Categoria "Comportamento"
17 set 2015

Minas Gerais na rota dos UFOS

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Ilustração

O Controle de Tráfego Aéreo da capital mineira é um dos mais movimentados do país. São centenas de pousos e decolagens nos aeroportos da Pampulha e de Confins, também conhecido como Aeroporto Internacional Tancredo Neves. Estes dois aeroportos são os dois principais do estado e estão localizados na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Além dos vôos comerciais normais e militares comuns eles estão às voltas com a presença de outras aeronaves não identificadas. Vários casos são registrados todos os anos.

“Na noite de 05 de fevereiro de 2002, por volta das 22:30 h, estava observando o céu quando notei um artefato com luz azul que passava lentamente no sentido leste-oeste. A princípio, pensei que se tratava de um avião, já que o local é rota conhecida. Logo vi que não, pois o objeto simplesmente parou no ar. Cheguei a pensar que se tratasse de um helicóptero, mas desprezei esta hipótese porque o UFO iniciou um processo de subida num ângulo de aproximadamente 45º e alternando as cores em azul, branca, amarela e vermelha. Depois ele desceu e fez vários vôos na linha do horizonte, quando, de repente, subiu e virou cerca de 90º vindo em direção ao meu prédio. Fez um vôo à meia altura e deu uma guinada para a esquerda, voltando ao ponto onde se encontrava antes. Quando passou por cima do meu apartamento, notei que possuía luzes azuis e brancas e uma vermelha, aparecendo de vez em quando. Imaginei que fosse a envergadura de suas asas.

O UFO retornou ao local de onde saiu, iniciando um voo mais longínquo, e desaparecendo por trás dos prédios. Continuando seu vôo, ele poderia ter pousado no Aeroporto Internacional de Confins, em Belo Horizonte (MG), que fica na mesma direção. Acredito que seja, de fato, um UFO, pois os movimentos eram muito estranhos para uma simples aeronave terrestre”. (Marco Túlio N. Chagas – relato para a revista UFO)

Uma portaria publicada no Diário Oficial da União de (10/08/2010) regulamenta como a Aeronáutica deve lidar com assuntos ligados a “objetos voadores não identificados” (Óvni) no espaço aéreo nacional.

Segundo o documento, o Comando da Aeronáutica (Comaer) deve se encarregar apenas do registro de ocorrências e do seu encaminhamento para o Arquivo Nacional.

Ainda segundo a portaria 551/GC3, de 9 de agosto de 2010, o responsável pelo recebimento e pela catalogação das notificações referentes aos Óvnis é o Comando de Defesa Aeroespacial (Comdabra).

Já as notificações relatadas por usuários dos serviços de controle de tráfego aéreo devem ser encaminhadas para o Centro de Documentação e Histórico da Aeronáutica (Cendoc).

Conversei sobre avistamentos de objetos não identificados em Minas Gerais com Thiago Luiz Ticchetti, natural do Rio de Janeiro e domiciliado em Brasília, pesquisa o fenômeno ufológico há mais de 20 anos. Atualmente é coeditor da Revista UFO. É membro da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU). Com vários artigos publicados na própria Revista UFO e nas publicações inglesas UFO Matrix e UFO Truth, é autor dos livros “Quedas de UFOs (2002), “Tipologia Extraterrestre” (2014), “Arquivos UFO: casos ufológicos Vols. I e II” (2013/2015) e “Universo Insólito, Livro de Bordo – Vols. I e II” (2015).

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Imagem: arquivo pessoal

Adriana Santos: É verdade que o estado de Minas Gerais é um dos estados brasileiros com maior número de avistamentos de objetos não identificados, em especial na Zona da Mata. Qual o motivo?

Thiago Ticchetti: Sim, o estado de Minas Gerais tem uma enorme incidência de avistamentos de objetos voadores não identificados. A Zona da mata é de fato um dos principais pontos, mas existem outros como Passa Tempo e São Tomé das Letras. Acredita-se que devido à grande riqueza mineral do solo mineiro, os OVNIs usam esse material como fonte de energia.

