15 ago 2016

Saiba enfrentar o “cachorro preto” da depressão

dente de leão

Nada é permanente. Quem passa pelo planetinha azul deve saber disso para evitar o “cachorro preto chamado depressão”  , a ansiedade e o estresse. Tudo passa. O mundo gira. Somos movimento. Acontece que, a cada dia, somos invadidos pelo medo de não dar tempo de fazer alguma coisa ou pela lamentação das perdas… Então esquecemos de Ser o que somos.

Já fui mordida pelo cachorro preto. Foi difícil escapar da fera. Precisei reinventar o meu mundo, mesmo sem a presença física de pessoas amadas do meu convívio familiar. A primeira regra que aprendi foi: “não sou vítima das circunstâncias; sou prisioneira dos meus pensamentos”.

Quando o estresse e ansiedade se uniram, tomei outro tombo. Fiquei bem ferida. Mas gato escaldado  tem medo de água fria, diz o ditado popular.  Foi aí que encontrei o poder curativo da meditação, da respiração e do silêncio. Saiba mais no vlog que preparei para você.

10 maio 2016

Livro orienta que é possível viver com mais qualidade em família

viver

Neste livro, Elizabeth Monteiro, autora do best-seller A culpa é da mãe, reúne reflexões e comentários publicados em suas cinco obras anteriores. Dirigidas especialmente às mães, as frases falam, entre outros temas, de amor, amizade, ciúme, coerência, liberdade e limites. Orientações simples e essencialmente humanas.

Quem é mãe certamente já passou pelo momento em que nada parece dar certo. A paciência, a intuição e a serenidade vão embora e restam apenas dúvidas. Nessa hora, quando a harmonia familiar simplesmente desaparece, um conselho, uma dica, uma orientação fazem uma enorme diferença. O novo livro de Elizabeth Monteiro – Viver melhor em família – Dicas e atitudes para relacionamentos saudáveis e filhos felizes (160 p., R$ 29,90), lançamento da Mescla Editorial – traz quase 200 reflexões divididas em temas para serem lidas ao acaso ou consultadas conforme a necessidade. As frases, escolhidas uma a uma, são fruto de mais de 20 anos de experiência no atendimento a crianças e adolescentes.

Psicóloga, psicopedagoga, palestrante de sucesso, consultora e mãe de quatro filhos e avó de seis netos, Elizabeth é uma fonte de sabedoria, que já transformou a vida de muitas famílias. Sem adotar um tom professoral, característico dos especialistas, ela utiliza uma linguagem simples, humana, que toca o coração de quem a ouve ou lê. Veja abaixo algumas reflexões:

“É na família que aprendemos a enfrentar a vida. É nela que experimentamos e desenvolvemos todos os sentimentos e emoções necessários para encarar a vida adulta. Ela é uma microssociedade onde aprendemos a lidar com a raiva, a tristeza, a alegria, a frustração e o medo. É na família que treinamos os papéis que desenvolveremos na fase adulta.”

“Incomodou o(a) namorado(a) dormir em casa? Não importa onde está a questão. Você não pode se sentir incomodado(a) na relação com o seu filho nem em sua própria casa. Explique isso a ele e dê um basta. Tudo tem seu tempo, tudo tem sua hora, tudo tem uma hierarquia. Atualmente, existe a tendência de acelerar a vida, pular etapas e não ligar para a hierarquia. Precisamos ensinar nossos filhos a esperar.”

“Costumo dizer que todos os pais amam seus filhos, mas são muito poucos os que os aceitam como eles realmente são. Portanto, são poucos os filhos que se sentem verdadeiramente amados, porque não se sentem aceitos.”

“A teimosia, a provocação, o oposicionismo e a manipulação são formas de testar a importância de cada expectativa dos pais. Um comportamento que não provoque reação não vale a pena ser repetido. […] Certos momentos são cruciais na rotina de uma família, como a hora do banho, da comida, de escovar os dentes, de fazer as lições, de parar de brincar, de ir à escola, de ir se deitar, de se levantar, de arrumar o quarto. Tente organizar jogos para esses momentos, a fim de evitar as armadilhas que a criança arma para chamar sua atenção de modo negativo.”

“Não tente impor suas soluções para os problemas dos outros. Deixe que seu filho aprenda com os próprios erros. Permita-se também errar. Se você criticar menos a si mesma, será menos crítica com os outros. Não dê importância às críticas quanto à educação que você dá. Olhe para dentro de você e veja se está sendo um bom modelo. Educar não é ensinar boas maneiras, mas sim transformar seu filho em um cidadão digno.”

A coletânea, que também é indicada para avós, pais e cuidadores, traz ainda orientações sobre bullying, ciúme dos pais, rivalidade fraterna,  exemplo, consumismo, educação financeira, culpa, superproteção, divórcio, drogas, morte, saúde física e mental, sexualidade, tecnologia, violência, raiva e medo, entre outros temas.

Um dos mais poderosos instrumentos de educação é o exemplo. Segundo Elizabeth, pais e mães se esquecem de que, enquanto dão ordens e explicações, transmitem a seus filhos mensagens por meio de atos e emoções. Para ela, rotinas cotidianas, regras simples, bem estabelecidas e seguras, coerência e, acima de tudo, bons modelos geram filhos que escutam e respeitam os outros, cooperando quando preciso. Geram verdadeiros cidadãos de bem.

17 fev 2016

Boatos sobre relação zika vírus e microcefalia provocam medo e confundem a população

boatos

Reprodução/Google

Com a expansão da internet, a produção de informações e os valores midiáticos não ficaram mais restritos aos jornalistas e aos profissionais de comunicação. Todo mundo é um produtor em potencial de informações, muitas vezes ancorados em boatos na tentativa de apontar os verdadeiros culpados pelas mazelas da humanidade. Boato para quem não sabe é uma notícia de teor duvidoso, pois normalmente é baseado em informações incompletas e que possuem pouca ou nenhuma verdade científica.

E como diz o provérbio popular: “de médico e louco todo mundo tem um pouco”, principalmente nas redes sociais, todo cuidado é pouco para evitar informações falsas. O problema pode ser ainda pior em tempos de zika vírus e microcefalia. A onda de boatos em torno da epidemia, presente em praticamente toda a América Latina e no Caribe, soa como uma bomba nuclear, destruindo tudo que passa pela frente, inclusive a reputação de instituições de saúde.

Conversei com o divulgador científico Átila Iamarino @oatila Ele é biólogo e doutorando em evolução de HIV-1. Apaixonado por ciência e viciado em informação. Além disso, Átila é também o criador do blog Rainha Vermelha, que mostra várias curiosidades da biologia e tem um canal no Youtube. Ele gravou um vídeo exclusivo para o blog Saúde do Meio sobre a rede de boatos na internet. Confira:

DICAS PARA EVITAR BOATOS NA INTERNET

– Verificar a origem da informação. Não confie em informações anônimas

– Sempre duvide da informação antes de divulgar nas redes sociais, principalmente FOFOCAS e assuntos POLÊMICOS

–  Na dúvida, consulte outros sites, blogs, jornais…

– Evite divulgar imagens de flagrantes, câmeras escondidas, vídeos de WhatsApp e pesquisas sem fundo científico

– Lembre-se: você também é responsável pelas informações divulgadas pela internet

– Prefira sites, blogs, jornais e instituições confiáveis

 

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