Categoria "Comportamento"
27 out 2015

Jovem adestra cães abandonados para facilitar adoção

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thiago

Arquivo pessoal

O jovem Esdras Andrade, 19 anos, de São José dos Campos, no interior de São Paulo, adestra os peludos que ele encontra abandonados pelas ruas  para que eles possam chamar atenção dos futuros tutores. O adestrador de cães mantém 30 cães em seu abrigo na Vila Tatuetuba.

Esdras conta que seu amor pelos animais começou aos 8 anos de idade quando levou 13 cães para casa. Agora o garoto é responsável pelo abrigo escola “CãoMorada” que busca acolher, vacinar, castrar, adestrar e encaminhar um animal abandonado para a adoção responsável. “Um animal sem raça não chama a atenção de possíveis donos. Porém, se ele souber truques de adestramento pode fazer sucesso e ganhar um lar com mais facilidade. Além disso, grande parte dos cães de rua apresenta problemas comportamentais devido aos traumas do abandono ou maus tratos, que são superados com aulas de adestramento”, explicou nas redes sociais.

Os custos para manter o abrigo vão além de ração, limpeza e vacinas – alguns animais precisão de cuidados veterinários especiais. Por isso, o jovem viu que há urgência de encontrar novos lares para os cães abandonados. Para ajudar, Esdras mobiliza uma campanha nas redes sociais. Você pode ajudar o Esdras? Acesse o Facebook

22 out 2015

Distribuição de senhas para realização gratuita de mamografias marca fim do Outubro Rosa

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Outubro_Rosa_G
A Sociedade Brasileira de Mastologia-MG participará de uma manhã de conscientização e prevenção do câncer de mama no próximo domingo (25), na Praça JK, em Belo Horizonte. A programação do evento promovido pela ASPRECAM (Associação de Prevenção do Câncer de Mama na Mulher) inclui a distribuição de senhas para realização de mamografias e roda de conversa “Tem dúvida? Converse com especialistas!”, no qual médicos especialistas em cirurgia plástica, oncologia, mastologia e radiologia estarão disponíveis discutindo os principais mitos que envolvem a prevenção, diagnóstico e tratamento da doença.

O encontro será uma oportunidade de divulgar o “Projeto Dedicação”, que visa capacitar voluntários para apoiarem mulheres com diagnóstico de câncer de mama. Os voluntários vão atuar como orientadores, oferecendo apoio psicológico, acompanhamento no tratamento e orientações jurídicas para pessoas portadoras da enfermidade

No mês que se comemora o Outubro Rosa, a comunidade médica e a sociedade em geral estão empenhadas na conscientização do diagnóstico precoce e tratamento do câncer de mama. Para este ano, a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) lança o slogan “NENHUMA MULHER SEM MAMA”. O objetivo é alertar a população em relação à cirurgia da reconstrução mamária imediata, que não é vaidade, mas um direito das mulheres que passam pelo processo de mutilação devido ao tratamento da doença. Segundo a estimativa do Instituto Nacional do Câncer (INCA), quase 58 mil novos casos podem ser descobertos no Brasil em 2015.

SERVIÇO:

Data: 25/10/2015

Horário: 9h às 12h

Local: Praça JK, Belo Horizonte/MG

21 out 2015

De Platão a Chico Xavier, o que está por trás da Atlântida

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Edificação a beira mar

Atlântida (em grego,  “filha de Atlas”) é uma lendária ilha ou continente citada por Platão em suas obras “Timeu ou a Natureza” e “Crítias ou a Atlântida“. Nos contos de Platão, Atlântida era uma potência naval localizada “para lá das Colunas de Hércules”.

Conhecida como o oitavo continente, Atlântida é um verdadeiro mistério que divide opiniões apaixonadas dos mais renomados pesquisadores na nossa época. Não existem provas de que este reino realmente existiu.

