Categoria "opinião"
20 fev 2019

Confira minha lista de livros sobre defesa animal para o feriado do Carnaval

Saúde Literatura

Para muita gente o melhor do Carnaval é o feriado prolongado, principalmente para os amantes de uma boa leitura. O período é uma ótima oportunidade para colocar a leitura em dia e experimentar novos gêneros literários. Por isso, fiz uma listinha com seis livros sobre direito dos animais. Tenho certeza que as dicas vão possibilitar uma visão renovada sobre a valorização da vida animal.

A NATUREZA ENSINA: COMO USAR A INTELIGÊNCIA DOS ANIMAIS PARA ORGANIZAR O SEU MUNDO. Autor: Peter Miller

“Este livro provou que há vida inteligente na Terra! E não é só dos humanos.” Martin Cruz Smith, autor de Mistério no Parque Gorki. “Há outros livros sobre comunidades inteligentes, mas este é de longe o melhor.” Ian Finlayson, The Times. “Eu adorei! Fazia tempo que um livro não me estimulava tanto e que eu não via tantas aplicações práticas.” Don Tapscott, autor de Wikinomics e Capital Digital. “Com atenção aos detalhes e um estilo fácil de ler, o autor explica como novas descobertas estão fazendo os cientistas vibrarem.” Steven Strogatz, professor da Cornell University.

ANIMAIS COMO PESSOAS: A ABORDAGEM ABOLICIONISTA DE GARY L. FRANCIONE. Autor: Gabriel Gamendia da Trindade

Este livro recupera criticamente as principais visões que informam a questão animal no âmbito da filosofia e da ética aplicada. Com esse objetivo, desenvolve um diálogo construtivo com a obra do Professor Gary L. Francione, celebrando o animalista norte-americano. As perspectivas morais defendidas por Francione são cuidadosa e didaticamente contrastadas com as concepções de diversos outros autores clássicos e contemporâneos.

JAULAS VAZIAS: ENCARANDO O DESAFIO DOS DIREITOS ANIMAIS. Autor: Tom Regan

Com calma e lucidez, como em uma conversa franca e direta com o leitor, Tom Regan argumenta que devemos reconhecer que os animais também têm direito à vida, à integridade física e à satisfação de necessidades biológicas, individuais e sociais. Em todo o livro, seguimos o autor nas difíceis indagações que o inquietaram pessoalmente – desde uma juventude de completa inconsciência das horrorosas realidades vividas pelos animais explorados para diferentes benefícios humanos – e que o transformaram em ativista dos direitos animais. Escrito de forma elegantemente simples, o livro cobre um amplo leque de tópicos de forma acessível e envolvente.

LIBERTAÇÃO ANIMAL. Autor: Peter Singer

Neste livro, que desde sua primeira edição, em 1975, vem conscientizando milhões de pessoas sobre a maneira como o ser humano trata os animais, Peter Singer expõe a terrível realidade da indústria pecuária e dos testes de laboratório – destruindo as falsas justificativas que embasam essas práticas e propondo alternativas para algo que, além de uma questão moral, assumiu contornos de um sério problema social e ambiental. Libertação animal é um importante e persuasivo apelo à consciência, à justiça e à decência, é leitura obrigatória não só para aqueles que reconhecem os direitos dos animais, mas também para os que ainda ignoram essa realidade.

MICO-LEÃO-PRETO: A HISTÓRIA DE SUCESSO NA CONSERVAÇÃO DE UMA ESPÉCIE AMEAÇADA. Autor: Gabriela Cabral Rezende

Em 1970, o “Mico-Leão-Preto” era considerado um animal extinto. A descoberta de alguns espécimes levou um grupo de pessoas a lutar por sua conservação e a elaborar estratégias que podem hoje servir de exemplo para a manutenção da vida e do habitat de diversas outras espécies. Este livro mostra como foi desenvolvido esse trabalho. Um exemplo de dedicação, planejamento e sucesso.

O RASTRO DA ONÇA: RELAÇÕES ENTRE HUMANOS E ANIMAIS NO PANTANAL. Autor: Felipe Sussekin

Como se constituem as relações homem-animal quando a onça deixa de ser um item numa coleção de história natural e passa a habitar um mundo?’ O rastro da onça’, explora a relação complexa entre ecologia, caça, criação de gado e turismo na região do Pantanal do Mato Grosso do Sul, em propriedades rurais que abrigam projetos de estudo e a preservação da onça-pintada. Através de uma pesquisa antropológica, o autor examina os mais variados aspectos da relação entre humanos e animais, detendo-se, mais especificamente, sobre a complexa trama de relações entre o homem e a onça que coabitam essas regiões. O recorte ecológico depende em geral da exclusão da espécie mais abundante da região, que é o gado. Por se alimentar do gado, a onça tem sido vista também, por muitos fazendeiros, como um problema a ser combatido. Além de detalhes sobre a preservação da Panthera onca, o leitor encontra relatos de caçadores de onça e de seus cães onceiros, que, ao lado das vacas e vaqueiras, constituem figuras centrais neste livro. Entre esses relatos, surgem as narrativas sobre os zagaieiros, caçadores antigos que enfrentavam onças com a zagaia, lança de origem indígena; histórias que carregam todo o imaginário indígena da região e se refletem na nossa cultura, por exemplo, no conto ‘Meu tio o iarauetê’, de Guimarães Rosa.

Boa leitura!

