Categoria "acolhimento"
16 jun 2021

Instituição assistencial dos advogados de Minas promove campanha de doações

Começou na última semana mais uma campanha realizada pela Caixa de Assistência dos Advogados de Minas Gerais (CAA/MG), Caaixa do Bem. Desta vez, o foco é arrecadar doações para as entidades mais necessitadas. “A pandemia trouxe um cenário de muitas incertezas e necessidades. Por isso, precisamos estar preparados e unidos para enfrentar esses desafios. Só com solidariedade, parceria e confiança, vamos vencer esse momento. Contamos com a ajuda dos advogados para auxiliar aqueles mais necessitam”, afirma o presidente da CAA/MG, Luís Cláudio Chaves.

Neste primeiro momento, os interessados podem doar alimentos não-perecíveis e agasalhos. As doações serão encaminhadas aos centros solidários como Cruz Vermelha, Fundação Sara e Instituto Ide Brasil. “Não podemos ficar alheiros ao estado de vulnerabilidade de milhares de pessoas. Esta Campanha é para ajudar a todos que precisam”, complementa a diretora da CAA/MG, Catia Terozendi.

Os pontos de coleta iniciais são as Unidades Meu Escritório (Afonso Pena, Paracatu e Mirafiori) e a sede da CAA/MG, na Rua Albita, 260 | Cruzeiro – BH.

Pontos de coleta: Unidades Meu Escritório (Afonso Pena, Paracatu e Mirafiori) e a sede da CAA/MG, na Rua Albita, 260 | Cruzeiro – BH.

Caixa Assistencial dos Advogados de Minas Gerais (CAA/MG) – é o braço social da OAB/MG. A entidade é beneficente, sem fins lucrativos, e tem por finalidade assistir, de diversas formas, os advogados mineiros, estagiários e seus dependentes.

Mais informações no site AQUI

 

27 maio 2021

Assembleia: garantia de absorventes a mulheres vulneráveis tem parecer favorável

A Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO) aprovou, nesta quinta-feira (27/5/21), parecer de 1° turno favorável ao Projeto de Lei (PL) 1.480/20, que trata da oferta de absorventes higiênicos em escolas públicas, unidades básicas de saúde, abrigos e unidades prisionais. Agora, o projeto está pronto para ser analisado pelo Plenário.

De autoria da deputada Leninha (PT), o projeto dispõe, originalmente, sobre a obrigatoriedade do fornecimento, pelo Estado, de absorventes higiênicos nos locais mencionados. O relator, deputado Ulysses Gomes (PT), opinou pela aprovação na forma do substitutivo n° 2, da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. Ficou prejudicado o substitutivo nº 1, da Comissão de Constituição e Justiça.

O substitutivo n° 2 teve como objetivo promover melhorias no texto original. Ele deixa claro que a nova lei trata da garantia de acesso das mulheres em situação de vulnerabilidade social a absorventes, sendo que o item deve estar disponível nas escolas públicas, unidades básicas de saúde, abrigos e unidades prisionais.

Segundo o novo texto, a garantia de acesso a absorventes higiênicos tem como objetivos a defesa da saúde integral da mulher, a conscientização sobre o direito da mulher aos cuidados básicos relativos à menstruação, a prevenção de doenças e a diminuição da evasão escolar.

Por fim, outro dispositivo trata das ações que devem ser adotadas como, por exemplo, o incentivo à fabricação de absorventes higiênicos de baixo custo por microempreendedores individuais e pequenas empresas.

Isso é importante porque, conforme ressalta o deputado Doutor Paulo na justificativa que acompanha o projeto, fere a razoabilidade e a dignidade da pessoa humana deixar um servidor, que já está em dificuldade, sem receber salário ou benefícios, por exemplo, enquanto aguarda uma decisão final sobre esses pagamentos.

Por Assessoria de Comunicação ALMG

07 maio 2021

Saiba mais sobre a história e a evolução da maternidade

Arquivo pessoal

Por Marco Melo, Especialista em reprodução assistida e sócio-diretor da Clínica Vilara

Por muitos anos, mulheres com dificuldade para engravidar eram desconsideradas aos olhos dos homens e da sociedade. Muitas se sentiam amaldiçoadas e, mesmo, abandonadas por Deus. O pensamento era comum e ganhou mais força por estar referendado pela própria bíblia. As histórias de Sara, Rebeca, Isabel e da mulher sunamita deixam claro que a condição estéril só poderia ser revertida pela “graça divina”.

Felizmente, com o passar dos séculos, a mentalidade mudou. Elas conquistaram seu espaço, deixando de viver em função dos maridos para ser protagonistas de sua própria história. E, o mais interessante disso tudo é que, mesmo com outras tarefas, ser mãe ainda move muitos corações. Entretanto, não é mais preciso esperar por um milagre para engravidar. A medicina encontrou um novo recurso para quem tem problemas de fertilidade.

Em meados da Década de 70, alguns estudos, ligados à Reprodução Humana Assistida, ocorreram com maior intensidade, sendo que, em 1978, nasceu o primeiro “bebê de proveta”, em Manchester, na Inglaterra. Com o passar do tempo, cada vez mais os especialistas alcançaram resultados positivos, a partir de novos desafios dessas técnicas.

Apesar do grande avanço, começaram a surgir críticas sobre os limites da interferência humana na gestação de uma criança e seu nascimento. O que muitos não compreendem é que, em primeiro lugar, o médico é um profissional que preza pela vida e, portanto, todas as suas ações são pautadas pelo bem-estar da paciente e da criança.

Talvez, não seja simples a compreensão, mas somente quem, por seu trabalho, estudo e dedicação, torna real a tão esperada maternidade, conseguirá compreender. O primeiro dia de consulta é inesquecível: olhares cheios de esperança e, ao mesmo tempo, dúvidas e a insegurança que muitas têm em relação ao sucesso do tratamento. As incertezas falam mais alto. O papel do médico vai muito além de responder às questões de forma técnica e burocrática. É preciso compreender, colocar-se no lugar do casal e, principalmente, passar confiança.

Terminado o tratamento com sucesso, resta ao médico a sensação de dever cumprido e a certeza que colocou em prática o que foi prometido no Juramento de Hipócrates: exercer a profissão com consciência e dignidade e, de acordo com as boas práticas médicas. Afinal, de nada adiantariam os estudos, as pesquisas e as experimentações, se o profissional não for empático, benevolente e, no caso dos que trabalham com reprodução, capazes de ajudarem na realização do sonho da maternidade.

É normal que as mulheres, apesar dos desejos da maternidade, sintam medo. Porém, é como disse algum autor: Quando nasce uma criança, nasce uma mãe. E, essa figura é quem move céus e terras pela felicidade do filho tão desejado.

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