Categoria "Uncategorized"
23 nov 2019

25 de novembro: Dia do Doador Voluntário de Sangue

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Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil, 16 em cada mil pessoas doam sangue, o que soma 1,6% da população. Infelizmente, o número é desanimador. Por isso, no próximo dia 25 de novembro é comemorado o Dia do Doador Voluntário de Sangue com o objetivo de conscientizar a população da importância de aumentar o estoque de sangue.

Para o responsável pela captação de doadores do Hospital Lifecenter, psicólogo Matheus Sousa, a data comemorativa reforça as doações voluntárias de sangue, tão necessárias para salvar vidas. “Sempre falamos que doação é um ato de caridade, que ajuda, mas é, principalmente, um ato de responsabilidade social. Mesmo que você não conheça a pessoa para quem está doando, você está fazendo o bem por alguém”, contou.

Matheus ressalta ainda que o trabalho de conscientização é o único meio de os bancos de sangue conseguirem deixar seus estoques abastecidos, porque é algo que não se compra. “Dentre os tipos de sangue o O negativo é o mais demandado pois pode ser doado para pacientes de todos os outros tipos sanguíneos. Entretanto, apenas uma pequena parcela da população brasileira tem esse tipo de sangue, o que o torna muito demandado. O mais comum é o O positivo visto que grande parte da população brasileira tem esse tipo sanguíneo. Ambos precisam estar sempre em grande quantidade no estoque”, esclareceu.

Para efetuar a doação é preciso:

• Apresentar documento de identificação;

• Pesar mais que 50kg;

• Ter entre 16 e 69 anos (a primeira doação de sangue só é possível até os 60 anos de idade / entre 16 e 18 anos também podem doar, porém precisam da autorização por escrito dos pais ou responsável);

• Estar alimentado;

• Não ingerir bebida alcóolica nas 12 horas anteriores a doação;

• Dormir no mínimo cinco horas nas últimas 24 horas;

• Ingerir bastante líquidos nos dias precedentes.

30 set 2019

Vigilantes dos Céus: como a Força Aérea Brasileira intercepta objetos voadores não identificados

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Revista Ovni Pesquisa

Por Sérgio Santana. *Bacharel em Ciências Aeronáuticas (Universidade do Sul de Santa Catarina, UNISUL); Pós-graduando em Engenharia de Manutenção Aeronáutica (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, PUC-MG e consultora da Revista OVNI Pesquisa)

Na hipótese de uma aeronave ingressar no espaço aéreo brasileiro e, por algum motivo, não puder ser identificada pelo radar do já mencionado ACC mais próximo, ao não exibir a sua etiqueta (ou “label”, o conjunto de dados que indicam seu tipo, matrícula, destino e velocidade) a mesma será detectada pelo ACC e pelo Centro de Operações Militares (COpM), cujo controlador, seguindo o protocolo específico, contatará os centros de controle mais próximos à região para averiguar se alguém tinha ciência daquela aeronave, tendo exatamente três minutos para fazer a classificação do tráfego desconhecido, até então classificado como suspeito.

Passada a Fase de Identificação, o controlador do COpM já em contato com o Centro de Operações de Defesa Aeroespacial (CODA, o seu elo de contato com o Comando de Operações Aeroespaciais, COMAE), aguardará as devidas instruções para a próxima fase. Desejando manter a segurança e obter as tais informações primordiais, um Esquadrão de Caça foi imediatamente acionado e duas das suas aeronaves foram ao encontro do avião não identificado.

E aqui cabe um esclarecimento: embora o termo “Esquadrão de Caça” se aplique geralmente a uma unidade aérea da FAB equipada com aeronaves projetadas para “caçar” outras (como os Northrop/Embraer F-5EM Tiger II, propulsados por motores a jato) voados por esquadrões baseados nos estados de Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Manaus, podem ser ativados outros tipos de aeronaves, de acordo com a variedade de aeronave a ser interceptada. Assim, no caso de uma pequena aeronave movida a hélice, que não atinge velocidades elevadas, podem ser acionadas as aeronaves de ataque Embraer A-29 Super Tucano (baseadas em Roraima, Rondônia e Mato Grosso do Sul) e mesmo helicópteros, como os Mil Mi-35 Hind, baseados em Porto Velho.

Iniciando a Fase de Reconhecimento Visual a Distância e vetorados pelo controlador do COpM, os pilotos de caça se aproximaram e se posicionaram de modo a não serem vistos pelo piloto suspeito. Mantendo-se invisível, um dos pilotos do caça começa a mandar os dados ao CODA por fonia e por satélite, informações em áudio (descrição da aeronave) e por imagens (fotos e filmagem do avião em voo) transmitidas em tempo real ao CODA, no qual uma equipe especializada verifica, baseada nos dados obtidos, cadastros da aeronave e de seus proprietários junto à Agência Nacional de Aviação Civil e demais órgãos governamentais.

