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01 mar 2019

Carnaval: 6 dicas para a maquiagem durar a folia toda

Arquivado em Beleza, Comportamento

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Ai, que alegria! Com o feriado chegam os bloquinhos de rua, as fantasias e, claro, as maquiagens de Carnaval. Para festejar de acordo com sem medo no calorão da estação, siga algumas dicas para aumentar a durabilidade do visual!

1. Invista em produtos à prova d’água

Como em qualquer outra ocasião com muitas horas de festa, é preciso escolher os produtos ideais. Já que em fevereiro é verão no hemisfério sul, o segredo da make de carnaval que dura a folia toda são os produtos à prova d’água. Invista em máscaras para cílios para aguentar a festa: a make à prova d’água não vai derreter facilmente com o suor.

2. Aposte na pele mais leve (e bem protegida)

O truque primordial da maquiagem de Carnaval que dura o dia todo é uma pele limpa, hidratada, protegida e com cobertura suave. A proteção solar é imprescindível, já que você fica boa parte da folia na rua. Invista em produtos leves e multifuncionais, como o BB Cream. Eles protegem, hidratam e também funcionam como um primer antes da maquiagem, garantindo longa duração. E para quem não abre mão da base a sugestão é escolher produtos com cobertura leve e com proteção solar.

3. Lembre-se dos produtos para levar na bolsa e retocar a make

Se o problema é a sombra que apagou ou o batom que borrou em um beijo, a solução prática é ter à mão produtos multifuncionais que cabem na menor das bolsas. O Batom Mix Tint Matte, de Faces, por exemplo, funciona como sombra, blush ou batom. Um desse resolve muita coisa, não é mesmo?

4. Aposte nos iluminadores

Uma das grandes vantagens do Carnaval acontecer no alto verão brasileiro é que a luminosidade da pele pode ser a protagonista da maquiagem. Para dar ainda mais destaque a pontos-chave do rosto – como as têmporas ou o ossinho do nariz -, não abra mão do iluminador.
Já que é Carnaval, brilhe à vontade! Deposite o quanto quiser do iluminador em pó com um pincel mais gordinho, como o de blush.

5. Contorne os lábios com lápis antes do batom

Ao usar um lápis labial antes de aplicar o batom, você garante que ele não “escape” além do contorno e, de quebra, aumenta a durabilidade da cor nos lábios.

6. E depois da folia? Não esqueça da limpeza e hidratação

Pode ser que você esteja cansada depois de correr atrás do trio ou do bloco por horas a fio. Mas não deixe de remover a maquiagem corretamente, para manter a sua pele saudável nesses dias intensos de sol, suor e maquiagens. Seja com lenços, seja com demaquilante, seja com água micelar, o importante é retirar toda a make, lavar o rosto com o sabonete específico para seu tipo de pele e finalizar com um bom hidratante facial, para ficar pronta para o dia seguinte!

28 fev 2019

Como identificar os sinais de depressão no idoso?

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O Brasil é campeão de casos de depressão na América Latina. Quase 6% da população, um total de 11,5 milhões de pessoas, sofrem com a doença, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).  A quantidade de casos de depressão cresceu 18% em dez anos. Até 2020, esta será a doença mais incapacitante do planeta, na previsão da OMS.

A Pesquisa Nacional de Saúde do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que pessoas, entre 60 e 64 anos de idade, representam a faixa etária com maior proporção (11%) de diagnóstico de depressão. E este índice só vem aumentando com o passar dos anos. Mas como identificar os primeiros sinais de depressão, principalmente em idosos? Entreviste o Dr Jonas Jardim de Paula, professor de psicologia da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais. Confira:

Adriana Santos: Como identificar alguns sintomas de depressão em idosos?

Dr. Jonas Jardim de Paula: Os sintomas de depressão nos idoso costumam ser um pouco diferente dos apresentados em crianças, adolescentes e adultos. A grande diferença consiste-se nos sintomas físicos ou somáticos da doença, como mudança no apetite, sono, desejo social e energia. Muitas dessas mudanças ocorrem no envelhecimento típico, e nem sempre são indicativas de um transtorno depressivo. Sendo assim os sintomas mais importantes são cognitivos e afetivos, como tristeza, desesperança, retraimento social, perda de prazer ou motivação pelas atividades e falta de energia.

A depressão em idosos pode ser consequências de doenças crônicas e degenerativas?

