Deprecated: Methods with the same name as their class will not be constructors in a future version of PHP; afcwidget_perfil has a deprecated constructor in /home/saudedom99/public_html/wp-content/themes/temabase_mLuv1.1/functions/widgets.php on line 40

Deprecated: Function create_function() is deprecated in /home/saudedom99/public_html/wp-content/themes/temabase_mLuv1.1/functions/widgets.php on line 103

Warning: Declaration of Walker_Nav_Menu_Dropdown::start_lvl(&$output, $depth) should be compatible with Walker_Nav_Menu::start_lvl(&$output, $depth = 0, $args = NULL) in /home/saudedom99/public_html/wp-content/themes/temabase_mLuv1.1/functions/funcoes-gerais.php on line 52

Warning: Declaration of Walker_Nav_Menu_Dropdown::end_lvl(&$output, $depth) should be compatible with Walker_Nav_Menu::end_lvl(&$output, $depth = 0, $args = NULL) in /home/saudedom99/public_html/wp-content/themes/temabase_mLuv1.1/functions/funcoes-gerais.php on line 52

Warning: Declaration of Walker_Nav_Menu_Dropdown::start_el(&$output, $item, $depth, $args) should be compatible with Walker_Nav_Menu::start_el(&$output, $item, $depth = 0, $args = NULL, $id = 0) in /home/saudedom99/public_html/wp-content/themes/temabase_mLuv1.1/functions/funcoes-gerais.php on line 52

Warning: Declaration of Walker_Nav_Menu_Dropdown::end_el(&$output, $item, $depth) should be compatible with Walker_Nav_Menu::end_el(&$output, $item, $depth = 0, $args = NULL) in /home/saudedom99/public_html/wp-content/themes/temabase_mLuv1.1/functions/funcoes-gerais.php on line 52

Deprecated: O método construtor chamado para WP_Widget em afcwidget_perfil esta depreciado desde a versão 4.3.0! Utilize __construct() no lugar. in /home/saudedom99/public_html/wp-includes/functions.php on line 5304
saúde ◂ Saude do Meio
Notice: Undefined index: imgPadrao in /home/saudedom99/public_html/wp-content/themes/temabase_mLuv1.1/inc/head.php on line 26
Categoria "saúde"
26 fev 2021

Assembleia de Minas alerta sobre os casos de doenças raras no Brasil

A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) estima que 15 milhões de brasileiros sofram de algum tipo de doença rara. Por norma, ela tem origem genética, manifestando-se logo nos primeiros anos de vida da criança.

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), as doenças raras são aquelas classificadas seguindo quatro principais fatores: incidência, raridade, gravidade e diversidade.

Conforme o Ministério da Saúde, cerca de 30% dos brasileiros acometidos morrem antes dos cinco anos de idade.

Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, são consideradas doenças raras aquelas que afetam cinco indivíduos para cada grupo de 10 mil pessoas. A OMS estima que 8% da população mundial, ou uma em cada 15 pessoas, têm alguma dessas enfermidades.

Entre as doenças raras constam, por exemplo, a autoimune lúpus (causada pelas próprias defesas do organismo), a genético-hereditária hemofilia (desordem no mecanismo de coagulação do sangue) e a doença de Lyme (transmitida pela picada do carrapato).

Assembleia Legislativa de Minas Gerais e as doenças raras

Atenta à questão, a ALMG já aprovou proposições que foram transformadas em leis e que pretendem incentivar e fomentar ações afirmativas voltadas às pessoas com doenças raras.

A Lei 21.402, de 2014, institui a Semana Estadual das Doenças Raras, a ser comemorada na semana em que recair o dia 28 de fevereiro. Nesse período, devem ser realizadas atividades institucionais de orientação da população e de promoção da inclusão social da pessoa com doença rara.

Já a Lei 23.554, de 2020, garante a realização do teste do pezinho ampliado na rede pública de saúde. Esse teste está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) na versão básica, que detecta seis doenças (fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, fibrose cística, anemia falciforme, hiperplasia adrenal congênita e deficiência de biotinidase).

O teste ampliado é o que detecta até dez doenças, quatro a mais que a versão básica, como a ocorrência de toxoplasmose congênita. Dessa forma, pode contribuir para o diagnóstico precoce de doença rara.

Lilás, azul, verde e rosa

Com o objetivo de dar visibilidade à condição vivenciada por pessoas com doenças raras, o Palácio da Inconfidência da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) estará iluminado de lilás, azul, verde e rosa, cores referentes à bandeira das doenças raras, entre esta sexta-feira (26/2/21) e o dia 4 de março.

A iniciativa decorre da proximidade do Dia Mundial das Doenças Raras, celebrado em 70 países. A data oficial é 29 de fevereiro, por ser um dia raro, presente apenas nos anos bissextos. Nos demais anos, é antecipada para o dia 28.

A iluminação do Palácio da Inconfidência integra o projeto Laços da Consciência, da Assembleia, que reúne ações de sensibilização para temas relacionados ao bem-estar, em especial à saúde.