A fase seguinte, a do Acompanhamento, ocorre se os dados necessários não forem obtidos, sendo ordenado que os caças sem se mostrarem à aeronave suspeita a sigam para verificar qual seria o seu destino. E se acompanhar se mostrar insuficiente, seguindo mais um passo no Protocolo, pilotos dos caças interceptadores adentrarão para a Fase do Interrogatório, que consiste em que um dos caças se posicione ao lado da aeronave suspeita e ordene, por meio de uma placa, que o seu piloto entre em comunicação com ele pela Frequência Internacional de Emergência (121,5MHz). Caso o piloto do avião suspeito obedeça às ordens recebidas, ele será interrogado, perguntando-se o seu nome, de onde ele está vindo, para aonde está indo e o que está transportando.

Não havendo obediência às ordens e orientados pelo COMAE, os pilotos dos caças iniciam a fase seguinte que consiste em fazer com que a aeronave suspeita mude de rota e pouse imediatamente no aeródromo mais próximo. Se ainda assim houver resistência às ordens, os pilotos dos caças ingressarão na fase dos Tiros de Aviso. Um dos caças então se posicionou mais à frente da aeronave suspeita, enquanto outro caça ainda estava atrás da mesma, garantindo e disparou uma rajada de tiros. Se ainda assim houver resistência os próximos disparos visarão a abater a aeronave, atingindo-a nas suas partes vitais. Dentre as armas que podem ser empregadas pelas aeronaves interceptadoras estão metralhadoras calibre .50, canhões automáticos de 30mm e mísseis de curto e médio alcance.

Para cada fase do procedimento descrito acima existe uma autoridade responsável pelo acompanhamento da operação e pelo aval das ações a serem tomadas: Autoridade Operacional de Defesa Aérea (AODA) – que participa do processo até à Fase do Interrogatório; Alta Autoridade de Defesa Aeroespacial (AADA) – do Chefe do Estado-Maior do Sistema de Defesa Aérea Brasileira, SISDABRA, passando pelo seu Comandante até o Comandante do COMAE – tomam as decisões até a Fase dos Tiros de Aviso; e Alta Autoridade de Defesa Aeroespacial (AADA) – do Comandante da Aeronáutica, passando pelo Ministro da Defesa até o Presidente da República – tomam as decisões até a Fase dos Tiros de Destruição. Os Controladores do COpM e os Pilotos de Caça são as Autoridades Executivas de Defesa Aérea (AEDA).
Por outro lado, a literatura ufológica está repleta de situações nas quais as aeronaves de interceptação não conseguiram acompanhar ou destruir invasores do espaço aéreo reconhecidos como “objetos voadores não identificados”.

Caso a Defesa Aérea brasileira se encontre em uma situação similar, as aeronaves de interceptação serão desautorizadas pelo Alocador de Armas do COpM a continuar a perseguição e a defesa antiaérea dos locais onde o invasor está situado passarão à situação de alerta máximo – alerta vermelho. Assim, as armas antiaéreas de baixa e média altura (que variam desde canhões automáticos de 30mm a 40mm até mísseis portáteis de curto alcance lançados de ombros, passando por canhões de 76mm e mísseis de curto e médio alcance a bordo de navios, se o contato estiver sobre o mar) são alocadas para fazer frente ao OVNI.

Leia também: Qual a capacidade de controle dos radares da Força Aérea Brasileira?

Quer saber mais sobre objetos voadores não identificados? Acesso o site da Revista OVNI Pesquisa.

02 abr 2019

Clínica de Enfermagem lança programa de atendimento gratuito para o controle do pé diabético

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A partir de amanhã (03/04), a Clínica-Escola de Enfermagem da Newton, que normalmente oferece atendimentos gratuitos voltados para a saúde da mulher, da criança e adolescente, do homem, do idoso, do trabalhador e medicina alternativa (acupuntura), passará a atender também a pacientes com pé diabético, uma das complicações mais comuns de quem sofre de Diabetes Mellitus (DM) e uma das mais dramáticas também, pois pode levar até a amputações de membros inferiores. A iniciativa faz parte do programa de extensão “Caminhando com a Vida”, que visa identificar, classificar, orientar e acompanhar pacientes com Diabetes Mellitus tipo 1 e tipo 2, com diferentes níveis e tipos de neuropatia diabética, ajudando-os a prevenir ou reduzir o ritmo de evolução dessa complicação. Os atendimentos são gratuitos e prestados mediante cadastro e agendamento prévios, pelos telefones (31) 3516-2631 ou (31) 98440-4114.

