18 maio 2016

Afinal, porque adoecemos?

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Por: Mônica Vitorino
Email: nutricionistamonicavitorino@gmail.com
vida.nutri – alimentação vegetariana –  Rua do Ouro 548 – 3° andar – Belo Horizonte

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Devemos sempre ter em mente que a doença não se manifesta e muito menos permanece em um corpo ecologicamente sadio.

Quando aperfeiçoamos a nossa fisiologia e permitimos que todas as funções do corpo trabalhem harmoniosamente desencadeamos o processo de auto cura. Assim estaremos agindo em favor da nossa idade biológica que é a idade do desgaste do nosso corpo e que é diferente da idade da nossa certidão de nascimento, chamada de cronológica.

O que mantém a nossa idade biológica em alta são hábitos de vida e conduta de pensamentos. Se ingerirmos alimentos que não deveríamos ingerir como os industrializados, as carnes e seus derivados, laticínios, álcool, frituras, ou seja, se deixarmos de nos alimentar de uma forma natural e alcalina, mantemos o corpo e mente em constante stress. Isto somado a poluição ambiental a que involuntariamente nos submetemos por certo estaremos caminhando para o envelhecimento fisiológico.

Geralmente, a pessoa que está focada no seu presente e tem aspiração para o seu futuro não envelhece facilmente e não polui a sua mente. Existe no coração um “cérebro” formado por 400.000 ou mais neurônios cuja intensidade elétrica é muito maior que a intensidade elétrica cerebral. A energia magnética do coração batendo é distribuída por todo o corpo trazendo vida, força e vigor.

Vamos, então, usar da nossa sabedoria focando em nossa idade biológica, consumindo alimentos aprovados pela mãe natureza( sem morte e sem sacrifício animal), agradecendo pela vida, buscando o auto conhecimento pedindo perdão quando a voz interior solicitar.

Tomar água, banhos de sol, andar descalço pela natureza. Fechar os olhos e procurar ouvir as batidas do coração, tendo nos momentos difíceis da vida uma boa oportunidade de desenvolver a habilidade de fazer a CONEXÃO do cérebro ao coração.

22 fev 2016

Proteína na alimentação vegetariana ainda é um grande mito

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Por: Mônica Vitorino
Email: nutricionistamonicavitorino@gmail.com
vida.nutri – alimentação vegetariana
Rua do Ouro, 603 – sala 02
Belo Horizonte

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Arquivo pessoal

Na realidade é muito raro encontrar vegetarianos/veganos com deficiência proteica.

Para o perfeito entendimento do tema é importante saber que proteína é um conjunto de aminoácidos. Quando o corpo fabrica estes aminoácidos, chamamos de não essenciais. Quando o corpo não fabrica, chamamos de essenciais e são estes que buscamos na alimentação. Quando os essenciais estão todos reunidos em uma só proteína chamamos de completa, como é o caso da proteínas de animais,  de alguns vegetais e de proteínas que combinamos através da alimentação.

Os alimentos vegetais contém todos os aminoácidos essenciais que necessitamos. O que difere é o teor  em cada vegetal e o que garante a ingestão de todos é a combinação entre eles, alcançado através da variedade no cardápio. Não é necessário fazer um esforço intencional de combinar os alimentos para conseguir a composição ideal em aminoácidos na alimentação sem proteína animal. Uma dieta contendo variedade de grãos, legumes, sementes e vegetais fornece proteína o bastante para alimentação equilibrada, sem a superdosagem a que a maioria dos que ingerem  animais e seus derivados estão expostos. Necessitamos de 0,8 gramas de proteina por kg de peso/dia e que é facilmente alcançado na dieta vegetariana e infelizmente ultrapassado na dieta onívora, causando diversas consequências como osteoporose, aterosclerose, doenças no fígado, rins dentre outros.

Comida vegetariana não é “substituir a carne pela soja”, ou seja, macarrão com molho “bolonhesa” de proteína de soja, panquecas, bolinhos, quibes, escondidinhos, também com proteína de soja. Todos feijões são alimentos que se equiparam a carne em termos proteicos. Quinoa contém todos os aminoácidos essenciais e é ecologicamente viável. Amaranto,  declarado “o melhor alimento de origem vegetal para consumo humano”, em 1979, pela Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, possui também aminoácidos essenciais. Algas, cogumelos, pistache, castanha de caju, aveia, amêndoas, chia são alimentos ricos em proteínas.

A famosa combinação entre cereais e leguminosas diariamente ( ex arroz e feijão) é muito bem vinda. De fácil aquisição, saborosa, baixo custo.

Mesmo que não seja vegetariano, arrisque, inove e conheça as saborosas preparações que esta forma de alimentar proporciona. Garanto que não se arrependerá!

Cá entre nós: a natureza sabe o que faz!!

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