Categoria "Cidade"
27 ago 2019

Qual a capacidade de controle dos radares da Força Aérea Brasileira?

Arquivado em Cidade, Comportamento, Ufologia

OVNI Pesquisa

Por Sérgio Santana. Bacharel em Ciências Aeronáuticas (Universidade do Sul de Santa Catarina, UNISUL); Pós-graduando em Engenharia de Manutenção Aeronáutica (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, PUC-MG)

O Sistema de Controle de Tráfego Aéreo brasileiro opera três tipos de radares: os radares de aproximação de precisão (que são móveis e utilizados quando aeronaves estão em procedimento de aterrissagem, instalados em Bases Aéreas, estando capacitados para receber as aeronaves e conduzi-las até um pouso seguro, sob quaisquer condições meteorológicas), os de vigilância em áreas terminais (gerenciando o tráfego aéreo próximo a aeroportos, integrando a rede conhecida pela abreviatura APP, “approach”, aproximação) e os radares de rota (que controlam o tráfego aéreo a longa distância e podem ser bi ou tridimensionais). Os bidimensionais determinam a direção horizontal (azimute) dos contatos, enquanto que os radares tridimensionais determinam também a sua altitude.

Na rede de aproximação os radares são do tipo bidimensional, ou seja, fornecem dados sobre o azimute (que é a representação de uma determinada direção calculada em função da sua separação angular de um determinado ponto de origem; o chamado Norte Astronômico) e a distância – não informando a altitude.

No controle de Tráfego Aéreo em Rota são usados os radares primários, que podem ser bi e tridimensionais, instalados em áreas estratégicas por todo o território nacional – onde estão os DTCEA, ou Destacamentos de Controle do Espaço Aéreo. Integram os ACC (Area Control Center, Centros de Controle de Área), que empregam radares primários instalados em locais que propiciem melhores desempenhos em alcance e visualização, como no topo de montanhas, por exemplo, onde estão sediados os já referidos DTCEA.

Para complementar os dados dos radares primários, estão instalados os radares secundários, que captam informações sobre a altitude quando as aeronaves estão com seus transponders ligados, equipamentos que contém informações codificadas, como matrícula da aeronave, altitude, posição e direção – dados esses fundamentais na atividade de Controle do Espaço Aéreo e de Tráfego Aéreo.

No âmbito da Defesa Aérea, os dados coletados pelos Radares Secundários distinguem as aeronaves amigas das inimigas, permitindo que os órgãos competentes tomem decisões e cumpram suas missões. A utilização deste dispositivo contorna algumas limitações de radares convencionais, tais como baixa refletividade e falta de posicionamento vertical. Atualmente o uso de radares secundários é obrigatório em aeroportos de grande movimentação aérea.

Apenas os de longo alcance serão descritos neste texto.

Modelos em operação

Os radares de rota da Força Aérea Brasileira são os franceses Thales TRS 2230 (treze dos quais foram entregues entre 1982 e 1987, plenamente operacionais a partir de 1991) e Thomson-CSF LP 23M (cinco instalados em 1994); os norte-americanos Lockheed Martin TPS-77 B34 (seis entregues entre 1999 e 2001, implantados entre 2002 e 2005) e Raytheon ASR-23SS (sete operacionais ao mesmo tempo dos TPS-77 B34) e os espanhóis Indra IRS-20MP/S (dois adquiridos entre 2011 e 2012).

O Thales TRS 2230 é um radar fixo. A sua antena está limitada à velocidade de varredura de 6rpm, durante as quais até 90 alvos podem ser detectados em uma gama de altitudes variando entre o nível médio do mar até 30.500 metros e a distância máxima de 400 km. Por sua vez, o LP 23 opera associado ao processador PR800, que fornece ao centro de controle até 300 “tracks” (pistas) confirmadas, com dados de alcance, altitude e azimute, com outras 700 adicionais à espera de confirmação. Possuía alcance entre 0.5 e 370 km contra alvos se deslocando entre o nível médio do mar a até 30.500 metros de altitude. Atualmente está sendo oferecida uma versão modernizada do LP 23, denominada LP23SST, que de acordo com o fabricante pode ter incorporado um canal meteorológico e a função altimetria e possui um alcance padrão de 370 km que pode ser estendido para até 463 km através do aumento da potência emitida.

