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11 jul 2019

Identificar e assumir os talentos evolutivos

Arquivado em Comportamento, opinião

Por Geyssimar Dias *

Talento segundo o dicionário significa “conjunto de aptidões, naturais ou adquiridas, que condicionam o êxito em determinada atividade”. O vocábulo talento tem origem em uma medida de peso e moeda greco-romana, associada à riqueza e valor. Somente no Século XIV o termo passa a designar capacidade, competência, habilidade e genialidade. Identificar talentos em nós mesmos não é tarefa fácil, principalmente quando somos influenciados por ideologias abafam capacidades visando à manipulação em massa. Cabe ao indivíduo a tarefa de
aprofundar no autoconhecimento para superar o senso comum e identificar os talentos pessoais capazes de otimizar a evolução.

A Conscienciologia, ciência aplicada ao estudo do ser em perspectiva ampla, entende o indivíduo como portador de bagagens de múltiplas vidas e atuante em várias dimensões e propõe o aprofundamento no conhecimento de si com a prática da autopesquisa.  Autopesquisa é o ato de o indivíduo pesquisar, investigar, analisar e refletir com o máximo de detalhismo, discernimento e isenção possível acerca do próprio microuniverso, a partir de um modelo adequado para este estudo.

Através da aplicação de técnicas de autopesquisa é possível identificar traços fortes (trafores) e traços fardos (trafares). Trafores são talentos, conquistas evolutivas resultantes das experiências milenares em inúmeras vidas. Trafares são aqueles traços que representam as imaturidades ou os “defeitos” do indivíduo. Tão importante quanto a identificação dos talentos é a aplicação prática e evolutiva desses traços. Para isso, precisamos utilizar um módulo de inteligência chamado Inteligência Evolutiva.

A Inteligência Evolutiva é aquela que define o autodiscernimento do indivíduo (o qual chamados de consciência) quanto à evolução racional. É também conhecida como atributo da exatidão evolutiva ou do autodiscernimento das prioridades evolutivas. A utilização dos talentos com foco na evolução consciencial ajuda na autosuperação de trafares que atravancam nosso progresso e nos levam a repetir experiências imaturas por várias vidas.

O que explica então a dificuldade em identificar e assumir talentos? Uma hipótese é de que ao identificar os talentos com lucidez e discernimento o indivíduo assume também a responsabilidade de aplicá-los em prol da própria evolução e das pessoas que compõem seu grupo evolutivo. Isso implica Pesquisa da Autoconsciência em uma postura mais proativa, que tira da zona de conforto e leva a abrir mão de ganhos secundários os quais são obtidos com a manutenção de traços falhos.

Para ilustrar cito meu exemplo pessoal: na aplicação da técnica da autopesquisa identifiquei que apresento como traço a vontade de ajudar as pessoas. A aplicação e vivência na prática deste trafor ajudam a superar o trafar da preguiça, ou seja, para colocar em prática este talento preenchi minha agenda com atividades voltadas para a assistência aos outros, sobrando pouco tempo para me permitir o exercício da preguiça. Vale ressaltar que a autosuperação vem com a aplicação dos talentos na prática. Simplesmente identificá-los, sem a aplicação da inteligência evolutiva, não ajuda muito na dinâmica da evolução consciencial.

Evoluir implica em abrir mão das imaturidades e assumir os talentos com foco na evolução pessoal e grupal. Abrir mão das imaturidades é abrir mão do “egão” que ainda pensa e exige muito para si em detrimento dos outros. Quem identifica e assume seus talentos evolutivos, assume também a responsabilidade maior de aplica-los em prol dos outros e da evolução do planeta.

*Geyssimar Dias, assistente social, empresária, docente e pesquisadora do Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC), instituição de educação e pesquisa científica, laica, sem fins lucrativos com duas décadas e meia de estudos sobre a consciência humana e suas habilidades parapsíquicas. Telefone para contato: (11) 3287 9705. Conheça o IIPC, no site: www.iipc.org

10 jul 2019

Papo reto: saiba como compreender a depressão sem rodeios

Os números divulgados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) assustam: em todo o mundo, mais de 300 milhões de pessoas enfrentam na pele os problemas provocados pela depressão. No Brasil, a doença atinge 5,8% da população, além dos distúrbios relacionados à ansiedade que afetam 9,3%. A depressão também causa prejuízos para muitos trabalhadores, sendo os transtornos de ansiedade e o esgotamento emocional as principais queixas dentro de ambientes profissionais.

Não é fácil enfrentar a depressão. Também não é nada confortável conviver com pessoas que passam por crises depressivas, principalmente quando são entes queridos. Na verdade, a doença acarreta prejuízos emocionais, sociais e financeiros para todos que estão diretamente ou indiretamente envolvidos com a doença.

A depressão já me trouxe muitos desgastes emocionais e sociais. Foram momentos sombrios… Só enxergava o caos e uma tristeza profunda. Nada fazia sentido. O céu estava sempre cinza. Na época, infelizmente, alguns relacionamentos afetivos foram rompidos; portas foram fechadas; palavras destruidoras foram lançadas; tempo precioso foi desperdiçado… Me sentia abandonada… No entanto, algo dentro de mim dizia: “você vai conseguir. Seja forte. Não desista”. Nunca deixei a peteca cair. Quase morri. Sou uma sobrevivente da depressão. Hoje, consigo, por meio de informações qualificadas, blindar os efeitos nocivos de uma das doenças que mais mata na Terra.