17 fev 2019

Madame Blavatsky: a buscadora espiritual considerada a mãe da espiritualidade moderna

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SAÚDE & LITERATURA. Filha de aristocratas russos, Helena Petrovna Blavatsky foi uma buscadora espiritual que viajou por cinco continentes na tentativa de sintetizar o conhecimento esotérico e oculto, unindo Oriente e Ocidente. Foi uma das fundadoras da Sociedade Teosófica. Amada por muitos, mas também considerada uma fraude por alguns opositores. Confira a minha resenha sobre o livro Madame Blavatsky: A mãe da espiritualidade Moderna do autor – Gary Lachman.

07 fev 2019

Kefir: alimento milenar que ajuda no bom funcionamento do organismo e até emagrece

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Pessoal, estou em lua de mel com meus graõzinhos de kefir. É muito amor envolvido!!! Demorou um pouco, mas finalmente consegui um doador confiável. Vou explicar do que se trata, agora. Fiz uma longa busca por informações, mas tenho consciência de que os meus estudos sobre o assunto ainda devem continuar por algum tempo. A cada dia, novas pesquisas científicas aparecem, comprovando os benefícios de um dos alimentos mais extraordinários descobertos pela humanidade.

O kefir é um leite fermentado a partir de grãos parecidos com uma couve-flor, ricos em lactobacilos vivos e leveduras. O nome se deriva da palavra keif, que significa sentir-se bem em turco. Os grãos de kefir também são chamados de Cogumelos Tibetanos, Plantas de Iogurte, Cogumelos do Iogurte, Fungo do Iogurte e Lotus de Neve. A fermentação desses grãos forma um composto bastante rico em:  ácido fólico, vitaminas B5, B6, B3, B12, vitamina K, biotina, cálcio, fósforo e magnésio, entre outras substâncias. O sabor é bem azedinho, mas você pode controlar a acidez, conforme o tempo de fermentação. Quanto mais tempo fermentando, mais azedo seu iogurte vai ficar.

Há uma tradição milenar de que os grãos de Kefir podem ser apenas doados. A comercialização não é recomendada, embora exista até a versão industrializada em pó.  No site www.probioticosbrasil.com.br é possível obter de graça esses grãozinhos, que se multiplicam rapidamente quando deixados de molho em leite (vaca, cabra e coco) ou em água com açúcar mascavo. Vou deixar apenas a receita do kefir de leite, porque ainda não experimentei a versão com água.

Como preparar o Kefir de Leite 

Use leite de vaca, cabra ou coco
Coloque 1 colher de sopa de grãos de kefir de leite em um vidro esterilizado e adicione 500ml de leite;
Cubra o pote com um papel toalha um pano limpo e permeável para que as bactérias possam respirar e se multiplicar;
Deixe descansar em um lugar fechado, dentro de um armário por exemplo, por 12 a 48 horas. Este é o processo de fermentação;
Quanto mais tempo o kefir ficar descansando, menos lactose ele terá. Pessoas com intolerância a lactose podem consumi-lo. Basta fermentar por mais tempo.
Coar com uma peneira de plástico usando espátula de silicone ou madeira. Na peneira, ficarão os grãos de kefir. A parte líquida pode ser armazenada na geladeira em um frasco de vidro;
Adicione os grãos de kefir que ficaram na peneira em um pote de vidro e adicione mais leite para continuar a produção de kefir.
Com o tempo, você perceberá que as colônias de grãos se tornarão maiores e você pode começar a doar grãos de kefir de leite.

Você pode aprender várias receitas saborosas a partir do leite de kefir, até queijo. Saiba mais AQUI

Benefícios

Rico em proteínas, vitaminas e minerais, tem propriedades antifúngicas e antibióticas, podendo ser uma ajuda na prevenção de vários problemas de saúde. Facilmente se percebe que são muitos os seus benefícios tais como:

Ajuda no equilíbrio da flora intestinal e contribui para a absorção de nutrientes;

Facilita a digestão;

Ameniza as gastrites;

Diminui o colesterol;

Melhora a densidade óssea e combate a osteoporose;

Tem um efeito tranquilizador do sistema nervoso (sendo benéfico para quem sofre de depressão ou distúrbios do sono, por exemplo);

Aumenta a resistência a infeções;

Previne problemas de vesícula, fígado ou rins;

Pode ser usado como tratamento de problemas dermatológicos como acne, eczemas, psoríase ou alergias;

Sintetiza vitaminas do complexo B;

Pode ser indicado para pessoas com ligeira intolerância à lactose;

Ajuda a evitar a candidíase e herpes de repetição;

Auxilia no processo de emagrecimento;

Prevenção de câncer;

Ajuda nos problemas respiratórios: asma, bronquite;

Mantêm pele, cabelos e unhas saudáveis;

Auxilia na construção de músculos, por ser um alimento proteico.

kefirDúvida frequente: Como saber se o kefir de leite morreu?

Grãos que começam a esfarelar na hora do preparo não são bons sinais. Se isso acontecer, coloque-os em uma peneira, passe água filtrada sobre eles e chacoalhe a peneira. Se eles se agruparem, significa que ainda resta esperanças, caso contrário, lamento informar mas realmente o seu kefir está morto.

Quando ele perde a sua consistência normal significa que está em processo de putrefação, está ficando podre, e o melhor será não usar ele para produzir o iogurte. Está na hora de procurar outros grãos.

Outra forma de saber se ele está morto é pelo cheiro desagradável de alimento podre e, também, pela coloração (rosa, amarelo, laranja). Os grãos sadios são sempre branquinhos e com aspecto gelatinoso.

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