Categoria "acolhimento"
02 dez 2019

Unicef: mortalidade infantil tem redução histórica no Brasil

Imagem Google

Por Letycia Bond – Repórter da Agência Brasil São Paulo – com edição. O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef)  produziu um relatório que confere ao Brasil reconhecimento por ter melhorado, ao longo dos anos, índices como o da mortalidade, do trabalho infantil, além da exclusão escolar.

Conforme o Unicef, de 1990 a 2017 registrou-se “redução histórica” no total de mortes de crianças menores de um ano de idade. No período, a taxa nacional caiu de 47,1 para 13,4 a cada 1 mil nascidos vivos. Além disso, entre 1996 e 2017, 827 mil vidas foram salvas.

A queda nos índices de cobertura vacinal, adverte o Unicef, tem sido porta de entrada para doenças que eram, até recentemente, consideradas erradicadas, como o sarampo. “Em 2016, a mortalidade infantil subiu pela primeira vez em mais de 20 anos e ainda não voltou aos patamares de 2015, acendendo um sinal de alerta. No total, 42 mil crianças menores de 5 anos ainda morrem por ano no Brasil”, informa o fundo da ONU no relatório.

A representante do Unicef no Brasil, Florence Bauer, afirma que o país deve consolidar os avanços já conquistados até agora, voltando a atenção para a primeira infância e a adolescência. “Os indicadores, em sua maioria, são piores no Nordeste e no Norte do país. E piores entre as populações indígena, parda e negra”, diz.

Florence exemplifica seu argumento comentando que não basta manter escolas, mas também garantir que todos possam chegar a elas, em especial as crianças em situação de vulnerabilidade social. “Por isso é que é preciso que as políticas, mais do que nunca, tenham um enfoque de equidade, não sendo suficiente dar as mesmas oportunidades para todos. O que a gente precisa é de políticas que permitam que qualquer criança e adolescente tenha acesso a essas mesmas oportunidades. Por exemplo, não é suficiente que uma escola exista, porque tem uma parte da população que tem que ir atrás, não vai ter oportunidade de chegar.”

A mandatária comenta que a contribuição da convenção consiste em fortalecer a noção de que os direitos das crianças e dos adolescentes são “inegociáveis e indissociáveis”. Única instituição citada nominalmente no tratado, o Unicef, relata Florence, tem conclamado os presidentes dos países signatários a “reafirmar o compromisso” com os princípios ali colocados.

Índice de violência

A alta incidência de homicídios de adolescentes é outro ponto abordado no documento. O Unicef destaca que, entre 1990 e 2007, o total de ocorrências dessa natureza mais do que dobrou.

“De 1996 a 2017, 191 mil crianças e adolescentes de 10 a 19 anos foram vítimas de homicídio”, informam os autores do relatório, acrescentando que, a cada dia, em média, 32 meninas e meninos nessa faixa de idade são assassinados.

Nos municípios paulistas, somente na década encerrada em 2017, destaca o documento do Unicef, 8.200 crianças e jovens nessa faixa etária foram assassinados. A taxa chegou a ser de 9,7 homicídios por 100 mil habitantes, há dois anos.

Imigrantes e saúde mental

Para o Unicef, outro ponto que deve integrar a agenda das autoridades preocupadas com a garantia dos direitos de crianças e adolescentes refere-se à acolhida de refugiados. Dos cerca de 200 mil venezuelanos que ingressaram no país até julho, 30% eram menores de idade.

O tema suicídio também figura no relatório do Unicef como uma das questões contemporâneas que requerem atenção. “Nos últimos 10 anos, os suicídios de crianças e adolescentes vêm aumentando no Brasil. Eles passaram de 714, em 2007, para 1.047, em 2017.

28 nov 2019

“Trocar fraldas é tarefa da mãe”: que pensamento mais ultrapassado, hein?

Divulgação Natura

Ser pai é mais do que ajudar. É dividir as tarefas e dobrar o cuidado. É ser pai todos os dias e as madrugadas também. Porque é o afeto do dia a dia e a presença noite a noite que torna o vínculo cada vez mais forte e durável. E para incentivar um novo olhar sobre a paternidade, A Natura criou o movimento de doação de trocadores para banheiros masculinos de restaurantes em todo Brasil.

A empresa lançou, em 2017, a edição dos produtos de higiene “Papai e Bebê”- porque acreditou que a importância do vínculo não se limita às mães. A Natura mergulhou fundo no universo dos pais e encontrou alguns desafios e resolveu dar uma forcinha.

Como o pai troca a fralda do bebê se no restaurante que a família adora não tem um trocador no banheiro masculino? 

