Categoria "Cidade"
13 jul 2018

Revista mineira sobre discos voadores é lançada em São Paulo

Arquivado em Cidade, Comportamento, Ufologia

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Minas Gerais tem uma enorme incidência de avistamentos de objetos voadores não identificados. Alguns ufólogos apontam a Zona da mata como um dos principais pontos, mas existem outros como Passa Tempo e Serra do Cipó. Acredita-se que devido à grande riqueza mineral do solo mineiro, os objetos voadores não identificados (OVNIs) usam esse material como fonte de energia.

O Estado também conta com a presença de ufólogos importantes. Em solo mineiro, nasceu o pioneiro dos estudos de campo da ufologia, Húlvio Brant Aleixo, conhecido internacionalmente pela seriedade das pesquisas sobre OVNIs desenvolvidas no Brasil. Aqui também foram criados vários grupos e institutos de pesquisas na área, sempre zelando pela ética das informações.

A partir de agora, para além das montanhas de Minas, os brasileiros ainda podem contar com uma publicação trimestral sobre tudo o que acontece no Brasil e no mundo sobre avistamentos, abduções e estudos ufológicos com bases na ciência.  “É esta seriedade que a revista “OVNI Pesquisa” se propõe a resgatar e enaltecer, através de artigos escritos por especialistas nos temas atinentes à Ufologia (tais como observação em espaço aberto, objetos voadores e outros) de modo a não somente esclarecer esta ciência, mas igualmente a aproximá-la do público cada vez mais, assim permitindo que os fenômenos relacionados a ela deixem de ser considerados inacessíveis e passem a ser objeto de discussão ampla e natural”, explica Sérgio Santana, formado em Ciências Aeronáuticas e pós-graduando em Engenharia de Manutenção Aeronáutica da PUC-MG.

Amanhã (14/07), a Revista OVNI Pesquisa será lançada na Biblioteca Municipal Viriato Corrêa, Vila Mariana, em São Paulo, às 14 horas – e contará com a participação dos ufólogos Edson Boaventura e Fábio Gomes. A entrada é gratuita, mas as vagas são limitadas. Portanto, as reservas devem ser feitas pelos e-mail: fabio@ovnipesquisa.com.br; edison@ovnipesquisa.com.br ou contato@ovnipesquisa.com.br

Palestras

Edison Boaventura – Ovnis na Ilha de Páscoa

​​Pesquisador de campo há 37 anos, fundador e atual presidente do GUG – Grupo Ufológico de Guarujá e diretor de pesquisa de campo da BURN. Possui diversos trabalhos publicados em revistas, jornais e periódicos.

Escreveu em 2015 o livro “Alienígenas no Passado do Brasil” e em 2016 o livro “OVNI – Arquivos Militares – Caso Ibiúna – SP”. ​​
Realizou e participou de vários congressos nacionais e internacionais. Participou de vários programas nacionais e internacionais de televisão (History Channel, etc.) e rádio. Como pesquisador adota a linha científica de investigação, tendo investigado centenas de casos de abdução, pousos e contatos com OVNIS, principalmente no Litoral Paulista.

Participou intensamente da investigação do “Caso Varginha”, em Minas Gerais.Fazendo parte do “Grupo dos 7”. É apresentador do programa no YOUTUBE: “Enigmas e Mistérios”.

Viajou para vários países para investigar o fenômeno, como por exemplo, Egito, Grécia, Turquia, Israel, Japão, Camboja, Tailândia, Emirados Árabes, Inglaterra, França, México, Peru, Chile, Ilha de Páscoa, Argentina e Uruguai.
Atualmente vem desenvolvendo levantamentos sobre a atuação de militares brasileiros em pesquisas relacionadas com o Fenômeno OVNI.
edison@ovnipesquisa.com.br

Fábio Gomes. Realidade ou faz-de-conta?