Adriana Santos: O Controle de Tráfego Aéreo do Aeroporto de Confins é um dos mais movimentados do país. Além dos vôos comerciais normais e militares comuns eles estão às voltas com a presença de outras aeronaves não identificadas. Qual foi o último caso registrado e qual sua importância para o avanço das pesquisas em nosso estado?

Thiago Luiz Ticchetti: O último caso registrado que tive notícia ocorreu sobre a cidade de Belo Horizonte em janeiro de 2015, quando três pessoas disseram ter visto um objeto discóide sobre a cidade, durante a madrugada. Infelizmente não há imagem desse objeto. O estado de Minas Gerais é um dos mais ativos na pesquisa ufológica. Entre os seus maiores pesquisadores destaco o Antônio Faleiro e o Paulo Baraky Werner, presidente do Centro de Investigações e Pesquisas de Fenômenos Aéreos Não Identificados (Cipfani) e consultor da Revista UFO.

Adriana Santos: É verdade que o Aeroporto de Confins foi construído pensando em futuros contatos com outras vidas planetárias?

Thiago Luiz Ticchetti: Bom, isso eu não sei, mas te afirmo uma coisa, com a tecnologia das naves extraterrestres, eles não precisariam de um aeroporto nos moldes dos que temos hoje.

Adriana Santos:  A Aeronáutica está sensibilizada com o caso e ajuda nas pesquisas?

Thiago Luiz Ticchetti: Não. A Aeronáutica, infelizmente, não tem pessoal e orçamento para realizar uma investigação de todos os avistamentos que ocorrem no Brasil. O máximo que ela faz é ao final de cada ano enviar para o Arquivo Nacional em Brasília os relatórios de pilotos que viram alguma coisa diferente no céu. Caso esse contato tenha causado algum incidente mais grave, aí ela investigaria, mas como segurança aérea, e não por ser uma espaçonave extraterrestre. E é aí que a Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) entra. Nossa sugestão ao Ministério da Defesa, durante uma reunião que tivemos em 2013 com eles, é que nós seríamos o material humano para realizar as investigações dos casos que a forças armadas nos repassassem.

Adriana Santos: Quais as intenções das visitas do extraterrestre? Somos cobaias?

Thiago Luiz Ticchetti:  Não temos certeza quais seriam essas intenções, mas a de nos destruir não é, pois senão já o teriam feito. Eu creio que para uma parte dos seres que nos visitam, somos sim parte de algum estudo científico deles, portanto, somos cobaias. Mas por mais absurdo que possa parecer, pode ser que algumas civilizações extraterrestres venham de “férias” ao nosso planeta (isso mesmo, ou não faremos o mesmo quando tivermos tecnologia para viajar a outros planetas do universo?) ou o utilizem como uma parada para descanso ou reabastecimento.

Por que os seres fora da órbita terrestre, ditos tão evoluídos, não se apresentam de forma mais objetiva? Por que eles dificultam a comunicação com os terráqueos?
Pelo simples fato de não querer. Não existe uma resposta mais clara. Se eles quisessem se comunicar ou manter algum contato, era só pousar seu disco voador e pronto.

Os extraterrestre podem ser divididos por “espécie”? Se sim, quantas espécies já foram pesquisadas?
Sim, podem. Ano passado publiquei um livro chamado “Guia da Tipologia Extraterrestre” onde eu catalogo a tipologia extraterrestre que já foi registrada. Eu os dividi em quatro grande grupos: Humanóides, Animália, Robótico e Exóticos. A partir daí há divisões em tipologia e depois variantes. Neste meu livro, foram catalogados 49 tipos de seres diferentes, baseados numa pesquisa bibliográfica e testemunhal de mais de três anos que culminou em 1.477 casos investigados, de um universo de mais de 8.000 relatos.

Adriana Santos: Os extraterrestre estão interessados em meio ambiente e nos nossos recursos naturais?

Thiago Luiz Ticchetti: Sim, também. Recursos como água, metais, minerais e energia, isso sem falar em DNA humano.

Adriana Santos: O que são abduções e para que servem?