*Com informações da Assembleia Legislativa de Minas Gerais

17 nov 2020

A obesidade é um fator de risco para câncer da próstata

Imagem Google

Por: Daniel Xavier Lima, médico Urologista e coordenador da urologia do corpo clínico do Biocor Instituto

O câncer da próstata é o segundo mais frequente entre os homens, ficando atrás apenas do câncer de pele não-melanoma. A a importância do diagnóstico precoce já está bem estabelecida na sociedade, tanto pela frequência com a qual a doença ocorre, quanto pelas campanhas de conscientização. O Novembro Azul, que tem lugar de destaque dentre essas campanhas em todo o mundo, objetiva renovar essa consciência e eliminar o preconceito contra a realização dos exames de rastreamento, especialmente o exame de toque retal.

Estima-se que de todos os homens vivos hoje, em torno de 1 em cada 7 (15%) apresentarão a doença em algum momento e aproximadamente 1 em cada 38 (2,6%) irão falecer em decorrência dela. Em todo o mundo, a partir da década de 1990, momento em que o exame de sangue com a dosagem do PSA (antígeno prostático específico) passou a ser feito de forma rotineira, ocorreu uma queda significativa na mortalidade. Embora existam algumas controvérsias a respeito da necessidade de se rastrear todos os homens, devido à possibilidade de serem diagnosticados tumores indolentes, que não causariam a morte do paciente, a seleção dos pacientes que precisam ser tratados a partir dos dados do diagnóstico inegavelmente traz benefícios para o controle da doença e reduz a mortalidade.

Sabe-se que o rastreamento do câncer da próstata encontrou uma resistência a partir de resultados conflitantes da literatura na década passada, havendo uma redução da sua realização em vários locais do mundo, especialmente nos EUA. Lamentavelmente, observou-se um aumento do número dos casos de câncer da próstata metastático (quando já há disseminação para outras partes do corpo e não há possibilidades de cura) nesses últimos anos, especialmente nos pacientes de cor negra, que apresentam maior incidência da doença.

Embora o rastreamento do câncer da próstata permita um diagnóstico precoce e um tratamento mais eficaz, ele não impede que a doença venha a se estabelecer. Essa é uma questão crucial quando é discutido o termo “prevenção” contra o tumor prostático. Sabemos que os fatores de risco envolvem questões genéticas, para as quais ainda não podemos agir, além de fatores relacionados aos hábitos, que podem ser modulados.

Dentre esses fatores de risco, a obesidade é uma situação que tem trazido discussões. Sendo uma ocorrência comum em homens de meia-idade, quando o câncer da próstata também é bastante frequente, a gordura corporal em excesso é comprovadamente relacionada ao maior risco de câncer colorretal e de mama, dentre outros. Acredita-se que dos tipos de câncer associados à obesidade, cerca de ¼ deles poderiam ter sido evitados se a prevalência de pessoas obesas no mundo não tivesse dobrado desde 1980.

Grandes estudos prospectivos correlacionaram a obesidade com maior risco de câncer de próstata mais agressivo. Também foi encontrada maior mortalidade nos pacientes obesos tratados com radioterapia e cirurgia. Fatores hormonais podem estar implicados, além de dificuldades técnicas para o tratamento. Em estudos experimentais com modelos de câncer da próstata em camundongos, também se observa crescimento acelerado do tumor nas situações em que a obesidade está presente.

Curisosamente, a obesidade reduz os valores séricos do PSA, provavelmente por efeito dilucional, reduzindo então a possibilidade do exame se mostrar alterado nas fases iniciais do câncer da próstata. Pelas mudanças das dimensões corporais, o exame do toque retal também pode se mostrar prejudicado. Esses podem ser outros fatores que resultam nos piores resultados do tratamento desse tumor nos pacientes obesos.

Somando-se a essas evidências, há também correlação entre a ingestão elevada de gordura animal e o risco do câncer de próstata. Esses fatos corroboram a recomendação universal de que a adoção de hábitos de vida saudáveis, a prática de atividade físicas e a alimentação saudável são armas fundamentais para a verdadeira prevenção dos tumores malignos. No caso do câncer da próstata, recomenda-se também a visita periódica ao urologista, que da mesma forma é uma medida de manutenção da saúde.

14 nov 2020

O enfrentamento da violência contra crianças e adolescentes ainda não está na agenda de prioridades do Brasil

O Brasil possui uma população de 210.869 milhões de pessoas, segundo dados do segundo trimestre de 2020, dos quais cerca de 50 milhões têm menos de 18 anos de idade, o que equivale a quase um terço de toda a população de crianças e adolescentes da América Latina e do Caribe. São dezenas de milhões de pessoas que possuem direitos e deveres e necessitam de condições para se desenvolverem com plenitude todo o seu potencial.

