Posts de Adriana Santos
19 set 2018

Desconforto auditivo durante o voo: saiba os motivos e como aliviar os sintomas

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Imagem: Google

 

Por: Sérgio Santana*

Quem de nós, durante uma viagem de avião, nunca sentiu algum desconforto nos ouvidos? Diminuição na capacidade auditiva e até mesmo dor são queixas comuns da maioria dos passageiros (eu mesmo já passei por várias dessas situações…), ainda mais aqueles que vivem em pontes “aéreas”.

Ocorre que o corpo humano foi concebido para viver em altitude e pressão atmosférica ao nível do mar, com alguma tolerância para continuar funcionando regularmente se este limite é excedido para mais (como quando se sobe uma serra, por exemplo) ou para menos (no caso de um mergulho em profundidade rasa).

Entretanto, quando tais limites são ultrapassados, ocorre o disbarismo, distúrbio causado pela alteração repentina no nível de pressão atmosférica ou barométrica.

A explicação para este fato provém da “Lei de Compressibilidade dos Gases”, desenvolvida por dois cientistas que viveram no século 17: o britânico Robert Boyle (1627-1691) e o francês Edme Mariotte (1620-1684), que embora vivessem em países diferentes estavam estudando o mesmo tema e publicaram trabalhos científicos em sequência, com resultados idênticos, o que resultou em que a “Lei de Compressibilidade dos Gases” ficasse conhecida também como “Lei de Boyle-Mariotte”.

O seu enunciado diz que “o volume ocupado por um gás é inversamente proporcional à pressão desse gás, para uma temperatura constante”.

Como já dito acima o corpo humano está envolvido por gases (o ar que respiramos) que penetram em todas as cavidades do organismo (incluindo ouvidos e vísceras).

Como os aviões comerciais precisam voar em grandes altitudes (onde o ar é rarefeito, ou seja, suas moléculas estão mais espaçadas umas das outras, o que facilita o avanço da aeronave), por questões de velocidade, economia de combustível e preservação da sua estrutura, é necessária que seja efetuada uma subida até aquela altitude, provocando aumento nos níveis de pressão atmosférico-barométrica.

Nos ouvidos, o efeito dessa subida é percebido por dor de intensidade variável, sensação de que estão “cheios” e diminuição da audição. É a barotite, uma inflamação do sistema auditivo provocada pela mudança brusca no nível de pressão barométrica. Em casos mais severos, os seus sintomas podem evoluir para queixas de tonturas e vertigens, rupturas, sangramentos e mesmo, nos casos muito graves, desarticulação da cadeia ossicular e lesão da membrana da cóclea.

A barotite é melhor visualizada com o auxílio da imagem abaixo: 

 

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Considerando inicialmente o ar existente no ouvido médio durante uma subida, tem-se que o seu volume aumenta e o excesso normalmente sai para o exterior do corpo através da tuba auditiva que se comunica com a nasofaringe.

O aumento do volume de ar força a uma abertura da tuba, levando a que a pressão torne-se normal, ainda que de modo parcial, o que ao menos promove alívio do incômodo.

Na descida, com a diminuição da altitude, o volume de ar será reduzido e o incômodo passará. Entretanto, devemos lembrar que uma descida de modo abrupto também provocará o mesmo incômodo.

Contudo, caso a tuba auditiva se encontre obstruída de alguma forma, o volume de ar sofrerá expansão, forçando o tímpano e a mucosa para o interior da cavidade em algum ponto anterior ao local exato da obstrução. Ao contrário do que acontece na subida o incômodo não será resolvido naturalmente e mesmo a redução do volume de ar forçará a que a tuba continue fechada, o que resulta em dor.

Diante de uma situação assim, deve-se recorrer a artifícios para equalizar a pressão, tais mascar chicletes ou mastigar balas, engolir saliva e simular bocejos.

Se estas atitudes não forem bem-sucedidas é recomendável empregar manobras do tipo “Valsalva” (em homenagem ao médico italiano Antonio Maria Valsava, 1666-1723).

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Tais manobras são feitas expirando-se o ar de modo gradualmente forçoso, tapando-se o nariz e fechando-se os lábios, o que provoca a abertura da tuba e promovem a equalização dos níveis de pressão no sistema auditivo.

