Categoria "Alimentação e Nutrição"
04 fev 2019

Veja alguns dos problemas que a comida empacotada pode causar em nossos peludos

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Uma alimentação balanceada, composta por ingredientes naturais e minimamente processados, é o segredo de uma vida plena, longe de doenças crônicas, degenerativas e mentais Alguém duvida? A dica também vale para a nutrição de cães e gatos. Afinal, desejamos que os nossos peludos vivam com saúde.

Por isso, cada vez mais, os tutores desconfiam das “comidas” industrializadas – oferecidas pelas grandes marcas de ração. Segundo informações do “Guia Completo para cães: alimentação natural“, uma publicação digital e de fácil leitura, algumas doenças são agravadas pelo consumo de alimento empacotado. Veja:

ALERGIA ALIMENTAR
A alergia alimentar é uma resposta exagerada do organismo a determinada substância presente no alimento, como conservantes, corantes, aromatizantes e outras substâncias químicas pesadas comumente utilizadas em rações industrializadas. Os tipos mais comuns de alergia alimentar são coceiras, vermelhidão e descamação da pele com lesões provocadas pela unha do animal.

PROBLEMAS NO FÍGADO

O fígado é um dos órgãos que mais podem ser comprometidos em cães e gatos. Muitas das doenças originadas nele são causadas pela alimentação deficiente, inadequada e de baixa qualidade. O fígado atua no metabolismo de carboidratos, gorduras e sintetiza proteínas. Ele também é o responsável pela metabolização e excreção de drogas e toxinas, por isso sofre com medicamentos e agentes químicos. As doenças no fígado são geralmente silenciosas e quando apresentam os sintomas geralmente já estão em estado avançado, quando 75% ou mais da função hepática está comprometida.

PROBLEMAS DE OBESIDADE

É proveniente do acúmulo excessivo de gordura decorrente da alteração e desequilíbrio no balanço energético do animal. Normalmente é consequência de dietas inadequadas e sedentarismo. Cães e gatos gorduchos podem desenvolver diabetes, problemas de articulações, doenças cardiovasculares e até alterações neurológicas, além de baixa qualidade de vida e suas consequências.

DEPRESSÃO

Embora ainda faltem trabalhos que expliquem exatamente o que acontece no cérebro dos animais melancólicos, alguns apresentam um distúrbio muito parecido com a depressão dos seres humanos. As causas podem ser muitas, inclusive desnutrição, agentes químicos, hormônios… A angústia é geralmente sinalizada pela mania de se lamberem freneticamente. Os bichos passam a recusar comida e brincadeiras, mudam repentinamente de comportamento e eventualmente ficam arredios.

INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA

É a alteração da capacidade de filtragem dos rins, o que acarreta a retenção de ureia e creatinina no sangue (dois compostos tóxicos) e, consequentemente, na eliminação de água, vitaminas e proteínas importantes pela urina. Costuma estar ligada a fatores isquêmicos, infecciosos ou tóxicos. Seu agravamento pode provocar infecções no trato urinário, úlceras na boca e no estômago, e pressão alta, que leva a cegueira. Alguns ainda desenvolvem anemia.

PROBLEMAS NO TRATO URINÁRIO

Inflamação do revestimento da bexiga e da uretra do animal, ou a formação de depósitos e pedras minerais urinárias é bastante comum em cães e particularmente e gatos. Os sintomas aparecem como aumento da frequência de micção, aparência de sangue na urina e, em casos graves, desconforto extremo, com esforço e bloqueio parcial ou completo da bexiga. Quase invariavelmente, o primeiro ataque segue um histórico de alimentação de alimentos comerciais secos durante um longo período.

Embora as implicações raramente sejam óbvias no curto prazo, são inegáveis no longo prazo. Doenças degenerativas crônicas, doenças autoimunes, obesidade, alergias, doenças renais, pancreáticas e hepáticas estão desenfreadas na população de animais de estimação, e as taxas de câncer continuam a aumentar. A lista é longa e assustadora.

