Categoria "Comportamento"
04 mar 2016

Lancheira térmica conquista cada vez mais adeptos da alimentação saudável

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Divulgação

 

Por: Aline Penedo – Equipe de Nutrição Alessandra Feltre

A correria dos tempos modernos tem feito com que muitas pessoas busquem diversas alternativas que possam auxiliar na hora de fazer uma dieta. Os dias completamente tomados por tarefas do trabalho e da casa têm diminuído cada vez mais o tempo para se dedicar à alimentação de forma adequada. Além disto, nem sempre é fácil encontrar lugares que ofereçam refeições equilibradas.

Tudo isto faz com que as pessoas que desejam realmente seguir uma dieta busquem driblar essas situações recorrendo às marmitas para realizar lanches ou até grandes refeições, como o almoço. Tendo em vista esta mudança de comportamento, o ato de “marmitar” chegou com força total e vem ganhando cada vez mais adeptos. O que muita gente não sabe é que o hábito de preparar marmitas, além fazer bem para a saúde e ajudar na dieta, traz mais dois grandes benefícios:

. Economia – Preparar as refeições em casa geralmente tem custo mais baixo do que realizá-las na rua (restaurantes ou lanchonetes);

. Asseio – Ter controle de como o alimento é preparado e ainda conseguir dosar as quantidades de todos os ingredientes que vai colocar na marmita. Isso evita cair em tentações e comprar alimentos que não estão na dieta – este ponto ajuda muito a manter a disciplina.

E quais são as dicas mais importantes que devem ser levadas em consideração na hora de montar a marmita?

. Se já houver um acompanhamento nutricional, seguir exatamente o que foi prescrito, obedecendo as quantidades e os grupos alimentares indicados. O exagero ou a falta de nutrientes pode afetar o resultado dos objetivos desejados;

. Se não houver acompanhamento nutricional, o indicado é evitar grandes quantidades de alimentos ricos em carboidratos e gorduras e investir em saladas e legumes, carnes grelhadas e frutas;

. Para o almoço/jantar, deve-se usar um vasilhame para saladas cruas (que devem ser temperadas na hora, para não murchar) e outro para alimentos cozidos que podem ser esquentados no micro-ondas;

. Devem ser utilizadas lancheiras térmicas para que os alimentos não estraguem durante o transporte (algumas são vendidas com sachê de gelo reutilizável);

. Tomar muito cuidado com a temperatura de armazenamento de alimentos perecíveis como o iogurte, derivados do leite, frango, entre outros. Eles devem ser mantidos refrigerados em lancheiras térmicas ou geladeira.

No mais, é só preparar a marmita na noite anterior ou logo pela manhã para que não se esqueça de nada e aproveitar os benefícios que ela trará.

02 mar 2016

Depressão é a segunda causa de afastamento do trabalho no Brasil

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Imagem/Google

Por: Maria Inês Vasconcelos – Advogada Trabalhista, especialista em direito do trabalho, professora universitária, escritora

Segundo a Organização Mundial de Saúde – OMS, até 2020, a depressão será a maior causa de afastamento do trabalho, no mundo. No Brasil a situação é gravíssima e clama por atenção dos envolvidos. De acordo com informações colhidas junto ao site do Senado Federal, a depressão é hoje a segunda causa de afastamento do trabalho no território brasileiro, só perdendo para as Lesões por Esforço Repetitivo (LER), também denominados Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT).

E não é só. Uma pesquisa realizada pela Universidade de Brasília (UnB) em parceria com o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) revela que 48,8% dos trabalhadores que se afastam por mais de 15 dias do trabalho sofrem com algum transtorno mental, sendo a depressão o principal deles.

Dentro desse enfoque, a depressão vira uma questão social, deixando de se encaixar como um problema meramente corporativo,  assumindo feições  de verdadeira epidemia.

Para os que não sabem, de acordo com o Art. 20 da Lei Nº 8.213 /91, a depressão pode ser incluída como doença profissional, desde que comprovado o nexo com o trabalho. Isto quer dizer que, se restar demonstrado que foi o ambiente laborativo, com todas as suas características nocivas, a plataforma disparadora da depressão ou o agravador da patologia, em determinadas circunstâncias, o patrão pode ser declarado culpado.