A civilização perdida contava com o majestoso Palácio de Poséidon, que possuía muralhas de ouro, revestimentos de prata, teto em marfim e paredes em cobre. Atlântida teria entrado em colapso, o que resultou em terremotos e maremotos provocados pelos deuses para destruir o continente. O continente desapareceu sem deixar nenhum vestígio de sua existência. Essa destruição teria sido causada pelo excesso de materialismo do povo de Atlântida

Luciano Vidotto - Conselheiro Editorial e Tradutor - Revista UFO

Arquivo pessoal

Conversei com Luciano Vidotto, natural e residente de Colorado-PR, bacharel em Direito, conselheiro Editorial e tradutor da Revista UFO, pesquisa o fenômeno UFO desde 2010. Ele defende que Atlântida não é uma ficção, mas sim uma história verdadeira. Confira: 

Adriana Santos: Platão menciona a mítica Atlântida nos diálogos Timeu e Crítias. Como ele teve acesso ás informações sobre a civilização perdida?

Luciano Vidotto: Sua pergunta é excelente e também muito pertinente. Diferente do que muitos pensam, e até mesmo alguns poucos saibam, há uma linha otimista de pesquisadores na área da ufo-arqueologia indicando que Atlântida está cada vez mais distante de ser considerada apenas um mito.

A sua origem, vai muito além das citações de Platão nos diálogos de Timeu e Crítias, embora ambos sejam os únicos registros escritos existentes que fazem menção especifica a respeito de Atlântida. Os diálogos são conversas entre Sócrates, Hermocrates, Timeaus, e Crítias, aparentemente em resposta a uma conversa prévia de Sócrates a respeito de sociedades ideais.

Timeaus e Crítias concordaram em entreter Sócrates com um conto que “não é uma ficção, mas sim uma história verdadeira.”

Agora vem a parte mais pertinente à sua pergunta. A “coisa” toda foi decorrente de um conflito entre os antigos atenienses e os Atlantes, isso há 9.000 anos antes da época de Platão. O conhecimento do passado distante, aparentemente esquecido para os atenienses dos dias de Platão, aponta que a estória de Atlântida foi levada até Solon por sacerdotes egípcios. Solon, então passou o conto para Dropides, o bisavô de Crítias, Crítias por sua vez ouviu de seu avô que também se chamava Crítias, filho de Dropides, e assim acabou indo parar na ponta do “lapís” de Platão, bisneto de Crítias.

Adriana Santos: Depois das viagens de Colombo, ao comprovar-se que ele não havia descoberto as Índias, mas sim um novo continente, surgiram diferentes hipóteses para explicar a origem de seus habitantes, impropriamente chamados índios. Vários autores europeus afirmaram que eles tinham  vindo da Atlântida, antes de submersa. O que tem de verdade nessa  afirmação?

Luciano Vidotto: Tem muito de verdade nessa afirmação, a qual é perfeitamente fundamentada por análises genéticas criteriosas de DNA-mitocondrial, as quais atestam de forma inequívoca a veracidade da origem dos então chamados “índios”, cuja denominação lhes foi atribuída pelos colonizadores, uma vez que estes chamavam a América pelo nome de Índias Ocidentais.

Uma vez que o tema é complexo, a resposta adequada para esta pergunta demanda um certo cuidado e tempo para que haja o devido entendimento da origem.

Tais análises de DNA dos nativos americanos começaram na década de 80. No entanto, os esforços de investigação aceleraram muito na década de 90, em razão do rápido progresso tecnológico na área. Na verdade, os primeiros resultados confirmaram a teoria geralmente aceita, mostrando um elo claro entre os nativos americanos e as amostras de DNA coletadas de povos nativos da Sibéria-Asiática. Mesmo assim, como os estudos se aprofundaram e ampliaram para incluir os asiáticos em todo o continente, dados crescentes revelaram que o padrão de migração foi mais complexo do que os antropólogos imaginavam.