“Infelizmente, esta ainda é uma cultura muito enraizada no nosso país, que é gigantesco e tem muitas realidades distintas nos diferentes estados. Essa transformação pela qual o homem vem passando – e o “ser pai” é apenas uma parte disso – com certeza é um dos principais motores de transformação do futuro da sociedade como um todo. Mas isso não acontece do dia pra noite”, diz Beto Lima, publicitário, pai do João Pedro, 5, e da Helena, 1, à frente do perfil @eupapai, que trata de questões familiares do ponto de vista paterno.

Pensando nisso, em setembro de 2018, “Papai e Bebê” doou trocadores para os banheiros masculinos de 40 restaurantes em cinco capitais brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Recife e Porto Alegre. Nas redes sociais, os embaixadores digitais da Natura incentivaram o projeto.

“Este foi um dos movimentos de maior engajamento que já participei e até hoje recebo mensagens e fotos de pessoas que se deparam com os trocadores em diversas cidades do país. A imensa maioria apoia a iniciativa e pede, inclusive, que outras empresas participem deste movimento para termos cada vez mais escala”, conta Beto Lima, um dos embaixadores.

O resultado: após o sucesso da campanha, o projeto entrou na segunda fase, mais cidades foram contempladas por votação nas redes sociais. As cidades mais votadas foram São Paulo, Salvador, Belo Horizonte e Fortaleza. Confira a lista completa dos restaurantes. AQUI

EM BELO HORIZONTE
– Pizzaria 68
Rua Felipe dos Santos, 68

– Est! Est!! Est!!!
Avenida Getúlio Vargas, 107

Confira os produtos no Espaço Digital Natura Saúde do Meio. AQUI

  • Com informações do Site Oficial da Natura
23 out 2019

Conheça o “Quarteto da Felicidade” contra a depressão, mas antes sorria

Arquivado em acolhimento, Comportamento

Muito acreditam que o sorriso sincero abre as portas da felicidade e previne a depressão. Acredito que sim e as pesquisas comportamentais mostram que, além de estreitar as relações interpessoais, somos tomados por uma sensação de bem estar contagiante. Diversos estudos comprovam que o sorriso provoca a dilatação dos minúsculos vasos capilares do endotélio o revestimento interno dos vasos sanguíneos, aumentando a circulação do sangue. Assim que sorrimos, mais sangue e, consequentemente, mais oxigênio chegam ao nosso cérebro e estimulam a produção do quarteto da felicidade ou dos hormônios da felicidade: endorfina, serotonina, dopamina e oxitocina.

Já que a endorfina é considerada a morfina do corpo, uma espécie de analgésico natural. A dopamina, tachada como viciante, é costuma ser descrita como responsável por sentimentos como amor e luxúria. É considerado o hormônio “mediadora do prazer”. A serotonina é um neurotransmissor extremamente importante para a sobrevivência do nosso organismo,  vista como a  ‘mensageira’ do nosso sistema nervoso. Por ser relacionada com o desenvolvimento de comportamentos e vícios maternos, a oxitocina é muitas vezes apelidada de “hormônio dos vínculos emocionais” e “hormônio do abraço”.

O motivo é o condicionamento da mente humana: assim que sorrimos, o cérebro recebe o sinal positivo de que estamos felizes, “de bem com a vida”. Por conseguinte, a produção de endorfina é automaticamente estimulada, o que também contribui para elevar o nosso humor. E se nosso interlocutor sorri de volta por reflexo, o ânimo dele também melhora.

Estudos da Universidade de Oxford (Inglaterra), apontam as vantagens do sorriso. A pesquisa revelou que dar uma boa risada ajuda a reduzir a sensação de dor. O International Journal of Geriatric Psychiatry (Revista Internacional de Psiquiatria Geriátrica), também descobriu que sorrir pode ser usado como complemento no tratamento contra depressão.

“O humor parece ter o potencial de efetivar o alívio da dor, fortalecer a função imunológica, melhorar as emoções positivas, estresse moderado, dissociar-se do sofrimento e melhorar os processos interpessoais”, destaca trecho do estudo.

Por isso, sorrir é o melhor remédio para controlar as oscilações do humor e prevenir a depressão. Veja ainda como melhorar a produção do “Quarteto da Felicidade”:

Sorrir, sempre! Endorfina, Serotonina, Dopamina e Oxitocina

Tomar sol. Aproveitar as manhãs de calor para receber os raios do nosso Astro Rei. Serotonina

Dançar Endorfina

Trabalhar em equipe Endorfina

Cantar no chuveiro Endorfina

Recordar momentos felizes faça um álbum de família). Serotonina

Praticar exercícios aeróbicos, corrida e ciclismo. Serotonina

Definir metas de curto prazo ou dividir objetivos de longo prazo em metas mais rápidas. Dopamina

Celebrar as vitórias. Dopamina

Abraçar. Oxitocina

Presentear e doar. Oxitocina

Página 3 de 9123456789