20 mar 2018

Transplante de Fígado é tema de seminário em Belo Horizonte

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fígado

Nos dias 23 e 24 de março, a Sociedade de Gastroenterologia e Nutrição de Minas Gerais (SGNMG) com o apoio do Hospital Felício Rocho realiza o “Seminário Mineiro” e o “1° Encontro Multidisciplinar de Transplante de Fígado”. As inscrições são gratuitas e limitadas, e devem ser feitas no site www.sympla.com.br/smtf.

Minas Gerais apresentou expansão recente no número de equipes de transplante de fígado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), que agora estão presentes em cidades pólo do Estado. Além de três equipes ativas em Belo Horizonte, que atuam no Hospital Felício Rocho, Hospital das Clínicas da UFMG e Santa Casa de Misericórdia de BH, ainda existem grupos transplantadores nas cidades de Montes Claros (Santa Casa – MC), Juiz de Fora (Santa Casa – JF, H. Monte Sinai) e Itajubá (Hospital Escola).

O Seminário contará com a presença de todas as equipes que fazem transplante de fígado pelo SUS em Minas Gerais e também com a central reguladora de transplantes do estado, o MG transplantes. Deste modo, estarão reunidos cirurgiões do aparelho digestivo, hepatologistas, gastroenterologistas, infectologistas, intensivistas, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais e demais profissionais da área da saúde envolvidos no sistema de transplantes em Minas Gerais.

Com a presença de renomados convidados nacionais e os principais nomes da área em MG serão debatidos os problemas que envolvem a doação de órgãos em nosso estado e as dificuldades vividas pelas equipes que realizam estes transplantes. Em um segundo momento ocorrerá atualização científica, com destaque para temas que expressam os desafios complexos do dia-a-dia das equipes, destacando-se as complicações clínicas e cirúrgicas pós-transplante, o câncer de fígado e a hepatite fulminante, ou ainda temas novos e atuais como a febre amarela.

23 jan 2018

Cozinha Inteligente seleciona alunos para mais um curso

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cozinha 2
As inscrições para a quarta edição do Cozinha Inteligente já estão abertas. O curso, promovido pelo Servas, é direcionado a pessoas de baixa renda e forma auxiliar de cozinha especializados em aproveitamento integral de alimentos e destinação correta dos resíduos. Serão oferecidas 20 vagas.

Os interessados devem ser maiores de 18 anos e podem se inscrever no Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR), à avenida Belém, 40 – Pompéia, das 9h às 14h; ou na sede do Servas, à avenida Cristóvão Colombo, 683 – Funcionários, das 9h às 17h. No ato da inscrição, devem ser apresentadas cópias do comprovante de residência, diploma ou da declaração de conclusão do ensino fundamental 1 e identidade.

O início do curso será em 5 de fevereiro com conclusão marcada para o dia 18 de maio. O aluno receberá material didático, certificado de conclusão (desde que cumpra a carga horária e desenvolva as atividades propostas).

Transformação social por meio da gastronomia

Realizado em parceria com o Sesc e Senac, o projeto Cozinha Inteligente oferece curso de Auxiliar de Cozinha com ênfase em aproveitamento integral de alimentos e gestão de resíduos. Três edições já foram realizadas – em 2015, 2016 e 2017 – e formaram 60 profissionais.
O objetivo é formar, gratuitamente, profissionais de culinária com um diferencial para o mercado de trabalho. Dessa forma, o Cozinha Inteligente promove maior empregabilidade ao aluno egresso e agrega valor para indústria.

O curso tem um total de 272 horas/aula, o equivalente a aproximadamente três meses de duração e compreende quatro módulos: Gestão de Resíduos e Meio Ambiente, Técnicas de Auxiliar de Cozinha e Gastronomia, Aproveitamento Integral de Alimentos e curso básico de Empreendedorismo e Transição de Carreira.

Serviço:

Curso Cozinha Inteligente
Inscrições abertas
Locais: Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR)
Av. Belém, 40 – Pompéia

Das 9h às 14h
Servas
Av. Cristóvão Colombo 683 – Funcionários
Das 9h às 17h
Tel: 3349-2400
Crédito: SERVAS
14 jan 2016

Novas inscrições para o Mais Médicos terminam na sexta

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mais médicos

Reprodução/Google

As inscrições para ingresso de profissionais no Programa Mais Médicos terminam na próxima sexta-feira (15). O Ministério da Saúde estima que serão abertas cerca de 2.600 vagas.

O número de postos será calculado quando os municípios que já participam do programa confirmarem se ainda precisam dos profissionais. O prazo para a manifestação dos municípios também vai de 12 a 15 deste mês.

O processo seletivo será para reposição de vagas que serão abertas com o fim do ciclo de um ano, no qual cerca de 2.300 profissionais atuam, e também para o preenchimento de cerca de 300 vagas que são abertas normalmente a cada três meses com a desistência de médicos, por exemplo, por passarem em residência médica ou aceitarem ofertas de emprego.

Os clínicos que estão fechando o ciclo de um ano este mês poderão continuar no programa por mais três anos, sem sair do município onde já trabalham. “O esperado é que a maioria desses profissionais saia agora em janeiro, já que se inscreveram para ganhar pontuação na residência médica ”, disse, em entrevista a jornalistas, o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Hêider Pinto.

Desde o ano passado, o Ministério da Saúde permite que o candidato, no momento da inscrição, opte pela modalidade que prevê atuação por um ano e ganho de pontuação adicional de 10% em provas de residência, ou pela permanência no município por três anos, com ajuda de custo.

Como sempre, as vagas serão abertas primeiro para médicos com registro nos conselhos regionais de Medicina brasileiros. Caso esses profissionais não preencham todos os postos, os brasileiros formados no exterior terão oportunidade de concorrer. Por último, profissionais estrangeiros porão ficar com as vagas restantes.

No dia 25 deste mês, o Ministério da Saúde publicará edital com as cidades com vagas abertas pela desistência de profissionais. Os inscritos poderão escolher os municípios entre os dias 25 e 27.

De forma geral, a taxa de desistência do programa é de 5% dos médicos por ano. Segundo Hêider Pinto, quando o foco está nos médicos brasileiros, a taxa sobe para 13%, o que ele considera um bom número, se comparado a uma pesquisa que indica uma taxa de 50% dos médicos do serviço público de forma geral.

D acordo com o secretário, a tendência é que os municípios maiores passem a contratar profissionais com meios próprios, diminuindo a demanda do programa. Porém, Pinto diz não imaginar que os provimentos pelo programa acabem antes de 2020.

Hoje o Mais Médicos conta com 18.240 médicos em 4.058 municípios e 34 distritos sanitários indígenas especiais. O programa foi criado em 2013 para levar médicos a localidades carentes desses profissionais.

Crédito: Agência Brasil

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