Categoria "Cidade"
18 jan 2016

Gaúchos podem denunciar focos do mosquito por aplicativo

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aplicativo

Divulgação/Aplicativo

Para facilitar as denúncias relacionadas aos focos do mosquito Aedes aegypti, a Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul (SES/RS), em parceria com TelessaúdeRS/UFRGS e o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (SIMERSO), criou o aplicativo RS Contra Aedes. Por meio do app a população pode denunciar os locais com possíveis focos do mosquito e enviar fotos, saber mais sobre como se manifestam os sintomas do Zika Vírus, Dengue, Chikungunya.

O aplicativo também conta com um questionário que, respondido pelo usuário, traça o perfil da residência (se possui vasos com plantas, piscina, caixa d’agua) e ajuda a descobrir quais lugares da casa podem se tornar criadouros do Aedes. Ele também envia um alerta semanal para lembrar a verificação destes locais e garantir a que a residência livre de focos do mosquito.

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Otávio D´avilla, Coordenador Adjunto de Teleducação do TelessaúdeRS/UFRGS, responsável pelo desenvolvimento da ferramenta, conta que a ideia do aplicativo veio para agregar novas formas de acesso à informação. “Lançamos um site para alertar a população e percebemos uma boa potencialidade em ofertar um espaço para a denuncia de possíveis focos. Sempre com o objetivo de mobilizar a população do RS no combate ao mosquito. Nossa experiência como núcleo de Telessaúde demonstrou que as pessoas possuem diferentes características de acesso à informação. Por isso, desenvolvemos o aplicativo, que além das orientações para a população, possui um espaço para denúncia com localização via GPS (e envio de foto do foco). Essas ações foram planejadas e executadas em 21 dias. O TelessaúdeRS criou um time de resposta rápida para emergências em saúde pública que está totalmente dedicado a estratégia”, conta.

Todas as denúncias são qualificadas e organizadas por regional de saúde e município e enviadas diariamente aos órgãos responsáveis pela verificação e eliminação dos focos. Desde dezembro, o site www.rscontraaedes.ufrgs.br e o telefone 0800 645 3308, que também integram a ação, receberam mais de 1300 denúncias.

O aplicativo RS Contra Aedes (https://play.google.com/store/apps/details?id=br.ufrgs.telessauders.aedes&hl=pt_BR) pode ser baixado gratuitamente para dispositivos móveis com sistema operacional Android e muito em breve em iOS.

Fonte: Blog da Saúde

14 jan 2016

Após 20 anos do caso ET de Varginha, ufólogo promete novidades em breve

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revista ufo

Revista UFO

Na madrugada do dia 13 de janeiro de 1996, por volta das 01h30 horas, Eurico Rodrigues de Freitas e Oralina Augusta de Freitas, marido e mulher, avistaram uma pequena nave em forma de submarino, do tamanho de um microônibus, com um enorme buraco em uma das pontas, saindo muita fumaça branca, sem ruído, sem iluminação e voando lentamente. A nave estava com aparente dificuldade de voo. O objeto foi avistado sobrevoando uma fazenda cerca de 10 Km do Centro de Varginha, no Sul de Minas Gerais. No mesmo dia, por volta de 8h, Carlos de Sousa passava pela Rodovia Fernão Dias e viu a mesma nave, mas, agora, com um estranho ruído. Carlos acompanhou a nave pela rodovia por uns 20 Km, quando percebeu que o objeto não identificado estava caído no meio da mata. Ele levou uns 30 minutos para encontrar o local, mas os militares já estavam recolhendo os milhares de pedaços da nave. Ele foi convidado e se retirar do local e ficar em silêncio.

Já no dia 20 de janeiro, logo pela manhã, os bombeiros foram acionados para capturar um estranho animal no bairro Jardim Andere. A criatura teria sido levada pelo Exército. A captura foi realizada pelos bombeiros sargento Palhares, cabo Rubens, soldado Santos e soldado Nivaldo, sob a coordenação do major Maciel. No mesmo dia, por volta das 15:30h, Kátia Andrade Xavier, Liliane Fátima da Silva e Valquíria Aparecida da Silva retornavam do trabalho quando avistaram uma estranha criatura. Correram assustadas pensando que tinham visto o demônio.

No mesmo dia, por volta das 20:00 horas, a Polícia Militar fez uma segunda captura de uma estranha criatura. O “ser” foi encaminhado ao Hospital Regional. Durante a madrugada do dia 21 de janeiro do mesmo ano, a criatura foi transferida para o Hospital Humanitas, mas morreu. A operação teve a participação do soldado P2 Marco Eli Chereze e, provavelmente, o Capitão Siqueira.

No dia 22 de janeiro, no fim da tarde, um comboio vindo da ESA – Escola de Sargentos das Armas do Exército Brasileiro chegou em Varginha e retirou a “estranha criatura” do Hospital Humanitas.

“Um dos aspectos mais aterradores do caso foi a morte do soldado Marco Eli Chereze. Ele foi submetido a uma micro cirurgia na axila esquerda. Marco foi internado no Hospital Bom Pastor e depois transferido para o Hospital Regional, onde morreu no dia 15 de fevereiro. Causa da morte: insuficiência respiratória aguda, septicemia e pneumonia bacteriana. Existe a dúvida se o Chereze não foi contaminado por algum vírus ou bactéria do estranho ser”, revela Thiago Luiz Ticchetti, coordenador da Revista UFO Brasil, integrante da Comissão Brasileira de Ufólogos – CBU e autor de livros importantes sobre ufologia. Conversei com o ufólogo, por e-mail, sobre o “Caso ET de Varginha” que completa 20 anos de mistério. Ele promete divulgar novidades em breve. Confira:

livros

Adriana Santos: Podemos afirmar que o caso Varginha é o mais documentado relato ufológico do Brasil?

