Categoria "Comportamento"
04 nov 2015

Grandes marcas apostam no mercado vegetariano

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cerveja

Divulgação

Estima-se que 4% da população brasileira, cerca de 7,6 milhões de pessoas, seja de vegetarianos, muitos deles, veganos. Dados do Instituto Ipsos reforçam que 28% dos brasileiros têm procurado comer menos carne. De olho em um mercado cada vez mais promissor, grandes marcas apostam em produtos livres de ingredientes de origem animal.

Os vegetarianos poderão, em breve, degustar uma Guinness sem medo depois que os fabricantes da cerveja irlandesa decidiram parar de usar gelatina de peixe na filtragem do produto. A empresa Diageo, proprietária desta cerveja preta fabricada desde 1759, divulgou que, a partir de 2017, vai parar de usar a ictiocola, uma gelatina feita da bexiga de peixes, utilizada no processo de elaboração da cerveja, do vinho e na confeitaria.

A ictiocola não tem sabor, mas serve para acelerar a filtragem, o clareamento e o refino da cerveja, o processo que elimina as partículas em suspensão do mosto. É uma substância obtida de bexigas secas de peixes. A organização Barnivore tem, em sua página na internet, uma lista de vinhos e cervejas aptas para “veganos” – vegetarianos que não consomem absolutamente nada de origem animal. Segundo a Barnivore, as marcas espanholas San Miguel e Estrella, a brasileira Skol, a argentina Buenas Ondas, a holandesa Heineken e a mexicana Modelo estão entre as cervejas aptas para veganos.

SANDUBA VEGA

sanduba

Reprodução

Já está no cardápio do Burger King o primeiro “hambúrguer vegetariano” da rede por R$ 16,90.  O “Veggie Burger” é um sanduíche feito com um empanado em vez de hambúrguer de carne. Mas, ao contrário do que costuma ser oferecido como principal alternativa ao público vegetariano, não traz soja na sua fórmula, segundo a marca.

A rede de fast-foof informa que o sanduíche é feito com um empanado à base de batata, shimeji, shitake e recheio de queijo derretido. É montado em pão integral, e contém ainda maionese, queijo em fatia, alface, tomate e cebola.

“Antes de planejar a introdução do Veggie Burger no país, a rede realizou diversas pesquisas com consumidores vegetarianos. Foram dois anos de testes, fórmulas e ingredientes até chegar ao sabor”, informou o Burger King, em comunicado.

30 out 2015

A melhor forma de superar o medo da morte é viver com verdade, dizem especialistas

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A cantora Lana Del Rey, 30 anos, disse recentemente à Revista ‘Billboard’ que tem pânico da morte. Ela revelou ainda que recorre à terapia três vezes por semana. Tinha apenas quatro anos quando “percebeu”que a morte é inevitável. Desde aí, Lana Del Rey vive em constante sobressalto. “Lembro-me de ver um programa na TV no qual uma pessoa era assassinada. Perguntei aos meus pais: ‘Vamos todos morrer?’ Eles disseram: ‘Sim’. Fiquei completamente devastada e desatei a chorar”, recordou.

A cantora ainda relatou: ‘Aconteceu algo nos últimos três anos, com os meus ataques de pânico… estão piores. É difícil ter uma vida normal quando sabemos que todos nós vamos morrer”. Além da morte, a cantora disse que também tem medo de tubarões.

TANATOFOBIA: MEDO DA MORTE

Na mitologia grega, Tanato ou Tanatos era a personificação da morte, enquanto Hades reinava sobre os mortos no mundo inferior. Assim como Hades para os gregos, tem uma versão romana (Plutão), Tanatos também tem a sua: Orco (Orcus em latim) ou ainda Morte (Mors). Era conhecido por ter o coração de ferro e as entranhas de bronze.

Diz-se que Tanatos nasceu em 21 de Agosto, sendo a sua data de anos o dia favorito para tirar vidas.

Tanatos era filho de Nix, a noite, e Érebo, a noite eterna do Hades. Era irmão gêmeo de Hipnos, o deus do sono e era representado como uma nuvem prateada ou um homem de olhos e cabelos prateados. Tanatos tem um pequeno papel na mitologia, sendo eclipsado por Hades. Tanatos habitaria os Campos Elísios junto com seu irmão.

Três Medos – segundo o filósofo Jacques Choron existem três tipos de medo da morte: medo do que vem depois da morte (ligado as religiões, castigos, solidões, sentimento de culpa, etc.), medo do evento ou do processo de morrer (sofrimento prolongado, fraqueza, dependência, estar exposto e vulnerável, etc.) e medo do “deixar de ser” (é o mais terrível, é conflito entre o nada versus a continuidade após a morte, o não ser).

O medo é um sentimento natural e necessário para que sejamos prudentes frente a perigos. No entanto, medo excessivo é patológico. Segundo, Osho, em “O Livro do Viver e do Morrer: Celebre a Vida e Também a Morte”, o medo surge não por causa da morte, mas por causa da vida não vivida. E, por causa do medo da morte, a velhice também causa medo, pois esse é o primeiro passo para a morte. Do contrário, a velhice também é bela. Ela é o amadurecimento do seu ser, é maturidade, crescimento.

Conversei com duas profissionais sobre o processo de morrer: a vice presidente da Sotamig,  Cristiana Savoi,  e a psiquiátrica e coordenadora do Grupo de Enlutados- GAL, Mariel Paturle. Confira:

ENTREVISTA COM  CRISTIANA SAVOI

Adriana Santos: A morte é inevitável, mas muito temem ir embora. Por que temos tanto medo de morrer?

Cristiana Savoi: Essa é uma pergunta instigante. A morte é mistério e como tal gera medo e fascínio. Medo do fim, medo da perda, medo do desconhecido… Ninguém sabe o que vem depois… se é que há um depois . O medo da morte é quase universal naqueles que se sabem mortais. Animais morrem, mas não têm consciência da sua mortalidade e por isso não temem a morte .

Adriana Santos: Quando o medo da morte é uma doença?

Cristiana Savoi:  Quando ele é grande o suficiente para paralisar a vida. Quando é disfuncional e gera limitações nas atividades diárias da pessoa. Quando causa sofrimento desproporcional. Um pouco de medo é necessário à nossa sobrevivência. Por medo de morrer, não atravesso a rua sem olhar. Mas se deixo de sair de casa porque posso morrer atropelada, algo está errado.

Adriana Santos: As pessoas no final da vida, por conta de doenças terminais,  sentem muito medo de morrer?

Cristiana Savoi: O medo está presente muitas vezes, mas não obrigatoriamente. E nem sempre é o medo da morte em si. Pode ser medo da dor, da incapacidade, da dependência, do abandono. Como dizia Epicuro, não precisamos temer a morte, pois quando ela está, nós não estamos.

O medo da morte não é diretamente ligado à proximidade dela, no sentido temporal. Acredito que a intensidade do medo de morrer tenha mais relação com a percepção de cada um, com a experiência de vida, com as crenças e espiritualidade do paciente. Há doentes muito graves que, na iminência da morte, são capazes de experimentar grande aceitação, serenidade e paz. Vivem de modo pleno a experiência de morrer. Estão vivos no momento final. Há diversos relatos emocionantes de pacientes. A impressão que tenho é de que o medo da morte é inversamente proporcional ao sentido que se atribui à própria vida.

Adriana Santos: Como ajudar os pacientes terminas para uma boa morte?

Antes de tudo, é preciso ter conhecimento técnico no caso do médico, saber prescrever analgésicos, remédios pra controle dos sintomas desagradáveis, como falta de ar, agitação, vômitos e tantos outros, que podem ser intensos e devem ser tratados com eficiência e rapidez. Esse é o primeiro passo. É necessário conhecer o paciente, seus desejos e seu conceito de ‘ boa morte’ . Pra isso, a comunicação é imprescindível. O que é importante para aquela pessoa? Estar em casa? Estar lúcido? Ter a companhia de alguém especial? A relação de confiança e respeito entre o paciente, a família e os profissionais de saúde é a base para que se construa a ‘ boa morte’, ou a melhor morte possível…

ENTREVISTA COM MARIEL PATURLE

Adriana Santos: Por que ainda temos tanto medo de morrer?

Mariel Paturle: Temos medo da morte porque na nossa cultura não somos preparados para lidar com as perdas e nem com a nossa morte. Assim, as pessoas morrem despreparadas para morrer, como viveram despreparadas para viver. Vivemos negando a morte, a escondendo, a dissimulando. Vivemos como se fôssemos imortais. Já diz Mário Quintana; “Esta vida é uma estranha hospedaria, da qual saímos quase sempre às tontas, pois as nossas malas não estão prontas e a nossa conta nunca está em dia”…

Adriana Santos: Qual a melhor idade para se falar sobre a morte com as crianças?

Um dos objetivos da nossa associação, a SOTAMIG ( Sociedade de Tanatologia e Cuidado Paliativo de Minas Gerais), é o da educação para a morte, que deve começar desde cedo, na infância. Começar a trazer para as crianças a ideia que a morte é algo natural, que faz parte da nossa condição humana e que acontecerá a todos nós. Isto pode ser feito a todo momento em que ocorrer na vida da criança algum questionamento, ou pergunta a respeito. Estas informações serão passadas de acordo com a capacidade de compreensão e entendimento destas crianças, aproveitando fatos corriqueiros da vida, tipo a perda de um animal de estimação ou a morte de um amigo ou de um parente. E também permitir que elas compareçam a funerais, a velórios e sejam apresentadas a estes rituais. Isto deve ser feito, com o consentimento da criança, se ela manifestar esta vontade de ir.