A desinformação é, com certeza, o grande vilão das doenças emocionais. Até hoje, poucas pessoas conseguem conceituar de forma não pejorativa as características de uma pessoa que enfrenta a depressão. Muitos acreditam que a doença atinge apenas os fracos. Não é verdade. A depressão é uma doença complexa que envolve vários aspectos da existência. Por isso, apenas boa vontade não é o suficiente. Os medicamentos ajudam, mas não curam as feridas humanas. A terapia é sensacional, mas não consegue efetividade sem o comprometimento do paciente com o tratamento oferecido por meio da palavra. Ninguém consegue sair do buraco existencial, sem estar convicto que a cura depende, principalmente, das nossas escolhas.

Por isso, escolhi a informação de qualidade para seguir o meu caminho com mais equilíbrio e bem estar. Nada melhor do que a objetividade para neutralizar as subjetividades que nos enfraquecem. Então a minha dica é: “Conhece-te a ti mesmo”, por meio da leitura.

Se você precisa saber mais sobre a depressão, tenho uma sugestão de ouro: leia o livro “Compreendendo a Depressão: 75 Perguntas e Respostas” do Michael D. Yapko – Editora Diamante. São informações preciosas, por meio de linguagem simples, direta e objetiva, que mostram as recentes pesquisas sobre depressão relacionadas ao cotidiano de todos nós. É muito bom. A leitura é, realmente, fácil, sem rodeios ou falsas promessas de tratamento. Inclusive, Yapko faz um questionamento bem interessante sobre a depressão pelo ponto de vista hormonal e biológico. É mito ou verdade? Não vou revelar. Vale a pena ler e descobrir as verdades e mentiras sobre a depressão. O capítulo sobre medicamentos é muito esclarecedor.

Compreendendo a depressão desperta no leitor um entendimento de como a depressão nos afeta para, dessa forma, poder lidar com a própria depressão ou ajudar outras pessoas a lidar com a sua doença, principalmente crianças e adolescentes.

A publicação é dividida em seis partes e a conclusão final. São 191 páginas, além das indicações de outros livros. Vejam algumas perguntas que o autor responde com profundo conhecimento clínico e sem mimimi: Qual a diferença entre tristeza e depressão? Os medicamentos antidepressivos realmente funcionam? A depressão desaparece por si só? É preciso fazer psicoterapia por anos para melhorar? Os medicamentos antidepressivos causam dependência? As pessoas devem falar abertamente sobre sua depressão com amigos e família? Crianças podem tomar antidepressivos? A depressão é transmitida nas famílias? Como alguém pode saber quando precisa da psicoterapia? A taxa de depressão é igual entre homens e mulheres?

O livro está disponível no Livraria do Psicólogo, em Belo Horizonte, por apenas 19,90 reais. Veja o site: AQUI 

09 jul 2019

Marca que criou sorvete para pacientes com câncer disponibiliza produto em BH

Uma notícia quente para aquecer o dia de pessoas em tratamento contra o câncer: a partir do final de julho, os sorvetes da marca YPY estarão disponíveis em uma rede de distribuição especializada em Belo Horizonte. O produto é referência em inovação e saúde no segmento de gelados, por não incluir corantes artificiais, glúten, gordura trans, além de conter açúcar orgânico na preparação do sorvete.

Divulgação

Segundo Marcelo Kuerten Baracuhy, sócio diretor de desenvolvimento, “a YPY é focada em ciência, saúde e alimentação, em parceria com o Departamento de Nutrição da Universidade Federal de Santa Catarina. O produto oferece um suporte nutricional na forma de sorvete, atendendo a demanda de médicos e nutricionistas”.

A fábrica da empresa está localizada na Ilha de Santa Catarina, e a procura pelos seus produtos é cada vez maior. Há pouco tempo, a YPY entrou no mercado de São Paulo, mas já está, além de Santa Catarina, no Rio Grande do Sul e no Paraná e planeja expandir sua participação para outros estados, como Minas Gerais.

O mercado de sorvetes cresceu quase 80% nos últimos dez anos no Brasil, colocando o país na quarta posição, atrás apenas dos Estados Unidos, China e Japão, de acordo com dados da Associação Brasileira das Indústrias e do Setor de Sorvetes (ABIS).

 

Entrevista com Elizangela Camargo Rodrigues – Nutricionista

Qual a matéria prima do sorvete? Qual a base do sorvete?
É um produto desenvolvido à base de polidextrose, whey protein isolado, azeite de oliva, açúcar orgânico, dextrose e glicose. Importante salientar que é fonte de proteína e fibras com baixo teor de gordura e livre de corantes artificiais.

Quais os sabores disponíveis?
Morango, Limão e Chocolate

Qual a principal indicação terapêutica do sorvete?
Complementação alimentar em diversas situações clínicas, em especial para pacientes em tratamento oncológico ou pessoas com necessidade de proteínas.

Por que o sorvete pode ajudar na recuperação da saúde?
Porque ele oferece proteínas de alto valor biológico, que são mais facilmente absorvidas pelo organismo e amenizam a perda de tecido muscular em pacientes debilitados. Além disso, a presença de fibras auxilia no bom funcionamento intestinal. Por ser gelado, alivia enjoos e reduz o desconforto causado pela mucosite (feridas na boca).

Como a pessoa pode adquirir o produto?
O produto precisa manter uma temperatura constante não superior a -18ºC desde a saída na fábrica em Florianópolis até o consumo. Diante disso, trabalhamos para montar uma rede de distribuição especializada. Quanto estruturada, as pessoas podem adquirir este produto em supermercados, farmácias e pontos de venda.

Quando será o lançamento em Belo Horizonte?
Estamos trabalhando fortemente para que a rede de distribuição esteja montada e possa disponibilizar este produto até o final do mês de julho.

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