18 jan 2018

Listinha de coisas que aprendo todos os dias com Sílvio Santos

Arquivado em Cidade, Comportamento, opinião

silvio santos blog

Sou jornalista há um pouco mais de 20 anos. Passei por importantes emissoras de televisão e rádio, inclusive o SBT de Salvador. É uma considerável trajetória, mas ainda encontro colegas que me fazem as seguintes perguntas: quem é o seu espelho profissional? Quem você gostaria de ser discípula? Não tenho nenhuma dúvida na hora de responder: Sílvio Santos. Nós temos muitos mestres na comunicação, mas o “Homem Sorriso” é doutor no assunto. Alguém duvida?

Sílvio Santos tem 87 anos e uma energia vital de principiante. Quem na posição dele criaria um perfil no Twitter (@SilvioSantos011) para trollar os apresentadores do SBT?

Ele já nasceu para brilhar. Sílvio é sagitariano do dia 12 de dezembro de 1930, e segundo a numerologia, tem a força do 1 (um), o número do pioneirismo, liderança, criatividade e personalidade. É um homem notável! Além das qualidades profissionais, o “Homem do Baú” esbanja simplicidade e bom humor.

Fiz uma listinha de coisas que aprendo com Sílvio.  Traduzi meus sentimentos, por meio de algumas frase famosas:

“Eu Sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas e sou conhecido por elas”

“Um sonho sonhado sozinho é um sonho. Um sonho sonhado junto é realidade”

“Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho e sobre ele lança toda a força de sua alma, todo o universo conspira a seu favor”

“Gentileza gera gentileza”

“Só se pode alcançar um grande êxito quando nos mantemos fiéis a nós mesmos”

“O bom humor tem algo de generoso: dá mais do que recebe”

“O topo da inteligência é alcançar a humildade”

“Ritmo de festa que balança o coração…
Festa divertida, colorida de emoção…
Dia de alegria, então sorria e vem pra cá…
A festa continua, a casa é sua, pode entrar!
Hey! Hey! Hey! Hey! Hey!
Hey! Hey! Hey! Hey! Hey!
Ritmo, é ritmo de festa!
Ritmo, é ritmo de festa!
Ritmo, é ritmo de festa!
(intermináveis vezes)”

21 jan 2017

O amor é como tartaruga demora, mas sempre chega

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lebre-e-tartaruga

Confesso que minha maior preocupação quando adolescente era encontrar meu verdadeiro amor no meio de tanta gente vazia que amava beber Coca Cola com Vodka nas festinhas da cidade. Na época, não pensava em casamento e príncipe encantado. Queria apenas um amor para dividir sonhos e contar as estrelas do céu.

No meio do caminho, encontrei vários jovens interessantes que me apaixonei enlouquecidamente. Foram momentos agradáveis, mas também fases bipolares do amor – movidas por ciúmes doentios e brigas intermináveis. Tenho saudades de cada um que passou pela minha vida. Digo sempre que estive com pessoas especiais que deixaram rastros importantes que fazem parte da minha história.

Já adulta, beirando os 30 anos, me casei. Foi uma paixão irresistível. Com ele, a vida me presenteou com um filho maravilhoso. A separação foi dolorida, traumática. Foi um período muito complicado na minha vida recheado de muitas perdas familiares e profissionais. Só fui me relacionar novamente com um homem 6 anos depois, mas o namoro também teve um ponto final. Foram 4 anos bons. Não tenho o que reclamar, mas agradecer pela pessoa decente que esteve comigo.

Hoje, já sou uma mulher na idade da loba com um filho adolescente, mas com os mesmos desejos ardentes para encontrar um amor que me acompanhe de mãos dadas os momentos mais difíceis da vida e desfrutar com alegria os momentos bons. Não quero corpos perfeitos, mentes brilhantes, profissionais renomados, gente rica e famosa… Só quero um amor que me faça rir dos próprios defeitos. Não quero gente chata dizendo: “Gata, sorria… você encontrou a metade da sua laranja”. Já não tenho estômago para amores românticos, polidos, líquidos  e politicamente corretos. Prefiro gente verdadeira, solidária, companheira, honesta e capaz de doar e receber amor. Gente que não tem vergonha de ser feliz.

Amar não é difícil. Difícil é aceitar o amor com gentileza e leveza – sem uma máquina de calcular no bolso. É aceitar que a vida tem altos e baixos para todos. Amar é ser solidário. Amar é ser companheiro. Amar é doar sem visar o retorno. Amar é entender o tempo do outro. Amar é respeitar o próprio tempo. Amar é olhar o outro com ternura, com suavidade, com beleza, com paciência. Não há amor sem paciência. A paixão é como um coelho  que entra em uma corrida com a certeza da vitória, mas às vezes nem sabe se vale a pena o esforço. A tartaruga entra na corrida bem devagar, mas sabe muito bem qual destino pretende chegar. Acredito no amor – fruto de um encontro de almas. E você? Acredita no amor?

15 nov 2016

Somos os únicos animais a ingerir leite de outra espécie

medalha

Sou há quase 3 anos sou vegetariana restrita (como ovos, queijo e alguns derivados). Foi uma decisão importante que contribuiu para o meu crescimento pessoal e espiritual. Na verdade, seria vegetariana desde criança, mas na época meus pais me convenceram de que a carne era a única fonte de proteína- o que não é verdade.

