29 out 2015

Emenda que mantém Polícia Militar Ambiental no Sistema Estadual de Meio Ambiente de Minas é aprovada

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Ascobom

Emenda de autoria do deputado Antonio Jorge (PPS), em conjunto com os deputados Cabo Júlio (PMDB), Dirceu Ribeiro (PHS) e Noraldino Júnior (PSC), que mantém a Polícia Militar Ambiental no Sistema Estadual de Meio Ambiente (Sisama), teve parecer favorável na noite de ontem (28), durante reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

Tanto o texto original quanto o substitutivo nº 1, antes da modificação, excluíam a Polícia Ambiental do sistema. O projeto segue agora para a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Ao justificar a emenda, Antonio Jorge defendeu a participação da sociedade no debate, que, segundo ele, está sendo prejudicada pelo regime de urgência e pela velocidade com que o projeto está sendo discutido.

O deputado não poupou críticas ao artigo que trata do esvaziamento da Polícia Florestal, que para Antonio Jorge exerce papel indispensável e crítico, sendo ele mesmo testemunha deste fato. O deputado apontou a falha ao esclarecer que no projeto proposto pelo Governo de Minas Gerais, ao se referir às entidades que compõem o Sisema, a Policia Florestal é excluída. Não bastasse isso, o projeto atribui funções típicas da policia ambiental, como fiscalização, aplicação de sanções administrativas, entre outras atribuições, à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Renováveis. “Como está redigido, o projeto de lei exclui a Polícia Florestal. Não é possível admitir que o Estado abra mão de uma força com mais de mil homens, substituindo-a por uma polícia administrativa”, disse.

“Queremos o debate”, afirmou o deputado, alertando que há dívidas com a sociedade, apesar de Minas ter, sim, do que se orgulhar, citando como ganhos a participação efetiva da sociedade nas decisões sobre o meio ambiente e a efetiva participação da Polícia Militar representada pela Polícia Florestal.

15 jul 2015

Código Civil Brasileiro ainda considera animais como objetos

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O abandono de animais é uma realidade cada vez mais cruel. Cães, gatos e outros animais estão por toda parte, prédios abandonados, estações de ônibus, calçadas, lixões… Quando a crise financeira aparece, são os primeiros a serem descartados como objetos. Pelo Código Civil Brasileiro, até hoje, animal não é sequer considerado ser vivo.

Os abusos e crueldades praticados pelos humanos contra os animais, que são seres sencientes e indefesos, mostram o quanto estes são vítimas da ganância humana. Por isso declaro minha confiança com relação ao projeto de lei (PSL 351/2015) do senador mineiro Antonio Anastásia (PSDB-MG).

O projeto está pronto para ser votado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado. Se aprovado, os animais não poderão mais ser considerados como coisas/objetos, modificando assim o Código Civil. O relator, senador Álvaro Dias (PSDB-PR) deu parecer favorável ao projeto, com duas emendas à redação.

OS ANJOS DOS PELUDOS EM AÇÃO 

O grupo de resgate de cães Hope for Paws é chamado para ajudar uma cadela da raça Golden Retriever abandonada, Clarabelle, que estava vivendo em um parque industrial. Carinho, cuidado, delicadeza foram essenciais para o resgate.