenas” ente os humanos?

Gevaerd: Sim justamente porque eles são tão semelhantes a nós, perfeitamente idênticos,  têm condições de passar despercebidos  entre nós.  Ai eu recorro mais uma vez o exemplo  humano. Suponha que daqui a  30, 50, 100 anos tenhamos uma tecnologia que nos leve com segurança e rapidez a outros planetas mais atrasadinhos (uma Terra dos anos 40 e 50  ou até mesmo agora).  Como seres semelhantes a eles, provavelmente faríamos uma experiência antropológica, sociológica em outras civilizações planetárias. Nós infiltraríamos para ver como eles vivem,  como eles formam suas famílias, como eles formam seus conceitos  de sociedade, como eles edificam suas residências, como se locomovem, como eles apreciam a natureza. Nós certamente vamos ter esse interesse. Isso é a ralidade de uma grande quantidade de raças que nos visitam. Alguns são mais altos, outros mais baixos, uns têm  a pele mais escura ou  mais clara  têm aqueles com cabelo mais alvo. Não importa. Importa que o formato humano  é idêntico. Você na rua não vai encontrar duas pessoas iguais, mas parecidas. Mesmo que esses seres sejam parecidos  conosco, eles não serão iguais, mas eles poderão passar desapercebidos.  Você passa pela rua de Belo Horizonte e vai ver gente feia, gente bonita, gente magra. Não dá para dizer quem é ou não é daqui.  Pelas mesmas razões não temos condições de detectá-los.  Talvez algumas pessoas possam identificar.

Adriana Santos: O que é e como acontecem as abduções?

Gevaerd: As abduções até um tempo atrás, as clássicas, aquelas de sempre, ocorrem quando você, por exemplo, está dirigindo o seu automóvel por uma estrada erma e de repente, por alguma razão, sente vontade de parar o carro. Depois você retorna para seguir até o seu destino, porém você esperava chegar em uma hora X e você chega cinco horas depois. O que aconteceu com você? A mesma coisa acontece quando uma pessoa desce de um ônibus, à noite, depois da escola, da faculdade, do trabalho e precisa andar seis quadras até chegar em casa, mas a pessoa só vai chegar na manhã seguinte. Como? São situações que as pessoas são levadas contra sua vontade. Elas não se lembram  do que aconteceu  durante horas. Podem ser duas, três, cinco, seis horas… Ás vezes as pessoas são levadas por dia. Quando são devolvidas, 99,9 por cento ficam sem memória. Apenas algumas pessoas têm sintomas, fragmentos de memória que se manifestam, possibilitando uma investigação através de um método chamado hipnose regressiva. Descobrimos que durante aquele tempo que elas não lembram do que aconteceu, elas  foram abduzidas, levadas a bordo de naves. Lá em geral são submetidas a exames médicos. Inclusive são extraídos das mulheres óvulos e extraídos dos homens sêmen. A gente sabe o que se faz com isso ai. O material genético serve para fazer bebê – 9 de cada 10 abduções são para retirar material genético. Agora de um tempo para cá nós descobrimos, não quer dizer que isso já não vinha acontecido ha muito tempo,  mas descobrimos  que os seres extraterrestre não necessariamente precisam levar as pessoas a bordo das naves. Eles podem entrar em nossa casa. Podem entrar no nosso quarto, quando dormimos. Eles fazem praticamente a mesma coisa, quando nos levam a bordo das naves. E mesmo que você esteja dormindo com seu namorado, seu marido, e os interesses deles é por você,  não adianta gritar, tentar acordar seu companheiro. Eles vão fazer o que precisam fazer com você. São formas de abdução, entre muitas outras coisas.

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