No entanto, infelizmente, ainda existe o mito que as comidas empacotadas são os únicos alimentos capazes de suprir completamente as necessidades nutricionais dos animais e, ironicamente, este é o pior alimento para a saúde e para a vida de nossos indefesos peludos.

SAIBA MAIS

Antes de você oferecer qualquer alimento para o seu cão, é preciso entender o que pode e não pode, além de aprender umas receitinhas bem gostosas. A minha dica SAÚDE & LITERATURA é o “Guia Completo para cães: alimentação natural

17 jul 2018

Rejeitado o veto total do governador à Proposição da Lei 23.863, que proíbe experimento e teste com animais

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Foram derrubados no Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), em Reunião Extraordinária na manhã desta terça-feira (17/7/18), o Veto Total à Proposição de Lei 23.863, que proíbe o uso de animais para desenvolvimento, experimento e teste de perfumes e produtos cosméticos e de higiene pessoal, e o Veto Parcial à Proposição de Lei 23.820, que trata da aquisição pelo governo de produtos da agricultura familiar.

Agora, as proposições voltarão ao Governador do Estado para promulgação. Se, dentro de 48 horas, elas não forem promulgadas, o presidente da ALMG, Adalclever Lopes (MDB), as promulgarão. Se este não o fizer em igual prazo, caberá ao vice-presidente, Lafayette de Andrada (PRB), fazê-lo, dentro do mesmo prazo.

As comissões especiais para analisar os vetos perderam o prazo regimental e, por isso, o líder do Governo, deputado Durval Ângelo (PT), foi designado em Plenário para emitir parecer sobre eles. No caso da Proposição 23.863, ele opinou pela derrubada do veto, posição que venceu a votação desta manhã.

Segundo o parlamentar, a vedação ao uso de animais nos testes foi amplamente discutida na ALMG e a sociedade civil se manifestou favorável à proposta, que tramitou como Projeto de Lei (PL) 2.844/15, dos deputados Fred Costa (PEN) e Noraldino Júnior (PSC). Durval Ângelo alertou, também, que outros estados já têm legislação semelhante.

Pesquisas – O veto do governador Fernando Pimentel trazia a justificativa de que, embora a proposição tratasse de um tema sensível e relevante, a proibição abrupta de experiências e testes sem a definição de métodos alternativos válidos nacionalmente poderia gerar grandes riscos ao desenvolvimento da pesquisa no setor.

Ele alegou que caberia ao Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTI), zelar pelo cumprimento das normas relativas à utilização humanitária de animais para testes e introduzir técnicas alternativas, em consonância com as convenções internacionais das quais o Brasil seja signatário.

Na mensagem, o governador citava, também, a criação, em 2012, do Centro Brasileiro de Validação de Métodos Alternativos (BraCVAM), com a finalidade de pesquisar e validar novas formas, mas que ainda não obriga os laboratórios a substituírem as práticas.

Por fim, Pimentel lembrou que já vem adotando medidas que incentivam o fim dos experimentos e testes em animais, entre as quais a criação do selo “Minas sem Maus-Tratos: Produto não testado em animais”.

Mudanças na política de aquisição de alimentos serão sancionadas

O Plenário também derrubou o Veto Parcial à Proposição de Lei 23.820, que altera a Lei 20.608, de 2013, que institui a Política Estadual de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAAFamiliar). A origem da nova lei foi o Projeto de Lei (PL) 1.314/15, do deputado Bonifácio Mourão (PSDB).

O autor e o deputado Antonio Carlos Arantes (PSDB) defenderam a derrubada do veto, contrariando a posição do relator, Durval Ângelo. Eles justificaram que a proposição pretende fortalecer a agricultura familiar e os pequenos agricultores do Estado. Defenderam, ainda, a instituição do cadastro de agricultores familiares e organizações de agricultores familiares, dispositivo vetado pelo governador.