O radar LP23SST pode operar nas configurações totalmente autônomas, associado a um radar de vigilância secundária/Identificação Amigo-ou-Inimigo ou operação em modo S com os dados de saída do radar sendo configurados em todos os formatos possíveis de protocolos de comunicação.

O Lockheed Martin TPS-77B34 (conhecido na FAB como “TPS-B34”), de origem norte-americana, também é um equipamento radar de pulso Doppler, mas com varredura eletrônica na determinação da altitude dos contatos, cerca de 1000 deles podendo ser detectados a cada varredura da antena, com velocidade de rotação entre cinco e 12 rpm. O alcance varia entre 10 e 463 km, enquanto o teto de serviço é de 30.500 metros. Já o Raytheon ASR-23SS possui uma antena que opera entre quatro e 12 rpm, com o alcance variando de 148 a 463km, nos quais mais de 1000 contatos se deslocando à velocidade superior a 1.800km/h podem ser detectados simultaneamente. O B34 pode ser transportado em aviões ou caminhões. Na FAB esses radares por vezes são instalados em uma plataforma de 12 metros de altura, aumentando o seu alcance para 475 km.

Por fim, o espanhol Indra IRS-20MP/S é capaz de atuar em todas as condições meteorológicas e sob interferências naturais e artificiais, seja em relação a contatos aéreos cooperativos ou não, assim complementando a função de transponder dos radares secundários. Apresenta velocidade de rotação da antena entre cinco e 15 rotações por minuto, com alcance entre 149 a 333 km, teto de serviço de 24.384 metros e capacidade de detectar 1000 contatos a cada varredura, 500 destes podendo ter a sua trajetória determinada. Apresenta a vantagem de ser transportável. E, como o B34, pode ser instalado em uma torre de 12 metros, o que aumenta o seu alcance. Recentemente foi anunciado investimento para aumentar essa rede de radares, de modo a incrementar a capacidade de cobertura de todo o sistema.

Breves considerações gerais sobre a capacidade de detecção dos radares

De um modo geral, todos os radares são projetados para atuarem em determinada situação. Assim, como demonstrado, mesmo para controle de tráfego aéreo, há vários tipos de radares, cada um concebido com suas peculiaridades. Contudo, todos eles possuem limites operacionais, que estabelecem, por exemplo, as velocidades e altitudes mínimas e máximas dos alvos que podem ser detectados por suas antenas. Qualquer objeto voador, terrestre ou não, que se desloque fora desses parâmetros não será detectado. Isso explica (mesmo em parte, porque não se sabe a composição material de tais objetos ou suas técnicas/recursos de voo) o porquê de avistamentos de objetos voadores não identificados não serem detectados pelos órgãos de controle de tráfego aéreo.

 

Thomson-CSF LP 23M

 

RADAR TPS-77 B34

 

Thales TRS 2230

26 ago 2019

Policiais de Minas Gerais perseguem ‘seres luminosos’, em Cláudio

Arquivado em Cidade, Comportamento, Ufologia

Revista Ovni Pesquisa

Por Edison Boaventura Júnior (Ufólogo)

Paulo Baraky Werner (Ufólogo e Jornalista)

Revista Ovni Pesquisa

O caso que relataremos a seguir teve como palco a cidade de Cláudio, em Minas Gerais e não é tão recente, pois ocorreu em novembro de 2008… Apesar dos jornais locais terem publicado sobre o fato na época, todavia, informações inéditas desta “invasão de OVNIs” surgiram agora no ano de 2019 e, o relatório preliminar oficial foi revelado em 2015, comprovando o insólito episódio! Afinal, casos envolvendo tripulantes de OVNIs sempre são e serão ocultados do público pelos militares. Isto já é de praxe e previsto, muitas vezes, nos normativos destas corporações! Mas, o tempo passa e, paulatinamente, detalhes incríveis surgem, graças a pesquisa de campo conduzida pelos incansáveis pesquisadores, demonstrando assim, a verdade dos fatos para a Sociedade!

