Categoria "Beleza"
06 abr 2019

Contorno labial: Os motivos para aderir agora mesmo

Arquivado em Beleza, Comportamento

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Quem gosta de se maquiar sabe que o lápis labial é um dos itens indispensáveis no nécessaire. E quem ainda não tem intimidade com o produto de make precisa saber que ele, além de ser um aliado fundamental para quem deseja aquele efeito bocão, ajuda o batom a durar mais.

O maquiador oficial da Natura, Marcos Costa, enumera outras utilidades do lápis para contorno labial, como se transformar no próprio batom, dependendo da textura, como é o caso do Lápis Lábios Color & Contour, de Aquarela.

“Lápis de contorno são modernos e podem ser usados sozinhos. Para quem já tem lábios grossos, adoro a combinação do lápis vinho dessa coleção com o Batom Color Hidra FPS 8 marrom 480, também de Aquarela”, conta. Em casos como o do exemplo citado pelo maquiador, o lápis é usado também para outra função: preencher a boca e se misturar à cor da bala do batom, aumentando a intensidade e a durabilidade.

Como ter lábios mais grossos

Para lábios finos, Marcos sugere usar cores claras, vivas e alegres, como tons de rosa, vermelho e fúcsia, por exemplo. E não pense que é necessário ter um lápis de contorno para cada tom de batom. A ideia é misturar as cores e ousar.

Se você quer aumentá-los, o segredo é fazer o contorno rente à linha da boca, externamente. Entretanto, muita calma nessa hora! “Eles são mais fáceis de aplicar, mas não dá para exagerar”, alerta o maquiador.

03 abr 2019

Co-wash: O que é e como usar a técnica que limpa o cabelo sem danificar

Arquivado em Beleza, cabelo, Comportamento

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Cabelos cacheados e crespos tendem a ser naturalmente secos. Logo, o uso excessivo de alguns shampoos que prometem limpeza profunda pode ser agressivo a eles. Não raro, há quem opte por reduzir a frequência de lavagem durante a semana a fim de eliminar por completo a oleosidade natural dos fios. A notícia boa é que já existe no mercado um produto específico para cuidar de todos os tipos de curvas, evitando qualquer prejuízo: trata-se do Condicionador Co-Wash.

Sentiu o couro cabeludo ressecado? É hora de ele entrar em ação, limpando com delicadeza, condicionando e definindo o cacheado ou o crespo em um único passo. Vem saber mais!

O que é o co-wash?

Em um esquema dois em um, o condicionador co-wash foi desenvolvido para limpar e condicionar, dispensando o uso de um shampoo. Esse é o caso do Condicionador Co-Wash Curvas Envolventes, de Plant, rico em óleo de macadâmia e livre de sulfato, parabeno e petrolato.

Apesar de homônimos, o condicionador co-wash não deve ser confundido com um condicionador comum. A farmacêutica bioquímica Marcela Buchain explica:

Se ele tiver na composição petrolato – também conhecido como vaselina ou silicone -, parafinas, ceras ou óleos vegetais, como é o caso dos comuns, e for aplicado no couro cabeludo, vai obstruir o folículo. Isso exige o uso de um shampoo de limpeza profunda, que tende a ser agressivo aos fios ressecados.”

Como usar o co-wash?

Prático, o co-wash é usado como um shampoo, ou seja, direto no couro cabeludo. A diferença está na fórmula, que não tende a espumar. Assim que depositado, basta massagear e enxaguar em abundância. A quantidade ideal equivale ao dobro daquela usada para o shampoo de costume.

Não existe regra, porém, na hora de incluí-lo na rotina de beleza. Segundo Clarissa Romeu, pesquisadora e desenvolvedora de produtos Natura, algumas pessoas preferem adotá-lo como único passo na hora de lavar o cabelo. “Já outras sentem a necessidade de intercalar o uso com o de um shampoo tradicional”, diz. Uma ótima opção é combiná-lo com uma máscara de tratamento, caso haja necessidade de turbinar os cuidados.

Para quem o co-wash é indicado?

Como os cabelos cacheados e crespos são mais ressecados que os demais, são eles os mais beneficiados pelo produto. “O shampoo convencional pode reduzir demais a oleosidade natural dos fios. Com o uso do co-wash, isso não acontece”, explica Clarissa.

Marcela o indica também para fios tingidos de loiro e alerta que quem tem caspa ou algum tipo de alteração no couro cabeludo deve evitar e procurar um especialista.

28 mar 2019

Quem você deve procurar ao se decidir pela “harmonização facial”

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A harmonização facial ganhou os holofotes e aumenta a procura por profissionais que realizem o procedimento. Com o intuito de garantir a segurança dos pacientes, a Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional Minas Gerais (SBDM MG) está esclarecendo pontos importantes sobre o tema.