Os resultados iniciais mostraram que tribos nativas americanas eram compostas de quatro haplogrupos de DNAs mitocondriais distintos, A, B, C e D. As designações dos haplogrupos representam quatro linhagens (maternas) diferentes. Estas quatro linhagens são encontradas em toda a América do Sul, do Norte, e Central. No entanto, apenas três delas A, C, e D foram descobertas nas populações da Sibéria-Asiática. O haplogrupo B foi rastreado até os grupos populacionais aboriginas no Sudeste Asiático, China, Japão, Melanésia e Polinésia.

Antropólogos, arqueólogos e historiadores haviam postulado que as migrações tinham ocorrido a menos de 20.000 anos. A análise do DNA colocou a onda inicial de migração entre 38 e 50.000 anos. Este achado também deixou a comunidade científica ortodoxa de cabelo em pé. No entanto, nos últimos anos, material da América do Sul, Califórnia e do Sudoeste dos Estados Unidos foram submetidos ao teste de radio-carbono, revelando uma datação de acordo com as conclusões das pesquisas de DNAs.

Geneticistas determinaram que 96% dos nativos americanos “caíram” em um dos quatro haplogrupos A-D e, enquanto esses tipos de DNAs-mitocrôndriais também foram encontrados na Ásia, eles não estão presentes na Europa ou África. Isso também indica que a Ásia foi a região ancestral da maioria das tribos nativas americanas. Então, em 1997 outra linhagem foi descoberta, a qual os geneticistas apelidaram de X. Esta descoberta provocou uma tempestade de controvérsias que não parou até os dias de hoje. O haplogrupo X precisa de uma análise histórica profunda e cuidadosa, porque este grupo pode muito bem deter uma das mais importantes chaves para desvendar os segredos do nosso passado coletivo.

No início, os antropólogos argumentaram que uma vez que os europeus não tinham viajado através do Atlântico em um ponto remoto no tempo, o grupo X tinha que ser o resultado de um contato pós-Colombo, e com casamentos mistos. No entanto, quando os pesquisadores analisaram amostras de DNA antigo encontradas na região dos Grandes Lagos nos EUA, as quais remontam muito antes de Colombo, eles identificaram em algumas das amostras como sendo pertencentes ao grupo X. Isso provou que elas não eram o resultado de qualquer contato pós-Colombo, e que não eram de origem recente.

Além disso, a grande maioria das tribos não continham membros X. Na verdade, não foi encontrado em nenhuma tribo nativa da América do Sul ou Central. O que significariam esses padrões? Pesquisadores independentes em parceria com a Associação Edgar Cayce, rapidamente salientaram que os dados suportavam alguns dos materiais encontrados nas leituras mediúnicas de Atlântida que Cayce, então chamado de o “profeta adormecido”, teria feito na década de 30. Cayce observou que alguns refugiados de Atlântida tinham imigrado para a região nordeste dos Estados Unidos, e que mais tarde formaram a nação dos Iroquois. Foram nestas tribos que a concentração mais elevada do haplogrupo X foi encontrada.

Em 16 de fevereiro de 1932, Cayce relacionou algumas informações durante uma leitura que é extraordinariamente convincente para a elucidação desta estória genética misteriosa. Quando perguntado sobre a posição do continente de Atlântida, ele respondeu: “A posição que o continente de Atlântida ocupa, é a de entre o Golfo do México de um lado, e o Mediterrâneo do outro. Evidências desta civilização perdida podem ser encontradas nos Pirinéus e Marrocos de um lado, e Honduras Britânica, Yucatan e América do outro”.

Adriana Santos: A Atlântida é tema de doutrinas esotéricas. Qual a diferença do conceito espiritual e ufológico?