Adriana Santos: Falar sobre a morte é sintoma de depressão?

Falar sobre a morte, ao contrário do que se imagina, não é um assunto depressivo, macabro ou que deva ser evitado. Pelo contrário, percebemos que falar da morte, é falar da vida! A morte nos remete ao sentido da vida. Ver a vida, sob a ótica da morte. Ela nos ensina a viver melhor. Ela é muito útil e prática para nos dizer que se o tempo é limitado,( não sabemos quando iremos, só que iremos um dia) então devemos aproveitá-lo e viver da melhor forma possível evitando procrastinações e adiamentos e de uma forma responsável. Frente à possibilidade da morte, tudo se ilumina no seu aspecto essencial. Estaremos alertas para o que estamos fazendo do nosso tempo de viver, o que estamos buscando e construindo nas nossas vidas.

Adriana Santos:  A senhora tem alguma dica para perder o medo da morte?

Mariel Paturle:  Se vivermos bem, de uma forma intensa, com bons vínculos e relacionamentos com as pessoas, se conseguirmos realizar os desejos da nosso coração, se sentirmos que a nossa vida valeu a pena, será na minha opinião, mais fácil ir embora. Poderemos ir serenos, sem grandes arrependimentos, sabendo que cumprimos a nossa missão, que o nosso tempo foi útil e proveitoso. Principalmente, se desenvolvemos o nosso potencial espiritual. Se crescermos como seres humanos. Sabendo que a nossa vida será transformada, que algo de nós permanece vivo e em constante evolução. Parece que tememos a morte, pois estamos no geral, muito identificados com o nosso corpo e vivendo de uma forma muito materialista. Temos medo de morrer porque não sabemos quem somos! Se tivermos a consciência da nossa espiritualidade, se a tivermos trabalhado em vida, poderemos ir tranquilos!

COMO SUPERAR O MEDO DA MORTE.

Saiba as 5 formas de ajudar no entendimento da origem do medo da morte. AQUI

29 out 2015

Ilusão da mente ou interferência alienígena: conheça os mistérios da ufologia

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Nem tudo que é parece ser… Muita coisa que é finge não ser… Milhares de habitantes das cidades chinesas de Jiangxi e Foshan, no sul do país, presenciaram, no início do mês, um fenômeno que bombou a internet. As imagens do que parece ser uma cidade flutuante gerou algumas teorias da conspiração, desde um projeto secreto da NASA, influência dos illuminatti, universos paralelos, ataque surpresa de alienígenas até mesmo a vida de Jesus Cristo.

Trata-se de uma ilusão de ótica, resultado do chamado efeito “Fata Morgana”, segundo meterologistas. Este fenômeno acontece quando o ar frio, mais denso, é impedido de circular pelo ar quente, ficando nas camadas mais baixas da atmosfera. Desta forma, acaba por atuar como uma lente, criando este tipo de ilusão. No caso da China, os edifícios parecem estar muito mais alto do que realmente estão.

Conversei com Luciano Vidotto, conselheiro editorial e tradutor da Revista UFO  sobre o fenômeno “Fata Morgana”, além de desaparecimento de aviões,  pareidolia,  projeção holográfica, Supercomputador Jaguar, Arma Psicotrônica e outros assuntos estudados por ufólogos. Mas antes veja o vídeo da China:

Adriana Santos: Algumas pessoas acreditam que as imagens exibidas pela emissora de TV chinesa são frutos de influências alienígenas. Há algum fundamento ufológico?

Luciano Vidotto: De certa forma sim, mas com certeza não é como a grande maioria da população mundial deve estar pensando. O único fundamento dentro da ufologia que pode dar alguma sustentação plausível é de que tal “fenômeno” somente é possível graças as tecnologias extraídas de naves alienígenas por meio da engenharia reversa, por exemplo: Fibra ótica, circuito impresso, óculos de visão noturna, etc… Naves estas resgatadas pelo governo norte-americano logo após o início de suas quedas nos anos 40. E especialmente por meio de pactos feitos por alguns presidentes dos Estados Unidos com raças alienígenas não benevolentes.

Adriana Santos: Do que se trata o fenômeno das cidades flutuantes?

Luciano Vidotto: É bem interessante, melhor seguirmos pelo método de eliminação, assim desmistificamos o “fenômeno” de forma adequada. Alguns sites estão divulgando como sendo uma ilusão de ótica denominada de “Fata Morgana” – (Fada Morgana) em referência à fictícia feiticeira Fada Morgana, meia-irmã do Rei Artur, que segundo a lenda, era capaz de mudar sua aparência. O efeito provoca miragens ditas superiores, diferentes das inferiores que são mais comuns e que criam a ilusão de lagos distantes em desertos, ou em estradas feitas de asfalto em dias bem quentes.

O Fata Morgana é uma miragem de origem natural e pode surgir tanto em terra quanto no mar, envolve a inversão ótica e a distorção de objetos distantes devido aos raios de luz se dobrarem ao passar pelo ar com temperaturas diferentes provocando o efeito sob objetos como barcos, ilhas, falésias, icebergues e construções. Estas podendo passar a impressão que estão empilhadas entre si, adquirindo uma aparência alargada e elevada assemelhando-se a um arranha-céu, similar aos “castelos de contos de fadas”.

Já a pareidolia, um fenômeno psicológico bem comum em humanos conhecido por fazer com que pessoas interpretem imagens como sendo de rostos humanos ou animais em objetos, sombras, formações de luzes e até mesmo em nuvens, ou em qualquer outro estímulo visual aleatório.” Embora a pareidolia de imagens seja a mais comum, esse fenômeno também pode englobar sons, fazendo com que uma sequência de ruídos seja interpretada como palavras ou frases que façam algum significado para quem os ouve. Como por exemplo músicas que são reproduzidas de trás para frente, dando a entender à algumas pessoas, terem ouvido mensagens que supostamente são consideradas subliminares quando na verdade não passa de mera pareidolia.

Rosto em Nuvem, Pareidolia

Mas nada comparado com os casos da China e Nigéria, onde o fenômeno “foge” completamente dos padrões normais, se apresentando com proporções gigantescas e com uma grande porção de figuras – “edifícios” bem distintas em sequência ordenada com suas linhas retas, longas e extremamente bem delineadas com diferentes tons de cores e sombreamento, e o mais interessante de tudo, em 3D, como se fosse uma pintura!

O caso na China não é nenhuma exceção, o tal fenômeno já ocorreu outras vezes, uma delas em 2012 na África mais precisamente na Vila de Dulali no estado de Bauchi na Nigéria, onde os habitantes testemunharam uma cidade inteira “flutuando” bem acima de suas cabeças. Saidu Meshai Dulali, um comerciante de chá quente de 40 anos muito popular na Vila, tinha acabado de fazer suas orações matinais na mesquita local e estava preparando o fogão para dar início ao seu dia de trabalho, quando de repente, em sua concepção, percebeu uma luz extremamente brilhante que permeava e envolvia a atmosfera, seguida da súbita impressão de que os “céus estavam caindo sobre a Vila.” Quando ele olhou para cima viu que o céu estava todo tomado, presenciando a mais fascinante vista da sua vida. De acordo com o relato de Saidu:

“Era como uma massa ampla de algo que se parecia com uma nuvem que veio do nada, e estava voando lentamente sobre a vila, bem na altura de uma árvore de tamanho médio. A nuvem era transparente e eu vi edifícios altos e bonitos dentro dela com estradas asfaltadas e carros. Era como se fosse uma cidade voadora e dela eu podia ouvir o som de máquinas fazendo barulho, bem como se você ouvisse na fábrica de cimento de Ashaka – (companhia de cimento dos EUA)”.

Matéria do dia 19 de abril de 2012 – Jornal Peoples Daily

É óbvio que não se trata de reflexo ou distorção do vilarejo no céu, pois o mesmo é muito pobre, sem carros ou ruas asfaltadas, o que dirá um arranha-céu. Sendo assim, uma outra explicação tem que ser dada para a elucidação do “fenômeno”.

O fato também está sendo considerado por alguns como fruto de alucinação coletiva. Um tipo comum é a classificada como sensorial, a qual pode ser induzida pelo poder da sugestão. Tais alucinações podem ocorrer mais comumente em situações de extrema emoção, potencializada pela expectativa gerada durante o tempo de espera para presenciar algo fora do comum, com por exemplo uma “visão divina”. Alguns exemplos práticos que fundamentam esse conceito vem dos inúmeros testemunhos de pessoas que alegam de maneira categórica terem visto estátuas que choram, imagens de santos nas nuvens ou em utensílios domésticos e até mesmo fantasmas, o que recaí sob o conceito da pareidolia. Alucinações coletivas são um tanto raras de acontecer, mas quando ocorrem os relatos das testemunhas sobre as “visões” geralmente diferem ao extremo em suas descrições. Uma exceção à regra ocorre quando pessoas envolvidas por razão de terem as mesmas expectativas e preconceitos acabam contando a estória várias vezes e por indução acabam chegando ao um consenso coletivo, concordando em seus depoimentos, de acordo com o conceito do médico Hilton Donovan Rawcliffe, onde ele diz:

“relatos distintos convergem para a harmonia quando o tempo passa e o relato vai sendo recontado. Os que nada visualizam de extraordinário e que o admitem são postos de lado por não terem fé. Outros, sem duvida, não veem nada mas “em vez de admitirem que falharam… imitam o relato dos outros, e subsequentemente acreditam que de facto observaram o que inicialmente fingiram que observaram”.