Thiago Luiz Ticchetti: É quando a ou as pessoas são retiradas, contra sua vontade do lugar onde estão e levadas a bordo de UFOs ou instalações secretas extraterrestres. Segundo as pesquisas sobre esse fenômeno, nesses locais os seres humanos são submetidos desde a retirada de amostras biológicas a contatos telepáticos com alienígenas até a colocação de chips, relações sexuais e inseminações artificiais para a criação de seres híbridos.

Adriana Santos: Você já foi abduzido ou presenciou ufos? Ficou com medo?

Thiago Luiz Ticchetti: Não, jamais e não aconselho. As consequências nunca são boas. Lembre-se que quando você é abduzido, você é retirado contra a sua vontade de onde você está e submetido a procedimentos nem sempre prazerosos.

Adriana Santos: Precisamos temer os extraterrestre?

Thiago Luiz Ticchetti:  Genericamente não; e eu digo genericamente porque há casos onde os seres alienígenas agrediram humanos. Por exemplo, em meados da década de 50 na Venezuela, foram feitos vários relatos onde seres peludos, baixos, mas extremamente fortes tentaram abduzir pessoas e não conseguindo entraram em luta corporal com várias delas. Eu acho que devemos temer mais a nós mesmos.

Adriana Santos: Os extraterrestre são seres com valores morais e religiosos parecidos com os dos humanos?

Thiago Luiz Ticchetti: Depende do tipo de ser. Os seres que fazem as abduções normalmente são os do tipo (gray). Esses seres não demonstram qualquer tipo de sentimento, segundo os relatos. Eles simplesmente fazem o que tem que fazer. Por outro lado, os seres nórdicos, os que são parecidos com seres humanos e na grande maioria dos casos de contato, falam em um mesmo deus para todas as espécies existentes, alertam para a possibilidade de nossa autodestruição e as consequências disso para o universo. Esses seres eu acredito que tenham valores morais e até mesmo religiosos.

Adriana Santos: Eles vão se revelar ainda nesse século?

Thiago Luiz Ticchetti:  Como pesquisador, essa revelação já ocorreu há milênios. Mas eu entendi o que você quis dizer. Eu acredito que nós vamos, ainda neste século, chegar à conclusão de que não estamos sozinhos no universo e que existem seres de outros planetas nos visitando. O que em que isso acontecer, a humanidade dará início a um novo marco em sua história.

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14 set 2015

Com energia mais cara, empresas apostam na educação

lampada verde

O Brasil é o décimo maior consumidor de energia do mundo e o maior da América do Sul e o preço da energia é um dos mais altos do mundo. Devido à imensa quantidade de rios existentes no território nacional, 73,63% da energia produzida no país tem como fonte geradora as hidrelétricas.

Para algumas empresas, a energia é uma ferramenta de produção, e isso dificulta qualquer tentativa não planejada de redução de custos.

Consumir a energia elétrica de forma eficiente é vital para um bom desempenho e até mesmo para aumentar a competitividade das empresas.

Com um cenário de crise no abastecimento e alta dos preços de energia elétrica, algumas empresas estão capacitando seus gestores para compreender o consumo de energia das instalações de sua empresa e explorar alternativas para reduzir ou tornar o consumo mais eficiente.

Conversei com  Marcos Aires é diretor-presidente da Datte Educação & Treinamento e um dos responsáveis pelo “Programa Educacional de Eficiência Energética” – PEEE, um projeto que faz parte do Programa de Eficiência Energética da CEMIG.

Aprovado pela ANEEL, este projeto capacita profissionais das indústrias de sua área de concessão, visando disseminar conhecimentos que gerem projetos e obras de Eficiência Energética. Os principais objetivos são reduzir consumo, demanda e custos de clientes, prioritariamente industrial, através de capacitação em Gestão Eficiente de Energia e formar uma cultura de uso inteligente de energia nas empresas e instituições dos diversos setores da economia.

Foto: Daniel Coelho Teobaldo

Adriana Santos: Como o programa pode contribuir para a redução de gastos com energia das empresas?

