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18 set 2019

SUS oferece mais quatro medicamentos para tratar psoríase

Arquivado em saúde, SUS

Ilustração

Por Agência Brasil: O Sistema Único de Saúde (SUS) passará a oferecer gratuitamente mais quatro medicamentos para o tratamento de psoríase. De acordo com o Ministério da Saúde, as novas opções de tratamento são alternativas para casos mais graves da doença ou para quando o paciente não responde bem aos medicamentos já ofertados.

Os medicamentos já eram ofertados pelo SUS, mas tinham indicação para tratamento de outras doenças. Segundo o Ministério, entre os medicamentos incluídos para tratamento da psoríase estão adalimumabe, indicado para a primeira etapa do tratamento após falha da terapia padrão para psoríase; o secuquinumabe e o ustequinumabe, indicados na segunda etapa do tratamento após falha da primeira; e o etanercepte, indicado na primeira etapa de tratamento da psoríase após falha da terapia padrão em crianças.

Eles foram incluídos no Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas (PCDT) de psoríase em setembro deste ano após consulta pública realizada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologia no SUS (Conitec).

Psoríase

A psoríase é uma doença crônica da pele, não contagiosa, caracterizadas por placas avermelhadas ou róseas, recobertas por escamas esbranquiçadas, que afeta a pele, as unhas e pode acometer as juntas. A doença pode ocorrer em qualquer idade, tanto em homens quanto em mulheres e, até o momento, não tem cura.

O protocolo de tratamento de psoríase, a ser seguido pelos profissionais de saúde, foi publicado pelo Ministério da Saúde em 2013, para disponibilizar tratamentos e medicamentos que ajudem pacientes a alcançarem períodos prolongados de remissão da doença. Desde então, são ofertados tratamentos com fototerapia e fototerapia com fotossensibilização, além de medicamentos como ciclosporina, em cápsulas ou solução oral; metotrexato, em comprimido ou injetável; acitretina, em cápsulas; calcipotriol, em pomada; clobetasol, em creme; e dexametasona, creme.

Estes medicamentos, somados aos tratamentos médicos e sessões de fototerapia, segundo o Ministério da Saúde, melhoram as lesões, mas não curam a doença. “A melhor forma de tratamento e administração de remédios é feita com base em avaliação clínica, caso a caso, entre o médico e o paciente”, disse pasta em nota.

17 set 2019

Suicídio é tema de debate na Assembleia Legislativa de Minas

Como parte da programação em adesão à campanha Setembro Amarelo, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) promove nesta quarta-feira (18/9/19) o encontro “Setembro Amarelo – Suicídio: é possível prevenir”. O evento, aberto ao público, está marcado para acontecer entre 19 horas e 20h30, no Teatro, e é uma parceria com a Associação Mineira de Psiquiatria (AMP) e o Centro de Valorização da Vida (CVV).

A abertura da atividade será feita pela assistente social do Núcleo de Atendimento Psicossocial (NUP), ligado à Gerência-Geral de Saúde Ocupacional (GSO), Danielle Teixeira Tavares Monteiro. Em seguida, haverá uma fala do secretário adjunto da AMP, o médico Paulo José Teixeira.

A palestra prossegue com a psicóloga do NUP, Daniela Piroli Cabral, e também com a participação da coordenadora de desenvolvimento de voluntários do CVV, em Belo Horizonte, Norma Moreira de Oliveira, e de representantes da Liga Acadêmica de Psiquiatria do Centro Universitário de Belo Horizonte (Uni-BH).

Audiência interativa – Além dessa ação, a ALMG vai promover no dia 25 de setembro, às 10 horas, no Plenarinho I, uma audiência pública interativa da Comissão de Saúde. O objetivo é debater ações de prevenção ao suicídio, em apoio à Campanha Setembro Amarelo. Na ocasião, haverá o lançamento da Frente Parlamentar de Prevenção ao Suicídio, à Depressão e à Automutilação.

Até o fim de setembro, o Palácio da Inconfidência fica iluminado na cor amarela em apoio à causa. Também estão sendo veiculadas na Sinalização Digital (Sinal) imagens da campanha cujo tema de 2019 é “Combater o estigma é salvar vidas”.

A adesão da ALMG faz parte do Laços da Consciência, que reúne ações de sensibilização sobre temas afetos ao bem-estar social dos mineiros, em especial às causas relacionadas à saúde.

Crédito: Comunicação Assembleia Legislativa

16 set 2019

Entre Lugares: livro sobre migração e refúgio é lançado em BH com distribuição gratuita

Com o apoio do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), dia 19 de setembro, às 18h, ocorre o lançamento do livro Entre-lugares, que traz relatos de homens e mulheres migrantes, de 11 países do mundo, que tiveram como destino o Brasil. A cerimônia será no auditório da PUC Minas (campus Praça da Liberdade), na Rua Sergipe, 790, em Belo Horizonte. A primeira edição do livro impresso será distribuída gratuitamente no dia do lançamento.

A obra é das jornalistas Paula Dornelas e Roberta Nunes, e organizada por Duval Fernandes e Maria da Consolação Gomes de Castro, professores da PUC Minas. Cada capítulo conta com pinturas da artista Yanaki Herrera e fotografias de Luiza Gontijo. Entre-lugares tem apoio do Curso de Serviço Social por meio Grupo Interdisciplinar de Pesquisa e Extensão Direitos Sociais e Migração (GIPE-DSM) e do Programa de Pós-Graduação em Geografia por meio do Grupo Distribuição Espacial da População (GEDEP), ambos da PUC Minas.

O livro foi produzido ao longo de dois anos, com objetivo de contribuir para a visibilidade de pessoas migrantes e refugiadas e dos contextos sociais, culturais, políticos e econômicos de seus países de origem, bem como para abordar aspectos do acolhimento à migrantes e as políticas públicas voltadas para esse público no Brasil. Entre as histórias, está a de Maha Mamo e Souad Mamo, nascidas no Líbano, porém sem pátria, que se refugiaram no Brasil. As irmãs foram as primeiras pessoas reconhecidas como apátridas na história brasileira, tendo conquistado a nacionalidade brasileira em 2018. Com narrativas que mesclam a literatura e o jornalismo, a obra traz os relatos de pessoas nascidas no Peru, Palestina, Argentina, Haiti, Bolívia, China, República Democrática do Congo, Líbano e Síria.

Exposição fotográfica e artística

O evento contará com exposição das fotografias e pinturas contidas na obra. A fotógrafa Luiza Gontijo (Assistente Social) acompanhou e fotografou as entrevistas e encontros realizados com os migrantes e refugiados ao longo dos últimos anos. As fotografias serão expostas no evento do dia 19/09. A artista visual Yanaki Herrera também foi responsável por retratar, porém em tinta à óleo, as histórias contidas no livro. O trabalho resultou na série de pinturas Senderos, que também será exposta durante o lançamento de Entre-lugares.

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