O que não é o caso em questão, uma vez que todos os habitantes da Vila descreveram o “fenômeno” exatamente como no relato acima desde o início, sempre mantendo a mesma versão. Em comparação ao caso das “cidades flutuantes” o conceito de alucinação definitivamente deve ser descartado, em razão do mesmo não estar em acordo com os depoimentos dos aldeões sobre o que viram, e tão pouco se encaixa nas características e no padrão das imagens registradas. Creio que a hipótese de alucinação coletiva provocada por substâncias psicotrópicas seja muito pouco provável, levando em conta que o regime religioso local é o islâmico.

É muito provável que trata-se de uma projeção holográfica, a qual é derivada de um dos projetos secretos norte-americanos denominados de Black-Ops [Operações Obscuras]. No caso em questão, a projeção pode muito bem ser fruto do “PROJECT BLUE BEAM” – [PROJETO FEIXE AZUL]. Um exemplo prático, é o caso do experimento na Noruega em 2009.

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Blue Beam em ação – Noruega 2009

Um artigo muito interessante foi publicado no jornal Washington Post em 01 de fevereiro de 1999, e dá ainda mais “gás” à esta possibilidade, começando pela própria manchete que por sinal, bem sugestiva – “When Seeing and Hearing Isn’t Believing” que traduzida para o português significa “Quando Vendo e Ouvindo Não é Acreditando.” O que segue é parte da matéria que por sinal, é altamente pertinente ao tema, onde diz:

Alá no Déck-Holográfico

“A inteligência do pentágono começou a discutir sobre transformação digital após a invasão do Kuwait pelo Iraque em 1990. Os operadores de camuflagem lançaram a idéia de criar uma fita de vídeo-tape falsa por computador de Saddam Hussein chorando ou mostrando outras fraquezas masculinas, ou em alguma situação sexualmente comprometedora. O plano inicial era que as fitas fossem espalhadas pelo Iraque e no mundo árabe.

A fita de guerra nunca procedeu, “morreu”, alguns dos participantes disseram, em razão das brigas burocráticas pela jurisdição, e ceticismo a respeito da tecnologia, e as preocupações levantadas pelos aliados da coalizão árabe.

E se os EUA projetasse uma imagem holográfica de Alá flutuando sobre Bagdá?

Mas, as conspirações das PSYOPS [OPERAÇÕES PSICOLÓGICAS] “estratégicas” não morreram. E se os EUA projetasse uma imagem holográfica de Alá flutuando sobre Bagdá, incitando o povo iraquiano e o Exército a se levantar contra Saddam? – um oficial superior da Força Aérea perguntou, em 1990.

De acordo com o físico militar que foi dada a tarefa de olhar para a idéia do holograma, a viabilidade tinha sido estabelecida de projetar objetos grandes e tridimensionais que pareciam flutuar no ar.

Mas fazê-lo sobre os céus do Iraque? Para projetar tal holograma sobre Bagdá na ordem das várias centenas de metros, eles calcularam que precisaria de um espelho com mais de 1500m² no espaço, bem como enormes projetores e geradores.

E além disso, os pesquisadores pensaram, como é que Alá se parece?

A estória do holograma da Guerra do Golfo pode ter sido dispensada, mas não foi o caso para o washingtonpost.com que teve conhecimento de um programa super secreto criado em 1994 para exercer a mesma tecnologia para as aplicações nas PSYOPS. O “Projetor Holográfico” é descrito em um documento secreto da Força Aérea como um sistema de “projeto de poder de informação do espaço… para as operações especiais em missões de ludibriação.”

Imagem de Cristo crucificado projetada via Blue Beam – Rússia 2012

E não fica somente nisso, também é perfeitamente possível a reprodução de sons, conforme outra parte do texto publicado, ressaltando de forma “cômica” a total possibilidade da projeção de sons, conforme segue:

“Senhores! Nós chamamos todos para informá-los que vamos derrubar o governo dos Estados Unidos.” Assim começa uma declaração entregue pelo general Carl W. Steiner, ex-Comandante e Chefe do Comando das Forças Especiais dos EUA. Pelo menos a voz soa surpreendentemente como ele.
Mas, não é Steiner. É o resultado da tecnologia de “transformação” de voz desenvolvida no Laboratório Nacional de Los Alamos, no Novo México. Ao fazer apenas uma gravação digital de 10 minutos da voz de Steiner, o cientista George Papcun é capaz, em tempo quase real, clonar os padrões de fala e desenvolver um fax exato. Steiner ficou tão impressionado que pediu uma cópia da fita. Steiner não foi a primeira nem a última vítima a ser “falsificada” pelos integrantes da equipe de Papcun. Para refinar os seus métodos, eles produziram várias gravações com alta qualidade dos generais e fizeram experiências criando falsas declarações. Um dos mais memoráveis é Colin Powell, declarando: “eu estou sendo bem tratado pelos meus captores.”

“Eles escolheram tê-lo falando algo que ele, ao contrário, nunca teria dito” riu um dos colegas de Papcun.

Esse tipo de sistema sonoro também faz parte de um dispositivo que é conhecido no meio militar como “Psycotrônic Weapon” [Arma Psicotrônica] que pode muito bem ser usada para inserir mensagens de comando na mente de pessoas, ordenando-as que se cumpra qualquer que seja a missão. Nos últimos anos, tem ocorrido um grande número de crimes de grande repercussão nos EUA, onde pessoas aparentemente ficaram enlouquecidas e fazendo aquilo que a mídia taxou como sendo alegações ultrajantes como se tivessem subitamente ouvindo, por exemplo: a voz do presidente Obama em suas cabeças. Considerando que o Dr. Joseph C. Sharp completou o primeiro teste bem sucedido da tecnologia de micro-ondas auditiva, a qual ignora completamente os ouvidos emitindo o som diretamente dentro da cabeça da pessoa no Instituto Walter Reed de Pesquisas do Exército em 1973… As patentes para tais tecnologias foram registradas na década de 1980.

Veja bem, isso tudo começou no início da década de 70, você pode imaginar o que eles possuem hoje?

O Grande “Show de Luzes” no Céu

O feito mais impressionante e que ainda está por vir é o grande “show de luzes” que será proporcionado pela tecnologia “Blue Beam” e isso ocorrerá através da projeção de imagens holográficas gigantescas nos céus dos quatro cantos do planeta, tendo como seu único propósito induzir e ludibriar a população mundial a acreditar que tudo aquilo que creem por meio da fé e que foi ensinado através de suas doutrinas religiosas até os dias de hoje teria sido um grande “erro”. A população será levada a acreditar no que seria uma versão Hi-Tech bíblica do livro de apocalipse e com isso poderão comprovar a “realização” de suas profecias e outros eventos adversos. Especialmente a tão propagada e esperada volta dos líderes espirituais de cada respectiva religião estabelecida no planeta sendo esses, Maomé, Buda, Krishna e Cristo, encerrando esse grande show com o “fim do mundo” e assim logo após, fazer a implementação imediata da religião do “novo mundo”.

A princípio o “Blue Beam” fará uso dos céus como se fosse uma tela de cinema, projetando as imagens do espaço para a camada de sódio a aproximadamente 96 quilômetros acima da Terra. Tudo será coordenado por computadores que alinharão os satélites já com os programas prontos que irão disparar o laser que projetará as imagens simultâneas em áreas específicas do planeta. As imagens holográficas são baseadas em sinais quase idênticos que se combinam para produzir uma imagem ou um holograma com profunda perspectiva que é igualmente aplicável as ondas acústicas ELF, VLF e LF e outros fenômenos ópticos. O show consistirá especialmente em múltiplas imagens holográficas para diferentes partes do mundo, cada uma recebendo uma diferente imagem e mensagem acústica segundo sua própria religião, a nível nacional e regional. Nem uma única área do planeta será excluída e todos poderão ver as animações e ouvir os sons que passarão a impressão de estarem sendo emanados das profundezas do espaço e assim, muitos se entregarão ao feito do engano por meio da ludibriação em uma escala maciça. Os seguidores de todos os credos, atônicos, testemunharão diante de seus próprios olhos o retorno de seu messias, conforme tão esperado e prometido.

E muita verdade será impingida a um mundo insuspeito para fisgá-lo na mentira. “Até mesmo os mais sábios serão enganados”.

O Projeto Blue Beam é uma arma secreta de alteração da mente está baseada em algo chamado tecnologia da portadora subliminar, ou “Silent Sound Spread Spectrum – SSSS” [Espectro de Espalhamaneto de Sons Silencios], também chamada no jargão militar de “S-Quad” ou “Squad” [Pelotão]. Ela foi desenvolvida para uso militar pelo Dr. Oliver Lowery, de Norcross, na Georgia, e está descrita na Patente dos EUA de Nº 5159703 – como “Silent Subliminal Presentation System” [Sistema de Apresentação Subliminar Silencioso] para uso comercial em 1992. A tecnologia também é conhecida como “Som do Silêncio” e funciona pela transmissão de sons indetectáveis pelo ouvido, mas que são implantados no córtex auditivo do cérebro. É o que existe de mais moderno no controle mental universal. Essa nova tecnologia de controle da mente pode na verdade fazer você tomar uma atitude que normalmente não tomaria.