No dia 23 de fevereiro de 2019 uma equipe da revista OVNI Pesquisa esteve na cidade de Cláudio coletando novos dados, informações, entrevistando testemunhas civis e militares e visitando os locais dos fatos.

REMEMORANDO COMO COMEÇOU A INVASÃO

Tudo começou por volta das 22 horas, numa noite de quarta-feira, dia 19 de novembro de 2008, pouco antes do jogo do Brasil contra Portugal, quando a partir do seu apartamento, a senhora Renata Veloso Guerck Austriaco avistou um objeto luminoso hexagonal acompanhado de outros dois objetos voadores esféricos que giravam sob sua órbita. Na medida em que o OVNI se aproximava da igreja Nossa Senhora Aparecida, as luzes dos postes do bairro Bela Vista tiveram um blackout, apagando quadra a quadra.

A partir daquele momento, vários claudienses começaram a observar as estranhas luzes sobrevoando a cidade e chegando a pousar na zona rural, as margens da rodovia MG 260.

Renata que é a esposa do comandante do Pelotão da PM de Cláudio chamou a atenção do capitão Eisenhower Guerck Austriaco que passou a avistar o mesmo fenômeno por alguns minutos, ligando em seguida para a delegacia, para o cabo Sírio Barbosa de Oliveira e, determinando que a viatura composta dos militares cabo Amilton José Rabelo, soldado Heverton Francisco e soldado Balbino, se deslocassem para a avenida Bela Vista/Valongo.

Um dos objetos menores era prateado, sendo que o outro aparato voador era de cor vermelha, tipo ferro incandescente e, por vezes, mudava de cor.

Em certo momento, o capitão ligou para uma vizinha, que residia no sexto andar do prédio, a senhora Irma de Fátima Rodrigues Santos que passou a observar o mesmo fenômeno. Posteriormente, foi feito uma coleta do depoimento dela para anexar ao processo do “Caso Cláudio”. O comandante Eisenhower Austriaco comandou aquela ação militar da janela do seu apartamento durante várias horas.

CABO FOTOGRAFOU O OVNI

No mês de dezembro de 2008, logo após o cabo Amilton José Rabelo entrar para a reserva, três fotografias do OVNI tiradas na primeira noite de observação foram publicadas no portal UFOVIA (http://www.viafanzine.jor.br/site_vf/ufovia/index.htm), do editor e pesquisador Pepe Chaves, trazendo também uma entrevista com aquele militar que revelou outros detalhes da ação empreendida.

Ele contou que foi até um local denominado Sobrado, próximo ao parque industrial da cidade, onde moradores afirmavam que teriam visto uma luz estranha parada no meio do matagal. Estava na viatura, ele, soldado Balbino, soldado Francisco e soldado Renato. Os militares avistaram o OVNI do lado direito da estrada. Segundo ele, “uma luz muito forte de cores amarela e branca que fazia o deslocamento sentido à direita de nossa posição… Passamos a seguir a luz na rodovia MG 260, no sentido da cidade de Cláudio para a cidade de Divinópolis. Chegamos próximo a destilaria de álcool, adentramos em uma plantação de cana-de-açúcar por 500 metros e chegamos numa cerca de proteção. Descemos da viatura. Vimos um objeto pousado de formato retangular, com laterais ovaladas, com tamanho e aparência de um micro-ônibus sem rodas, emitindo luz branca, tipo farol xenon. Essa luz saia de uma abertura que cortava todo o meio daquele objeto. Depois ele subiu até perdermos ele de vista”.

Quando os policiais pensaram em entrar na viatura para voltar à delegacia, o motorista, soldado Balbino, alertou para que todos olhassem, pois o OVNI retornara, parando um pouco acima. A nave realizou movimentos circulares e depois sumiu novamente. Porém, antes do desaparecimento o cabo Rabelo tirou três fotografias do OVNI com sua câmera Sony Cyber Shot 7.2 Megapixels.

SURPRESAS NO RELATÓRIO PRELIMINAR

Muitos comentários foram feitos na cidade nos dias subsequentes, sendo inclusive, registrados outros avistamentos de luzes misteriosas na região. Esta onda ufológica durou cerca de três dias, sendo que os moradores ainda reportavam observações até a sexta-feira, dia 21 de novembro.

