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SUS ◂ Saude do Meio
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Categoria "SUS"
30 set 2015

O SUS está na corda bamba

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OPINIÃO A expressão popular “estar na corda bamba” significa estar numa situação instável, aparentemente, perigosa. Em geral, os equilibristas usam uma corda presa em dois pontos, uma corda bamba, para fazerem exercícios de equilibrismo.

A palavra “bamba” também é empregada como sinônimo de “bambúrrio”, que significa “sorte no jogo”, “acaso”. Em determinados jogos, especialmente no jogo de bilhar, a expressão “por bambúrrio” refere-se a uma forma de ganhar sem aplicar uma estratégia de jogo. Ganha-se por acaso, por sorte.

Quem assume um cargo por  livre nomeação e exoneração nos governos sabe que a posição é transitória, arriscada e, na maioria das vezes, os critérios de escolha para ocupar o tal “cargo” não são por meritocracia, mas por “sorte” ou “azar” da população. O nomeado faz a “passagem” em uma corda bamba e pode ser destituído do cargo a qualquer momento, sentimento, humor ou conveniências políticas e partidárias que estão em cada ponta.

Por isso não acho que a saída do ministro Athur Chioro seja algo desproporcional. Também analiso que o foco da discussão não pode ser a forma como ele foi comunicado “oficialmente” sobre a decisão final do chefe de estado. Já fui nomeada e exonerada duas vezes e, acreditem, conheço bem os bastidores de quem ocupa um cargo de governo.

Por isso, minha preocupação nunca foi de defender “Fica Chioro” nas redes sociais, apesar de reconhecer as capacidades práticas e acadêmicas de um ministro que tinha nas mãos a pasta com maior orçamento na Esplanada dos Ministérios (R$ 91,5 bilhões para 2015, após o corte orçamentário). Minha maior preocupação é a escolha e os interesses do sucessor, articulados com o destino do maior sistema público de saúde do planeta, SUS.

O Sistema Único de Saúde (SUS) é quase um balzaquiano, mas com pinta de adolescente. Foi criado em um caldeirão ideológico democrático pela Constituição Cidadã. Ao meu ver um sistema crescidinho o suficiente para pensar novos modelos de gestão que priorizem, efetivamente, a participação popular.

O grande golpe com a saída do ministro Athur Chioro é contra os movimentos suprapartidários que defendem um sistema universal e participativo. A decisão da presidente Dilma fere a gênese do SUS. Isso é grave e autoritário. Talvez um golpe violento contra a participação popular que defendia a permanência do Chioro em uma das pastas mais disputadas do planalto.

28 set 2015

‘Setembro Violeta’ alerta sobre a doença de Alzheimer

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Setembro é o mês das cores e da prevenção: Amarelo contra o suicídio, Dourado contra o câncer infantil e Verde alerta à população sobre a necessidade de prevenção do câncer colorretal.

Para orientar a população sobre a doença de Alzheimer, foi criada uma campanha de conscientização sobre os primeiros sinais da doença e mostrar como é possível auxiliar as pessoas que sofrem desse transtorno neurogenerativo. Chamada de “Setembro Violeta”, a iniciativa é do Instituto Alzheimer Brasil (IAB).

A Doença de Alzheimer (DA) é um transtorno neurodegenerativo progressivo e fatal que se manifesta por deterioração cognitiva e da memória, comprometimento progressivo das atividades de vida diária e uma variedade de sintomas neuropsiquiátricos e de alterações comportamentais. Essa doença tem maior prevalência nas pessoas com idade mais avançada. Seu sintoma primário é a perda de memória, mas com a progressão, vão aparecendo sintomas mais graves, como irritabilidade, falhas na linguagem, prejuízo na capacidade de se orientar. A doença pode vir acompanhada também de depressão, ansiedade e apatia.

Esses sintomas podem ter a sua progressão diminuída com o trabalho da reabilitação, envolvendo fonoaudiologia, fisioterapia, terapia ocupacional e suporte psicológico e familiar, buscando evitar e/ou retardar a perda das funcionalidades e habilidades cognitivas. Tais serviços são ofertados na Rede SUS nos Centros Especializados em Reabilitação com modalidade de reabilitação intelectual. Além de retardar os efeitos do Alzheimer, os exercícios físicos podem prevenir a doença nas pessoas mais vulneráveis.

Alguns fatores de risco conhecidos para a Doença de Alzheimer são a idade e a história familiar, ou seja, se a pessoa já teve um histórico na família de demência ou de algum problema vascular.

Doença de Alzheimer e o SUS

O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza vários medicamentos capazes de retardar o processo da doença e minimizar os distúrbios de humor e comportamento que surgem. O objetivo do tratamento medicamentoso é propiciar a estabilização do comprometimento cognitivo, do comportamento e da realização das atividades da vida diária (ou modificar as manifestações da doença), com um mínimo de efeitos adversos, este é ofertado pelo SUS, e regulamentado pelo Protocolo Clínico e de Diretrizes Terapêuticas, publicada pela portaria nº 1298, de 21 de novembro de 2013.

Castanha do pará pode ajudar na prevenção do Alzheimer

O consumo diário de castanha-do-pará pode ajudar idosos que apresentam problemas cognitivos.