Entretanto, o aspecto mais insidioso do SSSS é que ele é totalmente indetectável por aqueles contra quem é direcionado. Como produz sua programação subliminar diretamente no cérebro humano por meio do sentido da audição em uma frequência que o ouvido humano não é capaz de identificar como som, não há defesa contra ele. Todas as pessoas no planeta estão igualmente susceptíveis ao controle mental via SSSS e não há como escapar, uma vez que as ondas UHF podem ser transmitidas por longas distâncias a partir de fontes localizadas em locais remotos, e atravessam as paredes e outros objetos como se eles não existissem. UHF é uma frequência transmitida na faixa dos (100 MHz) e tem sido usada para a transmissão de televisão e rádio desde que esses meios existem. SSSS foi projetado para utilizar UHF como onda portadora.

Projeção holográfica-3D em larga escala em feira de tecnologia – Edmonton, Canadá

Ainda mais insidioso, porém, é o fato que, acoplado com o uso de supercomputadores, os padrões eletroencefalográficos (EEG) específicos de um indivíduo podem ser alterados digitalmente e depois armazenados para serem retransmitidos via UHF digital. De acordo com Judy Wall, esses EEGs retocados pelo computador “podem identificar e isolar os ‘blocos de assinaturas de emoção’ de baixa amplitude do cérebro, sintetizá-los e armazená-los em outro computador. Em outras palavras, estudando os padrões característicos sutis das ondas cerebrais que ocorrem quando um ser humano analisado experimenta uma determinada emoção, os cientistas puderam identificar o padrão de onda cerebral concomitante e agora podem duplicá-lo.” Esses blocos de assinatura de emoção modificados podem depois ser transmitidos pelas frequências portadoras UHF (isto é, sinais de rádio e televisão normais) diretamente para dentro do cérebro onde podem então “silenciosamente acionar a mesma emoção básica em outro ser humano”. Em outras palavras, se o bloco de assinatura emocional para, digamos, um sentimento de desânimo e desespero estiver sendo introduzido diretamente no seu cérebro via ondas de rádio, você sentirá essas emoções.

Supercomputador Jaguar

O Projeto Blue Beam é derivado das experiências feitas no “Projeto Paper Clip” [Grampo de Papel] originalmente chamado de [Operação Overcast] criado em 1946 na administração do presidente Henry S. Truman e gerenciado pelo Escritório de Serviços Estratégicos (OSS), este o precursor da Agência Central de Inteligência (CIA).

O Paper Clip foi autorizado por Truman em 1946, tendo como principal objetivo aproveitar as “descobertas científicas” dos nazistas. Três meses antes que Truman assinasse a ordem para trazer os nazistas para os Estados Unidos, o Escritório de Serviço Estratégicos passando por cima da autoridade de Truman “importou” cerca de 1500 cientistas, técnicos, e engenheiros alemães e de outros países da Europa, os quais foram anistiados e levados aos Estados. Uma vez lá suas fichas foram limpas, receberam identidades novas e foram auxiliados a se estabelecerem e se expandirem no país. Entre eles estavam Kurt H. Debus, Arthur Rudolph, o físico Hubertus Strughold e Wernher von Braun.

Grupo de 104 cientistas em Fort Bliss, Estados Unidos, Texas – 1946

Sabe-se que os Estados Unidos, fez e continua fazendo uso das tecnologias adquiridas pelos nazistas, as quais foram obtidas na década de 30 por meio de pactos feitos com seres alienígenas malevolentes.

Adriana Santos: O entendimento espaço/tempo dos alienígenas é diferente do nosso?

Luciano Vidotto:  É muito provável que sim, tomando por base a enorme distância que há entre uma estrela e outra, isso combinado com a presença de UFOs e até mesmo de extraterrestres já comprovadas neste planeta. O que atesta que tal feito somente seria possível, mediante o uso de uma tecnologia que vai muito além da nossa mera capacidade de vôo espacial. A qual torna perfeitamente possível aos alienígenas romper a malha do espaço/tempo e assim viajar distâncias estelares em poucos segundos através do universo (s).

De acordo com a Teoria Geral da Relatividade, é possível a viagem acima da velocidade da luz sob certas circunstâncias. Isto pode ser feito através da expansão do espaço/tempo atrás da nave, contraindo o mesmo à frente da nave. Distorcendo o espaço/tempo na região de uma espaçonave é possível quebrar a barreira da luz como visto por observadores fora da região de distúrbio, sem violar a velocidade da luz contida na região. Isto significa que, se você está a bordo de uma espaçonave dirigida para uma distorção você pode normalmente observar o movimento das estrelas, achando que está viajando à velocidade menor que a da luz. Contudo, uma vez que tenha chegado ao seu destino e checado o tempo gasto para chegar lá, você descobrirá que sua nave se moveu mais rápido que a luz, pois houve uma distorção do espaço.

É altamente provável que os UFOs se movam através da galáxia pela distorção do espaço/tempo. Outra opção para viajar grandes distâncias bem rápido, seria “voar” pelo espaço/tempo através de atalhos chamados de buracos de minhocas. Viajando através desses túneis no hiperespaço, os quais conectam quaisquer regiões remotas com o nosso universo, ou dois ou mais diferentes universos. Buracos de Minhocas também agem como túneis conectando diferentes dimensões. Os buracos de minhocas descritos aqui não devem ser confundidos com uma Ponte Einstein-Rosen que não pode ser atravessada, formada de matéria estelar colapsada (Buracos Negros). Um buraco negro é envolvido por um “ponto sem retorno” (a área Schwarzschild), que significa que qualquer objeto, como uma espaçonave, por exemplo, que chegar na vizinhança dessa área será sugada para o buraco. O campo gravitacional é tão poderoso que nada, nem mesmo a luz pode escapar da vizinhança de um buraco negro. No centro do buraco negro há uma singularidade em que a matéria é comprimida a uma densidade infinita e a atração gravitacional é muito forte. Uma espaçonave capturada por um buraco negro seria consequentemente feita em pedaços. Buracos de minhocas que permitem a travessia, por outro lado, não têm um “ponto sem retorno” ou uma singularidade. Uma nave pode entrar em um buraco de minhoca através de uma abertura, viajar através do túnel e sair do outro lado.

Buracos de minhocas oferecem uma oportunidade de explorar vastas regiões do espaço de uma maneira prática e rápida. Se os UFOs são originários da constelação de Órion, das Plêiades ou de outras partes de nossa galáxia, então é possível que eles tenham solucionado os problemas de viagem interestelar fazendo uso desses buracos. de verme atravessáveis. Einstein acreditava que a comunicação entre dois universos era impossível porque qualquer espaçonave dentro de um buraco negro seria esmagada. Recentes descobertas mostram que viajar através de ponte pode ser extremamente difícil, mas talvez possível.

Buraco de Minhoca – Ilustração da Internet

Adriana Santos: Os alienígenas vivem em dimensões diferentes dos terráqueos?

Luciano Vidotto: A crença na possibilidade de que Mundos Paralelos possam existir além do nosso não é uma idéia nova. O cientista, filósofo e teólogo Santo Albertus Magnus (1206 – 1280) uma vez escreveu: “Existem muitos mundos, ou haverá somente um único mundo? Esta é uma das mais nobres e exaltadas questões no estudo da Natureza”. Nos tempos modernos, foi o físico Hugh Everett III quem avançou na teoria dos muitos mundos. Em 1957, Everett sugeriu que nosso universo seria envolvido por numerosos universos iguais ao nosso, mas sua teoria não obteve muito apoio de outros cientistas. Apesar de um infinito número de universos não poder ser confirmado, foi comumente acordado que a comunicação entre diferentes realidades era impossível. A existência de mundos paralelos não pode ser provada e desse modo a teoria deveria ser deixada de lado. Talvez Everett não estivesse tão errado em suas suposições. Talvez seja possível se comunicar com entidades vivendo em outras realidades.

A teoria de Stephen Hawking baseada sobre a função de onda propôs uma solução para o problema de muitos mundos. De acordo com Hawking, buracos de minhocas conectam um infinito número de universos auto-contidos, e construir túneis nos buracos de minhocas é possível, mas Hawking mantém que os buracos de minhocas são tão pequenos que um humano não poderia viajar através deles.

De acordo com o Dr. David Deutsch, um dos maiores físicos teóricos do mundo, nós vivemos não em um único mundo, mas sim em um vasto e rico multiverso. Mais e mais cientistas estão convencidos que o nosso universo é somente um entre múltiplos de outros universos. Como mencionado antes, buracos de minhocas atravessáveis conectam diferentes universos, dimensões, tempos e regiões espaciais contidos no mesmo universo. Portais estelares são buracos de minhocas atravessáveis que permitem jornadas cósmicas para outros mundos. Agora se supõe que uma civilização alienígena avançada milhares de anos à nossa frente exista em algum lugar próximo da Terra, em uma dimensão diferente, ou universo paralelo. As habilidades tecnológicas alienígenas permitiriam a eles colocarem um portal estelar próximo à órbita da Terra ou até mesmo no planeta ou sair do outro lado, penetrando nossa dimensão ou uma remota seção da galáxia. Portais estelares oferecem a solução para as viagens espaciais. As vantagens são óbvias, economiza tempo, uma nave viajando através de um portal estelar pode viajar muito mais rápido que a velocidade da luz e evitar a viagem no tempo e dilatação do tempo. A tripulação não necessita de provisões de suporte total de vida e não há necessidade de grande quantidade de propelente. É possível enviar sondas e pequenas espaçonaves. Além de tudo, nenhuma jornada requer que a tripulação deixe o planeta de origem por um longo período de tempo.