Sim, ela pode. Quando fazemos o diagnóstico de depressão há um especificador chamado “depressão devido a outra condição médica”. Ele é usado quando para o profissional que faz o diagnóstico do paciente todo quadro depressivo é decorrente da doença em questão. Um dos exemplos é a depressão na doença de Alzheimer. Contudo a presença de uma doença, sobretudo as crônicas, predispõe o paciente a desenvolver um quadro de depressão tradicional. Nesse sentido a depressão pode ser tanto uma causa ou consequência da saúde geral do paciente.

A medicação é sempre necessária nos casos de depressão em idosos?

Na maioria das vezes sim. O melhor tratamento disponível atualmente é a combinação entre as medicações atuam no controle dos sintomas depressivos (há várias classes diferentes, selecionadas à critério médico) e a psicoterapia, sobretudo um tipo específico chamado terapia cognitivo-comportamental. Esse seria por assim dizer o “padrão-ouro” do tratamento. Ele gera o melhor benefício ao paciente, de forma mais ágil, mais duradoura, com menos efeitos adversos. Consiste-se também no melhor custo-benefício. Pode-se usar também uma das duas de forma isolada, a psicoterapia ou a medicação, mas com ganho clínico em geral pior que a combinação de tratamentos. Outras intervenções possíveis mas pouco utilizadas, e reservadas a pacientes que não respondem ao tratamento habitual são a estimulação magnética Transcraniana e a Eletroconvulsoterapia.

A mudança de hábitos prejudiciais à saúde pode ajudar na prevenção da depressão?

Podem. Sabemos que o sedentarismo, a baixa participação social, ausência de rotina e poucas atividades cognitivas (sobretudo aquelas que nos fazem pensar descobrir coisas novas) são fatores de risco para se desenvolver depressão. Um estilo de vida física, mental e socialmente ativo pode ajudar na prevenção do transtorno.

Qual o papel da família?

A família tem um papel central na depressão do idoso. Por anos a depressão nessa fase do desenvolvimento foi interpretada como um medo ou receio do fim da vida, uma angústia existencial. Estudos clínicos com os pacientes idosos contudo retratam que a depressão parece um quadro mais calcado nas relações pessoais e sociais que propriamente a esse senso de finitude. Uma das queixas mais frequentes dos idosos deprimidos é a pouca participação da família (filhos e netos) em momentos positivos do dia a dia. Por outro lado famílias disfuncionais, sobretudo os atritos e desavenças entre filhos, netos e irmãos são um fator de risco importante para a depressão do idoso.

As terapias alternativas podem ajudá-los no enfrentamento da doença?

Terapias alternativas não são tratamentos válidos e carecem de qualquer lastro científico para seu uso. Contudo, ainda assim, foram adotadas pelo sistema de saúde a despeitos dos protestos da maior parte das entidades profissionais. Elas podem ajudar no enfrentamento da doença, mas nunca como tratamento em si. As terapias alternativas em geral funcionam como placebos, ou seja, geram benefícios clínicos indiretos para o paciente, não dependendo da terapia em si, mas do próprio paciente. Eu reservaria as mesmas como uma opção APÓS o tratamento com as técnicas cientificamente validadas.

Idosos com depressão foram jovens deprimidos?

Não necessariamente. Há quadros de depressão com início precoce, e são os que compreendemos melhor nesse momento. Tudo indica que essa depressão de início mais precoce, na adolescência o vida adulta jovem, pode se cronificar, gerando um transtorno chamado transtorno depressivo persistente ou apresentar múltiplos episódios ao longo da vida, adentrando a velhice. Contudo há um segundo tipo de depressão chamado de depressão de início tardio, onde os primeiros sintomas ou o primeiro episódio ocorre após os cinquenta anos de idade. Essa depressão parece ser biológica e psicologicamente diferente da depressão que se inicia mais precocemente. Ela apresenta pior resposta aos tratamentos e é um fator de risco para o desenvolvimento de outras doenças ou transtornos, incluindo quadros de demência.

Qual o melhor tratamento contra a depressão?

Como comentado brevemente no tópico três, o melhor tratamento é a combinação de medicações que gerem algum benefício aos sintomas (dentre elas os inibidores seletivos de recaptação de serotonina) com a psicoterapia, em especial a terapia cognitivo-comportamental. Essa seria a melhor abordagem inicial à maioria dos pacientes.