Deste modo, encontra-se alivio para um problema comum a todos nós, que a cada dia utilizamos mais e mais o transporte aéreo para as nossas atividades.

*Sérgio Santana é Bacharel em Ciências Aeronáuticas (Universidade do Sul de Santa Catarina-UNISUL) e Pós-graduando em Engenharia de Manutenção Aeronáutica (PUC-MG)

16 set 2018

Gratidão, Trigueirinho! Morre um dos mais renomados espiritualistas do país

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A vida é um mistério inesgotável de sincronicidade, um leque de oportunidades, um presente para nossa evolução espiritual. Talvez a beleza da existência está justamente naquilo que não conseguimos nomear, apenas sentir. No entanto, alguns seres humanos têm a capacidade de traduzir em palavras os sentimentos universais. São espíritos encarnados no amor,  com a missão de ampliar a nossa consciência crística planetária. Afinal, somos emanações de uma consciência suprema.  Só conseguimos alcançar o “paraíso” unidos no amor.

Ontem (15/09), senti uma necessidade incrível de ver alguns vídeos publicados no Youtube pelo Trigueirinho, espiritualista mineiro, filósofo, comunicador, autor de 81 livros publicados e um ser desperto. Acabei dormindo em alguns momentos… embalada pela voz suave de um homem octogenário. Ele me fez tão bem… Precisava descansar o meu coração.

Acordei durante a madrugada, depois de alguns sonhos ainda indecifráveis. Acessei o Twitter e me deparei com a notícia: ” Morre o escritor Trigueirinho: um dos maiores filósofos espiritualistas do país”.  A madrugada estava chuvosa em BH… Meu coração ficou apertadinho… Senti tristeza e gratidão.

… Adeus!!!

Hoje, filho, contempla no Universo um céu mais brilhante, porque uma luz retornou para a sua origem, de onde seguirá impulsionando o Projeto humano, porque sua entrega é eterna.

13 set 2018

Chá de rosas brancas: a bebida que desperta bons sentimentos

Arquivado em saúde

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Amo chá. São tantos sabores, aromas, sensações e rituais… A China é apontada como país de origem do chá. Segundo algumas lendas, o Imperador chinês Shen Nung, em 2.737 a.C. , tinha o hábito de ferver a água para beber, quando algumas folhas de uma árvore, foram parar, acidentalmente, na panela quente. Ele aprovou o sabor. No entanto, atualmente, outros países, como a Índia, se destacam como produtores de chá de qualidade. Enfim, pesquisando na internet, encontrei várias versões sobre a história do chá.

Uma xícara de chá morno me proporciona momentos de puro relaxamento e bem estar. Tenho uma lista de preferências: chá de rosas brancas, chá verde, chá de jasmim, chá de hortelã, chá de maçã… No entanto, o chá de rosas é totalmente especial. O aroma é algo fantástico. O sabor  desperta bons sentimentos. Podemos consumir, sem problemas, até três xícaras de chá por dia. Antes de dormir, é o ideal, por conta das propriedades que induzem ao sono.

Pessoal, além do sabor agradável, o chá de rosas brancas ajuda a conquistar uma pele linda. E mais:

*Potencial diurético;
*Antioxidante poderoso;
*Diminui a insônia;
*Alivia cólicas menstruais;
*Melhora a saúde e aspecto da sua pele;
*Efetivo em melhorar seu sistema respiratório durante resfriados e gripes.

Não acabou…

O Chá é usado para: inflamações nos olhos, ferimentos, prisão de ventre, ansiedade, nervosismo, tosse, dores de garganta, bronquite, corrimentos vaginais, problemas uterinos e limpeza de pele.

RECEITA: Panelinha

CHÁ DE ROSAS
Termine o jantar com a boca perfumada. Deixe-se levar por este sugestivo chá de rosas.

INGREDIENTES
4 xícaras (chá) de água
pétalas de 6 rosas comestívels
½ colher (chá) de água de rosas
açúcar a gosto

MODO DE PREPARO
1. Coloque a água numa chaleira e leve ao fogo alto.

2. Assim que ferver, desligue o fogo e adicione as pétalas. Tampe e deixe em infusão por 5 minutos.

3. Misture a água de rosas. Adoce a gosto e sirva imediatamente

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