Os UFOs poderiam vir de outro universo ou mundo paralelo? Sim. É apontado frequentemente que os UFOs podem quebrar as leis da física. As nossas leis são relevantes em nosso mundo e podem não ser aplicáveis para outras dimensões. Visitantes do Futuro tão logo uma espaçonave, ou qualquer objeto da matéria deste universo exceda a velocidade da luz, encontrará a si mesmo viajando de volta no tempo. Isto pode soar estranho; como um veículo que vá mais rápido que 186.000 milhas por segundo possa viajar de volta no tempo, mas é perfeitamente lógico. Um incremento de movimento faz o tempo passar mais lentamente. Quando uma espaçonave se aproxima de C, a velocidade da luz, o tempo diminui até que o tempo C pare. É óbvio que uma espaçonave não pode ir tão rápida se o tempo já está parado. Entretanto, quando o veículo cruza a barreira da luz, o tempo passa tão lentamente no outro lado, que consequentemente a espaçonave terá entrado nos domínios do tempo negativo e encontrará a si mesma viajando de volta no tempo.

Alguns ufólogos têm sugerido que os Objetos Voadores Não Identificados podem atualmente vir do futuro. Este poderia ser o caso, entretanto, pessoalmente eu duvido que a tripulação dos UFOs possa ser de origem humana. Os UFOs mostram pouco (se alguns) sinais de desejo de se comunicar com a raça humana. Apoiadores da “teoria de serem os UFOs veículos humanos vindos do futuro” dirão que a comunicação com a presente espécie humana não é permitida, em razão disso pode interferir com nossa linha do tempo. E é claro, nós estamos vivendo em um universo borbulhante de possibilidades, em que qualquer coisa é possível.

Adriana Santos: O que são realidades paralelas ou cidades paralelas?

Luciano Vidotto: Esta pergunta é um tanto contraditória, uma vez que se trata de algo ainda não “palpável” e que é taxado de “ficção” pela grande maioria dos pesquisadores. Neste sentido cabe o conceito de que se trata de uma realidade auto-contida em separado, coexistindo com a nossa própria. Embora os termos “universo paralelo” e “realidade alternativa” sejam geralmente sinônimos e possam ser intercambiáveis na maioria dos casos, há por vezes uma conotação implícita no termo “realidade alternativa” que implica que a realidade é uma variação da nossa própria. Essa realidade em separado pode variar em tamanho de uma pequena região geográfica até um novo e completo universo ou vários universos, formando um multiverso. O termo “universo paralelo” é mais genérico, sem quaisquer conotações que impliquem em uma relação (ou na falta dela) com o nosso universo.

Ouve-se falar aqui e ali em fóruns de física sobre teorias de multiversos. Realidades paralelas e outros mundos são um assunto recorrente, principalmente em círculos esotéricos, mas quando se ouve um físico falar seriamente sobre isto, é outra coisa.

Mas, por que alguns físicos acreditam que há a possibilidade de existirem múltiplos universos? Por enquanto, os multiversos dos físicos são hipóteses, mas algumas delas possuem um forte embasamento matemático, “lembrando que a matemática é uma matéria exata” e que algumas surgiram como implicação de outras teorias científicas, algumas não tão aceitas. Essa hipótese vem do próprio Everett que segundo ele, quando a função de onda parece entrar em “colapso” em um evento quântico em nosso mundo, gerando um determinado resultado, na verdade ela nunca entra em colapso, e sim torna real todas as outras características implícitas em sua função de onda em “outros universos”. Segundo essa teoria, sempre que acontece um evento de muitos eventos possíveis, todos os outros eventos acontecem em outros universos.

Outra abordagem para explicar os multiversos vem da teoria das cordas, na qual as equações fazem “sentido” matemático em mais de 4 dimensões, possivelmente 10 ou 11, e ao longo destas dimensões “enroladas”, outros universos florescem.

Alguns dos locais e casos mais intrigantes que provocam grandes debates e dão “gás” às teorias da conspiração sobre o tema:

O Mar dos Sargaços: localizado no Oceano Atlântico, é uma zona onde as correntes oceânicas acumularam enormes quantidades de algas sargaços, o que torna essa área uma espécie de mar no meio do oceano. Diz-se que muitas embarcações desapareceram sem deixar rastros. Os chamados navios fantasmas apareceriam flutuando no mar sem tripulação nem passageiros. Destaca-se o emblemático caso do Mary Celeste, um bergantim no qual encontraram comida para um semestre, carga, dinheiro, joias e até brinquedos. Vários filmes e livros contam essa história.

Mar do Diabo: localizado no Pacífico, ele é associado ao desaparecimento misterioso de aviões e navios. O governo japonês fretou um barco de investigação, o Kaiyo Maru, tripulado por mais de cem cientistas, que também desapareceu. No entanto, seu sumiço não foi tão misterioso: um vulcão em erupção “devorou” a embarcação enquanto os cientistas realizavam suas pesquisas. Não houve sobreviventes.

O Triângulo de Bennington: entre 1945 e 1950, cinco pessoas desapareceram de forma misteriosa nessa área. Entre as hipóteses, especula-se que as pessoas poderiam ter sido vítimas de algum maníaco, contudo isso nunca foi confirmado e o suspense permanece até hoje.

Anomalia do Atlântico Sul: localizada perto do Brasil, essa área possui um cinturão magnético terrestre que está mais perto do centro do planeta do que outros lugares, gerando uma forte radiação que afeta os satélites e outros objetos que cruzam a área. Algumas pessoas supõem que esse fenômeno pode ter sido um dos causadores da catástrofe do voo 447 da Air France (2009), no qual morreram 228 pessoas.

O Triângulo das Bermudas:

Está localizado no Oceano Atlântico, acima de Cuba, entre as ilhas Bermudas, Porto Rico e Fort Lauderdale (Flórida-EUA). É uma área que varia em seu tamanho de aproximadamente de 1,1 milhão de km² até 3,95 milhões de km². Essa variação ocorre em virtude de fatores climáticos, geográficos e geofísicos da região, que influem decisivamente no cálculo de sua área. A região notabilizou-se como palco de diversos desaparecimentos de aviões, barcos de passeio e navios, alguns com a tripulação completa também desaparecendo, para os quais se popularizaram explicações extrafísicas e/ou sobrenaturais.

Os primeiros relatos mais sistemáticos começaram a ocorrer entre 1945 e 1950, o que coincide com o começo das pesquisas do “Projeto Philadelphia” da Marinha dos EUA, o qual visava a principio a camuflagem de invisibilidade, mas que acabou inesperadamente reverberando em um experimento de teletransporte, terminando em tragédia para alguns de seus tripulantes, os quais tiveram seus corpos fundidos à fuselagem do navio (USS Eldridge). Alguns traçam o mistério até Colombo. Mesmo assim, os incidentes vão de 200 a não mais de 1000 nos últimos 500 anos. Howard Rosenberg afirma que em 1973 a Guarda Costeira dos EUA respondeu a mais de 8.000 pedidos de ajuda na área e que mais de 50 navios e 20 aviões se perderam na zona, durante o último século.

Muitas teorias surgiram para explicar os misteriosos desaparecimentos de aviões e navios, indo desde o clima no local como tempestades, furacões, tsunamis, terremotos, ondas, correntes marítimas, e outras causas naturais como flatulências oceânicas (gás metano do fundo do oceano), até resíduos de cristais da Atlântida, campos magnéticos estranhos, vórtices da quarta dimensão humanos com armas anti-gravidade ou outras tecnologias esquisitas, e até Extraterrestres.

Lista de eventos

– 1840 – Rosalie – embarcação francesa encontrada meses após o seu desaparecimento, na área do Triângulo das Bermudas, navegando com as velas recolhidas, a carga intacta, porém sem vestígios de sua tripulação.
– 1872 – Mary Celeste – Apesar do navio ter sido abandonado na costa de Portugal, ele teria antes supostamente batido em um recife perto da costa de Bermuda.
– 1880 – Atlanta – Fragata britânica, desapareceu em Janeiro, com 290 pessoas a bordo.
– 1902 – Freya – embarcação alemã, ficou um dia desaparecida. Saiu de Manzanillo, em Cuba no dia 3 de outubro. Foi encontrada no dia seguinte, no mesmo local de onde havia saído, porém sem nenhuma pessoa a bordo: todos os tripulantes desapareceram.
– 1909 – The Spray – pequeno iate do aventureiro canadense Joshua Slocum, que desapareceu nesta área.
– 1917 – SS Timandra – embarcação que iria para Buenos Aires que tinha partido de Norfolk (Virgínia) com uma carga de carvão, e uma tripulação de 21 passageiros. Não emitiu nenhum sinal de rádio.
– 1918 – Cyclops – embarcação carregada com 19.000 toneladas de aprovisionamentos para a Marinha Norte-americana, com 309 pessoas a bordo. Desapareceu com tripulantes e carga a 4 de março em mar calmo, sem emitir aviso, mesmo dispondo de rádio. Ele partiu do Rio de Janeiro em 16 de fevereiro e, após uma rápida parada em Barbados, entre 3 e 4 de março, nunca mais foi visto. Todos as 306 pessoas, entre passageiros e tripulação, desapareceram sem deixar rastro.