Depressão tem cura?

Não. Depressão não é uma doença propriamente dita, como uma infeção, cardiopatia ou neurodegeneração. Ela é compreendida atualmente como um transtorno, um conjunto de sintomas ou sinais, válidos e confiáveis, que comprometem significativamente o funcionamento, bem estar ou saúde do paciente. Apesar de termos descoberto muito sobre o desenvolvimento da depressão sua causa não é clara. Em geral é difícil desenvolvermos tratamentos que curam se não temos muita certeza das causas. Contudo o tratamento da depressão é eficaz na redução e alívio dos sintomas, melhor a qualidade de vida e bem estar do paciente, promove maior funcionalidade no dia a dia e deve ser adotado quando o diagnóstico faz-se presente.

27 fev 2019

Como evitar dez erros comuns ao usar o delineador

Arquivado em Beleza, Comportamento
Divulgação

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Você também puxa o cantinho do olho antes de delinear ou fecha os olhos? Então, #tamojunto!

O delineador é um dos produtos – e makes – mais polêmicos do mundo da maquiagem. Entre amar e passar muito nervoso, ele não pode faltar. E, como tudo nessa vida, vamos aprendendo o melhor jeito de conquistar o delineado perfeito!

1. Puxar os olhos para fazer o traço delineado

Esticar a pele e soltar pode criar um resultado muito diferente do que você imaginou. Para garantir um traço linear e sem falhas, resista à tentação de dar aquele puxãozinho no canto do olho ao aplicar o delineador.

2. Fechar um olho enquanto faz o delineado

Mais um movimento “espontâneo” que, na verdade, torna o delineado mais difícil. Isso porque, para acertar o delineado gatinho, o ideal é ficar com os olhos abertos para igualar a altura e curvatura do desenho.

3. Escolher um modelo que não funciona bem para você

Hoje em dia, é fácil encontrar um tipo de delineador que encaixe perfeitamente nas suas necessidades e habilidades. Seja em caneta, seja líquido, procure um produto que torne o ato de delinear mais prático e à prova de erros.

4. Passar o delineador longe da linha dos cílios

A não ser que você queira criar o efeito dramático na make dos olhos, o ideal é sempre delinear rente aos cílios. Se deixar para completar depois, pode ser que o traço fique muito grosso (no melhor estilo Amy Winehouse) – e fica mais difícil deixá-lo perfeito.

5. Não respeitar a linha natural dos seus olhos

Talvez a parte mais difícil da maquiagem seja, com tantas opções, encontrar o que melhor se encaixa no formato dos seus olhos. Por isso, experimente muito e vá equilibrando com as dicas e truques que já conhece. Fique atenta ao formato e tente seguir ao máximo o desenho natural!

6. Usar o curvex depois do delineador

Anote aí: antes de passar máscara para cílios, faça o delineado. Porém, se for usar o curvex, use-o antes do delineador. Quando usado depois, ele pode remover o produto da linha dos cílios, deixando-o desigual. Use o curvex, espere alguns segundos, aplique o delineador e finalize com sua máscara preferida.

7. Não conferir a validade do produto

Esta dica é válida para qualquer produto de maquiagem, sempre! Um dos motivos que atrapalha bastante na hora de acertar o delineado é usar produto vencido. Além de não entregar o resultado prometido, pode causar irritações sérias na pele. Fique de olho e, se preciso, coloque uma etiqueta com o prazo de validade.

8. Aplicar pó compacto depois de delinear

Para selar e finalizar a pele, a última etapa costuma ser aplicar o pó compacto. O cuidado deve ser evitar a região dos olhos, pois pode deixar o delineado com o aspecto opaco e acinzentado.

9. Tentar fazer o traço inteiro do delineado de uma só vez

A não ser que você já esteja muito acostumada com o delineador, tentar fazer o traço de uma só vez pode ser bastante frustrante. Comece delineando aos poucos, de dentro para fora, e complete os espaços que faltaram.

10. Contornar o olho todo se ele for pequeno

Quem não gosta de um olho todo preto poderosíssimo? Seja com o delineador, seja com o lápis, você pode conquistar esse efeito marcante na make para uma festa ou casamento. Porém, quem tem olhos pequenos deve ficar atenta principalmente à linha-d’água. O ideal é delinear apenas até a metade, para criar a impressão de olhos maiores.

Por Natura

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