Marcos Aires: No treinamento, eles aprendem duas formas de reduzir seus gastos com energia: a primeira por meio da correta contratação, chamamos de adequação tarifária, o participante aprende como contratar adequadamente a demanda e o consumo, considerando as diversas opções que possui; a segunda é pela redução efetiva do consumo específico de energia da instalação onde trabalha por meio do conhecimento de atitudes e novas tecnologias que reduzem o tempo de funcionamento ou a potência dos equipamentos, o que permite o estabelecimento de ações ou práticas de redução do consumo de energia e, consequentemente, dos gastos. O curso além de indicar essas atitudes e tecnologias, estimula os participantes a praticarem e confirmarem esse benefício. Ele, por usar a técnica de ensino a distância, torna-se um treinamento no trabalho (” training in job “) com resultados imediatos. Algumas empresas participantes já percebem a redução de seus custos com energia e água durante o treinamento.

Adriana Santos: Qual a metodologia do curso e carga horária?

Marcos Aires: PEEE é um programa de capacitação e pesquisa, administrado na forma de Ensino a Distância e treinamento prático no trabalho e seu conteúdo equivale a um treinamento presencial de cerca de 290 horas aula, podendo ser realizado num período de 8 a 12 meses. São mais de 14 disciplinas que abrangem diversas áreas do conhecimento como: legislação, meio ambiente, comunicação, engenharia (usos finais de energia, medição e verificação), gestão energética e economia (viabilidade econômica).

O programa é dividido em diversas etapas, intercalando atividades práticas, teóricas e eventos presenciais para motivação e esclarecimentos. As etapas geram produtos (readequações tarifarias, levantamento de consumos, projetos de eficiência, entre outros) ao final de suas execuções e esses são avaliados e pontuados por engenheiros tutores e consultores.

O programa conta ainda com fóruns de discussão e plataforma de comunicação entre alunos e tutores que possibilitam uma maior interatividade entre estes.

O ensino a distância apresenta vantagens como: treinamento de profissionais de diferentes locais dispensa os custos de deslocamento, hospedagem e alimentação, pode ser realizado em horário mais conveniente para empresa e profissionais, não afetando significativamente a rotina do participante.

Adriana Santos: Quais as medidas preventivas para reduzir o consumo de energia nas empresas sem prejudicar a produtividade, em especial das pequenas empresas?

Marcos Aires: Não é interessante reduzir o consumo reduzindo a produtividade, é melhor explorar maneiras de não afetá-la negativamente. O treinamento desenvolvido pela DATTE que está sendo promovido pelas distribuidoras Cemig e CPFL para seus grandes consumidores, visa, principalmente, a redução do consumo específico das empresas para torná-las mais competitivas.

O primeiro passo é conhecer o consumo, depois conhecer alternativas técnicas ou gerenciais que promovam economia sem reduzir a produtividade. As reduções podem ser obtidas por troca de equipamentos por outros mais eficientes, distribuição do consumo ao longo do dia a fim de diminuir sobrecargas, políticas internas de conscientização que promovam bons hábitos de conservação de energia, e muitas outras. O programa leva o participante a promover soluções criativas e mais adequadas para a realidade de suas instalações.

Dentre as medidas que os próprios participantes têm indicado, apontamos os desligamentos de cargas (lâmpadas, motores e equipamentos) que ficam ligados sem necessidade ou que podem ser usados em outros horários quando o custo da energia é mais barata. No caso de a iluminação usar mais a luz solar durante o dia, usar sensores de presença e uso de lâmpadas mais eficientes, como as com tecnologia de LED. No caso da força motriz, utilizam equipamentos com eficiência maior e acionados com conversores de frequência que possibilitam os motores a trabalharem de acordo com a carga que é necessária naquele momento.

Adriana Santos: Como os colaboradores de uma empresa podem contribuir para a redução de gastos com energia elétrica?

Marcos Aires: A conscientização é o melhor caminho, através dela é possível que os indivíduos promovam ações em prol da conservação de energia. No PEEE os alunos são orientados a organizar uma comissão multiprofissional, composta por membros de vários setores, para que juntos mantenham a cultura do uso racional de energia. No treinamento ela é chamada de CICE, Comissão Interna de Conservação de Energia.