Para que não paire dúvidas, os prejuízos decorrentes desses afastamentos e dessas indenizações  são incalculáveis, não sem considerar que a depressão é por sua natureza, uma patologia, que tem nuances próprias, sendo a reincidência uma de suas marcas.

Além de representar custos elevadíssimos para o patrão, a depressão do trabalhador causa problemas de toda ordem dentro de uma instituição, comprometendo de forma direta o resultado financeiro da empresa. É o caso dos bancos.

Dentre os setores que mais produzem trabalhadores deprimidos, podemos destacar realmente os bancos brasileiros, que são realmente máquinas de adoecimento, na medida em que levam seus funcionários ao limite emocional e físico.

No setor bancário, a reorganização do trabalho, aceleração tecnológica, a onda de privatizações, fusões e programas de demissão incentivada, acrescidos pela pressão para o atingimento de metas, as longas jornadas, e constante medo do corte demissional, bem como assédio, são as principais causas da depressão. Pode-se dizer, que os bancos fabricam deprimidos.

Para os especialistas, que ainda engatinham na solução desse problema, os programas de qualidade de vida adotados pelas empresas poderiam atenuar os casos de doença e  ajudar no processo, seja na forma de suporte necessário ao funcionário deprimido seja pela prática de ações gerais de prevenção à saúde e melhoria do bem-estar.

Segundo a psiquiatra Silvia Jardim, que estuda o assunto com profundidade e coordena o Programa de Atenção à Saúde Mental dos Trabalhadores (PRASMET/IPUB/UFRJ), as depressões irrompem o século XXI como “mal do século” e o mal-estar no trabalho chega ao suicídio. “São tempos em que as pessoas se queixam da falta de trabalho, da ameaça de perdê-lo ou das pressões a que se submetem para preservá-lo”.

Dessa forma, a depressão clama por atenção, sendo necessário que haja união de forças e um entorno social entre na agenda de empresários e órgãos de classe, bem como do próprio INSS.  Esse cenário alarmante clama por políticas claras que possam combater, ou pelo menos atenuar esse panorama tão triste e tão real.

01 mar 2016

Você acredita em transição planetária para um mundo melhor?

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Para algumas pessoas já estamos na grande transição planetária. Todas as doutrinas religiosas falam de alguma maneira na construção de um mundo melhor, quando o bem irá triunfar no planeta Terra. Então espíritos nobres, de outra dimensão, que nós chamaremos seres angélicos, encarnarão na Terra e os maus não terão chances de continuar. Eles irão para mundos inferiores transitoriamente, porque Deus não castiga. Quando eles evoluírem, vão alcançar uma terra melhor. O porvir é abençoado. Hoje é um mundo de provas e expiações, o do futuro é um mundo de regeneração.

Confesso que é difícil acreditar em um mundo melhor diante de tantas atrocidades cometidas contra o planeta Terra. Nosso clima está cada vez mais quente. Animais e plantas entram em extinção por conta da nossa negligência. Doenças do passado ainda assuntam homens, mulher e crianças do presente. O terrorismo é uma triste realidade de quem não consegue coexistir com a diferença. As guerras continuam matando nossos jovens. As drogas destroem sonhos. No entanto sou uma otimista de carteirinha e prefiro acreditar que em algum momento da nossa história estremos verdadeiramente conectados com o divino. E você, acredita na transição planetária?

Conversei sobre transição planetária com Mônica de Medeiros, médica e sensitiva, cirurgiã formada pela Unicamp, mestrado na University of Illinois at Chicago. Fundadora e presidente da Casa do Consolador, centro universalista de fundamento cristão e base kardecista. Confira:

O que é transição planetária?

Dá-se o nome de transição planetária a todo período no qual um planeta muda sua sintonia vibratória, para um nível quântico superior, ou seja, num paralelo com música, seria aumentar uma oitava. Este movimento energético atinge a todos os seres manifestos no planeta, encarnados ou desencarnados, pois a mudança vibracional é devida a um aumento da energia quântica, o que acelera todos os átomos planetários, tanto a nível da 3ª dimensão – mundo físico- quanto de todas as demais que existem neste orbe.

