12 fev 2018

Foliões de BH homenageiam os índios e elogiam a atuação da PM e da Guarda Municipal

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Resolvi dar um rolezinho  no carnaval mais esperado do Brasil em plena capital mineira. Então, desci Floresta e subi Bahia. Em todo trajeto, vi BH  lotada de gente criativa, diversa, festiva e disposta a curtir a folia sem perder a ternura jamais. É claro que o trânsito estava caótico, as ruas praticamente intransitáveis. Motoristas disputavam espaço com os foliões, mas sem maiores transtornos. “Tudo vale a pena, quando a alma não é pequena”.

Os ambulantes de bebidas praticavam o livre comércio. Bebi uma latinha de cerveja da mesma marca por seis e outra por cinco reais. Fiquei nas duas latinhas – ainda tinha muita coisa para aproveitar. Como amo BH!

Como sempre, aqui no horizonte de alegria, os foliões dos blocos de carnaval não perderam o humor, a piada e a oportunidade de enfatizar a importância do respeito ao outro. Afinal, o nosso carnaval renasceu da manifestação social e política. Não poderia ser diferente, né? O maior ato político é saber conviver com as diferenças.
IMG_1837[1]Encontrei até as figuras simpática de Jesus e do Capiroto! Brincadeiras de lado, o importante é entender de uma vez por todas que somos seres livres para escolher os nossos caminhos, mesmo que isso, às vezes, nos parece insuportável. IMG_1830[1]

E a tal polêmica das fantasias de índio? De acordo com um vídeo postado pelo site “Catraca Livre”,  sete fantasias não devem ser usadas no carnaval por serem preconceituosas ou machistas, uma delas é justamente a vestimentas dos índios. Só que aqui em “Belzonte”,  os foliões resolveram transformar preconceito em homenagem. O que você acha?

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A fonte da beleza é a alegria! Como amo BH!

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Para concluir, parabéns especial aos policiais da  Polícia Militar e aos agentes da Guarda Municipal.  Por todos os lados, eles e elas estavam para garantir a segurança dos foliões. Pedi informações para alguns deles, fui recebida com atenção e gentileza. Um deles pegou o celular para me passar uma informação. Nota 10.

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Os foliões elogiaram a atuação da polícia, mas reclamaram do acesso ao transporte público. No entanto, ainda estamos na vantagem.

05 ago 2017

OPINIÃO: Pela valorização da Polícia

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Foto: Euler Junior

No dia 10/07, um grupo de oito criminosos armados com fuzis atirou contra as agências na tentativa de abrir os caixas eletrônicos, em Santa Margarida, Zona da Mata de Minas Gerais. Os policiais foram até o local e trocaram tiros com os bandidos. O cabo Marcos Marques da Silva da Polícia Militar de Minas Gerais, 36 anos, foi baleado e morreu na calçada de uma das agências.

A morte do cabo Marcos comoveu a pequena cidade mineira e policiais de todo país. Um dia após o ocorrido, o governador Fernando Pimental fez um vídeo em solidariedade a amigos e familiares do PM. Policiais de Minas Gerais e de outros estados prestaram várias homenagens ao herói de farda.

No Rio de Janeiro, até agora, 91 policiais militares foram  mortos. A fatura está sendo paga com o aumento da criminalidade. A morte de policiais em todo país  não é mais casos isolados, como alguns gostam de dizer por aí. Pelo contrário, é uma realidade cruel estampada em nossa cara. Só não vê quem não quer.

Muito mais do que a desmilitarização, é preciso mais investimentos em segurança pública, programas de combate à criminalidade, leis mais severas no sistema prisional e valorização dos policiais que enfrentam o perigo para garantir a nossa segurança. O policial não pode mais ser visto como um inimigo; aquele que acha que “bandido bom é bandido morto”; aquele insensível que mata por matar e vai dormir no berço esplendido.  Colocar o policial na posição de “bode expiatório” de um sistema de segurança falido é uma inversão de valores!

“Mas não basta tratar como herói o policial – também é preciso tratar o bandido como bandido. O ser humano é um ser relativo e não consegue julgar em absoluto, mas somente por meio de comparação. Por isso, ao mesmo tempo em que se enaltece o policial corajoso e honesto, é preciso punir verdadeiramente o criminoso, para marcar a diferença entre ambos. O policial se revolta ao proteger de linchamento o estuprador de uma criança ou ao levar para o hospital o bandido ferido que tentou matá-lo porque sabe que seu trabalho heroico e humanitário foi inútil: logo, esses bandidos serão postos na rua para cometer novos homicídios e estupros”(José Maria e Silva no artigo “A falácia da desmilitarização da polícia).

Nesse sentido, devemos separar o joio do trigo e não mais “jogar fora o bebê  junto com a água suja”. É preciso um momento de reflexão sobre o papel da polícia em nossa sociedade. Afinal os policiais são profissionais que integram um sistema maior chamado “Segurança Pública”.  Uma andorinha só não faz verão, mas pode acordar um batalhão inteiro. #TamosJuntos

02 jun 2015

Polícia mineira comemora 240 anos nas redes

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No dia 09 de junho de 2015 a Polícia Militar de Minas Gerais, completa 240 anos de serviços prestados em favor de uma cidade mais segura, menos violenta.  São quase dois séculos e meio de muitas histórias. Algumas delas são contadas na página do Facebook (Comunidade não autorizada) pelos próprios policiais e admiradores da polícia mineira, por meio de fotos, pequenos depoimentos, vídeos.

A postagem sobre uma banda composta por policias militares é um sucesso. Eles se apresentaram em Pirapora e cantaram músicas de louvor e agradecimento a Deus. Já são mais de 150 mil visualizações.

Parabéns!

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