As crianças e os adolescentes são especialmente afetados pela violência. O “Disque 100” é um serviço de atendimento telefônico gratuito que recebe denúncias sobre violações dos Direitos Humanos em todo o país e em todas as áreas. Os dados são compilados pelo Governo Federal e divulgados desde 2011.

O último relatório anual sobre violações de direitos humanos, divulgado em maio de 2020, apontou recebimento de 86.837 denúncias relacionadas a crianças e adolescentes no país em todo o ano de 2019, aumento de 14% em relação a 2018. As principais violações foram negligência (62.019), violência psicológica (36.304), violência física (33374) e violência sexual (17.029). As denúncias podem conter mais de um tipo de violação.

A violência contra crianças e adolescentes é uma preocupante realidade em nosso país. Segundo dados da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, no ano de 2018 as principais denúncias de violações de direitos humanos recebidas foram de situações envolvendo crianças e adolescentes, representando média de 209 denúncias por dia e 55,28% do total das denúncias realizadas aos canais. Os dados são do documento Parâmetros de atuação do Sistema Único de Assistência Social no sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente vítima ou testemunha de violência

O número de denúncias de violência contra crianças e adolescentes no Brasil caiu 12% durante os meses da pandemia em 2020 em comparação ao mesmo período do ano passado. Segundo dados do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, foram registradas 26.416 denúncias pelo canal “Disque 100” entre março e junho deste ano, contra 29.965 no mesmo período de 2019. 

A redução do número de denúncias, durante a pandemia, pode ser um reflexo do fechamento das escolas por conta da quarentena obrigatória contra a pandemia Covid-19. A subnotificação das denúncias, segundo alguns especialistas, acaba sendo um efeito colateral do isolamento social e da suspensão de aulas para conter as contaminações por Covid-19. A maioria dos casos de violência contra crianças e adolescente é descoberto por meio dos professores e servidores do ambiente escolar. 

O cenário envolvendo a violência contra crianças e adolescentes pode ser ainda mais grave, se levarmos em consideração que muitos crimes contra meninos e meninas com menos de 18 anos nunca chegam a ser denunciados. 

A infância e a adolescência são fases da nossa existência que geram muita ansiedade, mas também muita sede por conhecimento e por reconhecimento social. Pensando na agenda 2021  para o enfrentamento das várias formas de violência: física, psicológica, social, cultural, sexual, moral, financeira contra crianças e adolescentes, acredito que os novos gestores, após as Eleições Municipais 2020, precisam investir em ferramentas digitais, inspiradas na Cultura de Paz e Não Violência, no sentido de frear números tão assustadores contra os nossos jovens. Os meninos e meninas devem buscar nas tecnologias novas formas de engajamento social. 

O conceito de cultura de paz e não violência é um termo que se refere a uma série de conceitos sobre moralidade, poder e conflitos que rejeitam completamente o uso da violência nos esforços para a conquista de objetivos sociais e políticos. 

Geralmente usado como sinônimo de pacifismo, a partir do meio do século XX passou a ser aplicado também a confrontos sociais que não usem violência, bem como movimentos políticos e filosóficos que tenham aderido aos mesmos conceitos. 

Em 10 de novembro de 1998, a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou a primeira década do século XXI (de 2001 a 2010) como o Decênio Internacional da Promoção de uma Cultura da Não-Violência e da Paz em Prol das Crianças do Mundo.

A luta pela prevenção da violência deve ser uma tarefa contínua, especialmente porque inúmeras de suas modalidades podem trazer como consequência a morte para suas vítimas. 

A violência sexual que aparece habitualmente como uma modalidade menos relevante na verdade pode ter índices bem superiores uma vez que é um dos fenômenos mais escondidos nas estatísticas não só brasileiras como mundiais pelo complô de silêncio que usualmente a cerca.

A violência psicológica que mais recentemente nos anos 90 tem chamado a atenção de pesquisadores da área aparece nestas estatísticas e convoca os pesquisadores à realização de estudos mais consistentes sobre ela em nosso meio, uma vez que os traumas dela decorrentes são considerados bem significativos.

Portanto, as estatísticas frias com seus números devem ser bem analisadas, pois podemos perceber que através delas é preciso uma ampla revisão do trabalho que vem sendo feito nesta área para que se reduzam os casos de violência.

O tema “Violência” é compreendido em nossa contemporaneidade como um importante problema de saúde pública, uma vez que as causas externas, representadas pelas violências e acidentes, constituem umas das principais causas de morbimortalidade da população brasileira e o perfil epidemiológico de Minas Gerais acompanha essa tendência. O enfrentamento das violências e acidentes, por sua magnitude e complexidade, representa um dos principais desafios do sistema de saúde e, para a sua abordagem, exige- se a implementação articulada de políticas públicas de forma intersetorial.

Que os candidatos eleitos e novos gestores da administração pública possam buscar soluções integradas para reduzir os índices de violência contra crianças e adolescentes e promover a Cultura de Paz e Não Violência!!!

Que assim seja!

Página 4 de 821 ...12345678... 82Próximo
Pular para a barra de ferramentas