31 jan 2018

FEBRE AMARELA: Veja como tirar o Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia

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Mais informações: ANVISA  Ministério das Relações Exteriores

17 maio 2017

Vacinação contra a gripe, higiene e não fumar são medidas preventivas contra a pneumonia

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A pneumonia é uma doença provocada por micro-organismos (vírus, bactéria ou fungo) ou pela inalação de produtos tóxicos. Ela pode ser adquirida pelo ar, saliva, secreções ou, no caso do inverno, devido a mudanças bruscas de temperatura. Essas mudanças comprometem o funcionamento adequado do sistema respiratório, o que acarreta em uma maior exposição aos micro-organismos causadores da doença.

Segundo o diretor do Hospital Bom Jesus de Congonhas, Dalbert Dutra: “a doença é o principal motivo de internação clínica, corresponde a cerca de 10% do total de internações da instituição”.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), ela é a maior responsável pelas mortes de crianças menores de 5 anos: mais de 1 milhão em todo o mundo. Os sintomas mais comuns são tosse com secreção, febre alta, calafrios e falta de ar ou dor no peito durante a respiração. O diagnóstico é feito por meio do exame clínico e de raio-x do tórax. Exames complementares também podem ser necessários para identificar o agente causador da doença.

Desde 2010, o Ministério da Saúde oferece no Programa Nacional de Imunização a vacina Pneumocócica 10-valente. As crianças são vacinadas em 3 doses: aos 2 meses, 4 meses e reforço aos 12 meses. A vacina, além de prevenir contra a pneumonia, também imuniza as crianças contra problemas como otite, meningite e infecções causadas pelo Pneumococo.

Outra vacina disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) é a Pneumocócica 23, também contra a pneumonia, mas direcionada aos idosos e demais pacientes com indicação.

As principais formas de prevenção são recomendações simples: lavar as mãos, não fumar, evitar aglomerações e se vacinar. Segundo o Ministério da Saúde, a vacinação contra a gripe reduz bastante as hospitalizações por pneumonias e a mortalidade global pela doença. Por isso, devem ser vacinados os grupos considerados mais vulneráveis às formas graves da doença: gestantes, mulheres com até 45 dias após o parto, crianças de 6 meses a 2 anos, profissionais de saúde, doentes crônicos, pessoas privadas de liberdade ou com 60 anos de idade ou mais.

05 maio 2017

Hepatite C: uma doença silenciosa que ataca o fígado

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A hepatite C é causada pelo vírus VHC transmitido principalmente por sangue contaminado. O principal grupo potencial de infectados são os nascidos entre 1945 e 1965 que fizeram transfusão de sangue, tatuagem ou mesmo os que usaram drogas injetáveis. A infecção pode também ser transmitida pelo contato sexual e por via perinatal (da mãe para filho) sobretudo durante a gravidez e o parto, assim como pelo compartilhamento de instrumentos para manicure, pedicure e colocação de piercing.A tendência é os pacientes desenvolverem uma forma crônica da doença que leva a lesões graves no fígado. A evolução da hepatite c costuma ser lenta e o diagnóstico tardio. Na maior parte dos casos, a hepatite C é assintomática, mesmo quando o fígado já está bastante afetado pela doença.

Em geral, a maioria das pessoas só percebe a doença anos após o contato com o vírus, quando apresenta um quadro grave de hepatite crônica com risco de desenvolver complicações, como cirrose, câncer no fígado e insuficiência hepática.Ainda não existe vacina contra a hepatite C, mas as pessoas que têm o vírus devem receber as vacinas contra as hepatites A e B, a vacina contra gripe todos os anos e a vacina contra pneumonia.

“A hepatite C é tipicamente uma doença crônica que deve ser controlada com medicamentos antivirais, evitando a inflamação e a destruição do fígado. É importante ressaltar que os profissionais de saúde também estão na lista dos grupos mais infectados pela doença. Outras formas de controlar a hepatite C é evitar o consumo de álcool e a automedicação”, esclarece Guilherme Ribeiro Câmara, diretor técnico da Santa Casa de Lagoa Santa.

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