É cientista social e profissional da área de pesquisa de mercado e opinião pública há duas décadas. Tem como áreas principais de pesquisa a análise de dados quantitativos e a reflexão sobre a credibilidade da Ufologia perante a sociedade. Foi consultor da revista UFO por sete anos. Suas palestras estão disponíveis no canal Fábio Gomes do Youtube.  fabio@ovnipesquisa.com.br  

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12 jul 2018

A exploração de animais em circos é tão antiga quanto a nossa ignorância

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Jumbo (elefante que inspirou o personagem Dumbo) passeia com visitantes do zoológico de Londres | Foto: Wiki Commons

Um dos desenhos animados que mais marcou a minha infância foi Dumbo (1941), a história de um bebê elefante de circo que nasceu com orelhas enormes. Dumbo não percebe, mas todos tiram chacotas de suas orelhas, mas sua mãe percebe e ataca um dos homens que estavam fazendo mal ao seu filho. Na mesma hora,  ela é  chicoteada, presa e separada de seu filhote amado. O filme impactou tanto a minha vida, que não conseguia ver graça, apenas sofrimento, durante algumas poucas apresentações de circo que estive presente, ainda quando criança.

Dumbo foi inspirado no maior elefante do mundo. Jumbo, como era conhecido, desembarcou na capital britânica em 1865, vindo da África, onde foi capturado quando era filhote. O elefante era tão popular na época que até os filhos da rainha Victoria eram seus fãs. O fato é que a vida real de Jumbo foi muito diferente da fantasia criada pelos estúdios Disney. Fotografias e gravuras da época mostram Jumbo no zoológico de Londres, carregando crianças e adultos nas “costas”. Ter a oportunidade de “andar de Jumbo’ era certamente uma das aventuras mais emocionantes para as crianças londrinas. Mas o elefante que era manso durante o dia sofria “ataques de fúria” à noite – os acessos de raiva chegaram a danificar, em diversas ocasiões, as cercas de madeira que ficavam ao seu redor.

A exploração animal em circos é tão antiga quanto a nossa ignorância, mas vivemos outros tempos. Aos poucos, a cultura da diversão às custas do sofrimento animal abre espaço para uma nova consciência humana. Muitos países já proibiram animais em circo: Índia,  Itália, Irlanda, Romênia, Eslováquia, Áustria, Holanda, Suécia, Índia, Finlândia, Suíça, Dinamarca, Argentina, etc. Em torno de 42 países no mundo colocaram fim na exploração animal nos circos.

No Brasil apenas alguns estados: Goiás, Alagoas, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. A lei que proíbe a exploração de animais em circos em todo o país está pronta para ser votada. O texto tem como objetivo impedir que espetáculos circenses burlem legislações municipais e se instalem em cidades e estados sem leis específicas.

Projeto de Lei 7291/2006, que estabelece a proibição do uso de animais em circos no Brasil em nível nacional ainda espera por votação na Câmara dos Deputados.

Minas Gerais sem exploração: “Liberdade ainda que tardia”

Há quatro anos, foi publicada na página 5 do Diário Oficial de Minas Gerais do dia 18/01/2014 a Lei Nº 21.159/2014 de autoria do deputado Alencar da Silveira Jr (PDT) – que proíbe que os 853 municípios explorem animais em espetáculos circenses. A lei vale para animais silvestres, domésticos, nativos ou exóticos. Sancionado pelo governador Antonio Anastasia, após uma articulação política intensa do então presidente da Assembleia de Minas Gerais, Dinis Pinheiro, junto aos demais deputados e com o apoio dos movimentos de defesa animal. O texto define multa de R$ 26.382,00 e apreensão do animal para o circo que descumprir a lei.

DUMBO tá de volta em 2019

Trailer Brasileiro legendado Tim Burton, Disney Filme

09 jul 2018

Operação militar devolve duas onças-pintadas para a selva

onça fab

A onça-pintada ou jaguar é o maior felino das Américas. No entanto, o animal  está ameaçado de desaparecer de uma das regiões mais ricas em biodiversidade no Brasil. Por isso, uma operação militar foi planejada pela da Força Aérea Brasileira (FAB) para garantir a reintrodução na natureza de duas onças.

Foram mais de 12 horas e milhares de quilômetros viajados, além de dezenas de profissionais envolvidos, um avião Hércules da FAB, helicóptero e caminhão. Tudo para levar duas onças: Pandora e Vivara de volta para a natureza.

Veja como a FAB organizou e transportou os animais, que estavam em quarentena em um criadouro científico em Corumbá de Goiás (GO), até a região sul do Pará (PA).

Utilizar meios para deslocamento de pessoal e material é uma das ações de força aérea previstas na doutrina da FAB e contribui na missão de integrar o território nacional.

Confira no vídeo  que mostra como ocorreu a soltura dos animais em uma área de preservação ambiental de aproximadamente 14 mil metros quadrados no meio da Floresta Amazônica.

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