Posts de Adriana Santos
24 set 2018

CAA Vanguarda promove a primeira Cãominhada

Arquivado em Animais, Cidade, Comportamento

imagem CAOMINHADA (1)“Porque melhores amigos adoram passear juntos”, é o  lema do novo projeto da CAA Vanguarda. A iniciativa visa o bem-estar e a saúde dos profissionais do direito de Minas Gerais. A instituição já realizou caminhadas – com duas edições do CAAminhar; passeio ciclístico – também com duas edições do Pedal Legal; provas de corrida – Meia Maratona da Advocacia, e agora: a Cãominhada.

O evento é realizado em parceria com o Pet Shop Cães e Cia, com ações confirmadas na capital e em cidades de todas as regiões de Minas Gerais. As Subseções também atenderam ao chamado da instituição e aderiram à Cãominhada. “Percebemos a importância de proporcionar saúde e bem-estar, não só às advogadas e aos advogados mineiros, mas estendemos esse cuidado com os familiares e acreditamos nos benefícios da confraternização também com os amigos de quatro patas”, destaca o presidente, Sérgio Murilo Braga.

No dia 30 de setembro (domingo) às 9 horas, na Praça JK – Avenida dos Bandeirantes, nº240, Sion, a Cãominhada será em Belo Horizonte. “Estamos entusiasmados com a 1º Cãominhada na capital, pois, por vezes, devido ao excesso de trabalho, advogadas e advogados esquecem da própria saúde. Será um momento para cuidar do bem-estar e ainda levar o animal de estimação para caminhar”, enfatiza a Diretora Secretária Geral e responsável pelos projetos da CAA Vanguarda, Fabiana Faquim.

Os profissionais do Direito podem ficar despreocupados. A Cãominhada irá oferecer toda infraestrutura e conforto para os cães. Haverá água, petiscos e muitos mais.

Confira a programação:

9h – Início da Cãominhada com distribuição do porta-saquinhos (cata caca) e vale brinde para ser retirado ao final do evento;

9h30 – Saída para o passeio em volta da praça com animador para acompanhar;

10h – Super show de adestramento;

10h30 – Início da distribuição dos brindes e sorteio;

10h45 – Enceramento.

24 set 2018

Respiração e meditação: poderosas ferramentas de autoconhecimento

 

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Respiração e meditação são práticas que ajudam no autoconhecimento e na construção de uma cultura de paz. Em um mundo barulhento, temos poucas oportunidades de cultivar o silêncio e a sabedoria. A dica ‘Saúde e Literatura” de hoje é a leitura de dois livros especiais: ‘Paz Mental” de Thich Nhat Hanh – e “Como ter coragem, serenidade e confiança” Paramhansa Yogananda.

19 set 2018

Desconforto auditivo durante o voo: saiba os motivos e como aliviar os sintomas

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Imagem: Google

 

Por: Sérgio Santana*

Quem de nós, durante uma viagem de avião, nunca sentiu algum desconforto nos ouvidos? Diminuição na capacidade auditiva e até mesmo dor são queixas comuns da maioria dos passageiros (eu mesmo já passei por várias dessas situações…), ainda mais aqueles que vivem em pontes “aéreas”.

Ocorre que o corpo humano foi concebido para viver em altitude e pressão atmosférica ao nível do mar, com alguma tolerância para continuar funcionando regularmente se este limite é excedido para mais (como quando se sobe uma serra, por exemplo) ou para menos (no caso de um mergulho em profundidade rasa).

Entretanto, quando tais limites são ultrapassados, ocorre o disbarismo, distúrbio causado pela alteração repentina no nível de pressão atmosférica ou barométrica.

A explicação para este fato provém da “Lei de Compressibilidade dos Gases”, desenvolvida por dois cientistas que viveram no século 17: o britânico Robert Boyle (1627-1691) e o francês Edme Mariotte (1620-1684), que embora vivessem em países diferentes estavam estudando o mesmo tema e publicaram trabalhos científicos em sequência, com resultados idênticos, o que resultou em que a “Lei de Compressibilidade dos Gases” ficasse conhecida também como “Lei de Boyle-Mariotte”.

O seu enunciado diz que “o volume ocupado por um gás é inversamente proporcional à pressão desse gás, para uma temperatura constante”.

Como já dito acima o corpo humano está envolvido por gases (o ar que respiramos) que penetram em todas as cavidades do organismo (incluindo ouvidos e vísceras).

Como os aviões comerciais precisam voar em grandes altitudes (onde o ar é rarefeito, ou seja, suas moléculas estão mais espaçadas umas das outras, o que facilita o avanço da aeronave), por questões de velocidade, economia de combustível e preservação da sua estrutura, é necessária que seja efetuada uma subida até aquela altitude, provocando aumento nos níveis de pressão atmosférico-barométrica.

Nos ouvidos, o efeito dessa subida é percebido por dor de intensidade variável, sensação de que estão “cheios” e diminuição da audição. É a barotite, uma inflamação do sistema auditivo provocada pela mudança brusca no nível de pressão barométrica. Em casos mais severos, os seus sintomas podem evoluir para queixas de tonturas e vertigens, rupturas, sangramentos e mesmo, nos casos muito graves, desarticulação da cadeia ossicular e lesão da membrana da cóclea.

A barotite é melhor visualizada com o auxílio da imagem abaixo: 

 

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Considerando inicialmente o ar existente no ouvido médio durante uma subida, tem-se que o seu volume aumenta e o excesso normalmente sai para o exterior do corpo através da tuba auditiva que se comunica com a nasofaringe.

O aumento do volume de ar força a uma abertura da tuba, levando a que a pressão torne-se normal, ainda que de modo parcial, o que ao menos promove alívio do incômodo.

Na descida, com a diminuição da altitude, o volume de ar será reduzido e o incômodo passará. Entretanto, devemos lembrar que uma descida de modo abrupto também provocará o mesmo incômodo.

Contudo, caso a tuba auditiva se encontre obstruída de alguma forma, o volume de ar sofrerá expansão, forçando o tímpano e a mucosa para o interior da cavidade em algum ponto anterior ao local exato da obstrução. Ao contrário do que acontece na subida o incômodo não será resolvido naturalmente e mesmo a redução do volume de ar forçará a que a tuba continue fechada, o que resulta em dor.

Diante de uma situação assim, deve-se recorrer a artifícios para equalizar a pressão, tais mascar chicletes ou mastigar balas, engolir saliva e simular bocejos.

Se estas atitudes não forem bem-sucedidas é recomendável empregar manobras do tipo “Valsalva” (em homenagem ao médico italiano Antonio Maria Valsava, 1666-1723).

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Tais manobras são feitas expirando-se o ar de modo gradualmente forçoso, tapando-se o nariz e fechando-se os lábios, o que provoca a abertura da tuba e promovem a equalização dos níveis de pressão no sistema auditivo.

Deste modo, encontra-se alivio para um problema comum a todos nós, que a cada dia utilizamos mais e mais o transporte aéreo para as nossas atividades.

*Sérgio Santana é Bacharel em Ciências Aeronáuticas (Universidade do Sul de Santa Catarina-UNISUL) e Pós-graduando em Engenharia de Manutenção Aeronáutica (PUC-MG)

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