A presidente da SBD MG, Rachel Guerra de Castro, esclarece que a harmonização facial compreende diversos procedimentos estéticos combinados, que visam melhorar a aparência do rosto, envolvendo pele, tecidos, músculos, gordura, nervos e vasos. “O médico está preparado para uma adversidade, como um possível quadro alérgico ou uma oclusão vascular. Infelizmente, o que vemos é uma corrida no mercado onde não médicos querem atuar apenas com vistas ao lucro, além da abertura de diversos cursos de curta duração que estão multiplicando e não são capazes de formar adequadamente essas pessoas”, afirma.

A dermatologista alerta: “Estamos preocupados com esta questão. O médico, ao se tornar um especialista, seja na dermatologia ou na cirurgia plástica, se prepara para atuar frente a possíveis complicações clínicas. Para que não ocorra danos ao paciente e até mesmo risco à sua vida, é necessário um treinamento abrangente, que o dermatologista e o cirurgião plástico só adquirem durante a Residência Médica”, alerta a presidente da SBD MG.

A formação consiste de dois a quatro anos, em período integral (full time), no Hospital Escola, com uma carga horária de 60 horas semanais. Ao final, soma-se mais de 20 mil horas de treinamento. Por outro lado, profissionais não médicos estão ‘aprendendo’ essas técnicas, de acordo com Castro, no que eles chamam de pós-graduação, um ou dois dias por semana, com uma carga horária de 300 ou 400 horas, quando muito. “O que de forma alguma qualifica esse profissional para realizar um procedimento invasivo.”

Segundo a diretora de mídia eletrônica da SBD MG, Gisele Viana de Oliveira, há casos na mídia em que a paciente divulga ter sido submetida a um preenchimento com ácido hialurônico, realizado por um não médico, sobre procedimento anterior com material definitivo. “Nenhum médico faria tal barbaridade, uma vez que a associação é absolutamente contraindicada por implicar no risco de rejeição do material.” Ela acrescenta, que o desejo de melhorar a aparência, aliado às manobras de marketing, acabam iludindo os pacientes. “É comum ouvirmos que os procedimentos estéticos são fáceis, banalizando o ato médico, sua complexidade e riscos.”

Em fevereiro, a Associação Médica Brasileira (AMB), Conselho Federal de Medicina (CFM), Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) protocolaram uma ação civil pública contra a medida do Conselho Federal de Odontologia (CFO) que autorizava os dentistas a realizarem a harmonização orofacial, o uso da toxina botulínica e de preenchedores faciais.

ORIENTAÇÃO À COMUNIDADE

Para maior segurança dos pacientes, a SBD-MG lista alguns pontos importantes que devem ser considerados por quem deseja se submeter à procedimentos estéticos:

·Não siga o modismo. Apenas o médico será capaz de realizar uma rigorosa avaliação para indicar corretamente os procedimentos adequados, solicitar exames se necessários e identificar outras questões que possam resultar em problemas como manchas, assimetrias faciais temporárias e lesões neutrais e/ou vasculares irreversíveis;

·O dermatologista e o cirurgião plástico almejam o melhor resultado estético, priorizando a promoção de saúde e o bem-estar para o seu o paciente;

·Na área da odontologia, é importante frisar que nem todos são cirurgiões, e que não podem fazer intervenções na face do paciente, conforme a própria legislação;

·No caso das propagandas no Instagram e Facebook verifique se o profissional é médico, especialista em dermatologia ou cirurgia plástica. Algumas vezes, os profissionais que não são médicos não deixam claro a sua formação.

· Cuidado com as promessas milagrosas e os antes e depois. Fotos podem ser facilmente alteradas e milagres não existem. Busque segurança e qualidade. De acordo com o Código de Ética Médica os médicos estão proibidos de publicar antes e depois. Portanto, desconfie!

·Os profissionais médicos sempre se apresentarão com o número do seu CRM e, no caso dos especialistas em dermatologia e cirurgia plástica, com o número do seu RQE (Registro de Qualificação do Especialista). Você pode consultar junto às entidades das especialidades e verificar se este médico é mesmo um especialista.

·A ética médica é muito importante e os Conselhos Regionais de Medicina podem ser acionados. Tire todas as suas dúvidas com o médico antes de realizar qualquer procedimento. Avalie todas as possibilidades e os recursos disponíveis no local do atendimento.

·Em caso de dúvida procure a Sociedade Brasileira de Dermatologia: http://www.sbd.org.br/dermatologia/pele/procedimentos/

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