Categoria "Internacional"
24 set 2015

Mente melhor quem mente de bexiga cheia

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mentira

Um grupo de investigadores revela um truque infalível antes de contar uma boa mentira: ter a bexiga cheia. Um estudo realizado na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, mostrou que a inibição e o auto-controle necessários antes de uma ida urgente ao banheiro podem ajudar o mentiroso.

O estudo, publicado na revista Consciousness and Cognition, foi divulgado esta quarta-feira pelo jornal britânico The Times. Um grupo de 11 voluntários bebeu 700 mililitros de água enquanto outro grupo de 11 bebeu 50 mililitros, e comparou-se a sua capacidade de mentir acerca de algumas das suas crenças pessoais no que tocava a certos temas morais.

O estudo mostrou que aqueles que tinham bebido mais água contavam mentiras muito mais convincentes, com respostas mais complexas e menos sinais físicos de estarem mentindo. De acordo com a principal investigadora, Iris Blandón-Gitlin, o resultado justifica-se com a ativação dos mecanismos cerebrais para controle de impulsos que acontece quando é preciso aguentar a vontade ir ao banheiro.

O controle de impulsos e o controle da bexiga “são subjetivamente diferentes, mas no cérebro não são”, explicou Blandón-Gitlin. “Quando se ativa a rede de controle inibitório num dos domínios do cérebro, os seus benefícios afetam também outras tarefas”.

O jornalista da revista New Scientist destaca que a técnica já era usada pelo primeiro-ministro David Cameron, que dizia que aguentar a urina antes de discursos importantes ou reuniões de negociação, visto que a vontade de urinar o obrigava a estar mais concentrado e a falar de forma mais convincente.

Crédito: Diário de Notícias – Portugal

23 set 2015

Países das Américas se comprometem a reforçar as ações para eliminar a raiva

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vacinação raiva

Imagem: Google

Representantes dos países da região das Américas, especialistas e outros parceiros estratégicos se comprometeram a fortalecer as ações para avançar rumo à eliminação da raiva humana transmitida por cães, durante a 15ª Reunião de Diretores de Programas de Raiva nas Américas (REDIPRA 15), e dias antes do Dia Mundial da Raiva realizado a cada 28 de Setembro. Os casos de raiva humana caíram mais de 95% desde 1980 na região. No entanto, os casos ainda são relatados em alguns países. Durante o período de 2014 a Junho de 2015, foram notificados 13 casos de raiva humana na Bolívia, Haiti, Guatemala, Brasil e República Dominicana, e casos de raiva caninas, tanto em áreas casos anteriormente não registradas, tais como zonas declaradas livres doença.

“A região das Américas fez grandes avanços no controle da raiva, por isso não podemos baixar a guarda e permitir a reintrodução de uma doença que é completamente evitável”, disse Ottorino Cosivi, diretor do Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (PANAFTOSA) da Organização de Saúde/Organização Pan-Americana de Saúde Global (OPAS/OMS) no final REDIPRA 15, realizada em Brasília.

A raiva é uma doença causada por um vírus transmitido aos seres humanos por meio de picadas ou arranhões de animais infectados (principalmente cães e animais silvestres como, por exemplo, morcegos). Existem vacinas seguras e eficazes para previnir a raiva nos animais, assim como vacinas para uso humano que devem ser administrada antes e depois do contato com o animal. Caso tenha sido ferido por algum animal infectado, a limpeza imediata da ferida e a vacinação imediata evita, na maioria dos casos, o início da doença e da morte. A alta cobertura de vacinação de cães tem reduzido a freqüência de casos de raiva canina em alguns países da região das Américas.

Em junho, a OPAS/OMS emitiu um alerta epidemiológico, que incentiva os países membros a intensificarem os seus esforços para prevenir e controlar a raiva. Entre as medidas estão, a imunização dos cães, a promoção da saúde, e a disponibilização de profilaxia pós-exposição (vacinas pré-qualificadas pela e imunoglobulina antirrábica) para responder a eventuais casos suspeitos e orientar os profissionais de saúde a sua aplicação em seres humanos.

O diretor de Panaftosa considerou que a eliminação da raiva “é uma vítima do seu próprio sucesso”, a grande diminuição de casos em cães e seres humanos foi acompanhada por um declínio na atenção à doença, que deixou de ser vista como um problema.

Os diretores das nações programas raiva dos 25 países que participaram da REDIPRA concordaram sobre a necessidade de promover os esforços de colaboração entre os países que há mais casos humanos de raiva transmitida por cães na região. A decisão está alinhada com o tema do Dia Mundial da Raiva deste ano, “Vamos acabar com a raiva juntos”.

“A prevenção da raiva humana deve ser um esforço conjunto”, disse Cosivi e sublinhou que “é urgente que os governos, as ONGs, as organizações nacionais e internacionais, a sociedade civil e o público em geral trabalhem em conjunto para eliminá-la.”

Em todo o mundo surgem, a cada ano, mais de 50.000 casos de raiva humana transmitida por cães, principalmente na Ásia e África.

Durante REDIPRA, a Panaftosa /OPAS/OMS e seus parceiros na Iniciativa Pan-Americana do Dia Mundial da Raiva lançaram a convocatória para um concurso de fotografia, que premiará as imagens que melhor ilustrarem a luta contra esta doença na região das Américas.

Fonte: Organização Pan Americana de Saúde

20 ago 2015

Evolução: Koko deseja se comunicar com humanos

koko3A gorila Koko, que se tornou famosa no mundo todo por tentar usar uma linguagem de sinais para se comunicar com seus cuidadores, pode estar perto de outra façanha: de acordo com os pesquisadores, ela estaria tentando falar.

Os cientistas da Universidade de Wisconsin-Madison chegaram a essa conclusão após analisar sinais do discurso da gorila depois da análise de 71 horas de filmagens de seu comportamento. Na gravação Koko deu exemplos de que estava realizando nove tipos de comportamentos que exigiam “controle sobre sua vocalização e respiração”. Aparentemente, estes não são os comportamentos que você esperaria de um “gorila típico”, mas Koko tem o potencial de melhorar, sim, as suas cordas vocais.

Confira mais sobre Koko no vídeo abaixo:

Fonte: History

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