No dia 30 de novembro de 2015, o coeditor de OVNI Pesquisa, Edison Boaventura Júnior, solicitou oficialmente à Delegacia de Cláudio, por meio do protocolo nº 0120000008201581, o relatório oficial, boletim de ocorrência e fotografias do OVNI, sendo atendido no seu pedido em 10 de dezembro de 2015, conforme e-mail assinado pelo sargento Alessandro Cunha.

Este relatório preliminar composto de quatro páginas, datado de 8 de dezembro de 2008, foi endereçado ao comandante do 23º BPM, pelo comandante Eisenhower Guerck Austriaco e, trás novidades estarrecedoras sobre o caso.

Transcrevemos a seguir parte do relatório na página nº 2: “Nos dias 19 e 20 de novembro tivemos uma experiência, ao lado de vários outros Militares e pessoas que encontramos e entrevistamos sobre luzes que voaram sobre a cidade, e também sobre pequenos seres ‘humanóides’ que foram perseguidos pela viatura Mitsubishi 13533 a cerca de 20 km/h por entre as canas plantadas. Estes humanóides vistos pareciam deslizar por entre as canas. Em todas as ações deste Oficial, diversos Militares armados acompanharam os diversos momentos o fenômeno, em um dos momentos, estávamos em 03 viaturas. Uma senhora do povoado de formiguinha ao abrir a porta de sua casa teria visto pequenos seres em seu quintal e viu também um objeto cor ferro incandescente parado no ar atrás de eucaliptos a cerca de 800 metros, apontando a boina deste Oficial como sendo a forma do objeto visto. Os objetos voavam a uma velocidade incalculável e paravam como se não existisse os limites da física, simplesmente paravam de repente. Os objetos faziam curvas em ângulos de noventa graus ou menos, deslocavam para frente e voltavam para trás”.

“DOIS SERES LUMINOSOS…”

A parte mais importante do relatório é quando o comandante e mais dois sargentos empreendem uma perseguição aos seres avistados. No relatório está escrito: “A maior de todas as experiências ocorreu na noite de 20 de novembro de 2008, quando após três objetos desaparecerem a velocidade incrível, retornamos este Oficial, sargento William e sargento Waldir pelo canavial da região do Povoado de São Bento; vimos dois seres luminosos, com cerca de noventa centímetros de altura que deslizavam por entre as canas. Estávamos na caminhonete Mitsubishi transitando em uma estrada vicinal, quando o sargento William viu algo no mato. Ele virou a viatura 13533 em direção aos ‘seres luminosos’, quando aproximamos (15 ou 20 metros), estes começaram a deslizar por entre as canas. Estávamos a cerca de 20 Km/h e estes continuavam a frente e a direita, era perceptível que aquelas coisas ‘andavam’ sem tocar o chão. Não vimos pés, nem dedos, mas percebemos braços, pernas e cabeça ovalar, e embora fossem luminosos não iluminavam”.

O relatório prossegue e afirma que o sargento Waldir Araújo Silva tentou fotografar os seres, mas não aparecia na câmera fotográfica. O sargento William Alcione Alves da Silva ficou vislumbrado com a aparição, segundo consta neste mesmo relatório.

O relatório prossegue: “O que vimos parecia colocar ou retirar algo da terra, como se fossem cientistas. Pareciam controlar o que pensávamos, deixaram nosso corpo cansado e sem poder de pensar estrategicamente e taticamente. O sentimento é que ficamos em uma situação de não definir o que é realidade, o que é sonho e o que é pesadelo, e todos sentiram e viram a mesma coisa. Após esta experiência todos nós estávamos com dor de cabeça, ansiedade e não conseguimos parar de pensar e comentar o que vimos. A vontade de beber água destacou, e o que parecia 40 minutos, na realidade foram 2 ou 3 horas”.