Luciano Vidotto: Embora seja possível diferenciá-los, a cada dia que passa fica mais difícil separá-los. O conceito ufológico define a questão do fenômeno através dos incontáveis depoimentos de pessoas idôneas que passaram pela experiência do contato, seja ele direto ou indireto, e mais ainda pelo uso do método científico fundamentando a veracidade das evidências materiais coletadas nas pesquisas de campo. Tomamos como referência material o famoso Caso de Varginha, ocorrido em 20 de janeiro de 1996, amplamente estudado pelo pesquisador Marco Antonio Petit de Castro, e registrado em seu livro “Varginha Toda a Verdade Revelada.”

Já o espiritual, tem seu lugar garantido no auxilio nas pesquisas para a elucidação do fenômeno ufológico através das canalizações recebidas por médiuns mais capacitados. O melhor exemplo que temos, vem do maior médium da história do Brasil, Chico Xavier, em seu estonteante depoimento dado no programa “Pinga Fogo” na década de 60, aliado aos depoimentos de alguns dos mais renomados pesquisadores brasileiros registrado no documentário “Data Limite – Segundo Chico Xavier”.

Um exemplo prático nos dias de hoje, seria o trabalho realizado pela médium e contatada doutora Mônica de Medeiros no Centro Espirita “Casa do Consolador”, onde Mônica recebe e auxilia as pessoas a como lidarem com a questão do contato. Você também poderá tirar muitas de suas dúvidas no livro de sua autoria em parceria com a doutora Margarete Áquila, “Projeto Contato” Vol. I e II.

É extremamente fundamental que a ciência se alie ao espiritismo para que assim haja a desmistificação, e um entendimento mais claro e breve a respeito do fenômeno.

Adriana Santos: As informações sobre a existência da Atlântida vem dos alienígenas?

Luciano Vidotto: A maior parte das informações coerentes sobre Atlântida são resultantes de décadas de trabalho árduo em pesquisas, tanto na área da história antropológica quanto nos mais diferentes ramos da ciência que estudam a respeito de sua possível existência. Quando se trata do envolvimento de alienígenas na questão, temos que dar a mão a palmatória, uma vez que os resultados das investigações, no final, sempre levam de encontro a eles. Ao contrário do que muitos pensam os alienígenas que sempre são citados nas pesquisas não eram, e nunca foram Deuses. São seres avançados de carne e osso que na época de Atlântida se valiam de sua tecnologia avançada para manipular o DNA dos seres humanos e assim servi-los. Quanto as informações virem deles, isso é difícil de ocorrer, na verdade eles são parte da informação.

Mas como toda a regra tem sua exceção, quando se trata de informações passadas por alienígenas não podemos nos dar ao luxo de ignorar as ciências não ortodoxas, como exemplo a parapsicologia e um de seus maiores expoentes, Edgar Cayce, um dos maiores médiuns conhecidos da estória moderna, e suas leituras impactantes a respeito de Atlântida. Quanto aos alienígenas e a informação, de acordo com as experiências com canalizações da doutora Mônica de Medeiros, sim, eles estão sempre nos auxiliando, e mais ainda, monitorando tudo.

Adriana Santos: Quem eram os moradores da Atlântida. O que faziam, pensavam, comiam e no que acreditavam?

Luciano Vidotto: Era uma civilização pacífica e avançada que vivia no conforto com ruas pavimentadas e esgotos, o que era inédito no mundo antigo. Eram dedicados à arte e ao amor à vida, valorizavam o mundo natural através de um estilo de arte naturalista notável, muito avançado para a época, até mesmo para os padrões modernos de hoje, e encontravam beleza em pequenas e grandes coisas. A sua alegria na vida pode ser comprovada em afrescos notáveis, ​​cheios de cores vivas que sobreviveram ao tempo.

