24 ago 2017

Alimentos que nutrem a alma e nos deixam felizes

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Já faz um tempo que procuro escolher com sabedoria os alimentos que coloco na boca, principalmente quando deixei de consumir carne. É muito interessante perceber que o nosso paladar muda e as emoções também. Quando optamos por uma alimentação equilibrada, livre de açúcar, sal, processados, refrigerantes, frituras em excesso, tudo muda ao nosso redor. Ficamos bem dispostos e felizes. Podem acreditar! A ciência tem comprovado que alimentos saudáveis podem controlar e até curar algumas depressões. Sou uma testemunha ocular que os alimentos mudam o nosso humor. Hoje sou mais consciente das minhas emoções e controlo bem os períodos mais depressivos.

Na última terça-feira (22/8), fui até o shopping para escolher algum livro interessante de receitas vegetarianas. No entanto, um livro chamou muito a minha atenção: “Alimente bem suas emoções” da Dra. Gisela Saviole, autora também do best-seller “Tudo posso, mas nem tudo me convém” .

Totalmente fundamentada em literatura científica, ela cita as últimas pesquisas em nutrição relacionadas com as mais diversas situações do nosso emocional e mostra que uma alimentação extremamente simples, como nossas avós preparavam, pode nos devolver a alegria de viver.

O livro é simplesmente sensacional. Devorei cada página e levei poucas horas para terminar. Ficou aquele gostinho de quero mais. Então fucei o YouTube e encontrei vários vídeos com a Dra. Gisela. Ela faz um programa de saúde na TV Canção Nova. Além de uma excelente nutricionista funcional, a profissional é um encanto e passa uma energia boa demais.

Seguem sugestões de 10 alimentos que nos deixam mais felizes:

Abacate
Arroz integral
Banana
Cacau
Castanha-do-pará
Chocolate amargo
Couve
Espinafre
Ovo (gema)
Tangerina
15 nov 2016

Somos os únicos animais a ingerir leite de outra espécie

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Sou há quase 3 anos sou vegetariana restrita (como ovos, queijo e alguns derivados). Foi uma decisão importante que contribuiu para o meu crescimento pessoal e espiritual. Na verdade, seria vegetariana desde criança, mas na época meus pais me convenceram de que a carne era a única fonte de proteína- o que não é verdade.

A minha intenção é reduzir o consumo de queijo, mas confesso que sou uma mineira devoradora das delícias da culinária regional, em especial do pão de queijo e o queijo tipo Canastra. Com relação aos ovos, dou preferência aos caipiras. Qual o motivo? Pelo menos as galinhas são criadas soltas no quintal. Sim… Sou uma defensora dos animais e amo os vegetais. Se pudesse me alimentaria de luz. Sou louca? Sim… pelos animais.

Mas voltando o assunto: QUEIJO. Amo de paixão, apesar de saber que a iguaria não é tão inofensiva como gostaria que fosse. Pedi um SOS para Mônica Vitorino, nutricionista vegetariana, para acelerar meu processo de desmame do queijo e derivados. Confira:

queijoPense e me responda: De onde vem o cálcio da vaca?

Por Mônica Vitorino

“Precisamos de bom senso sobre a mesa, escolhendo bem aquilo que vamos nos alimentar. Critério, ética, senso crítico e ambiental não podem faltar no cardápio. Somos os únicos animais a ingerir leite de outra espécie. O ato nos parece normal e rotineiro, mas  na verdade tem trazido grandes estragos ao organismo.

O leite branquinho e nutritivo vendido na embalagem com a vaquinha sorridente e feliz está em nossa memória, pois desde a infância é oferecido como um ótimo alimento. É associado inclusive a imagem materna  — LEITE = CARINHO MATERNAL— e por isto muitas vezes libertar desta bebida, que veremos adiante, é difícil. É uma quebra de paradigma alimentar.

Somos educados acreditando que o leite branquinho é fonte super importante de cálcio. Sim, o leite possui e bastante. Contudo o cálcio do leite de animais não humanos é de péssima biodisponibilidade, ou seja, é pouco absorvido pelo nosso organismo. Uma média de 32% de absorção e o restante é depositado nas artérias ao longo do corpo.

Os males ligados a ingestão desta secreção animal são vários, mas o maior problema é que seus efeitos são conhecidos apenas a médio ou longo tempo, como a osteoporose, que inicia o seu desenvolvimento na infância e se apresenta na fase adulta pelo fato de acreditarmos que a ingestão de leite é um facilitador da boa estrutura óssea das crianças.

Portanto, se quisermos manter a saúde, alguns tabus e paradigmas alimentares necessitam cair por terra. Como, por exemplo, a  crença  de que a proteína do leite é saudável. Muito pelo contrário,  causa em qualquer pessoa, problemas como; alergia alimentar, e com o passar do tempo, bronquite, rinite, asma e outras auto-imunes como a diabetes tipo 1, infantil, através do que chamamos de mimetismo molecular, o que acaba por destruir as células do pâncreas devido o uso da proteína do leite.

No período da gravidez, como todos  sabemos, os níveis de progesterona em uma mulher aumentam . Não há vida sem progesterona e o mesmo acontece na vaca. Mas o hormônio da vaca é a estrona e em níveis muitos elevados devido ao fato da vaca leiteira estar constantemente sendo fertilizada. A estrona  está relacionada com câncer no ser humano, principalmente o câncer de mama na mulher.

O leite o os produtos derivados do leite são os maiores contribuintes para a indústria bilionária das doenças. Soma-se aos fatos acima que ele traz resquícios de vacinas, antibióticos, pesticidas, substâncias radioativas, hormônios, metais pesados, outros medicamentos e bactérias perigosas.

O uso do leite  causa alergias, gases, prisão de ventre, obesidade, câncer, doenças cardíacas, doenças infecciosas e osteoporose. Infelizmente, as doenças aparecem com o consumo do leite, principalmente do queijo – que nada mais é do que a precipitação destas proteínas chamadas caseínas.

Esta substância provoca o mesmo efeito do que as substâncias conhecidas como opiáceos. Quando o leite é transformado em queijo essas substâncias ficam mais concentradas  e as pessoas  se viciam no sentimento de satisfação e felicidade  após comer o queijo. Qualquer queijo é assim, provoca esta dependência química.

A casomorfina, derivada do uso da caseína, afeta zonas do cérebro compostas por vias dopaminérgicas, serotoninérgicas e gabanérgicas, que relacionam-se  aos comportamentos emocional, motivacional, a adaptação social, alucinação e delírio. Isto explica o vício e a adoração das pessoas pelo inocente queijo.

Algumas pessoas orgulhosamente e sem saber de que fato são, se declaram viciadas em queijo. Expressões como “não vivo sem o meu queijinho” são comuns… e infelizmente verdadeiras. E assim, quanto mais  se come o queijo, mais vontade você terá de comer queijo.  A introdução de queijos e soro de leite em produtos  industrializados é cada vez maior.  Observe os rótulos dos produtos que você consome!

A correta relação nutricional de nutrientes e a sua biodisponibilidade pelo organismo  pode ser perfeitamente obtida através da combinação de outros alimentos. Inclusive se desejar, você pode consumir somente alimentos do reino vegetal. Se você quer se livrar deste veneno que é o leite, comece já, agora! Sua saúde agradece!”