A minha intenção é reduzir o consumo de queijo, mas confesso que sou uma mineira devoradora das delícias da culinária regional, em especial do pão de queijo e o queijo tipo Canastra. Com relação aos ovos, dou preferência aos caipiras. Qual o motivo? Pelo menos as galinhas são criadas soltas no quintal. Sim… Sou uma defensora dos animais e amo os vegetais. Se pudesse me alimentaria de luz. Sou louca? Sim… pelos animais.

Mas voltando o assunto: QUEIJO. Amo de paixão, apesar de saber que a iguaria não é tão inofensiva como gostaria que fosse. Pedi um SOS para Mônica Vitorino, nutricionista vegetariana, para acelerar meu processo de desmame do queijo e derivados. Confira:

queijoPense e me responda: De onde vem o cálcio da vaca?

Por Mônica Vitorino

“Precisamos de bom senso sobre a mesa, escolhendo bem aquilo que vamos nos alimentar. Critério, ética, senso crítico e ambiental não podem faltar no cardápio. Somos os únicos animais a ingerir leite de outra espécie. O ato nos parece normal e rotineiro, mas  na verdade tem trazido grandes estragos ao organismo.

O leite branquinho e nutritivo vendido na embalagem com a vaquinha sorridente e feliz está em nossa memória, pois desde a infância é oferecido como um ótimo alimento. É associado inclusive a imagem materna  — LEITE = CARINHO MATERNAL— e por isto muitas vezes libertar desta bebida, que veremos adiante, é difícil. É uma quebra de paradigma alimentar.

Somos educados acreditando que o leite branquinho é fonte super importante de cálcio. Sim, o leite possui e bastante. Contudo o cálcio do leite de animais não humanos é de péssima biodisponibilidade, ou seja, é pouco absorvido pelo nosso organismo. Uma média de 32% de absorção e o restante é depositado nas artérias ao longo do corpo.

Os males ligados a ingestão desta secreção animal são vários, mas o maior problema é que seus efeitos são conhecidos apenas a médio ou longo tempo, como a osteoporose, que inicia o seu desenvolvimento na infância e se apresenta na fase adulta pelo fato de acreditarmos que a ingestão de leite é um facilitador da boa estrutura óssea das crianças.

Portanto, se quisermos manter a saúde, alguns tabus e paradigmas alimentares necessitam cair por terra. Como, por exemplo, a  crença  de que a proteína do leite é saudável. Muito pelo contrário,  causa em qualquer pessoa, problemas como; alergia alimentar, e com o passar do tempo, bronquite, rinite, asma e outras auto-imunes como a diabetes tipo 1, infantil, através do que chamamos de mimetismo molecular, o que acaba por destruir as células do pâncreas devido o uso da proteína do leite.

No período da gravidez, como todos  sabemos, os níveis de progesterona em uma mulher aumentam . Não há vida sem progesterona e o mesmo acontece na vaca. Mas o hormônio da vaca é a estrona e em níveis muitos elevados devido ao fato da vaca leiteira estar constantemente sendo fertilizada. A estrona  está relacionada com câncer no ser humano, principalmente o câncer de mama na mulher.

O leite o os produtos derivados do leite são os maiores contribuintes para a indústria bilionária das doenças. Soma-se aos fatos acima que ele traz resquícios de vacinas, antibióticos, pesticidas, substâncias radioativas, hormônios, metais pesados, outros medicamentos e bactérias perigosas.

O uso do leite  causa alergias, gases, prisão de ventre, obesidade, câncer, doenças cardíacas, doenças infecciosas e osteoporose. Infelizmente, as doenças aparecem com o consumo do leite, principalmente do queijo – que nada mais é do que a precipitação destas proteínas chamadas caseínas.

Esta substância provoca o mesmo efeito do que as substâncias conhecidas como opiáceos. Quando o leite é transformado em queijo essas substâncias ficam mais concentradas  e as pessoas  se viciam no sentimento de satisfação e felicidade  após comer o queijo. Qualquer queijo é assim, provoca esta dependência química.

A casomorfina, derivada do uso da caseína, afeta zonas do cérebro compostas por vias dopaminérgicas, serotoninérgicas e gabanérgicas, que relacionam-se  aos comportamentos emocional, motivacional, a adaptação social, alucinação e delírio. Isto explica o vício e a adoração das pessoas pelo inocente queijo.

Algumas pessoas orgulhosamente e sem saber de que fato são, se declaram viciadas em queijo. Expressões como “não vivo sem o meu queijinho” são comuns… e infelizmente verdadeiras. E assim, quanto mais  se come o queijo, mais vontade você terá de comer queijo.  A introdução de queijos e soro de leite em produtos  industrializados é cada vez maior.  Observe os rótulos dos produtos que você consome!

A correta relação nutricional de nutrientes e a sua biodisponibilidade pelo organismo  pode ser perfeitamente obtida através da combinação de outros alimentos. Inclusive se desejar, você pode consumir somente alimentos do reino vegetal. Se você quer se livrar deste veneno que é o leite, comece já, agora! Sua saúde agradece!”

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