Eles também valorizaram o tempo de lazer e recreação atlética que era praticada de modo sofisticado. As mulheres na cultura minóica tiveram um lugar importante como os homens, e todos prosperavam economicamente, e não somente alguns poucos ricos. Além da cidade ficava a planície fértil com 530 km de comprimento, e 190 km de largura, cercada por um outro canal usado para coletar água dos rios e córregos das montanhas. O clima era tal que duas colheitas eram possíveis a cada ano. Uma no inverno alimentada pelas chuvas, e outra no verão alimentada pela irrigação do canal, também viviam da comercialização de metais preciosos. Cercando a planície ao norte, ficavam montanhas que subiam até os céus. Vilas, lagos, rios e prados pontilhavam as tais montanhas. Além das colheitas, a ilha provia todos os tipos de ervas, frutas e nozes. Uma abundância de animais, incluindo elefantes, percorriam a ilha.

Ao que parece todos viviam em prosperidade, ao contrário de outras culturas antigas. A descendência era traçada através do sexo feminino, ao invés da linha masculina, e as mulheres desempenhavam um papel tão importante na sociedade quanto os homens. Não havia a necessidade de um exército permanente, e pareciam evitar conflitos militares. Eles se sentiam muito seguros, talvez por causa de sua grande frota, viviam em cidades não fortificadas ao longo da costa, o que também era inédito naquele tempo de guerras constantes.

Embora há muito que não saibamos sobre os Minóicos, ainda assim, podemos “pintar” um retrato notável de uma sociedade que era livre da maior parte dos problemas que continuam a nos atormentar. Aos olhos dos gregos que vieram após essa civilização, olhando essa cultura incrível, poderiam muito bem ter visto e pensado nela como uma utopia, um lugar perfeito de conhecimento, paz e prosperidade. Embora outros locais e povos tenham sido sugeridos ao longo dos anos, pesquisadores de renome concordam em dizer que os Minóicos podem muito bem ser o povo que formou a base da civilização de Atlântida, uma vez que são os que melhores se encaixam.

Adriana Santos: A ciência está próxima de confirmar a existência da Atlântida?

Luciano Vidotto: Creio, e espero que sim. O avanço constante da tecnologia torna possível ir mais longe e mais fundo nas investigações, proporcionando resultados cada vez mais rápidos nas investigações no fundo do oceano atlântico e parte do mediterrâneo. Espero que em curto, e a médio prazo possamos todos desfrutar dos resultados, que tenho certeza mudará tudo e todos para melhor. Atlântida é um elo perdido gigantesco, o qual pode nos auxiliar e muito na explicação de maneira clara e única a respeito da evolução da raça humana no planeta. A grande preocupação, no entanto, não recai sobre as dificuldades encontradas pelo caminho nas pesquisas, mas sim, nos obstáculos encontrados na divulgação dos resultados…

Adriana Santos: Por que e por quem a Atlântida foi destruída?

Luciano Vidotto: Há duas vertentes distintas que podem ser usadas para definir como de fato ocorreu o desaparecimento de Atlântida. A primeira conforme o relato de Platão seria decorrente de um grande terremoto e consequentemente o surgimento de um Tsunami gigantesco que teria varrido e afundado toda a ilha em um prazo de vinte e quatro horas. Outra, seria que por gerações os atlantes teriam vivido uma vida simples e virtuosa, mas aos poucos eles começaram a mudar. A Ganância e o poder os corromperam, e quando Zeus viu a imoralidade dos atlantes, ele reuniu os outros Deuses para determinar uma punição adequada. Logo, em uma onda violenta, tudo se foi. Atlântida, seu povo, e a sua memória foram engolidos pelo mar.

Em ambos casos o evento teria ocorrido a 11.600 anos atrás, 9.000 anos antes do surgimento da civilização grega, de acordo com análises geológicas feitas na costa da Grécia.

Os relatos sobre Atlântida em diferentes locais dos oceanos sempre ecoaram no tempo. Há quem diga que Atlântida não era uma ilha em sua essência, mas sim uma base alienígena no planeta. E vão ainda mais longe, que ela não teria afundado, mas que literalmente decolou para o espaço.

Três mulheres, possivelmente Rainhas

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