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22 jul 2019

Ajuda Pet: a tecnologia em defesa animal

Os doguinhos tiveram um espaço especial na Virada Cultura de BH, no Viaduto Santa Tereza, afinal os mineiros já entenderam que os animais não são objetos. Pelo contrário, são seres vivos que sentem dor, amizade, amor e sofrem com o abandono.

No evento, os interessados tiveram a oportunidade de conhecer o projeto Ajude Pet, uma ideia inovadora em prol do animal. O objetivo é encontrar e executar soluções efetivas para o fim do abandono e sofrimento de cães e gatos. Com base em três pilares: gestão estratégica, tecnologia e união das pessoas.

Saiba mais:

19 jul 2019

Café: a bebida que transforma vidas

Movidos pela paixão, os amantes do café dizem que toda hora é hora de tomar um cafezinho. E os brasileiros são os maiores consumidores: tomamos, em média, 839 xícaras por ano, o que resulta, em aproximadamente, 33,5 litros por pessoa, segundo dados da Euromonitor International.

Aroma, sabor, doçura, acidez são algumas características que dão harmonia para o paladar e olfato. Segundo os parâmetros da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), esses fatores sensoriais devem ser qualidades notáveis. Para chegar a esta categoria, há a Metodologia de Avaliação Sensorial, daSpecialty Coffee Association (SCA). Com nota máxima de 100 pontos, as bebidas especiais devem ter de alcançar, no mínimo, os 80 pontos.

Apreciador e produtor de café, Almir Moreira, mais conhecido como Miro, é proprietário do Sítio Adelaide, que fica em São Bento, município de Carangola, na Zona da Mata mineira. Produtor de café há muitos anos, naquela região, Miro que sempre foi um empreendedor, há dois anos decidiu se especializar em café especial: o café Tutty. “Entrar nesse mercado sempre foi o meu sonho. Comecei a fazer cursos de técnicas de manejo na lavoura e principalmente os cuidados na colheita, que é feita de forma manual e seletiva”, explica.

De acordo com Miro, para chegar à categoria especial, as colheitas dos grãos têm que ser 100% maduros, levados para terreiros suspensos e o cuidado com a higiene do local é fundamental. “A pontuação do primeiro lote do café Tutty chegou na marca de 87.7. Meu objetivo é chegar a nota máxima”, diz orgulhoso.

Jovens baristas

O projeto social Jovens Baristas foi criado em março de 2019 e tem como foco capacitar jovens discriminados pela sociedade por conta de fatores sociais, culturais e questões de gênero, na faixa etária de 17 a 27 anos, a profissão de Barista.

Mas o que é um barista? Barista é o profissional especializado em cafés de alta qualidade. Também trabalha criando novas bebidas baseadas em café, utilizando-se de licores, cremes, bebidas alcoólicas, leite, entre outros

Entrevista com Kívian Monique Moreira, idealizadora do projeto.

Qual a duração do curso?

O curso tem 4 meses de duração.

O que eles aprendem no curso?

No conteúdo, nós passamos tudo o que é necessário para ser um profissional completo. Para que isso aconteça, nós contamos com a participação de vários profissionais – que atuam na área do café: plantação, cultivo, preparo da bebida, torra, empreendedorismos, atendimento ao cliente, regras da vigilância sanitária, comportamento em ambiente de trabalho, entre outras coisas que são necessárias para dar o máximo de conhecimento aos nossos alunos.

Qual a importância do curso?

Com o crescimento do consumo do café especial, o mercado de trabalho tem buscado, a cada dia, mais profissionais especializados neste produto. O projeto “Associação Jovens Barista” busca preparar os jovens desfavorecidos para atender a demanda do mercado:

*Brewing ( Coado )
*Barismo

*Bebidas e drinks a base de Café

*Latte Art
*Torra
*Degustação e Classificação

*Empreendimento

*Mercado de Trabalho

Qual o início da próxima turma?

As inscrições serão abertas e Novembro/2019

Quais os critérios de seleção?