– 1921 – Carroll. A. Deering – cargueiro que afundou no cabo Hatteras, cerca de 1000 km a oeste das ilhas Bermudas.
– 1925 – Raifuku Maru – embarcação que afundou em uma tempestade a cerca de 1000 km ao norte das ilhas Bermudas.
– 1925 – Cotopaxi – embarcação desaparecida próximo a Cuba.
– 1926 – SS Suduffco – embarcação que afundou em um furacão no triângulo.
– 1931 – Stavenger – cargueiro desaparecido com 43 homens a bordo.
– 1932 – John and Mary – embarcação desaparecida em Abril. Foi encontrada posteriormente à deriva, a cerca de 80 quilômetros das ilhas Bermudas.
– 1938 – Anglo-Australian – embarcação desaparecida em Março, com uma tripulação de 39 homens. Pediu socorro quando estava próxima ao Arquipélago dos Açores.
– 1940 – Gloria Colite – embarcação desaparecida em Fevereiro. Foi encontrada com tudo intacto, mas sem a tripulação.
– 1942 – Surcouf – submarino francês que foi atacado pelo cargueiro norte-americano Thompson Lykes perto do Canal do Panamá, cerca de 1800 km do triângulo
– 1944 – Rubicon – cargueiro cubano desaparecido em 22 de outubro. Foi encontrado mais tarde pela Guarda Costeira Norte-americana próximo à costa da Flórida.
– 1945 – Super Constellation – aeronave da Marinha Norte-americana desaparecida em 30 de Outubro, com 42 pessoas a bordo.
– 1945 – Voo 19 ou Missão 19 (“Flight 19”) – esquadrilha de cinco aviões TBF Avenger, desaparecida em 5 de Dezembro.
– 1945 – Martin Mariner – hidroavião enviado na busca do Vôo 19, também desapareceu em 5 de dezembro, após 20 minutos de vôo, com 13 tripulantes a bordo.
– 1947 – C-54 – aeronave do Exército dos Estados Unidos, jamais foi encontrado.
– 1948 – DC-3 – aeronave comercial, desaparecida em 28 de dezembro, com 32 passageiros.
– 1948 – Tudor IV Star Tiger – aeronave que desapareceu com 31 passageiros.
– 1948 – SS Samkey – embarcação que afundou a 4200 km a nordeste do triângulo e a 200 km a nordeste dos Açores.
– 1949 – Tudor IV Star Ariel – aeronave que desapareceu no triângulo.
– 1950 – Sandra – cargueiro transportando inseticida, desapareceu em Junho e jamais foi encontrado.
– 1950 – GLOBEMASTER – Avião desaparecido em março. Era um avião comercial dos Estados Unidos.
– 1952 – YORK – Avião de transporte britânico. Desaparecido em 2 de fevereiro. Tinha 33 passageiros a bordo fora a tripulação. Sumiu ao norte do Triângulo das Bermudas.
– 1954 – Lockheed Constelation – aeronave militar com 42 passageiros a bordo que desapareceu no triângulo.
– 1955 – CONNEMARA IV – Desapareceu em setembro e apareceu 640km distante das bermudas, também sem tripulação.
– 1956 – MARTIN P-5M – Hidroavião desaparecido em 9 de novembro. Fazia a patrulha da costa dos Estados Unidos. Sumiu com 10 tripulantes a bordo nas proximidades do Triângulo das Bermudas.
– 1957 – CHASE YC-122 – Desaparecido em 11 de janeiro. Era um avião cargueiro com 4 passageiros a bordo.
– 1962 – Um avião KB-50 desapareceu em 8 de janeiro. Tratava-se de um avião tanque das Forças Aéreas dos Estados Unidos. Desapareceu quando cruzava o Triângulo.
– 1963 – MARINE SULPHUR QUEEN – Cargueiro que desapareceu em fevereiro sem emitir nenhum pedido de socorro.
– 1963 – SNO’BOY – Desaparecido em 1º de Julho. Era um pesqueiro com 20 homens a bordo. Nunca foi encontrado.
– 1963 – 2 STRATOTANKERS KC-135 desapareceram em 28 de agosto. Eram 2 aviões de quatro motores cada, novos, a serviço das forças aéreas americanas. Iam em missão secreta para uma base no Atlântico, mas nunca chegaram no local.
– 1963 – CARGOMASTER C-132 – Desaparecido em 22 de setembro perto das ilhas Açores.
– 1965 – FLYNG BOXCAR C-119 – Desaparecido em 5 de junho. Era um avião comercial com 10 passageiros a bordo.
– 1967 – WITCHCRAFT – Desaparecido em 24 de dezembro. Considerado um dos casos mais extraordinários do Triângulo. Tratava-se de uma embarcação que realizava cruzeiros marítimos. Estava amarrado a uma bóia em frente ao porto de Miami, Flórida, a cerca de 1600 metros do solo. (Simplesmente desapareceu com sua equipe e um passageiro a bordo para nunca mais ser visto assim como as pessoas).
– 1970 – Milton Latrides – cargueiro francês que partiu de Nova Orleans em direção à Cidade do Cabo. Levava uma carga de azeite vegetal e refrigerante. Afundou no triângulo em Abril.
– 1973 – ANITA – Desaparecido em março. Era um cargueiro de 20.000 toneladas que estava circulando próximo ao Triângulo com 32 tripulantes a bordo.
– 1976 – Grand Zenith – petroleiro, afundou com pessoas e bens a bordo. Deixou uma grande mancha de petróleo que, pouco depois, também desapareceu.
– 1976 – SS Sylvia L. Ossa – embarcação que afundou em um furacão a oeste das ilhas Bermudas.
– 1978 – SS Hawarden Bridge – embarcação que foi encontrada abandonada no triângulo.
– 1980 – SS Poet – embarcação que afundou em um furacão no triângulo. Transportava grãos para o Egito.
– 1995 – Jamanic K – cargueiro que afundou no triângulo, depois de sair de Cap-Haïtien.
– 1997 – Iate – É encontrado um iate alemão abandonado.
– 1999 – Genesis – cargueiro que afundou depois de sair do porto de São Vicente; sua carga incluía 465 toneladas de tanques de água, tábuas, concreto e tijolos; informou de problemas com uma bomba um pouco antes de perder o contato. Foi realizada uma busca sem sucesso em uma área de 85.000 km² (33.000 milhas quadradas).Outros eventos:

Um Cessna 172 é “caçado” por uma nuvem, que o persegue o que resulta em funcionamento defeituoso de seus instrumentos, com consequente perda de posição e morte do piloto, como informaram os passageiros sobreviventes da queda do avião.

Um 727 da National Airlines fica sem radar durante dez minutos, tempo em que o piloto informa estar voando através de um leve nevoeiro. Na hora de aterrissar, descobre-se que todos os relógios a bordo e o cronômetro do avião perderam exatamente dez minutos, apesar de uma verificação da hora cerca de trinta minutos antes da aterrissagem.

Casos de desaparecimentos mais recentes:

Avião DC-3 N407D, sumiu em 21 de setembro de 1978
Aeronave Fighting Tiger 524, sumiu em 22 de fevereiro de 1978
Avião Beechcraft N9027Q, desaparecido em 11 de fevereiro de 1980
Avião Ercoupe N3808H, sumiu em 28 de junho de 1980
Um Beech Bonanza, sumiu em 5 de janeiro de 1981
Avião Piper Cherokee N3527E, desaparecido em 26 de março de 1986
Avião Grumman Cougar Jet, último contato realizado em 31 de outubro de 1991
Um barco a motor Jamanic K, desaparecido quando ia de Cape Haitian para Miami, em 20 de março de 1995
Um barco a motor Genesis, que sumiu no caminho de Port of Spain, em Trinidad, para St. Vincent, em 21 de abril de 1999
Avião Cessna 210, desapareceu do radar quando ia de Freeport a Nassau, em 14 de junho de 1999.

O incrível Caso Gernon

Em 4 de dezembro de 1970, Bruce Gernon e seu pai decolaram do aeroporto da cidade de Andros nas Bahamas a bordo de um monomotor Beechcraft Bonanza modelo A 36 rumo à Bimini, uma ilha das Bermudas mais próxima do continente. Quando de repente se viram voando para dentro de uma monstruosa nuvem cúmulos nimbus ao largo de Andros. Isso fez com que perdessem o contato pelo rádio, recuperando-o quatro minutos depois quando descobriram que já estavam sobre Miami, com mais vinte e cinco galões (noventa e cinco litros) de gasolina do que deveriam ter, o equivalente que seria gasto pelo seu aparelho numa viagem de Andros à Miami.

Crédito – Internet, Cortesia de Bruce Gernon. Bruce Gernon e o Beechcraft Bonanza modelo A 36

O céu estava claro quando viram uma nuvem estranha com extremidades quase que perfeitamente arredondadas pairando sobre o mar. E conforme voavam em direção a ela, a nuvem começou a se espalhar. A 3.505 metros de altura, notou que ela havia formado um túnel, e a única possibilidade de fuga parecia ser passar por esse túnel. E quando estavam lá dentro, viram linhas nas paredes que giravam no sentido anti-horário, os instrumentos de navegação ficaram descontrolados e a bússola também passou a girar no sentido anti-horário.

“Como a nuvem lenticular surgiu a partir do ponto de vista de Gernon enquanto voava sobre a ilha de Andros”.

Gernon disse que havia “percebido a ocorrência de algo muito estranho. Em vez do céu azul e limpo que esperávamos no final do túnel, tudo parecia branco-acinzentado.
Além disso, a visibilidade parecia ser de 3 quilômetros, mas não havia absolutamente nada para ver. Não havia oceano, horizonte ou mesmo céu, somente um nevoeiro cinza”.