O programa dissemina a filosofia de que a tarefa de reduzir os gastos com energia é de todo o grupo, por isso todos devem ser envolvidos, conhecerem as oportunidades e participarem de sua implantação. Dessa forma, além de se sentir prestigiado, o empregado ou colaborador da empresa passa a ser um protagonista da eficiência energética na empresa. Mesmo aqueles que não tomam uma atitude proativa, sendo comunicados e envolvidos nos programas das empresas, passam a serem colaboradores (desligam lâmpadas ou outras cargas), indicam oportunidades para os colegas, etc.

Somente com o envolvimento de todos, a começar pela alta direção da empresa, o programa pode alcançar sucesso e ser um programa contínuo e sustentável ao longo do tempo. Ele deve ser independente de crises e conjunturas adversas e não pode ter apenas um ou uns atores principais, todos têm que ser envolvidos.

Adriana Santos: Qual a principal medida para reduzir o consumo de energia?

Marcos Aires: Ter uma compreensão do consumo, do custo e de alternativas para redução de ambos. Existe muito senso-comum em se tratando de promover economias, mas na realidade cada instalação tem suas peculiaridades e as soluções são personalizadas, podendo ou não se assemelhar a outras. Trocas de lâmpadas podem promover grande economia em uma empresa, mas pode ser uma economia irrisória em outra, na qual a troca de equipamentos com resistências teria mais impacto na redução, por exemplo. O PEEE promove essa consciência crítica nos participantes, proporcionando medidas customizadas e realistas para a empresa.

A primeira medida é conhecer como se dá o consumo, medindo. Somente podemos gerenciar o que se mede. Depois conhecendo-se técnicas e tecnologias adequadas, aplicá-las para reduzir o consumo.
Não se deve falar em redução do consumo e muito menos em metas de redução deste. Falar em eficiência energética é falar em diminuir o consumo específico, a quantidade de energia para se produzir uma unidade de produto. Ao se produzir mais com menos energia, as empresas ficam mais competitivas e podem, inclusive, aumentar o consumo, desde que acompanhado pelo aumento da produção. Outra alternativa é identificar produtos com maior valor de venda usando processos que podem ser mais até mais intensivos em energia, mas promovem receitas e lucros maiores. Enfim, eficiência energética não deve ser pensada como uma forma de reduzir custos e sim de aumentar a competitividade.

Adriana Santos: Qual seria o principal setor de uma empresa para gerenciar os programas de redução de gastos com energia elétrica?

Marcos Aires: A melhor forma é organizar uma comissão multidisciplinar, pois a questão energética é uma realidade de todos nas empresas. No PEEE, os participantes recebem instruções de como formar estas comissões e promover ações de conscientização, como comunicações internas e promoções de metas e eventos.

O PEEE é indicado para administradores, engenheiros, gerentes de energia, gerentes de manutenção, técnicos, coordenadores, supervisores, trainees, profissionais de manutenção entre outros profissionais.

Como abordado, anteriormente, a alta direção da empresa deve ter a preocupação de produzir usando o mais racionalmente a energia, não necessariamente através da redução dos gastos, mas com o uso eficiente e produtivo da energia. Utilizando o momento atual como exemplo, veja que se uma empresa tivesse a meta de reduzir seu consumo em 10%, ela pode alcançá-lo facilmente com a queda da produção. Não é isso que queremos.

Assim o principal setor a promover a eficiência energética deve ser a alta direção, que deve estipular metas de consumo ou custos específicos com energia. Cabem às demais áreas da empresa, cada qual em sua especialidade, identificar oportunidades para colaborar no alcance dessas metas. Isto será possível com os conhecimentos adquiridos no PEEE.

Adriana Santos: Qual a porcentagem de redução de custos de energia com a aplicação da metodologia do curso?

Marcos Aires: Depende dos usos finais da empresa, do tempo de vida dos equipamentos, das práticas de manutenção, do controle que é realizado, do valor da fatura de energia e da importância ou participação dos custos da energia no custo total do produto. Ė muito arriscado citar um número, mas é certo que economias ocorrerão muito superiores ao investimento com o treinamento.