Quando começou e até quando a Terra vai passar pela transição?

Provavelmente, o processo de transição planetária começou no século XIX, quando nasceram Espíritos de vanguarda, trazendo inovações em todos os campos do saber, melhorando a vida de modo geral. Se a humanidade tivesse compreendido a nova lição, estaríamos, hoje, em meio a um processo de transição pacífica e progressista. A partir de 1986, a Terra entrou no chamado feixe de fótons que vem do centro da galáxia e é potencializado pela estrela Alcyone, das Plêiades, chamada de “ O sol dos sóis”, pelos incas. A partir daí, acelerou-se o processo, com modificações geofísicas, atmosféricas. É mais que sabido que o dia não tem mais 24hs. Existem estudos comprovando o que sentimos no dia-a-dia. A camada de ressonância de Schumann, marca-passo planetário, vem apresentando uma frequência crescente o que interfere, diretamente, nas ondas cerebrais dos seres vivos.

Alguns textos sobre transição planetária informam  que as pessoas, durante este período, percebem mudanças de comportamento, de padrão alimentar, da presença de algumas alegrias e até mesmo do desenvolvimento de algumas capacidades psíquicas, como por exemplo, a telepatia. O que tem de verdade em tudo isso?

Lembra-se que falei sobre o acelerar da camada de ressonância de Schumann? Fato cientificamente comprovado, concorre para o acelerar das ondas cerebrais dos encarnados e mentais dos desencarnados. Isso aumenta a percepção extra-sensorial , promovendo as faculdades mediúnicas, a intuição e, igualmente, os desajustes psicológicos,  naturais em seres tão debilitados moralmente, quanto nós. Estamos vivendo os primórdios de tempos em que as ditas doenças psiquiátricas se manifestaram em número assustador de pessoas, em que atos inimagináveis há uma década atrás, se tornem corriqueiros.

Estamos entrando na quarta dimensão? O que significa isso?

Não. A 4ª dimensão é o que entendemos por plano espiritual. Ou seja, local onde se encontram as colônias de luz, como Nosso Lar, os umbrais médio e grosso. Logo, não estamos entrando na 4D, somos provenientes dela e estamos na 3D , quando encarnados.

A Nova Terra, planeta de regeneração, terá, ao longo de séculos, o estabelecimento harmônico de uma vibração mais alta, que conheceremos como 5ª dimensão. Mas até lá, viveremos nesta interface 3D/4D.

A mudança climática, as doenças provocadas pelo mosquito da dengue e as doenças neurológicas têm alguma relação com a transição planetária?

Então, a pergunta é: quem criou esses vírus? Serão naturais ou armas biológicas. Somente o futuro responderá a isso. A relação entre o zikah vírus e a microcefalia e a Síndrome de Gillian-Barret ainda está para ser ratificada. Contudo, do ponto de vista espiritual, sim, estão relacionadas com a transição planetária. Veja, existe um contingente elevado de Espíritos cujos atos impensados causaram-lhes carmas, imensamente, pesados. Como não haverá oportunidade futura de reencarne para eles, na Terra, por causa da transição para um nível quântico incompatível com Espíritos trevosos, eles são reencarnados de modo compulsório e com todas as restrições cerebrais necessárias para que não tenham possibilidades de fazer mais mal a si mesmos. Estes Espíritos em encarnações compulsórias pesadas, estão sofrendo o processo de limpeza perispiritual necessário para poderem gerar corpos menos deficientes, em seus novos planetas, pois que serão exilados, onde se lhes aguarda o concurso das inteligências primorosas que possuem, para o desenvolvimento de suas novas moradas. Desta forma, o mal serve ao Bem Maior.

Podemos esperar a chegada de novos mestres para nos ajudar na transição planetária?

Sim. Eles já estão nascendo desde 2000. São os seres conhecidos como cristais. Possuidores de inteligências racional, emocional e espiritual mais equilibradas e desenvolvidas, trazem a energia da nova era, onde a lei da fraternidade imperará, finalmente, na Terra.

