Categoria "saúde"
26 nov 2015

Sociedade Mineira de Terapia Intensiva oferece gratuitamente treinamento de Ressuscitação Cardiopulmonar

Arquivado em saúde

cardio

A Sociedade Mineira de Terapia Intensiva (Somiti) – departamento científico da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), oferece a comunidade em geral, no dia 26 de novembro, de 16h30 às 19h30, o 7º Treinamento em Massa de Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site:www.somiti.org.br. A campanha teve início em julho e segue com cursos mensais. O objetivo é falar e ensinar os procedimentos de um atendimento precoce e correto de vítimas de parada cardíaca súbita. A reciclagem, segundo normas da American Heart Association (AHA), deve ser feita de dois em dois anos.

De acordo com a AHA, mais de 80% das paradas cardíacas súbitas acontecem fora do ambiente hospitalar e uma porcentagem importante delas (quase 15%), ocorre em vias públicas ou em áreas de grande concentração de transeuntes. Destas vítimas, 92% não sobrevivem. Para a gestora de qualidade da Somiti e coordenadora dos cursos Basic Life Support (BLS) e Advanced Cardiovascular Life Suport (ACLS) da AHA, Maria Aparecida Braga, esses casos são assistidos frequentemente por pessoas que não sabem o que fazer frente a uma situação de emergência e são, na maioria das vezes, leigas e de idades variadas. “Essa estatística pode melhorar se o indivíduo que testemunha uma situação de emergência tem a simples habilidade de aplicar corretamente as manobras de reanimação cardiopulmonar”, comenta a especialista em terapia intensiva.

Segundo a enfermeira e coordenadora do programa de Basic Life Support (BLS) da AHA, Érika Azevedo Massimo, as vítimas de mal súbito são com frequência ativas. A parada cardíaca súbita não precisa e nem deve ser sinônimo de morte. “O fato de haver próximo ao vitimado, pessoas que saibam prestar o primeiro atendimento de forma rápida pode significar a diferença entre a vida e a morte”, reforça.

23 nov 2015

Anvisa libera registro de teste rápido de HIV para venda em farmácias

Arquivado em saúde, SUS
hiv

Creative Commons

Hoje mais de 140 mil brasileiros têm o HIV e não sabem. Para diminuir esse número, o Brasil vai contar com mais uma estratégia para ampliar o acesso ao diagnóstico do HIV. É que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) permitiu o registro de testes rápidos para triagem do vírus da aids que poderão ser feitos pelas próprias pessoas.

Os testes rápidos serão encontrados em farmácias, drogarias, postos de medicamentos, serviços de saúde e programas de saúde pública. E deverão conter informações claras que indiquem seu uso seguro e eficaz.

O resultado seja positivo ou negativo deverá ser confirmado por um serviço de saúde especializado em exames laboratoriais. Os responsáveis pelo teste deverá esclarecer também sobre a janela imunológica humana que é o intervalo de tempo entre a infecção pelo vírus e a produção de anticorpos no sangue.

O teste rápido não poderá ser utilizado no processo de seleção de doadores nos serviços de coleta de sangue. O Brasil passa a ser um dos poucos países a adotar o teste rápido.

Com informações: EBC

19 nov 2015

Pesquisa propõe aproveitamento da lama de rejeitos da mineração

Arquivado em Meio Ambiente, saúde

separao_lamablocos

Por Danielle Campez/UFOP

O Grupo de Pesquisas RECICLOS-CNPq da Ufop vem desenvolvendo nos últimos anos, diversos trabalhos relacionados aos rejeitos da mineração e a utilização da lama. Essas pesquisas apontam para alternativas que poderiam contribuir para a minimização dos impactos ambientais bem como redução dos riscos potenciais das barragens de rejeitos de minério de ferro.

Segundo o coordenador do projeto, Prof. Ricardo Fiorotti, trata-se basicamente de “soprar” a lama e separar os materiais nela existentes – tanto o material bruto quanto o material processado. Esse processo permite a incorporação de até 80% da lama no lugar de areia na produção de materiais para a construção civil. Os novos produtos são eficientes também do ponto de vista da utilização. O projeto já produziu concreto, argamassa, tijolos e bloco de pavimentação (foto). “Todas essas produções são idênticas ao convencional. A única diferença está na cor, que é avermelhada”, explica o professor.

Com essas pesquisas, a equipe vê uma forma de contribuir com a minimização dos impactos das barragens de rejeitos da mineração e se coloca à disposição para oferecer o serviço de forma gratuita. A ideia é encontrar uma oportunidade de transformar a lama em uma atividade econômica. “Nós não queremos nenhum financiamento. A intenção é beneficiar a sociedade, propondo soluções. Muito é possível se fazer com esses rejeitos”, explica Fiorotti.

Página 67 de 75«1 ...636465666768697071... 75Próximo