Somente com adequação tarifária pode-se alcançar de 1 a 10%, mas temos casos de reduções maiores, depende de quão mal as empresas estejam em termos de gerenciamento energético.
Em termos de eficiência energética, ressaltando, novamente, que o objetivo não é a redução de gastos e sim do consumo específico, pode-se alcançar até 100% de redução, como é o caso de soluções que envolvam a cogeração de energia, quando as empresas produzem sua própria energia a partir de resíduos ou combustíveis que já consomem usualmente.

A tecnologia LED permite reduções superiores a 30% do consumo da energia gasta em iluminação, em alguns casos. No entanto, em grandes indústrias, a iluminação representa menos do que 5% de seu consumo, logo se as medidas se concentrarem apenas na iluminação a LED, os resultados serão inferiores a 2%.

Enfim, a porcentagem dependerá do esforço e conhecimento de toda a equipe envolvida e da situação energética em que se encontra a empresa.

11 set 2015

Os alienígenas sempre estiveram entre nós, diz pesquisador

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Imagem: Revista UFO

Desde pequena tenho interesse pelos assuntos vindos do céu.  Sempre acreditei em anjos e no fundo da minha alma gostaria de ter nascido uma águia. Eu, minha irmã mais nova e algumas amigas queridas nos reuníamos no pequeno quarto da casa dos meus pais para contatos imediatos com extraterrestre. Nunca tivemos sucesso na nossa empreitada, mas qualquer barulhinho era motivo de pânico geral.

Já na faculdade conheci o saudoso professor Húlvio Brant Aleixo, pioneiro da Ufologia no Brasil e fundador do Centro de Investigação Civil dos Objetos Aéreos Não Identificados- CICOANI- de Belo Horizonte. Viajei algumas vezes com o professor Húlvio para investigação de campo no meio rural, depois da minha primeira reportagem para a revista de Comunicação da antiga FAFI-BH sobre objetos não identificados em Minas Gerais. Foram momentos inesquecíveis na presença de um homem obstinado que deixou saudades.

Professor Húlvio, psicólogo, também ex-piloto civil, deixou grande contribuição ao estudo do fenômeno dos objetos aéreos não identificados. Ele foi citado pela bibliotecária Lynn Catoe, da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos da América, ao elaborar a primeira bibliografia sobre o assunto daquela instituição. Ele faleceu em 2006.

Hoje em dia não perco os episódios do Programa Alienígenas do Passado do canal por assinatura History. Alienígenas do Passado examina 75 milhões de anos de evidências incríveis de que extraterrestres chegaram à Terra, desde a era dos dinossauros ao Antigo Egito, e até os céus azuis do deserto dos Estados Unidos nos dias atuais. Desenhos antigos de estranhas criaturas, encontrados em cavernas, substâncias químicas desconhecidas pelo homem e avistamentos contínuos no mundo inteiro são apenas alguns dos elementos inquietantes que são investigados.

A Teoria chamada de Antigos Astronautas, Alienígenas do Passado ou Peleocontato consiste na proposição que seres extraterrestres visitaram a Terra na antiguidade e fizeram contato com os humanos.

Conversei sobre a teoria dos Antigos Astronautas com André de Pierre escritor, editor da Editora Anunaki, membro do Conselho Editorial da Revista UFO, historiador com dezenas de cursos relacionados a história, arqueologia, antropologia, gestão de pessoas, filosofia, informática, literatura, estatística, pesquisa de mercado e direito. Confira:

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Adriana Santos: O que é a Teoria dos Astronautas do Passado?

André de Pierre: Os proponentes sugerem que as divindades são seres extraterrestres, e sua tecnologia empregada em um passado remoto foram tomadas como prova de sua condição divina. Segundo os estudiosos, esse contato influenciou o desenvolvimento humano: cultural, tecnológico, biológico e religioso. Estas propostas foram popularizadas por autores na segunda metade do século XX como: Erich Von Däniken, Robert Temple, Zecharia Sitchin, Giorgio A. Tsoukalos, Robert Bauval, Charles Fort, W. Raymond Drake, William Bramley, David Hatcher Childress, Philip Coppens, Robert Charroux e Graham Hancock.