Thiago Luiz Ticchetti: Um dos mais bem documentados, certamente. Existem outros exemplos como: Operação Prato, além dos casos investigados pelo CICOANI. Mas o caso Varginha é o principal evento ufológico brasileiro.

Adriana Santos: Ainda há avistamentos de objetos não identificados na região?

Thiago Luiz Ticchetti: No Brasil todo, em destaque para Minas Gerais. Há uma grande incidência no estado.

Adriana Santos: Qual a posição da Aeronáutica e do Exército sobre o caso?

Thiago Luiz Ticchetti: A aeronáutica não tem nada a ver com isso, porque não participou dessa operação. Já o exército deu sua “explicação” em outubro de 2010 através do Inquérito Policial Militar (IPM) e de uma sindicância. Os arquivos estão no Superior Tribunal Militar (STM). Os interessados podem consultar a página 334 do material. São 357 no total. No documento está a história oficial contada pelos militares com relação ao suposto ET avistado pelas três garotas. Foram sete meses de investigação. Para o tenente-coronel Lúcio Carlos Pereira, encarregado do IPM, elas viram, na verdade, um homem popularmente conhecido como “Mudinho”. Ele costumava ficar agachado (mesma posição em que estaria o ET, segundo os relatos) e provavelmente apresentava algum desvio mental. Segundo o Exército, o ET nunca existiu. Na época, “Mudinho” tinha cerca de 30 anos e morava com a família em frente ao terreno onde as garotas afirmaram ter visto a criatura. Ainda hoje, esse morador é visto regularmente agachado recolhendo objetos do chão, como cigarros e galhos. Sabemos que essa não é a verdadeira história.

Adriana Santos: As testemunhas foram intimidadas de alguma forma?

Thiago Luiz Ticchetti: Intimidadas não. Não diretamente. Elas sofreram tentativas de suborno, principalmente a Liliane Fátima da Silva e a Valquíria Aparecida da Silva. Dois homens foram até a casa delas para oferecer dinheiro caso as garotas desmentissem o que tinham falado.

Adriana Santos: Em seu último livro, você relata o caso. Alguma novidade que nos ajude a entender o fato?

Thiago Luiz Ticchetti: A novidade está nas revelações do pesquisador Marco Antonio Petit no livro “Varginha – Toda a Verdade Revelada”, publicado no ano passado pela Biblioteca UFO, que mostra as gravações feitas com militares que participaram efetivamente da operação de captura dos seres.

Adriana Santos: A cidade ganhou muita visibilidade sobre o caso Varginha, inclusive o turismo na região. É positivo?

Thiago Luiz Ticchetti: Sim. No entanto poderia ser mais positivo se não fosse a falta de visão dos governantes e dos empresários. Varginha poderia ter se tornado um ponto turístico mundial para os ufólogos e para os turistas. Temos o exemplo de Roswell nos Estados Unidos, onde em 1947 um UFO caiu e seus ocupantes foram capturados. A cidade tornou-se a “Meca” da ufologia mundial, com eventos, congressos e o Roswell UFO Festival, que atrai dezenas de milhares pessoas para a cidade do interior dos EUA.

Adriana Santos: Qual o motivo de tantas quedas de objetos não identificados?

Thiago Luiz Ticchetti: Depois de quase 20 anos estudando esse aspecto da ufologia, ainda não descobri a razão; e duvido que alguém tenha a resposta definitiva. Como a palavra acidente mesmo diz, é uma casualidade, um erro, um fenômeno natural, como um raio, por exemplo, que pode causar a queda de um objeto voador. Mesmo com tanta tecnologia, não existe ser perfeito. Todos cometem erros. E isso pode ser a causa de algumas quedas.

Adriana Santos: Considerações finais. Obrigada pela entrevista.

Thiago Luiz Ticchetti: Para finalizar, gostaria de registrar aqui que o Caso Varginha será tão grande ou maior do que o Caso Roswell, visto que o evento americano aconteceu em 1947 e demorou quase 30 anos para que viesse à tona. Já Varginha, desde as suas primeiras notícias, vem sendo investigado por ufólogos brasileiros. Ainda temos muitas perguntas, mais do que respostas. Não chegamos ainda a 40% de toda a verdade. O exército brasileiro ainda não abriu seus arquivos sobre o fato, mas a Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), da qual faço parte, está empenhada e trabalhando incansavelmente, dentro da lei que nos respalda, para que a verdade seja revelada através de documentos oficiais do exército e do Governo brasileiro. Aguardem que novidades serão divulgadas em breve.

12 jan 2016

Atriz Nicole Puzzi denuncia nas redes sociais maus-tratos contra os animais no Mercado Central de BH

mercado central

Reprodução/Youtube

O Mercado Central de Belo Horizonte ainda não se “adaptou”  às novas regras para a exposição de cães, roedores, pássaros e outros animas domésticos em vitrines e gaiolas. A resolução do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) entrou em vigor em 15 de janeiro de 2015.

A resolução prevê regras para a comercialização dos animais. Desde janeiro de 2015, os bichos podem ficar expostos, mas em ambiente livre de excesso de barulho, com luminosidade adequada, livre de poluição, em ambiente limpo e sem riscos de acidentes, os locais têm que ter espaço para movimentação. Os estabelecimentos e veterinários que não cumprirem os requisitos definidos na resolução estão sujeitos a multas.

Próximo de completar um ano de completo descaso, a atriz Nicole Puzzi publicou um vídeo em suas redes sociais mostrando que nada ainda foi feito em favor dos animais.  Cães, pássaros e roedores continuam confinados em espaços pequenos. O Mercado Central de Belo Horizonte continua o mesmo…  Nada ainda foi feito… Até quando??? Assista

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