Categoria "Uncategorized"
10 fev 2017

Cerveja também é álcool e vicia como qualquer outra droga

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cervejaJá estamos no tão desejado ano de 2017 e bem pertinho do Carnaval. Como o tempo passa rápido para quem tem sede de viver. Na verdade não sou muito ligada ao passado. Prefiro fincar os pés no presente e traçar algumas metas flexíveis para o futuro. No entanto não tem como escapar da memória antiga para alertar sobre alguns perigos que rondam, em especial nossos jovens em épocas festivas de muita folia, muito samba e muita falta de conscientização no consumo de bebidas alcoólicas por todo canto do país.

Na minha adolescência curtia o Carnaval como os meu amigos na então pacata cidade de Vespasiano, Região Metropolitana de Belo Horizonte. Lá rolava até escolas de samba da melhor qualidade e apresentação do tradicional Boi da Manta (tinha um medo danado dos caras fantasiados e correndo atrás do povo).

A grana era curta, então a regra era dividir os custos da bebida alcoólica: coca cola ou fanta misturado com vodka fazia o sucesso da garotada. Na época cerveja era muito cara e poucos jovens tinham acesso a bebida em garrafa ou latinha. Enfim, nossos pais sofriam com as consequências da bebedeira no final de cada folia. Algumas famílias amagavam perdas irreparáveis por conta dos abusos do álcool. Perdi alguns amigos em acidentes de carros porque estavam alcoolizados.

No meu caso, já levei muita bronca e lição de moral.  Sou filha de professora da rede publica de ensino e de militar da Aeronáutica, ou seja, as regras disciplinares na minha casa eram parecidas com um quartel. Imagina só o que eu passei.

É bom lembrar que menores de 18 anos compravam livremente bebidas em supermercados, postos de gasolina, vendedores ambulantes, ou seja, em qualquer lugar, sem nenhum critério. Hoje é um pouco diferente ou mais discreto. Vendedores ambulantes, por exemplo, vendem bebida alcoólicas sem nenhuma fiscalização, pelo contrário tem até apoio da Ambev – Companhia de Bebidas das Américas. Todas as marcas de cerveja e bebidas fabricadas pela Ambev – Skol, Budweiser, Brahma e Antárctica – poderão ser vendidas no Carnaval de Belo Horizonte. Cabe à empresa oferecer um preço diferenciado para motivar os ambulantes a comprar produtos daquela marca.

Os tempos mudaram, mas nem tanto. Os jovens continuam consumindo indiscriminadamente bebidas alcoólicas. Eles acreditam que cerveja não é álcool ou droga que prejudica a saúde, que drinques de frutas com vodka ou cachaça e bastante açúcar são inofensivos. Na realidade, pura ilusão vendida por uma indústria poderosa que cativa cada vez mais por meio de propagandas enganosas e perversas.

No Brasil, a Lei nº 9.294 de 15/7/96 regulamenta a veiculação de propagandas de bebidas alcoólicas em emissoras de rádio e de televisão. Essa lei restringe o horário de veiculação das propagandas de bebidas das 22 às 6 horas da manhã. É diz que é proibida a associação de bebidas alcoólicas com: temas ligados ao sexo;  temas que induzam a uma ideia de bem-estar e saúde; temas ligadas ao esporte.

A Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Minas Gerais tem um trabalho sério de conscientização e mobilização social sobre o problema e alerta: “Cerveja também é álcool. Diga não ” propaganda de bebidas alcoólicas no rádio e na TV. Todos sabem os perigos do uso indiscriminado da bebida alcoólica, um problema de saúde pública.

Crianças e adolescentes são alvos das propagandas de cerveja. O maior crescimento do consumo indiscriminado acontece dos 12 aos 17 anos, indivíduos ainda em formação ideológica. Conheça mais a campanha: Cerveja também é álcool AQUI e oriente seus filhos, sobrinhos, netos, amigos, vizinhos. Faça parte de uma sociedade mais consciente. Aproveite o Carnaval e faça parte da mudança. Lembre-se: um mais um é sempre mais do que dois. Não vamos permitir que o álcool destrua a felicidade e a saúde da nossa família.

11 jan 2017

Você quer aprender fazer um potinho da gratidão?