As novas descobertas científicas  sobre o universo, as divulgações de sons vindos atrás da lua e o interesse por alienígenas fazem parte do processo de transição planetárias?

Os extraterrestres estão acompanhando de perto essa nossa transição. Estão aqui, de modo, progressivamente, ostensivo, desde os aos 40-50, quando se apresentaram às potencias mundiais, propondo um progresso em todos os campos, se abandonássemos as pesquisas nucleares, com fins armamentistas. Infelizmente, a mesma proposta, mas com fins nada pacíficos, foi feita por extraterrestres em nada alinhados com a Lei da Fraternidade e o medo do inimigo fez com que a opção fosse pelo lado que oferecia armas e não a cura do câncer. Contudo, como somos considerados, desde sempre uma raça hostil e primitiva, com poder atômico, nos tornamos um risco para os planetas vizinhos e, por isso, aqui permaneceram os extraterrestres confederados, ou, do Bem.

Com a permissão de Jesus  e cumprindo um programa de aprimoramento genético para a nova raça humana, que será formada por seres cristais, os extraterrestres têm interagido com a humanidade de modo, inicialmente, oculto e, a partir de 2010, de modo ostensivo. Há uma diretriz ética que os impede de interferir pois a Terra nos “pertence”. Respeitando esta diretriz, eles observam, atuam através da expansão de consciência de abduzidos e contatados, estudaram , profundamente, o DNA humano, aprimorando-o , criando híbridos como os índigos e os atuais cristais.

Atualmente, manifestam-se em centros espíritas de todo Brasil e em Portugal, sabidamente, aproximando-se de nós, quebrando barreiras de medo, criando laços que, em breve, espero, se traduzam num contato em massa com uma humanidade polida por extremo sofrimento, depurada de seus filhos mais densos, acolhendo ao próximo, como seremos acolhidos por nossos irmãos extraterrestres. Momento em que voltaremos a fazer parte da família universal.

Estamos em uma nova ordem mundial?

Existe no planeta uma força trevosa, conhecida por Governo Oculto que é formada por lemurianos, atlantes, nibiruanos, humanos empedernidos no mal, draconianos ( reptilianos do Sistema Draco), grays. Esses seres governam a 3D com nossa permissão, sendo responsáveis pelo crime organizado, drogas, prostituição, sistema financeiro, industrias que se alimentam da dor, da miséria, pela maioria dos governos. Esses seres querem estabelecer uma nova ordem mundial, onde seremos escravos conscientes de seus desmandos e arbritariedades.  Ainda não estabeleceram tal nova ordem mundial mas estão próximos de o conseguir.

A nossa espécie será mais evoluída moralmente e biologicamente? Como?

A maior evolução moral definirá a maior evolução física. São aspectos diretamente proporcionais. Os seres que comporão a Nova Raça humana, já são de maior evolução que a média da atual humanidade, encarnada e desencarnada. Gerarão corpos mais harmônicos e equilibrados, principalmente, no sistema límbico, sede onde nossas emoções se tornam neurotransmissores. Viverão pela lei da fraternidade e o planeta viverá um período de crescimento como nunca antes visto.

O que podemos esperar nesta transição?

Shellyana das Plêiades ensina que: “uma raça violenta gera uma transição rude e difícil. Uma raça mansa, uma transição pacífica e equilibrada. ” A lei da causalidade impera em todo universo. Logicamente, iremos colher tudo o que plantamos. Passaremos, como já estamos passando, por tribulações de toda sorte, perda de referências, quebra de paradigmas, queda de instituições, o mal vindo à tona, doenças mentais como depressão, síndrome do pânico, distúrbio da ansiedade crescendo em progressão geométrica. A fome, a violência, doenças parceiras de nosso dia-a-dia. O medo de perda de nossos entes queridos, de nossos bens, de nossa liberdade nos assolando cada vez mais. O que não conseguimos aprender pelo bem, aprenderemos pela dor. Será obrigatoriamente assim? De modo algum. Depende apenas de nossas escolhas. Apenas de nossas escolhas. Somos todos, igualmente, responsáveis.

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