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07 ago 2015

Dia dos Pais foi criado na antiga Babilônia

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De acordo com o Guia dos Curiosos, a ideia do Dia dos Pais nasceu na antiga Babilônia, há mais de 4 mil anos. Um jovem chamado Elmesu moldou e esculpiu o primeiro cartão. Desejava sorte, saúde e longa vida a seu pai.

Nos Estados Unidos, a garota Sonora Smart resolveu criar o Dia dos Pais em 1909, motivada pela admiração que sentia por seu pai, o veterano da Guerra Civil William Jackson Smart. A data escolhida para a comemoração foi a do aniversário de William: 19 de junho. Outras famílias começaram a festejar o dia especial no estado de Washington, e aos poucos a data se tornou uma festa nacional. Em 1972, o presidente norte-americano Richard Nixon oficializou o Dia dos Pais. Nos EUA, ele é comemorado no terceiro domingo de junho.

Aqui no Brasil, a festa chegou em 1953. O jornal O Globo difundiu a data visando atrair anunciantes do comércio. Dois anos depois, os jornais da empresa Folha da Manhã se uniram com a TV Record, a Rádio Panamericana (hoje Jovem Pan) e a Rádio São Paulo para comemorar o Dia dos Pais pela primeira vez em São Paulo. Para isso, organizaram um concurso para eleger o pai mais jovem, o mais idoso e o que tinha maior número de filhos. Dos mil inscritos, ganharam o prêmio um rapaz de 16 anos, um senhor de 98 e um homem com 31 crianças.

A princípio, a celebração ocorria no dia 16 de agosto, dia de São Joaquim. Depois foi transferida para o segundo domingo de agosto. Alguns países festejam o Dia dos Pais no dia 1º de maio. Na Itália, a data é comemorada no dia 19 de março, dia de São José, considerado pai por excelência na tradição católica.

Uma singela homenagem aos papais que nos fazem tão felizes! Sejam eles biológicos, do coração ou da nossa imaginação!

Papais de primeira viagem! Pura emoção!

Pai animal! Veja: 

Pai herói!

06 ago 2015

CFMV incentiva métodos alternativos ao uso de animais no ensino

Arquivado em Direito Animal

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Atualmente há uma demanda crescente da sociedade em relação a minimizar o sofrimento causado aos animais. Em sintonia com esses anseios, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) apoia o debate e a produção de métodos alternativos ao uso de animais no ensino.

Também chamados de métodos substitutivos, eles permitem o repasse de conhecimentos aos estudantes sem prejuízo à aprendizagem e sem comprometer o bem-estar e a saúde animal.

“A sociedade mundial se preocupa com o bem-estar animal, não só enquanto vida animal, como também sua utilização nas instituições de ensino. O estudante de Medicina Veterinária, utilizando de métodos alternativos, pode perfeitamente adquirir e desenvolver habilidades para futuras atividades profissionais”, afirma o presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária, Benedito Fortes de Arruda.

Um exemplo é a formação cirúrgica, que envolve complexos conceitos teóricos e práticos. Para garantir a aquisição das habilidades pelos alunos, diversos métodos alternativos têm sido desenvolvidos buscando cumprir a função educacional. Entre eles, a utilização de cadáveres preservados, o emprego de artefatos confeccionados a partir de espuma, látex e outros materiais sintéticos, manequins de resinas e peças de matadouros para o treino de suturas.

Além de reduzir o estresse, o uso desses materiais permite a maior quantidade de repetições de cada aula prática até que os alunos se sintam seguros para dar o próximo passo que é atender os animais que realmente necessitam do tratamento.

Segundo a presidente da Comissão de Ética, Bioética e Bem-estar Animal (CEBEA) do CFMV, Carla Molento, antigamente, o ensino de técnica cirúrgica era feito em animais que nem sempre tinham necessidade de cirurgia. “Hoje tais práticas são inaceitáveis, uma vez que há possibilidades de ensino com métodos alternativos, como uso de modelos, de cadáveres eticamente obtidos e preservados”, explica Molento.

A médica veterinária lembra que a passagem pela vida universitária deve colaborar para a formação de cidadãos completos e profissionalmente competentes. “Além do efeito direto e severo aos animais utilizados, também havia um efeito indireto, que transmitia aos alunos a ideia de que os animais podem ser utilizados sem nenhuma consideração de seu sofrimento. Isto levava a uma perda na capacidade de sensibilização do futuro profissional”, afirma Molento.

Para o presidente da Comissão Nacional de Educação da Medicina Veterinária (CNEMV) do CFMV, Felipe Wouk, estimular a adoção de métodos alternativos é um desafio que precisa ser encarado pelas Universidades. “O retrato atual das instituições de ensino brasileiras é que a minoria possui formas e métodos alternativos bem estabelecidos para substituir o uso de animais no ensino. Todos os esforços feitos para mudar essa realidade terão uma repercussão enorme, melhorando a qualidade do profissional que sai da faculdade”, afirma Wouk.

O Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (CONCEA), ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, coordena os procedimentos de uso científico de animais para ensino e pesquisa.

O tema faz parte das discussões da Comissão de Ética, Bioética e Bem-estar Animal e da Comissão Nacional de Educação da Medicina Veterinária do CFMV.

“Junto com o CONCEA, Universidades e Conselhos Regionais, temos que passar da linha das reflexões para a ação”, afirma Wouk.

A adoção de métodos alternativos ao uso de animais no ensino difere da discussão ao uso de animais para pesquisa, definida pela busca de um conhecimento ainda em construção. No Brasil, a Lei Federal de Crimes Ambientais nº 9605/1998 proíbe a utilização de animais quando há métodos alternativos.

Atualmente existem 17 métodos alternativos ao uso de animais para pesquisa reconhecidos pelo CONCEA. Recentemente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) aprovou uma norma que deve reduzir a necessidade do uso de animais em testes para pedidos de registro de medicamentos, cosméticos, produtos para a saúde, entre outros. As empresas serão obrigadas a abandonar o uso de animais para comprovação de eficácia e segurança dos seus produtos nos casos em que há métodos alternativos reconhecidos pelo CONCEA.

Crédito: Conselho Federal de Medicina Veterinária

05 ago 2015

Psicóloga revela a receita do sucesso

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Foto: Adriana Santos

Quando entrei na casa da Juliana Maranhão, psicóloga e empreendedora, fui invadida por um cheiro maravilhoso de pão fresquinho de abobrinha e cenoura. Uma tentação! Foi difícil me concentrar na entrevista.

Como todo bom mineiro, nossa prosa começou na cozinha, enquanto Juliana preparava a massa de pão de cerveja preta. Ela é formada em psicologia com especialização em Recursos Humanos. Há um ano ela criou a marca Le Pain du Jour para os pães artesanais que produz no conforto de sua casa e bem pertinho dos filhos.

Ela ama o que faz e aprendeu as primeiras receitas de pães doces e salgados com a família. Mas revela que gosta de inventar recheios e formatos nada convencionais para atrair os clientes. Juliana diz que não se importa de revelar um segredinho que faz toda diferença: “toda vez que preparo a massa, penso em coisas positivas. Não vendo pão, mas união”, sorri.

Juliana produz cerca de 40 pães por dia e aposta nos sabores diferenciados. Ela faz tudo com tanto carinho que criou a linha de pães especiais para pessoas com restrição alimentar (sem glúten, sem lactose, sem açúcar, integral e vegano).

Ela deixou uma receita especial para quem deseja mudar de vida!

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Telefone: (31) 9577 4834 (Vivo)

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