O comandante encerra o relatório escrevendo: “Diversas pessoas relatam experiências vivenciadas idênticas a de nós Militares e vamos entrevistar estas pessoas. Algumas narram ar quente entrar em casa. As viaturas estão com problemas elétricos. A Mitsubishi não pega direito, os Militares que viram e tiveram maior contato parecem angustiados, estamos todos psicologicamente ou fisicamente diferentes, mais cansados, com sono, há relatos de pessoas que se sentiram levitando. Realizarei por conta própria um estudo sobre o fato. O cabo Rabelo relatou e apresentou fotos que conseguiu realizar em seus avistamentos, com sua câmera. Foi confeccionado BOs sobre o fato inicial, que se encontra em arquivo nesta Fração Policial Militar”.

REVELAÇÕES EM NOVA ENTREVISTA COM O CABO

Em 2019, entrevistamos o cabo Rabelo novamente em sua residência e, foi confirmada toda a sua história, sendo que nesta nova conversa foram acrescentados alguns detalhes. Por exemplo, “antes de depararmos com o OVNI em forma de micro-ônibus sem rodas que tinha dois andares, nós indo pela estrada encontramos com um rapaz num Passat e ele vinha do médico com sua mãe, da cidade de Oliveira e ele deu de cara com a luz. Estava bem apavorado e parado no barranco”, disse o cabo Rabelo.

Contou ainda, que no foi procurado por um amigo chamado Brás que estava pescando no mesmo dia daquela sua observação, por volta das 23:40 horas quando viu passar rente a água um objeto voador maior e mais dois menores, chegando a fazer balançar a superfície da lagoa. Brás ficou muito assustado com aquele fenômeno!

Em certa parte da entrevista ele disse que foi visitado no dia seguinte por militares da Aeronáutica que estavam interessados em detalhes do seu avistamento.

“No dia seguinte, eu estava de folga e veio militares da Base Aérea de Lagoa Santa, de Belo Horizonte e me entrevistaram, pediram que desenhasse o objeto e, pediram o cartão da máquina para copiarem as fotos. Eles apagaram as fotos, inclusive fotos pessoais minhas. Me entregaram o cartão zerado. Falaram que o que eu tinha visto era ‘queima artificial de gases’. Então, questionei que fenômeno natural não faz manobra como aquele objeto fez. Mas, ficou por isso mesmo. Minha sorte é que tinha descarregado o cartão com as fotos no computador de casa”, contou ele.

No transcorrer da entrevista, disse que já ocorreram outros casos na região parecidos, em várias épocas. Em fevereiro de 1996, foi avistado por policiais e ele também foi testemunha de um OVNI semelhante ao avistado pelo seu amigo Brás. Nesta ocasião, o fenômeno desligou a parte elétrica da viatura e o rádio de comunicação ficou mudo.

Casos de seres também não são tão incomuns na cidade. Disse que no ano de 2009, o senhor Tonico que mora no Couto viu estes seres que brilhavam com as mesmas características que o comandante Eisenhower observou. Havia três seres e, um deles apanhava algo no chão.

Amilton Rabelo finalizou dizendo que sempre sonha com este mesmo fenômeno e que recentemente, estava na roça do seu cunhado, durante a noite e, viu uma luz alta que chegou a iluminar a escada. Ficou apreensivo e resolveu ir embora do sítio assim que amanheceu o dia.

“LUZ BRANCA MUITO INTENSA”

Testemunhas civis relembraram seus avistamentos corroborando os fatos e, agregando mais informações aos depoimentos colhidos pelos policiais militares.

Cláudia Alves, funcionária pública contou sobre sua observação acompanhada de seu esposo na rodovia MG 260, no bairro Sobrado. “Realmente avistamos um objeto luminoso, com uma luz branca muito intensa, mas não doía a vista. Seguiu a nossa frente na rodovia, por volta das 21 horas, quando voltávamos de uma missa, numa sexta-feira. Desde que avistamos o referido objeto, mais ou menos no trevo, ele seguia sempre à nossa frente em linha reta. Até que chegamos na entrada de nossa residência em frente ao Parque Industrial. Ao chegar em casa fomos para o andar superior onde tem uma varanda para ver se avistávamos de novo, mas já não vimos mais nada. O objeto sumiu mais ou menos perto do aeroporto”, afirmou Cláudia.