Ter de 17 a 27 anos de idade

Sofrer algum tipo de discriminação social

Ser de Belo Horizonte ou Região metropolitana

Renda máxima de até 2 salários mínimo

A seleção é feita após um estuda de necessidades, temos um numero pequeno de vagas.

Contato: Kívian (31) 9752 62016

18 jul 2019

Juscelino Kubitschek: a Águia da Cidade do Sol. Saiba mais sobre os aspectos espirituais de JK

Foto: Flávio Damm

Como amo JK, nossa Águia! Os meus irmãos de alma já sabem da minha profunda admiração espiritual por Juscelino de Oliveira Kubitschek, o presidente sorriso. JK, como era conhecido, foi médico, prefeito de Belo Horizonte, governador de Minas Gerais e primeiro presidente do Brasil. Foi o responsável pela construção de uma nova capital federal, Brasília, executando, assim, um antigo projeto, já previsto em três constituições brasileiras, da mudança da capital federal para promover o desenvolvimento do interior do Brasil e a integração do país.

Desde a primeira constituição republicana, de 1891, havia um dispositivo que previa a mudança da Capital Federal do Rio de Janeiro para o interior do país, determinando como “pertencente à União, no Planalto Central da República, uma zona de 14 400 quilômetros quadrados, que será oportunamente demarcada, para nela estabelecer-se a futura Capital Federal”.

Um fato curioso desse importante período histórico foi o sonho premonitório do padre italiano São João Bosco, no qual disse ter visto uma terra de riquezas e prosperidade situada próxima a um lago e entre os paralelos 15 e 20 do Hemisfério Sul. Acredita-se que o sonho do padre tenha sido uma profecia sobre a futura capital brasileira. Como não poderia ser diferente: João Bosco é o padroeiro de Brasília!

Brasília nasceu à meia-noite do dia 21 de abril de 1960.  É a cidade do Sol em Touro e Ascendente em Aquário. Muito simbólico para aqueles que acreditam que o Brasil nasceu para brilhar!

Para entender mais sobre os aspectos simbólicos e místicos do ex-presidente, entrevistei o jornalista Alexandre Nonato. Ele é o autor do livro JK e os Bastidores da Construção de Brasília, uma vasta  pesquisa sobre a personalidade e a vida pública de Juscelino Kubitschek de Oliveira (1902 – 1976). Além do foco jornalístico, biográfico, sociométrico e histórico, o livro aborda o aspecto psicológico e intraconsciencial de Juscelino Kubitschek.

Confira:

Adriana Santos: Na sua avaliação, Juscelino Kubitschek é um mito até hoje?

Alexandre Nonato: Sim, por tudo o que representa: otimismo, crescimento econômico, aumento da autoestima brasileira, diálogo com todos, melhoria da infraestrutura etc. É praticamente uma unanimidade entre os políticos brasileiros, que inclusive constantemente buscam associar suas imagens a ele.

 Como foi a sua experiência pessoal durante as pesquisas do seu livro: Jk e os Bastidores da Construção de Brasília? 

Foram necessárias várias viagens para Belo Horizonte, Brasília, Diamantina, São Paulo, Ceilândia, Taguatinga, Cruzeiro, Núcleo Bandeirante etc. Muitas entrevistas, consultas à arquivos públicos, bibliotecas. Foram 6 anos de pesquisa. Além da parte histórica, busquei analisar um pouco da personalidade e do temperamento de Juscelino.

Juscelino foi membro da Maçonaria ou de outra sociedade ocultista (Eubiose)?  JK tinha alguma religião ou crença mística?

Ao que tudo indica, sim. Da Maçonaria. Contudo, não é possível afirmar categoricamente. JK era muito discreto quanto algumas das suas relações com outras crenças. Sua base familiar, cultural foi católica. Estudou em escola de padres e toda a sociedade brasileira, no período em que ele atuou na política, era fortemente católica. JK conhecia Chico Xavier e Waldo Vieira, os 2 principais líderes do espiritismo na década de 50; também conhecia o médium Arigó, que chegou inclusive a operar sua filha, Márcia. Contudo, JK sempre manteve muita discrição nestas relações.

