07 jun 2016

Cães são descartados em caminhões de lixo no México

animal no lixo

Reprodução Facebook

NOTA BLOG SAÚDE DO MEIO: Recebi algumas informações de pessoas idôneas e que conhecem os mecanismos de manipulação de imagens que a foto dos cães no caminhão de lixo é uma montagem viral. No entanto, há casos, até mesmo no Brasil e noticiado na grande imprensa, de animais descartados como lixo. Lamento o ocorrido  e mais uma vez levanto minha voz contra toda forma de maus-tratos contra animais não humanos.

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A foto acima foi registrada no bairro Ticoman na Cidade do México. Um homem marcado pela extrema crueldade se livrou de seus cães de estimação como lixo, por meio de um caminhão de coleta da região. É visível o pavor dos cães, desamparados e descartados como produtos de consumo

Este não é um incidente isolado. No início deste ano, a imprensa local mostrou indignada um vídeo com alguns homens coletores de lixo com um bando de cães na parte traseira de um caminhão no momento da eliminação de resíduos.

12 fev 2016

Aedes aegypti transmite doença que pode causar embolia pulmonar e morte em cães

Arquivado em Animais, Dengue

aedes cães

Créditos: Ultimo Segundo via Correio Braziliense

Foto: Marvin Recinos/ AFP)

Apesar do senso comum, os alvos do mosquito Aedes aegypti não são apenas as pessoas, mas também seres felpudos e de quatro patas. A dirofilariose canina é uma doença que tem entre seus vetores o mosquito transmissor da dengue, do zika vírus e do chikungunya. E a consequência é uma embolia pulmonar que pode levar à morte.

O veterinário André Luís Soares da Fonseca, professor na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS), explica que “o Aedes aegypti prefere sangue humano, mas também ataca cães” – momento em que o parasita dilofilaria immitis entra no corpo do animal e passa a se desenvolver em seu coração, podendo atingir até 20 centímetros de comprimento.

“É um verme que fica em forma de novelo. O animal infectado chega a abrigar no coração dez larvas ou até mais”, alerta Rodrigo Monteiro, professor do curso de Medicina Veterinária na Universidade Anhanguera. “O parasita se alimenta dos componentes do sangue, nutrientes e proteínas do animal.”

A partir do momento em que o Aedes aegypti contaminado com a dirofilária pica o cão, o verme é transmitido para o animal, caindo na corrente sanguínea e indo direto ao coração, onde instantaneamente começa a causar danos.

Inicialmente de uma dimensão minúscula, capaz de passar pela tromba do mosquito, o verme se desenvolve rapidamente e, em três anos, chega a seu auge, com 20 centímetros, momento em que passa a causar maior estrago ao organismo. Cansaço, dificuldade para se exercitar, tosse e edema pulmonar são alguns dos sintomas.

O tratamento, diz Monteiro, é de alto risco, já que o medicamento atualmente disponível mata o verme, mas, por se hospedar nas artérias do coração e até do pulmão, se fragmenta e pode entupir algum capilar do órgão respiratório, causando a embolia pulmonar e levando à morte. Sem ele, no entanto, o animal está fadado a morrer, pois o verme continua a crescer e se desenvolver dentro do coração.

“Mas os animais dificilmente morrem por infarto, porque o coração canino consegue se irrigar de forma mais eficaz do que o humano quando alguma artéria está obstruída”, ressalta o especialista. “Só que a embolia é ainda mais grave do que o infarto.”

Apesar de o primeiro vetor da doença ser o mosquito culex, um pernilongo comum, a alta densidade do Aedes no País aumenta o risco de transmissão pela espécie.

Proteger o cão é a melhor maneira de evitar a doença

Monteiro explica que há um medicamento vermífugo que pode ser oferecido mensalmente aos cães que vivem em áreas endêmicas da dirofilariose, mas que ele só vale como método preventivo, quando a infecção pela larva ainda é recente.

“Se o cão for picado pelo mosquito infectado, assim que essa larva cair no sangue, automaticamente ele vai morrer”, conta Ribeiro. Ele enfatiza que o medicamento, receitado por médicos-veterinários, é seguro e que há cães tomando-o mensalmente há mais de dez anos, sem registro de efeitos colaterais.

Outra forma de prevenir, segundo Fonseca, da UFMS, é passar um inseticida canino nos pelos dos cães, cuja eficácia contra o Aedes aegypti é de 98%, com durabilidade da proteção de 30 dias.

A incidência da dirofilariose canina varia de região a região. O litoral norte de São Paulo, o interior do Estado e o Nordeste do País, por exemplo, são algumas áreas com maior número de casos em território nacional.

05 jan 2016

Hotel abriga animais abandonados e incentiva adoção

Arquivado em Animais, Internacional
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Reprodução Hotel Derek

A Organização Não Governamental (ONG) Charlie’s Angels Animal Rescue (CAAR), em parceria com a rede de hotéis Aloft, criou em Ashville, na Carolina do Norte (Estados Unidos da América), um hotel muito especial.

Para além de pessoas, o hotel recebe animais resgatados que não têm lar e incentiva os hóspedes humanos a visitar e a interagir com os hóspedes caninos.

A ideia nasceu de um mero acaso. Há uns meses um funcionário do hotel fez uma viagem de avião e ao seu lado foi sentada uma voluntária da ONG. Conheceram-se. Partilharam experiências e a conversa recaiu na dificuldade de arranjar um abrigo para os cães abandonados. Uma vez que o hotel sempre permitiu a estadia de animais, o funcionário lembrou-se de que poderia passar por aí a solução. E assim foi.

Na página de Facebook do hotel é possível ver não só os cães disponíveis para adoção, como todos aqueles que já foram adotados, juntos dos respectivos donos.

Crédito: Conexão Lusófona

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