Quando Gernon conseguiu entrar em contato com o controle de tráfego aéreo de Miami para obter uma identificação de radar e saber sua posição, o controlador disse não haver aviões aparecendo no radar entre as regiões de Miami, Bimini e Andros. Após mais alguns instantes, Gernon ouviu o controlador dizer que um avião havia acabado de aparecer diretamente sobre Miami.
Gernon não achou que poderia já estar sobre Miami Beach, já que o tempo normal de viagem é de 75 minutos usando velocidade máxima de seu avião, 300 km/h, para chegar até lá e só tinham se passado uns poucos minutos desde o início do incidente e da decolagem. Nesse mesmo momento, a névoa cinza começou a se desfazer, os instrumentos começaram a operar normalmente e logo viram Miami Beach abaixo deles.

E foi essa a passagem de tempo confirmada por seus relógios e pelos instrumentos do avião. Depois de pousarem em Palm Beach, Gernon conferiu novamente seus instrumentos e constatou que havia gasto menos de 45 minutos numa viagem que levaria quase uma hora e meia, e que havia consumido 12 galões a menos de combustível do que seriam necessários para aquele trajeto. Detalhe interessante é que o pequeno monomotor de Gernon não tinha potência de motor nem resistência estrutural para se deslocar a uma velocidade de mais de 3.000km/h (quase 3 vezes a velocidade do som e mais rápido que a velocidade de cruzeiro de um Concorde). Bruce Gernon talvez seja o único sobrevivente do Triângulo das Bermudas.

Explicações científicas para tal fato??? Mais de 40 anos depois do acontecido, continuamos sem elas. O que há são especulações das mais variadas. O fato aconteceu?
“Sim…os registros do momento da decolagem de Gernon feitos pelo aeroporto de Andros, até o momento em que surgiu nos céus de Miami comprovam esse vôo impossível”.

“Cidades Paralelas”

Já no caso de cidades paralelas mais especificamente, podemos encontrar alguma base de estudos em alguns dos ramos do espiritismo.

Em relatos provenientes das mais antigas civilizações conhecidas ou nas comunicações mais recentes de médiuns, espíritas ou não, a presença de cidades maravilhosas tem sido uma constante, assim como o contato com os seres que nelas habitam e que trabalham pelo bem da humanidade.

 Gilberto Schoereder

Os sábios e místicos das mais antigas civilizações da Terra já afirmavam que nosso mundo não era exatamente o que se pensava. Ou melhor, que ele era composto por camadas diferenciadas de realidades, nem todas imediatamente visíveis ou perceptíveis para todas as pessoas. Sob determinadas circunstâncias, alguns indivíduos atingiam a capacidade de obter percepções mais ou menos nítidas dessas outras camadas de realidade que, de certa forma, circundavam o planeta.
Mais que isso: essas realidades paralelas à nossa estavam habitadas por entidades. Algumas eram vistas como sendo quase deuses, outras, como quase humanas. Todas poderiam, mais uma vez sob determinadas circunstâncias, entrar em contato com o nosso nível de realidade, transmitindo informações ou apenas tentando contatar com uma realidade da qual ainda não haviam se libertado completamente.

Essa sabedoria antiga foi transformada na base de muitas crenças religiosas, algumas das quais existem ainda hoje. Isso era uma realidade na Índia antiga como o é hoje. As referências à existência de um “mundo invisível”, encoberto dos simples mortais pelo “véu de Maya”, são constantes na religiosidade hindu. Hoje em dia, noções como essa fazem parte da especulação científica – ainda que muito pouco comentadas abertamente – especialmente na concepção dos chamados universos ou dimensões paralelas. Uma constante na literatura de ficção científica, a noção de existências paralelas à nossa se desenvolveu principalmente a partir de alguns aspectos da teoria quântica, os quais estão sendo cada vez mais seriamente considerados no meio científico.

Outras Dimensões

São justamente os contatos com essas outras dimensões que, ao longo de milhares de anos, têm surgido como o centro de alguns dos maiores mistérios das religiões e crenças místicas da humanidade. Mais do que apenas relatar vislumbres de outras realidades, os relatos dessescontatos fazem referências claras à existência de locais muito reais – às vezes, cidades, outras vezes, países ou terras maravilhosas.
Para alguns, Shamballah e Agartha seriam exemplos de cidades situadas numa das inúmeras dimensões paralelas,ainda que as lendas também se refiram a elas como sendo cidades subterrâneas. Esses relatos ou lendas – como preferem os cientistas – devem estar entre os mais antigos do planeta, formando a base de inúmeras crenças hindus e tibetanas. Na verdade, contos fantásticos sobre cidades subterrâneas ou em outras dimensões apareceram ainda recentemente, aqui mesmo no Brasil.
Seja como for, parece que o contato com esses locais – e com os seres que neles vivem – sempre esteve um tanto restrito, seja a pessoas com um desenvolvimento espiritual mais aprimorado, seja a pessoas com capacidades psíquicas mais desenvolvidas. Em alguns casos, como no antigo Egito, as maravilhosas terras do Além só podiam ser acessadas pelos espíritos dos mortos, e eram vistas como verdadeiros países, com tudo o que a existência material proporcionava.

As informações vêm sendo fornecidas tanto pelo contato direto com essas realidades, como por meio de contatos entre os seres que nelas habitam e os encarnados na Terra, como ocorre hoje em dia com os médiuns.

Algumas crenças já se referiram à existência de sete planos ou níveis diferentes de realidade, cada qual um pouco mais afastado de nosso plano imediato. Assim, quanto mais distante se encontrasse o plano, mais difícil seria o contato. Os fantasmas, por exemplo, seriam os seres que ainda estariam num plano muito próximo à Terra, presos à realidade material e enfrentando dificuldades para se livrarem da existência anterior e realizar a passagem aos níveis mais elevados ou planos superiores.
Diferentes Contatos Se fôssemos nos concentrar apenas na especulação científica, não haveria motivo para citar apenas sete planos dimensionais: o número de dimensões paralelas possíveis, na verdade, poderia ser infinito. Alguns estudiosos do assunto, ligados às mais variadas crenças e religiões, têm dito que, ultimamente, tem se tornado mais fácil acessar os níveis mais imediatos. Alguns chegam a dizer que está ocorrendo uma aproximação entre o plano material e o plano espiritual que se encontra mais perto da Terra, como se eles estivessem se mesclando. Essa seria a razão do número crescente de contatos, seja por meio de mensagens psicografadas, seja por meio das chamadas canalizações, ou mesmo por contatos diretos em projeções astrais que permitiriam aos indivíduos encarnados atingir esses níveis superiores.

É verdade que as informações e mensagens desses contatos estão cada vez mais complexas e, certamente, mais confusas, uma vez que as comunicações têm sido atribuídas não apenas a espíritos, mas também a seres extraterrestres, que estariam vivendo numa dessas dimensões paralelas e trabalhando em conjunto com os espíritos mais avançados. Para falar o mínimo, é uma questão cabeluda. Há quem diga que os contatos com extraterrestres não devem ser confundidos com os contatos espirituais; outros afirmam que é tudo a mesma coisa, ou seja, que as mensagens atribuídas aos extraterrestres estão sendo mal interpretadas, e que na verdade são contatos com espíritos; outros, ainda, garantem que os extraterrestres que se comunicam com médiuns são seres de uma espiritualidade elevada, e que atuam nos planos espirituais com a mesma facilidade com que atuam no plano físico.

Parece que o assunto tem sido menos discutido do que deveria, afinal, o próprio Kardec se referiu à existência de vida em outros planetas, em diferentes estágios evolutivos e de espiritualidade.
As psicografias de Chico Xavier também se referem a seres de outros planetas, de modo que nada mais natural do que discutir essa questão de forma mais ampla, estendendo o tema à possível presença espiritual de seres extraterrestres.

Cidades Dimensionais

Seja qual for o rumo que se dê às investigações e especulações, o tema das cidades espirituais, ou dimensionais, se preferirem, é apaixonante. E, se entendermos como correta a afirmação de que os mundos espirituais se encontram mais próximos do material do que nunca, não é de se estranhar que os relatos a seu respeito apresentem imagens cada vez mais nítidas. Nesse sentido, não resta dúvida de que as comunicações de André Luiz, psicografadas por Chico Xavier, ainda se encontram entre as mais complexas e nítidas de que se tem notícia. A riqueza de detalhes sobre as cidades espirituais tem chamado a atenção de muitas pessoas, mesmo daquelas que não seguem o espiritismo, mas que entendem como necessária uma aproximação entre os diferentes pontos de vista, filosofias ou crenças.

Quais seriam, por exemplo, os pontos em comum entre as narrativas do espírito André Luiz a respeito do Nosso Lar, e outras visões de possíveis dimensões paralelas à nossa, encontradas em várias partes do planeta? Para alguns pesquisadores de fenômenos insólitos verificados em nosso planeta, os contatos com outras dimensões de existência são uma realidade.
Mais que isso: alguns afirmam que existem pontos específicos na Terra que, de certa maneira, formam passagens entre essas dimensões, passagens que podem ser mais ou menos evidenciadas.

Existem relatos de cidades maravilhosas que, em determinados momentos, podem ser vislumbradas em alguns locais do planeta; isso teria sido verificado no deserto do Arizona e também na Antártida. Fala-se de ilhas que surgem misteriosamente no oceano, para desaparecerem em seguida, como se uma porta tivesse sido aberta e, em seguida, novamente fechada, apenas deixando-nos ter uma leve percepção de outra realidade. E muitos mais. O mais interessante de tudo isso pode estar nos pontos em comum entre as diferentes narrativas. Por exemplo, algumas pessoas entendem que as orações funcionam como uma espécie de ferramenta para se atingir outros níveis ou, utilizando-se outro tipo de linguagem, “abrir uma passagem” para outra dimensão. De forma semelhante, alguns contatados por extraterrestres falam a respeito da elevação do nível vibratório como meio para se atingir um plano superior e receber mensagens desses seres; fala-se que os mantras indianos igualmente permitiriam, em determinadas ocasiões, o acesso a dimensões superiores, vislumbrando assim uma parte do mundo normalmente invisível; os que realizam projeções ou viagens astrais também se referem a uma série de atitudes ou atividades de relaxamento e concentração, a partir das quais poderiam acessar outras realidades.

