Categoria "Comportamento"
16 maio 2016

Hidroterapia e seus benefícios para as futuras mamães

hidro

A descoberta da chegada de um bebê muda completamente a vida de uma mulher. Podem ocorrer, por exemplo, alguns desconfortos como dor lombar e inchaço nos pés.

Para contribuir com as futuras mamães, a hidroterapia surge como uma importante aliada. Segundo o fisioterapeuta Rogério Celso Ferreira, da Fisior Hidroterapia, de Belo Horizonte (MG), com exercícios e técnicas específicas para as gestantes, a hidroterapia favorece a grávida promovendo uma adequada adaptação metabólica e estrutural do corpo para que a postura gestacional não se torne um problema futuramente.

“A lombalgia, ou dor lombar, muitas vezes pode limitar a rotina da gestante, levando a uma incapacidade motora. A fisioterapia na água diminui em grandes níveis essa dor. Já o inchaço, consequência da retenção de líquido e do aumento do tamanho do útero, também pode ser amenizado pela hidroterapia, através da pressão que a água faz na parte de baixo do corpo. Com isso há um aumento do retorno venoso, da circulação linfática e, consequentemente, uma diminuição do inchaço durante a gravidez”, explica o fisioterapeuta.

Além desses benefícios, a hidroterapia ainda possibilita a realização de exercícios com mais facilidade, promove fortalecimento muscular, melhora a respiração, proporciona alongamento e relaxamento muscular, alivia as tensões ocasionadas pela mudança postural da gestante, ativa a função intestinal e reduz a perda de urina involuntária por esforço.

10 maio 2016

Livro orienta que é possível viver com mais qualidade em família

viver

Neste livro, Elizabeth Monteiro, autora do best-seller A culpa é da mãe, reúne reflexões e comentários publicados em suas cinco obras anteriores. Dirigidas especialmente às mães, as frases falam, entre outros temas, de amor, amizade, ciúme, coerência, liberdade e limites. Orientações simples e essencialmente humanas.

Quem é mãe certamente já passou pelo momento em que nada parece dar certo. A paciência, a intuição e a serenidade vão embora e restam apenas dúvidas. Nessa hora, quando a harmonia familiar simplesmente desaparece, um conselho, uma dica, uma orientação fazem uma enorme diferença. O novo livro de Elizabeth Monteiro – Viver melhor em família – Dicas e atitudes para relacionamentos saudáveis e filhos felizes (160 p., R$ 29,90), lançamento da Mescla Editorial – traz quase 200 reflexões divididas em temas para serem lidas ao acaso ou consultadas conforme a necessidade. As frases, escolhidas uma a uma, são fruto de mais de 20 anos de experiência no atendimento a crianças e adolescentes.

Psicóloga, psicopedagoga, palestrante de sucesso, consultora e mãe de quatro filhos e avó de seis netos, Elizabeth é uma fonte de sabedoria, que já transformou a vida de muitas famílias. Sem adotar um tom professoral, característico dos especialistas, ela utiliza uma linguagem simples, humana, que toca o coração de quem a ouve ou lê. Veja abaixo algumas reflexões:

“É na família que aprendemos a enfrentar a vida. É nela que experimentamos e desenvolvemos todos os sentimentos e emoções necessários para encarar a vida adulta. Ela é uma microssociedade onde aprendemos a lidar com a raiva, a tristeza, a alegria, a frustração e o medo. É na família que treinamos os papéis que desenvolveremos na fase adulta.”

“Incomodou o(a) namorado(a) dormir em casa? Não importa onde está a questão. Você não pode se sentir incomodado(a) na relação com o seu filho nem em sua própria casa. Explique isso a ele e dê um basta. Tudo tem seu tempo, tudo tem sua hora, tudo tem uma hierarquia. Atualmente, existe a tendência de acelerar a vida, pular etapas e não ligar para a hierarquia. Precisamos ensinar nossos filhos a esperar.”

“Costumo dizer que todos os pais amam seus filhos, mas são muito poucos os que os aceitam como eles realmente são. Portanto, são poucos os filhos que se sentem verdadeiramente amados, porque não se sentem aceitos.”

“A teimosia, a provocação, o oposicionismo e a manipulação são formas de testar a importância de cada expectativa dos pais. Um comportamento que não provoque reação não vale a pena ser repetido. […] Certos momentos são cruciais na rotina de uma família, como a hora do banho, da comida, de escovar os dentes, de fazer as lições, de parar de brincar, de ir à escola, de ir se deitar, de se levantar, de arrumar o quarto. Tente organizar jogos para esses momentos, a fim de evitar as armadilhas que a criança arma para chamar sua atenção de modo negativo.”

“Não tente impor suas soluções para os problemas dos outros. Deixe que seu filho aprenda com os próprios erros. Permita-se também errar. Se você criticar menos a si mesma, será menos crítica com os outros. Não dê importância às críticas quanto à educação que você dá. Olhe para dentro de você e veja se está sendo um bom modelo. Educar não é ensinar boas maneiras, mas sim transformar seu filho em um cidadão digno.”

A coletânea, que também é indicada para avós, pais e cuidadores, traz ainda orientações sobre bullying, ciúme dos pais, rivalidade fraterna,  exemplo, consumismo, educação financeira, culpa, superproteção, divórcio, drogas, morte, saúde física e mental, sexualidade, tecnologia, violência, raiva e medo, entre outros temas.

Um dos mais poderosos instrumentos de educação é o exemplo. Segundo Elizabeth, pais e mães se esquecem de que, enquanto dão ordens e explicações, transmitem a seus filhos mensagens por meio de atos e emoções. Para ela, rotinas cotidianas, regras simples, bem estabelecidas e seguras, coerência e, acima de tudo, bons modelos geram filhos que escutam e respeitam os outros, cooperando quando preciso. Geram verdadeiros cidadãos de bem.

14 abr 2016

Debate público na Assembleia discute inovações que beneficiam pessoas com diabetes

Arquivado em Comportamento, saúde

Divulgação

Na próxima sexta-feira (15.04), de 08h30 às 17h30, no Plenário Juscelino Kubistcheck da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, a Comissão de Saúde da Casa vai realizar um debate público sobre “Diabetes: a amarga realidade da política pública”. O evento tem como público alvo pessoas com diabetes, gestores municipais, técnicos e representantes de organizações da sociedade civil envolvidas com tema. O evento tem o apoio da Associação de Diabetes Infantil (ADI) e terá a participação de representantes do Ministério Público, Prefeitura de Belo Horizonte e organizações não governamentais de Minas e de São Paulo.

O objetivo é promover um debate sobre a política pública de atenção à pessoa com diabetes em Minas Gerais, o acesso aos medicamentos e insumos, a eficácia do uso das insulinas análogas de longa ação no tratamento do diabetes mellitus e as experiências de êxito no enfrentamento da doença, que serão apresentadas pelas organizações sociais.

Segundo o deputado Antonio Jorge (PPS), o que o motivou a propor este debate foi a necessidade de buscar uma solução que venha por fim ao risco que as pessoas, principalmente aquelas diagnosticadas com Diabetes tipo 1, estão correndo ao injetar insulina às cegas devido ao desabastecimento das tiras glicêmicas nas unidades de saúde.

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