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Amo uma música do talentoso Zeca Baleiro chamada Telegrama. Acredito que muitos conhecem, principalmente os amantes da boa música da minha geração. A letra é mais ou menos assim: o cara estava tristinho da vida, quando de repente recebeu um telegrama que mudou completamente o humor do rapaz.

“Por isso hoje eu acordei
Com uma vontade danada
De mandar flores ao delegado
De bater na porta do vizinho
E desejar bom dia
De beijar o português
Da padaria”

Hoje aconteceu algo parecido comigo, depois de receber uma mensagem no Facebook. Não foi um bilhete premiado da loteria, um pedido de namoro, uma declaração de amor, uma transferência de bilhões de reais para minha conta bancária, mas uma demonstração de profunda amizade e lealdade. Fiquei tão grata que o céu escuro, prenúncio de muita chuva na capital mineira, parecia anunciar a vinda da Virgem Maria. Senti um sentimento de gratidão invadir meu peito que andava um pouco angustiado nos últimos tempos.

Voltei para casa com a palavra gratidão colada na minha boca. Na verdade, amo a palavra gratidão. Prefiro mil vezes ser grata do que dizer “muito obrigada”. É mais do que uma questão semântica. É um ato de amor pelas palavras certas que preenchem o coração.

Como tudo na vida faz sentido, á noite, abrir o Facebook para conferir os últimos babados e também aproveitei para ler a página do Instituto Mário Penna e vi uma postagem muito fofa sobre como é legal fazer um potinho da gratidão. Achei genial. A ideia é escrever, todo dia, algo bacana que aconteceu com você e encher o coração de gratidão. No último dia de 2017, confira quanta coisa boa todos nós temos que agradecer, em especial por estarmos vivos e agradecidos.

Não deixei para depois uma ideia tão encantadora. Imediatamente, consegui um potinho lindo de viver e até inovei na iniciativa do potinho da gratidão. Coloquei dentro um terço de Jesus e um olho grego para evitar a inveja, além dos bilhetinhos de agradecimento.

A gratidão é irmã do amor. Quanto mais gratidão no coração, mais amor teremos para irradiar a paz na Terra.

17 nov 2016

Santa Casa promove atendimento gratuito de “prevenção do pé diabético”

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diabetes2Em comemoração ao ‘Dia Mundial do Diabetes’, a Clínica de Endocrinologia da Santa Casa BH e a equipe do programa de Mestrado Profissional em Educação em Diabetes do Instituto de Ensino e Pesquisa SCBH promovem, durante o mês de novembro, ações educativas sobre a importância da prevenção e do cuidado com o diabetes.

Nos dias 12, 18 e 19/11, será realizada a ‘Capacitação em Neuropatia e Pé Diabético’ para médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, podólogos e demais profissionais da área de saúde.

Com duração de 16 horas (divididas em aulas teóricas e práticas), o curso apresenta detalhes da fisiopatologia do pé neuropático diabético,  isquemia, tratamento da neuropatia e classificação de risco, biomecânica do pé, úlceras neuropáticas e isquêmicas e cuidados podológicos, além de workshops sobre ‘Exame do pé e instrumentos para diagnóstico da neuropatia’, ‘Palmilhas e calçados especiais’ e ‘Remoção de calos e curativos’.

No dia 18, das 18 às 21:40 h, a atividade terá continuidade com os workshops ‘Protocolos do Ambulatório de Neuropatia e Pé Diabético’ e ‘Exame do pé e instrumentos para diagnóstico da neuropatia’, no IEP SCBH.

A abordagem prática desta capacitação será realizada no dia 19/11, das 8 às 12 horas, durante a tradicional ‘Campanha de Prevenção do Pé Diabético’ – promovida anualmente no Centro de Especialidades Médicas SCBH (rua Domingos Vieira, 416 – Santa Efigênia).

Durante a ação aberta ao público, as pessoas com diabetes receberão orientação dos profissionais de saúde da instituição e farão os testes para avaliar a saúde dos pés e rastrear o comprometimento dos pés pelo diabetes.

Além dos testes, este ano a campanha ainda contará com diversos consultórios, oferecendo atendimento gratuito com podólogos. O pé diabético é uma lesão de difícil cicatrização que geralmente ocorre em pessoas que não controlam adequadamente a doença.

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