Categoria "Cidade"
16 set 2019

Entre Lugares: livro sobre migração e refúgio é lançado em BH com distribuição gratuita

Com o apoio do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), dia 19 de setembro, às 18h, ocorre o lançamento do livro Entre-lugares, que traz relatos de homens e mulheres migrantes, de 11 países do mundo, que tiveram como destino o Brasil. A cerimônia será no auditório da PUC Minas (campus Praça da Liberdade), na Rua Sergipe, 790, em Belo Horizonte. A primeira edição do livro impresso será distribuída gratuitamente no dia do lançamento.

A obra é das jornalistas Paula Dornelas e Roberta Nunes, e organizada por Duval Fernandes e Maria da Consolação Gomes de Castro, professores da PUC Minas. Cada capítulo conta com pinturas da artista Yanaki Herrera e fotografias de Luiza Gontijo. Entre-lugares tem apoio do Curso de Serviço Social por meio Grupo Interdisciplinar de Pesquisa e Extensão Direitos Sociais e Migração (GIPE-DSM) e do Programa de Pós-Graduação em Geografia por meio do Grupo Distribuição Espacial da População (GEDEP), ambos da PUC Minas.

O livro foi produzido ao longo de dois anos, com objetivo de contribuir para a visibilidade de pessoas migrantes e refugiadas e dos contextos sociais, culturais, políticos e econômicos de seus países de origem, bem como para abordar aspectos do acolhimento à migrantes e as políticas públicas voltadas para esse público no Brasil. Entre as histórias, está a de Maha Mamo e Souad Mamo, nascidas no Líbano, porém sem pátria, que se refugiaram no Brasil. As irmãs foram as primeiras pessoas reconhecidas como apátridas na história brasileira, tendo conquistado a nacionalidade brasileira em 2018. Com narrativas que mesclam a literatura e o jornalismo, a obra traz os relatos de pessoas nascidas no Peru, Palestina, Argentina, Haiti, Bolívia, China, República Democrática do Congo, Líbano e Síria.

Exposição fotográfica e artística

O evento contará com exposição das fotografias e pinturas contidas na obra. A fotógrafa Luiza Gontijo (Assistente Social) acompanhou e fotografou as entrevistas e encontros realizados com os migrantes e refugiados ao longo dos últimos anos. As fotografias serão expostas no evento do dia 19/09. A artista visual Yanaki Herrera também foi responsável por retratar, porém em tinta à óleo, as histórias contidas no livro. O trabalho resultou na série de pinturas Senderos, que também será exposta durante o lançamento de Entre-lugares.

16 set 2019

Ciro Gomes conversa com os mineiros sobre direito, emprego, desenvolvimento e preconceito

Arquivado em Cidade, Comportamento

O ex-candidato à presidência da República Ciro Gomes (PDT) está em Belo Horizonte (16/09). Na Faculdade Mineira de Direito da PUC Minas, ele participa da aula inaugural,  no Teatro João Paulo II (prédio 30), Campus Coração Eucarístico (av. Dom José Gaspar, 500). O tema da palestra é “Direito, Emprego e Desenvolvimento”. Veja ao vivo AQUI

Às 18:30 horas, Ciro tem encontro marcado na Câmara Municipal de Belo Horizonte, onde participa, junto com Duda Salabert (professora, ativista e primeira candidata travesti ao Senado por Minas Gerais), de uma aula pública: Como resistir em tempos de ódio”. Não há necessidade de inscrição prévia. Evento sujeito a lotação.

12 set 2019

Laboratório produz pele humana para substituir testes em animais

Por Carol Barreto – Repórter da Rádio Nacional Rio de Janeiro/Agência Brasil

A lei que estabelece novas regras para o uso de animais em testes estipulou o prazo de cinco anos para que os pesquisadores se adaptassem e utilizassem formas alternativas. O prazo de cinco anos termina no dia 24 de setembro deste ano.

A resolução normativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações reconhece o uso de métodos alternativos válidos que possam reduzir ou substituir o uso de animais em atividades de pesquisa. De acordo com a resolução, o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea) reconhece 17 métodos alternativos. Um desses métodos permite teste da epiderme humana reconstituída.

Pioneiro mundial em reconstrução de pele, o laboratório de bioengenharia de tecidos vai disponibilizar pele reconstruída para testes em produtos. O material produzido pela unidade será utilizado em substituição ao uso de animais como cobaias em testes de produtos. O processo começa com a doação de restos de cirurgias plásticas para o laboratório. Daí se extraem os chamados queratinócitos. Essas células são cultivadas em placas de cultura e, depois de 17 dias em contato com o ar, se proliferam, formando múltiplas camadas de pele.

O laboratório já produziu mais de 5 mil tecidos de pele reconstruídos que foram utilizados no treinamento de mais de 100 pesquisadores no Mercosul, o que possibilitou a implementação de métodos alternativos em diversos laboratórios interessados em reduzir ou substituir os testes em animais.

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