Entrevistamos o pintor Regy Markes Padilha que viu momentos antes o mesmo fenômeno fotografado pelo Cabo Rabelo. Ele estava acompanhado de sua mãe, Aparecida de Fátima dos Santos Padilha e disse: “No dia 19 de novembro de 2008, eu voltava da cidade de Carmo da Mata com minha mãe e, vi a luz. Eram 21:44 horas quando vi aquilo do lado da estrada. Era a coisa mais estranha que já vi na minha vida. Eu passei a 6 metros de uma luz tão forte que parecia um pequeno Sol. Era do tamanho de um caminhão, um micro-ônibus! Não fazia barulho, apenas flutuava. Eu vi as canas brilharem, pois era uma luz muito forte. Parecia que tinha fogo por dentro, de cor muito estranha. Eu não parei o carro e segui em frente, cruzando com a viatura da polícia. Depois, soubemos do caso e que tinha dado até polícia e a cidade encheu de ufólogo. Fizeram até uma matéria no site UFOVIA”.

CONCLUSÕES FINAIS

A Equipe de pesquisa de campo da revista OVNI Pesquisa voltou consciente que há mais detalhes importantes a serem revelados.

No dia 25 de fevereiro de 2019 solicitamos por meio do SIC – Serviço de Informação ao Cidadão, para o COMAER – Comando da Aeronáutica, responsável pela Base Aérea de Lagoa Santa, em Belo Horizonte – MG, o relatório, o croqui e as fotos do fato ocorrido em Cláudio… Agora basta esperarmos a resposta deste Órgão ao nosso protocolo nº 60502000499201944.

Será que teremos novidades desta “invasão” ou a nossa Força Aérea Brasileira continuará acobertando os fatos naquela cidade mineira? Esta é a pergunta que não quer calar!

Se você tiver alguma informação sobre o “Caso Cláudio” entre em contato conosco!

20 ago 2019

Câmara Municipal realiza audiência pública sobre as mortes de animais no Parque Municipal de BH

Como já relatei algumas vezes aqui, no blog Saúde do Meio, tenho muito amor pelo Parque Municipal de Belo Horizonte, onde pratico atividades físicas, realizo meditações matinais, converso com moradores de rua e brinco com os gatos que vivem no local.  Inclusive, o felino mais velho do Parque, conhecido por muitos como “Negão Chorão”, é o meu queridinho.  Prefiro chamá-lo de Jaguar. Sempre que posso, não esqueço de colocar na minha bolsa uma comidinha especial para ele. É uma forma de carinho! No entanto, hoje tive medo de não encontrá-lo vivo, depois de várias denúncias de maus-tratos aos animais da região.

O Encontro

O Rei dos Gatos, como é conhecido no Parque Municipal de Belo Horizonte, faz de tudo para tentar amenizar o sofrimento dos animais que vivem na região. Ele tem medo de ser perseguido por conta das denúncias, mas gravou um pequeno vídeo. Veja:

Audiência na Câmara Municipal de Belo Horizonte

Hoje (20/08), às 19 horas, no Plenário Helvécio Arantes da Câmara Municipal de Belo Horizonte, será realizada uma audiência pública, solicitada pelo vereador Léo Burguês de Castro, com o objetivo de discutir assuntos pertinentes à guarda de animais domésticos, ações de segurança ambiental, fiscalização e controle de zoonoses e as denúncias de mortes e maus-tratos contra os animais do Parque Municipal.

Participações

– Secretário Municipal de Meio Ambiente, Sr. Mário Werneck;
– Secretária Municipal de Política Urbana, Sra. Maria Fernandes
Caldas;
– Coordenadoria Estadual de Defesa da Fauna do Ministério
Público de Minas Gerais, Dra. Luciana Imaculada de Paula
– Polícia Militar de Minas Gerais;
– Polícia Civil de Minas Gerais,
– Delegacia Especializada de Investigação de Crime Contra a Fauna da Polícia Civil de Minas, Dr. Bruno Tasca Cabral
– Representação do núcleo de controle de zoonoses da Secretaria
Municipal de Saúde, devendo ser encaminhado convite para o Secretário
Municipal de Saúde, Sr. Jackson Machado Pinto;
– Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, através de seu Comandante, Cel. Edgard Estevo da Silva;
– Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Minas Gerais — CRMV/MG, através de seu Presidente, Médico Veterinário Dr. Bruno Divino Rocha.

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