O Brasil é o quarto país com maior número de diabéticos do mundo (IDF), com cerca de 12,5 milhões (7%) de brasileiros afetados e, segundo o Ministério da Saúde, entre 2010 e 2016, 406.452 pessoas morreram no país em decorrência da doença. O número de amputações provocadas pelo diabetes também é preocupante: só em 2017, foram 12.748. “Mas muitas amputações causadas pela diabetes poderiam ser evitadas se houvesse mais informação e prevenção”, alerta o Dr. Luiz Henrique Diniz Miranda, responsável pelo novo programa da Clínica-Escola de Enfermagem da Newton. “O portador de DM precisa saber o que é o diabetes, as causas e os riscos do não tratamento adequado. Um exame periódico dos pés pode identificar precocemente as alterações, permitindo o tratamento e evitando o desenvolvimento de complicações”, explica médico endocrinologista e mestrando na área de Diabetes. “O portador de pé diabético precisa de prevenção e atenção, justamente o foco da Clínica-Escola de Enfermagem da Newton”, completa, lembrando que prestar atendimento na área de saúde totalmente gratuito aliado à formação de profissionais é um diferencial da Newton.

Serviço – programa Caminhando com a Vida

O que é: atendimento gratuito oferecido a portadores de pé diabético por alunos e professores do curso de Enfermagem da Newton. Os pacientes passarão por avaliação clínica e receberão orientações para o autocuidado com sua saúde.

Local de atendimento: Clínica de Enfermagem da Newton Paiva (Rua Marechal Foch, 35 – Grajaú, Belo Horizonte – MG)

Público: pacientes com diabetes tipo 1 ou tipo 2

Responsável pelo acompanhamento: Dr. Luiz Henrique Diniz Miranda

Horários de atendimento: às quartas-feiras, das 14h às 16h, às sextas-feiras, das 8h às 12h e aos sábados das 9h às 13h

Início dos atendimentos: 03/04/2019

Agendamento de consulta: (31) 3516-2631 ou (31) 98440-4114

Clínicas-Escolas da Newton: bom para os alunos, melhor para a comunidade

Além da Clínica de Enfermagem, a Newton Paiva tem outras 6 clínicas e oferece tratamentos e acompanhamentos nas áreas de Psicologia, Fisioterapia, Farmácia, Estética, Odontologia e Medicina Veterinária. O serviço está disponível para toda a comunidade, sem restrições e sem a necessidade de encaminhamento médico. A única recomendação é fazer o agendamento prévio. Na Clínica-Escola, espaço no qual alunos acompanham os professores nos atendimentos e lidam com situações reais da prática profissional, o atendimento é humanizado e, após avaliação clínica, o paciente recebe todas as orientações para o autocuidado, e é acompanhado em sua jornada pela busca da saúde.

Confira abaixo horários e locais de funcionamento de todas as clínicas-escolas da Newton:

Clínica-Escola de Enfermagem

Serviços: atendimentos à criança, adolescente, mulher, adultos e idosos, grupos educativos para hipertensos e diabéticos, simulação realística e oficinas práticas para treinamento e aperfeiçoamento de alunos e comunidade.

Endereço: Rua Marechal Foch, nº35 – Nova Granada

Agendamento de consulta: (31) 3516.2624

Clínica-Escola de Odontologia

Serviços: odontopediatria, ortodontia preventiva e interceptativa, dentística, entodontia, periodontia, cirurgia, prótese, disfunção temporomandibular, odontogeriatria, pacientes com necessidades especiais e estomalogia.

Endereço: Av. Silva Lobo 1718 – Nova Granada

Agendamento de consulta:(31) 3516.2616 / 3516.2617 / 3516.2671

Clínica-Escola de Psicologia

Serviços: atendimento psicológico de crianças, adolescentes, adultos e idosos, terapia familiar, avaliação psicológica, orientação profissional, orientações

para desenvolvimento de carreira, palestras para a comunidade, empresas e escolas, plantão psicológico

Endereço: Av. Silva Lobo, 1718 – Nova Granada

Agendamento de consulta: (31) 3516.2662 / 3516.2666

Clínica-Escola de Medicina Veterinária

Serviços: atendimentos e procedimentos clínicos de pequenos animais, vacinação, diagnóstico por imagem, exames laboratoriais

Endereço: Rua Marechal Foch, 15 – Nova Granada

Agendamento de consulta: (31) 3516.2491

Clínica-Escola de Fisioterapia

Serviços: ortopedia, neurologia adulto e infantil, cardiorrespiratório, ginecologia e obstetrícia, urologia e geriatria

Endereço: Av. Silva Lobo, 1718 – Nova Granada

Agendamento de consulta: (31) 3516.2629

Clínica-Escola de Estética

Serviços: limpeza de pele, design de sobrancelhas, drenagem linfática, massagem relaxante, massagem modeladora, reflexologia (massagem nos pés), peeling de diamante, Manthus, cavitação, radiofrequência

Endereço: Av. Silva Lobo 1718 – Nova Granada

Agendamento de consulta: (31) 3516.2644 / 3516.2669

Clínica de Atenção Farmacêutica

Serviços: gerenciamento da terapia medicamentosa, com orientação individualizada e detalhada sobre cada medicamento, de forma a contribuir para a obtenção dos melhores resultados no tratamento farmacológico.

Endereço: Av. Silva Lobo 1718 – Nova Granada

Agendamento de consulta: (31) 3516.2629

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