Categoria "Cidade"
16 jan 2020

Santa Casa de BH realiza primeiro transplante hepático infantil

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“Ano novo, vida nova”. Essa frase descreve o momento especial vivido por Sophia Gabrielly Santos, de 3 anos, e sua família. A menina realizou dias antes do Natal um transplante hepático que mudou sua vida. Esse foi o primeiro procedimento da especialidade feito em crianças na Santa Casa BH (SCBH). O sucesso da recuperação da paciente é comemorado pelas equipes do Transplante e da Pediatria. Em 2019, a instituição fez 32 transplantes de fígado, um aumento de 60% em relação ao ano anterior. Só em dezembro foram 10 procedimentos. Para 2020, está se preparando para oferecer transplante entre pessoas vivas para crianças.

Sophia nasceu no dia 14 de novembro de 2016, em Coluna (MG), e foi diagnosticada com atresia biliar (obstrução dos dutos biliares). Por conta disso, teve que ir para São Paulo para acompanhamento clínico e entrou na fila para aguardar a cirurgia. Pelas dificuldades financeiras e por problemas burocráticos, não conseguiu continuar o tratamento em outro estado. Em setembro de 2019, a Santa Casa BH disponibilizou uma vaga para a Secretaria Municipal de Saúde de Coluna para o atendimento clínico e já em dezembro foi feito o transplante.

De acordo com o coordenador do Transplante de Fígado da SCBH,  Dr. Agnaldo Soares Lima, a cirurgia foi muito bem sucedida. “Sophia nasceu com atresia das vias biliares. Aos 2 meses passou por uma cirurgia corretiva, que não surtiu o efeito esperado. Por conta disso, foi indicado o transplante”, disse.

Karina Costa Santos, mãe de Sophia, só tem a agradecer: “Deus é bom demais. Foi ele quem nos encaminhou para a Santa Casa BH e colocou os médicos e a equipe de enfermagem em nossas vidas. Foram três anos muito angustiantes, mas acabou o sofrimento. Minha filha terá vida normal e continuará fazendo acompanhamento aqui. Muito obrigada por tudo”.

Transplantes na SCBH em 2019

Considerado o maior hospital transplantador de Minas Gerais, a SCBH também oferece transplantes de córnea, medula óssea, coração e rim e realiza a captação de múltiplos órgãos para doação. Em 2019, foram feitos 111 transplantes de medula óssea, 59 de rim, 32 de fígado, 14 de coração e 110 de córnea. O hospital faz parte do “Projeto DONORS:  Estratégias para otimizar a doação de órgãos no Brasil”, do Ministério da Saúde. A iniciativa tem o objetivo de aumentar a taxa de sucesso das doações e a qualidade dos órgãos disponibilizados aos seus receptores.

13 dez 2019

Doenças da pele: pacientes recebem avaliação e tratamentos gratuitos em BH

Arquivado em Cidade, Comportamento, saúde

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A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) realiza, desde 2014, o ‘Dezembro Laranja’, ação que faz parte da Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer de Pele e que, em 2019, dá enfoque aos principais sinais da doença para o diagnóstico e tratamento precoces, na tentativa de conscientizar a população brasileira sobre a importância de cuidar da pele.

ATENDIMENTO GRATUITO EM BH

Pensando na necessidade de atendimento dermatológico para a população carente, será realizada, no próximo dia 15/12 (domingo), de 9h às 13h, na clínica Dr. Fábio Gontijo, que fica na Av. do Contorno, 4747 – 602/604 – Funcionários,  região centro-sul de BH, uma ação social com avaliação de pele gratuita, além da garantia do tratamento completo para cada paciente, desde a primeira consulta até a solução do problema.

De acordo com o médico dermatologista, o projeto surgiu diante do grande número de diagnósticos de câncer de pele no Brasil e tem o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da prevenção: “Na verdade, primeiro pensamos sobre a incidência alarmante de câncer de pele, que é o mais comum no país, e nos motivamos diante do fato de que, quando detectado precocemente, é uma doença com muitas chances de cura. As pessoas precisam saber desse dado, porque o que acontece é que a grande maioria tem medo de um diagnóstico assim.”

CÂNCER DE PELE

O câncer da pele responde por 33% de todos os diagnósticos da doença no Brasil, sendo que o Instituto Nacional do Câncer (INCA) registra, a cada ano, cerca de 180 mil novos casos. O tipo mais comum, o câncer da pele não melanoma, tem letalidade baixa, mas seus números são muito altos. Em geral, a população conhece as dicas básicas para a prevenção do câncer e outras doenças da pele. Porém, nem todo mundo segue as recomendações médicas e, muito menos, busca ajuda profissional quando algum sinal da doença aparece.

A verdade é que, quando detectado precocemente, o câncer de pele tem 100% de chances de cura. Por isso a prevenção é tão importante, conforme afirma o médico dermatologista, Dr. Fábio Gontijo: “estar atento aos sinais que a pele nos dá, é o que vai garantir que o paciente perceba quando algo diferente surgir. Porém, somente um exame clínico ou uma biópsia são capazes de diagnosticar o câncer de pele.”

09 dez 2019

Domingo solidário: Movimento “Juntos pelo Heitor” mobiliza Sabará

O Movimento “Juntos pelo Heitor” está cada vez mais forte.  Heitor Junio de Pádua dos Santos, 3 anos, tem uma doença rara e precisa de medicamentos caros, além de uma dieta rica em cálcio. Com o objetivo de arrecadar dinheiro para garantir o tratamento do garotinho, domingo (8/12) foi  dia de ação, amor e solidariedade, em Sabará, Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Amigos e familiares organizaram um evento solidário na Praça de Esportes da cidade. Os convidados tiveram a oportunidade de participar do Bingo Beneficente; comprar roupas, sapatos e acessórios no Bazar do Heitor e prestigiar as bandas: Fuzuê, Mistura Nossa e Swing do Tapa.    Os artistas da região também abraçaram a causa do garotinho.

“O meu filho pode ficar com os membros atrofiados e até mesmo não conseguir mais andar. Ele está perdendo precocemente os dentinhos. Heitor tem uma doença rara chamada hipofosfatasia alcalina baixa“, esclarece Adriana Fátima de Pádua, mãe do garotinho.

As doze ampolas importadas do medicamento Stresing (Astotase Alfa|), que podem oferecer mais qualidade de vida ao Heitor, custam cerca de cem mil reais por mês. A família não pode arcar com os custos; e o SUS não fornece o remédio pela rede pública de saúde. A solução foi acionar a Justiça, além de contar com o apoio dos amigos. “O processo já está nas mãos da juíza. Acreditamos na justiça. Acreditamos na solidariedade”, diz confiante a mãe do Heitor.

 

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