O governador havia se posicionado contrário aos artigos 3° e 4°. O primeiro determina que, na contratação pelo Estado, de serviço de fornecimento de alimentação, o contratado deverá aplicar o percentual mínimo de 30% dos recursos destinados à compra de gêneros alimentícios in natura ou manufaturados na aquisição direta de produtos de agricultores familiares.

Já o artigo 4º acrescenta dispositivo à Lei 20.608 estabelecendo que órgão competente do Poder Executivo institua no Estado o cadastro ou adote banco de dados contendo informações relativas aos agricultores familiares, às suas organizações e à oferta e demanda de seus produtos.

Segundo a mensagem do governador, a vinculação de percentual de compras de produtos da agricultura familiar aos fornecedores de serviço de alimentação do Estado poderia inviabilizar a própria prestação do serviço.

Oferta e demanda – De acordo com informações da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), a agricultura familiar tem demonstrado dificuldade em atender às necessidades do próprio Estado no fornecimento de alimentos, o que se constata pelo grande número de chamadas públicas que não apresentam interessados em fornecer ao Estado.

Além disso, a demanda relativa ao fornecimento de alimentação supera em muito a demanda do Estado por produtos in natura, conforme argumenta o Executivo, acrescentando ainda que, de acordo com dados de 2016, enquanto a aquisição direta de alimentos representa um potencial de compra de R$ 10 milhões, o mercado de fornecimento de refeições, somente para unidades prisionais, representa cerca de R$ 280 milhões.

Com relação à criação de cadastro e banco de dados, o governador justificou que se trata de ação para fins de operacionalização da PAAFamiliar, que caberia à instituição por meio de regulamento, destacando que o Decreto 46.712, de 2015, é o instrumento normativo que regulamenta a Lei 20.608, que institui a PAAFamiliar.

Crédito: Assembleia Legislativa de Minas Gerais

11 jul 2018

Cacau: “presente oferecido pelos deuses aos homens”

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O mundo civilizado só tomou conhecimento da existência do cacau depois que Cristóvão Colombo descobriu a América. Quando os primeiros colonizadores  chegaram no continente, o cacau já era cultivado pelos índios, principalmente os Astecas, no México; e os Maias, na América Central.

As antigas civilizações da América consideravam o cacau sagrado. Eles acreditavam que a  fruta foi um presente oferecido pelos deuses aos homens. E, de tão importante, virou até moeda de troca. Nessa época na América Latina não se fazia do cacau o que conhecemos hoje como chocolate. Era feita uma bebida de sabor amargo com as sementes torradas e moídas, misturadas com água e pimenta.

As propriedades do cacau são muitas: relaxante do sistema nervoso, antidepressivo, inibidor do apetite e regulador do sono, ativador da função cerebral e afrodisíaco.  Um estudo da Universidade de Cornell, concluiu que o cacau em pó tem duas vezes mais antioxidantes que o vinho tinto e três vezes mais que o chá verde.

O cacau é importante na produção de muitos produtos, além do mais conhecido que é o chocolate. O dia do cacau é celebrado no dia 26 de Março, sendo esta uma comemoração de uma fruta de extremo valor histórico e de grande valor nutricional.

DICA: Prefira cacau 100% orgânico, sem açúcar (vendido em lojas de produtos naturais).

Receitinha

Brigadeiro de cacau

Ingredientes:

1 lata de leite condensado (395 gramas)
1 colher (de sopa) de manteiga sem sal (20 gramas)
2 colheres (de sopa) de cacau 100% (sem açúcar)
1 pitada de sal
Confeitos para decorar (a gosto)

Modo de preparo:

Em uma panela de fundo grosso junte o leite condensado, a manteiga, o cacau e o sal. Coloque no fogo baixo e mexa sem parar, raspando principalmente as bordas da panela com uma espátula, até que desgrude da panela e chegue no ponto de enrolar. O ponto do brigadeiro é quando a massa desgruda totalmente do fundo, sem grudar na borda quando se vira a panela de lado. Deixe esfriar completamente. Passe quase nada de manteiga na palma da mão e com a ajuda de uma colher pegue um pouco da massa e faça bolinhas. Em seguida passe no confeito.

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