Waldo Vieira, por exemplo, me disse em entrevista, que ele e Chico foram convidados para conhecer Brasília, pouco antes da inauguração. Receberam de presente, cada um, uma gravata do closet pessoal de JK. Waldo e Chico sabiam que seria muito complicado participar da inauguração de Brasília, principalmente para a imagem de JK. Brasília já sofria pressões demais, por isso evitaram isso. Foi um gesto de gentileza de JK convidá-los para conhecer Brasília, pouco antes da inauguração.

Qual a relação pessoal entre JK e Chico Xavier?

A relação entre eles ganhou força através dos coronéis, Jofre Lelis e Nélio Cerqueira, que eram espíritas. Eles teriam intermediado perguntas enviadas por JK para serem respondidas pelos espíritos através de Chico Xavier. Basicamente, essas cartas traziam orientações e palavras e incentivo à construção de Brasília. Muito provavelmente estas cartas foram queimadas pelos mesmos motivos já citados. Quem leva e trazia as perguntas e respostas eram esses 2 coronéis. Mais tarde, Chico foi convidado a conhecer Brasília, antes da inauguração. Segundo entrevista com um dos filhos de Jofre Lelis, JK teria ajudado a agilizar a aposentadoria de Chico, que permitiu ele se dedicar integralmente os trabalhos no espiritismo.

Qual a ligação entre JK, construção de Brasília e Egito?

Em uma de suas autobiografias, o próprio JK comenta que sua visita ao Egito, durante os tempos em que fez especialização médica em urologia na França, impactou ele de um modo que ele jamais se esqueceria. Ele comenta também que as construções no Egito, em especial na era de Akenaton, serviram de inspiração para o projeto de Brasília. Há uma autora, chamada Iara Kern, que possui livros onde defende a possibilidade de JK ser uma reencarnação de Akenaton, em função de semelhança com o projeto e o temperamento de ambos.

A morte de JK foi de alguma forma prevista entre os espíritas ou espiritualistas?

Eu desconheço qualquer coisa neste sentido. A possibilidade mais provável é que ele tenha sido vítima da Operação Condor, assim como Carlos Lacerda, João Goulart e Orlando Letelier. Um outro fator que é válido lembrar é que JK sempre pedia para seu motorista “correr mais” nas estradas. Informação que foi presenciada por alguns entrevistados do meu livro.

Qual é o lado misterioso de Brasília, no seu ponto de vista?

Muita coisa envolvendo algumas histórias místicas ou curiosas sobre Brasília eram estimuladas pelo próprio JK, mas nem sempre correspondiam aos fatos. Uma delas é sobre o comício de Jataí, em que a pergunta de um estudante teria feito o presidente a se comprometer com um dispositivo constitucional que previa a construção de uma nova capital. Na verdade, a construção de Brasília já estava prevista muito antes deste comício. Não foi uma vontade de JK, mas um movimento que iniciou desde o início do século XX. E também não assumido por JK naquele comício, pois ele já havia assumido esse compromisso em seu programa de metas.

Também houve a profecia de Dom Bosco que teria previsto a construção de Brasília. O livro de Tamanini (Brasília – memória da construção) conta que o governador de Goiás José Ludovico teria impresso material de divulgação trazendo o relato de um sonho de Dom Bosco, contudo com “pequenas” alterações que inseriram as palavras “civilização” e “nova capital”.
Em visita Brasil, o padre italiano Renato Zigiotti (da ordem dos Salesianos) se mostrou surpreso com a interpretação.

Na sua opinião, qual foi a melhor virtude de JK?

Liderança e autodeterminação. JK conseguiu como poucos unir em seus projetos outros grandes líderes: Israel Pinheiro, Bernardo Sayão, Oscar Niemeyer, Lúcio Costa etc.

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