É o que mostra o estudo “Efeitos do consumo de castanha-do-brasil (Bertholetia excelsa H.B.K.) sobre a cognição e o estresse oxidativo em pacientes com comprometimento cognitivo leve e a relação com variações em genes de selenoproteínas”.

A pesquisa foi realizada pela nutricionista Bárbara Rita Cardoso, da Universidade de São Paulo (USP) e pós doutoranda do Instituto de Neurociência da Austrália. Ela se atentou especialmente ao selênio, micronutriente essencial para a manutenção das funções cerebrais. Mais informações: AQUI

 

Saúde e Literatura. Para Sempre Alice

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“Alice encontra-se na espiral rápida do Alzheimer com apenas tem 50 anos. Professora universitária, esposa e mãe de três filhos, ainda tem muitas coisas para fazer – escrever livros, lugares para ver, netos para conhecer. Mas quando não consegue se lembrar de como fazer o seu famoso pudim de Natal, se perde em seu próprio quintal e deixa de reconhecer sua filha atriz depois de um excelente desempenho, se sente desesperada. Mas ela pode ver através disso? Deveria ela ver através disso? Perdendo seus dias passados, vivendo cada dia, sua memória de curto prazo é apoiada por um par de fios desgastados. Mas ela ainda é Alice.“

Para Sempre Alice; O FILME

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Julianne Moore ganhou mais de 30 prêmios por sua atuação em Para Sempre Alice – incluindo O Oscar, o Globo de Ouro, o Spirit Award, BAFTA, o SAG e o Hollywood Awards. E o longa-metragem, no entanto, não foi indicado em nenhuma categoria de “melhor filme” na temporada de premiações.

Fonte: Ministério da Saúde

08 set 2015

O SUS que ninguém vê

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Um estudo divulgado na reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), (13/07/2015) em São Carlos (SP), revelou que, apesar de manter pouco contato com a ciência, o brasileiro tem uma visão positiva sobre a área e confia mais nos pesquisadores do que nos médicos. Em um índice de – 1 a 1, os pesquisadores ficaram com 0,89, contra 0,74 de jornalistas, 0,7 de médicos, 0,53 de religiosos e – 0,96 de políticos.

Começo com uma provocação ancorada nas últimas pesquisas de opinião para iniciar a minha postagem em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS). Como sou pesquisadora independente na área da Comunicação e Saúde e jornalista de profissão, me considero uma pessoa um pouco mais confiável na visão dos brasileiros e, na medida do possível, capaz de traçar argumentos isentos de paixões políticas.

A Constituição brasileira estabelece que a saúde é um dever do Estado. Aqui, deve-se entender Estado não apenas como governo federal, mas como Poder Público, abrangendo a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios – com o olhar vigilante da sociedade.

Cabe lembrar que antes da criação do Sistema Único de Saúde, o Ministério da Saúde desenvolvia quase que exclusivamente ações de promoção da saúde e prevenção de doenças, como campanhas de vacinação e controle de endemias. A atuação do setor público na chamada assistência médico-hospitalar era prestada por intermédio do Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social, Inamps, autarquia do Ministério da Previdência e Assistência Social, e a assistência à saúde beneficiava APENAS os trabalhadores da economia formal, segurados do INPS e seus dependentes, não tendo caráter universal. Hoje o SUS tem uma extensa capilaridade de serviços que, infelizmente, pouco conhecem. Você sabia, por exemplo, que o SUS fica de olho nos restaurantes, padarias, aeroportos, salões de beleza, água consumida e ainda pode castrar o seu cachorro?

Em 1988, conclui-se o processo constituinte e foi promulgada a oitava Constituição do Brasil. A chamada “Constituição Cidadã” foi um marco fundamental na redefinição de prioridades da política do Estado na área da saúde pública. A Lei n. 8.080 de 19 de setembro de 1990, dispõe sobre as condições para a promoção, proteção, recuperação e o funcionamento do SUS, obedecendo ainda princípios doutrinários como: universalização (para todos), integridade (no todo), equidade (respeitando as diferenças), descentralização (facilitando a administração) e controle social (participação).

Vale lembrar que o SUS é um processo que não se esgota na criação, mas na participação de vários movimentos partidários e não partidários. Muitos acreditam que o SUS é coisa de comunista ou conquista do PT. Isso é mito. Acredito ainda que o SUS não é um sistema fechado, mas um processo histórico em construção, patrimônio dos brasileiros. No entanto para a efetiva participação popular, as pessoas precisam conhecer as “regras do jogo”. Ninguém apoia o que não conhece. Por isso que o SUS precisa dialogar mais com a população. E o SUS não é constituído apenas da classe médica ou política, um pouco desacreditada dos brasileiros e brasileiras nos últimos tempos, conforme a pesquisa que citei no início do texto.

O que mais mata no mundo não são as doenças crônicas, mas a falta de entendimento sobre a importância do engajamento nas causas essenciais da humanidade. Governo que faz tudo sozinho é ditadura. Precisamos entender isso para avançar enquanto sociedade. A participação popular na tomada de decisões é fundamental para que o SUS não seja apenas a realidade de poucos, mas a conquista de muitos. Acredito que todos concordam que a nossa saúde não anda bem, mas para mudar essa realidade é necessário tirar o véu que nos impede de ver o que está refletido no espelho.

inamps

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