As noções se complementam, confundem-se, mas, seja como for, podem ser a indicação de um caminho único em direção a uma compreensão maior dos mundos invisíveis que nos cercam. É claro, desde que sejam examinadas com isenção e sem preconceitos.

Adriana Santos: O planeta Terra é habitado por seres de várias dimensões?

Luciano Vidotto: Bom, é impossível não pensar em extraterrestres quando o assunto é seres de outras dimensões, ainda mais habitando o nosso planeta.
De acordo com o trabalhado do escritor e consultor da Revista UFO, Pedro de Campos, em sua obra Universo Profundo, ressaltando a pluralidade dos mundos habitados que interpreta de modo lógico a natureza de vida de seres “menos materiais” (também chamados “ultraterrestres”), expondo com clareza os fundamentos da Doutrina Espírita quanto a esse tipo de vida inteligente nas profundezas do Cosmos. Quando Campos publicou o livro em 2003 desconhecia o fato de que o FBI (Federal Bureau of Investigation) investigado casos sugestivos de contato com seres de outra dimensão.

Foi apenas em abril de 2011 que o FBI surpreendeu a todos ao liberar parte de seus arquivos falando sobre Roswell, Majestic 12 e outros casos. Dois anos depois, em 2013, a mesma Agência Federal de Investigação divulgou um dossiê que a imprensa estampou dizendo: “Giant interdimensional beings are visiting the Earth according to the FBI and they do not come from any planet!”. [Seres interdimensionais gigantes estão visitando a Terra segundo o FBI e não são oriundos de nenhum planeta!].
Ilustração

O texto original pode ser lido no portal do FBI. O informe fala de entidades que não vêm de outro planeta, mas de outra dimensão do espaço-tempo e podem materializar-se à vontade, entrando no nosso ambiente tal como a maior parte dos casos de UFO testemunhados. O incidente está datado de 8 de julho de 1947, San Diego, Califórnia. O documento mostra que o então diretor do FBI, John Edgar Hoover, enviou o comunicado a um agente especial com patente de tenente-coronel, cujo nome, na liberação dos documentos oficiais, recebeu um borrão de tinta para não ser identificado. O caso foi investigado pelo FBI, que interrogou a testemunha principal e fez o relatório, enviando-o ao órgão oficialmente constituído para as providências necessárias. Que providências foram essas, não sabemos. Mas a incidência ufológica foi levada a sério pelo FBI, que tratou de repassar o informe ao órgão de segurança nacional. Vamos dar aqui o informe que está na página 22 do UFO – Section I, FBI.

TRADUÇÃO do trecho:

1. Parte dos discos transporta a tripulação, outros discos estão sob controle remoto;
2. Sua missão é pacífica. Os visitantes observam atentamente para decidirem sobre este plano;
3. Esses visitantes são semelhantes aos humanos, mas muito maiores em tamanho [Altura];
4. Não estão encarnados na Terra, mas em seu próprio mundo;
5. “Eles” não vêm de um planeta na verdadeira acepção da palavra, mas de um mundo etéreo que interpenetra o nosso e não nos é perceptível;
6. Os corpos dos visitantes e os engenhos automaticamente se materializam ao entrarem na frequência vibratória do nosso mundo de matéria densa;
7. Os discos possuem um tipo de energia radiante ou raios que podem facilmente desintegrar qualquer nave de ataque. Podem reentrar ao campo etéreo à vontade e, assim, simplesmente, desaparecem da nossa vista, sem deixar vestígios;
8. A região de onde vêm não é o “plano astral”, mas corresponde aos Lokas [Planos superiores] ou Talas [Planos inferiores]. Os estudantes de assuntos esotéricos entendem estes termos.
9. Provavelmente não utilizam sistema de rádio, mas talvez radar – sistema de sinais para operar aparelhos, realizar entradas e materializações;
Adendo. As Lokas [Segundo os hindus, tratam-se de moradas mais depuradas, onde o espírito encarna em matéria ultrafísica] são engenhos de forma oval, com matérias resistentes ao calor e ligas ainda não conhecidas; no compartimento frontal estão os controles, no central um laboratório e no traseiro o armamento que se resume a um aparelho de energia potente, talvez raios.

Por certo, caro leitor, os militares que estudaram este caso tiveram muitas dúvidas. Afinal, se os seres não vieram de planeta nenhum, de que mundo teriam vindo? Que natureza seria a deles? Como achá-los numa natureza insondável? Quem de fato seriam “eles”? Para quem investiga de modo apenas científico, tal como os órgãos oficiais de governo, embora passados quase sete décadas dessa incidência ainda não é possível responder do modo ideal – a ciência ainda nos deve isso.

Então fica apenas o depoimento da testemunha, duvidoso para quem nada viu, e que para ser oficialmente aceito precisaria de uma “prova inegável”, do tipo que hoje seria noticiada com imagens nas grandes redes de televisão. Afinal, quem não viu tem todo direito de duvidar e isto, no fundo, ajuda a decifrar o fenômeno UFO. Porque a dúvida impulsiona a descoberta da verdade pela busca incessante de repostas certas – a dúvida é o combustível que move as pessoas que gostam das coisas explicadas racionalmente, com lógica científica. Contudo, por enquanto, diante da inanição da ciência frente ao fenômeno UFO, só nos resta aguardar.

A Doutrina Espírita, por sua vez, desde a sua codificação advoga em sua filosofia e com prática observável a existência de seres “menos materiais” semelhantes aos informados pelo FBI e pelas culturas antigas, como a hindu (da época dos antigos Vedas – informes em sânscrito), a teosófica, a rosacruciana e a esotérica. Seres rarefeitos de outras dimensões do espaço-tempo iniciaram sua caminhada evolutiva muito antes de nós (criaturas de mundos tridimensionais), possuem tecnologia avançada e podem entrar na nossa esfera densa e materializar seus corpos e seus engenhos translúcidos.

Advoga-se que o propósito dessas entidades depuradas seja ajudar o homem em seu processo de transição entre uma fase e outra da evolução humana, mas a verdade indiscutível sobre tais seres somente saberemos quando houver um contato formal, amplamente testemunhado. Portanto, ainda temos que aguardar.

Fontes:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Fata_Morgana

https://www.google.com.br/search?q=Fata+Morgana&rlz=1C1KYPB_enBR637BR637&es_sm=122&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0CAgQ_AUoAmoVChMI5fiAnJ3gyAIVA4CQCh3NTQd9&biw=1440&bih=799#imgdii=i-3GiIMA3ToSXM%3A%3Bi-3GiIMA3ToSXM%3A%3B6GEqniM0Q82jBM%3A&imgrc=i-3GiIMA3ToSXM%3A

https://www.google.com.br/search?q=Fata+Morgana+effect++flying+cities&rlz=1C1KYPB_enBR637BR637&es_sm=122&biw=1440&bih=755&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0CAYQ_AUoAWoVChMIqs_XhqTgyAIVhAuQCh099A78#tbm=isch&q=Flying+Cities+fata+morgana&imgrc=cdP00wPkkYQWYM%3A

https://pt.wikipedia.org/wiki/Pareidolia

http://truthstreammedia.com/2015/10/19/project-blue-beam-yes-the-govt-researched-projecting-holograms-of-god-as-a-mass-psyop/

https://www.google.com.br/search?q=Fata+Morgana+effect++flying+cities&rlz=1C1KYPB_enBR637BR637&es_sm=122&biw=1440&bih=755&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0CAYQ_AUoAWoVChMIqs_XhqTgyAIVhAuQCh099A78#tbm=isch&q=face+in+the+clouds+canada&imgrc=H10QAgM23N7RtM%3A (embora o link se refira ao efeito como “Fata Morgana”, trata-se de pareidolia).

https://www.google.com.br/search?q=Fata+Morgana+effect++flying+cities&rlz=1C1KYPB_enBR637BR637&es_sm=122&biw=1440&bih=755&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0CAYQ_AUoAWoVChMIqs_XhqTgyAIVhAuQCh099A78#tbm=isch&q=floating+city+in+china&imgrc=5HY0iDqBFsP9vM%3A (embora o link se refira ao efeito como “Fata Morgana”, trata-se de uma projeção).

http://www.washingtonpost.com/wp-srv/national/dotmil/arkin020199.htm

http://tradeshowhologram.com/holoblog/tag/holographic-projector/

http://wiki.antinovaordemmundial.com/index.php/Projeto_Blue_Beam

https://pt.wikipedia.org/wiki/Opera%C3%A7%C3%A3o_Paperclip

http://www.ufo.com.br/noticias/a-viagem-espacial-dos-ufos/

http://seuhistory.com/node/99151

http://hypescience.com/o-multiverso-existe/

http://thoth3126.com.br/o-misterio-do-triangulo-das-bermudas/

http://www.ippb.org.br/textos/especiais/mythos-editora/cidades-espirituais

https://www.google.com.br/search?q=Scenes+from+the+movie+knowing&biw=1440&bih=799&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0CAYQ_AUoAWoVChMI2YSQuOnlyAIVBigeCh1NzAYf#imgrc=WayuBeH2pvaxqM%3A

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