Segundo eles, os seres humanos são descendentes ou criação de uma civilização avançada (ou várias) de seres extraterrestres que desembarcaram em nosso planeta há milhares de anos. Os defensores da teoria também acreditam que muitas das construções megalíticas antigas tiveram auxílio dos visitantes.

Os defensores argumentam que a teoria dos astronautas antigos preenche lacunas em registros históricos e arqueológicos, e também defendem que as explicações ausentes ou incompletas nestes contextos apontariam para a existência de antigos astronautas. Artefatos arqueológicos anacrônicos, ou além das capacidades técnicas das presumíveis culturas históricas, são grandes evidências que apoiam os pesquisadores.

Outro grande apoio da teoria é Francis Crick, o co-descobridor da estrutura em dupla hélice do DNA, que acreditava firmemente no que ele chamou de panspermia, o conceito de que a Terra foi “semeada” com a vida, provavelmente na forma de algas azuis, por espécies extraterrestres inteligentes, com a finalidade de assegurar a continuidade da vida.

Os defensores citam mitologias antigas para apoiar seus pontos de vista com base na ideia de que antigos mitos da criação, de deuses que descem do céu para a Terra, para criar ou instruir a humanidade são realmente representações de visitantes extraterrestres, cuja tecnologia superior fizeram-nos recebidos como deuses. Façamos uma analogia com ocorrências em tempos modernos, quando as culturas isoladas foram expostas à tecnologia ocidental, como no início do século 20, onde foram descobertos no Pacífico Sul culturas que acreditavam que vários navios ocidentais e suas cargas foram enviadas pelos deuses, como cumprimento das profecias sobre o seu retorno.

Adriana Santos: Do que se trata o livro Ab Origine? Qual foi sua inspiração?

André de Pierre: Trata-se de um livro de ficção baseado em fatos reais coletados durante minhas pesquisas. São duas histórias, uma no passado e outra no presente, que se conectam no fim da história.

O livro Ab Origine surgiu após dez anos de estudos das antigas escrituras e da teoria dos Antigos Astronautas, popularizada pelos escritores Erich von Däniken, Zecharia Sitchin e Robert Temple. Outros livros foram agregados nas pesquisas, como estudos sobre os nativos brasileiros, as civilizações Inca e Suméria, nomes e palavras no idioma Quíchua e a situação geológica e climática da floresta amazônica há 12.000 anos. Um profundo estudo sobre sociedades secretas fechou a trama que era necessária para o surgimento deste livro.

Entre as antigas escrituras pesquisadas estão: Bíblia, Alcorão, Mahabharata, Bardo Thodol, Kebra Nagast, Livro de Enoque, Evangelho de Felipe e Tomé, Tábuas de origens Mesopotâmicas, Livros Herméticos entre outros.Muitos personagens nasceram após o meu entendimento sobre antigos mitos dos povos nativos sul-americanos, que podem ser facilmente consultados e verificados pelos leitores do livro.

Para terminar, o local onde se passa a história foi criado devido a minha crença que uma civilização perdida há muitos milênios se desenvolveu na Amazônia brasileira. Esta crença é embasada em antigas histórias e livros de respeitados historiadores.

Adriana Santos: Você já teve alguma experiência com avistamentos ou contatos com extraterrestre?

André de Pierre: Tive uma experiência aos 13 anos, quando avistei um UFO na Serra da Mantiqueira em Extrema/MG. Nunca tive contato com extraterrestres.

Adriana Santos: As Antigas escrituras, consideradas mitos pelos céticos, podem trazer uma nova ótica sobre a verdadeira história da humanidade e revelar contatos extraterrestres?

André de Pierre: Sim. Nas antigas escrituras há descrições de vários contatos com extraterrestres Quando falo de antiga escritura não é somente a Bíblia, mas sim livros de diversos povos antigos de várias partes do globo. Há a descrição dos Anunnaki pelos Sumérios, o Período mitológico Egípcio, muitas pessoas não sabem que o primeiro Faraó Egípcio foi o deus Ptah. Também temos os vimanas na história indiana, que eram naves que sobrevoam todo o globo.

Adriana Santos: Os anjos podem ser considerados extraterrestre?

André de Pierre: Com certeza. Eles não nasceram na Terra, isso está descrito na Bíblia, portanto são extraterrestres. A palavra anjo que dizer mensageiro em grego, ou seja, mensageiro extraterrestre.

Adriana Santos: Os grandes líderes religiosos como Maomé, Moisés, Buda, Jesus Cristo tiveram contatos com seres extraterrestre?

André de Pierre: Não posso afirmar que sim, mas há indícios. Maomé teve contato com o “anjo” Gabriel, assim como Jesus, que foi concebido de forma bastante diferente e durante sua vida demonstrou ter certos poderes especiais. Há teorias de que Cristo era um híbrido, metade homem e metade extraterrestre.  Moisés recebeu uma tábua dos 10 mandamentos de um UFO.

Adriana Santos: O Grande Dilúvio seria uma conspiração dos extraterrestre?

André de Pierre: Não sei se conspiração, mas a causa do dilúvio é bastante estranha. O filhos de Deus teriam copulado com as filhas dos homens, gerando híbridos. O leitor mais atento verá que nesse versículo existe a distinção entre duas espécies de seres que gera uma terceira espécie. Isso deixou Deus enfurecido o que fez ele lançar o Dilúvio sobre a Terra.

Adriana Santos: Por que algumas civilizações ditas avançadas foram extintas. Os extraterrestre são responsáveis por tamanha calamidade?

André de Pierre: Uma pergunta bastante direta (risos). Em algumas civilizações como a do Vale de Harapa isso é muito claro. Estudem o caso de Mohenjo Daro.

Adriana Santos: Se os extraterrestre nos ajudam, qual o motivo de tanta ira quando os homens conseguem criar grandes artefatos tecnológicos.

André de Pierre: Eu realmente não acredito que os extraterrestres nos ajudam, simplesmente interagem conosco com objetivo igual o dos outras espécies e organismos. É só observar a natureza que você encontrará a resposta sobre isso. Vamos supor que os cachorros começassem a construir armas de guerra e começassem a parecer hostis, o que faríamos? A resposta está sempre dentro de nós, pois fomos criados a imagem e semelhança deles.

Adriana Santos: Os extraterrestre são avançados espiritualmente e moralmente?

André de Pierre: Acho que existe um grande problema filosófico com aqueles que admitem que extraterrestres são evoluídos moralmente. Os “terráqueos” têm discutido desde o início dos tempos o que é a moral e no nosso planeta temos dezenas de sistemas éticos, muitos deles excludentes. Então, o que é moral? O que é ser avançado espiritualmente? Essas são as questões. Se não sabemos a resposta disso, como podemos considerar que outrem é melhor ou pior moralmente? Na minha opinião esse tipo de afirmação só traz confusão, pois não tem valor filosófico.

Adriana Santos: A humanidade pode confiar nos extraterrestre?

André de Pierre: Essa é uma questão muito perturbadora para a maioria das pessoas. Muitos têm medo de extraterrestres. Outro dia alguém me disse que tem mais medo de Ets do que de fantasmas. Acho que essa pessoa está correta. É desconcertante imaginar que seres que atravessam o espaço tempo, com tecnologia muito superior, poderiam ter o controle sobre nossas vidas e nos considerar potencialmente perigosos.

Adriana Santos: Quais as intenções das visitas do extraterrestre? Somos cobaias?

André de Pierre: Existem várias hipóteses. Na minha opinião somos cobaias. Minha afirmação baseia-se na hipótese do zoológico e em antigas escrituras.

Adriana Santos: Os extraterrestre podem ser divididos por “espécie”?

André de Pierre: Existem relatos de várias espécies de seres que supostamente teriam entrado em contato conosco. Isso deu origem a um estudo da Tipologia Extraterrestre, o que, na minha opinião é uma perda de tempo e não tem o menor valor filosófico.

Adriana Santos: Os extraterrestre estão interessados em meio ambiente e nos nossos recursos naturais?

André de Pierre: Sim, é a única resposta lógica para tantos eventos.

Adriana Santos: O que são abduções e para que servem?

André de Pierre: As abduções são sequestros de terráqueos por UFOs. Na minha opinião servem para pesquisa genética alienígena.

anjos
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